Iron Maiden: Kevin Shirley listas suas canções favoritas (que ele mesmo produziu)

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 12:57

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Kevin Shirley é o produtor oficial do Maiden desde que a banda retornou com sua formação clássica (+ Janick Gers) em 1999. De lá pra cá produziu todos os discos de estúdio e ao vivo que a Donzela lançou, incluindo, claro, o disco que está sendo oficialmente lançado hoje, The Book of Souls.

O site Team Rock desafiou o produtor a escolher as canções favoritas do Iron Maiden que ele produziu. O resultado é uma lista interessante, veja o que disse o produtor:

Paschendale (Dance of Death, 2003)
Paschendale é um som baseado na Batalha de Ypres, em 1917, durante a Primeira Guerra. Você pode sentir o clima todo na canção. É uma típica faixa do Maiden em seu poder total.



When the Wild Wind Blows (The Final Frontier, 2010)
Essa canção é alucinante. Steve Harris ainda estava trabalhando na canção quando trouxe para o estúdio. Como estava inacabada, todos nós fomos aprendendo sobre ela e não foi fácil para ninguém. Outra faixa épica. Foi baseada em um cartoon que Harris viu sobre um casal que confundiu um barulho a longa distância com um ataque de bomba nuclear.


Blood Brothers (Brave New World, 2000)
Essa canção sintetiza a banda para mim – verdadeiros irmãos. É ótima ver a canção ser tocada ao vivo já como um grande clássico da banda e ver os milhares de fãs cantando junto.


The Longest Day (A Matter of Life and Death, 2006)
Outra faixa épica sobre o dia D na Segunda Guerra Mundial. A coisa com o Iron Maiden é que você sente as emoções que eles representam em suas canções.


The Reincarnation of Benjamin Breeg (A Matter of Life and Death, 2006)
Uma das que me intrigou desde a primeira vez que escutei!


Montségur (Dance of Death, 2003)
O Maiden sempre escreveu com referências históricas. Essa canção é sobre os Cátaros e do ataque à sua cidadela de Montségur, na França, onde a comunidade foi massacrada em vez de renunciar à sua fé.


Fear of the Dark (Rock in Rio, 2002)
O sistema de PA havia explodido na noite anterior do show. A banda não sabia sobre isso e subiu ao palco com uma PA não funcionando no palco. Nós literalmente gravamos o show em quatro máquinas ADAT na parte traseira de um caminhão utilitário. A multidão de 250.000 mil pessoas cantou junto. Ainda me dá arrepios quando ouço hoje.


Rime of the Ancient Mariner (Flight 666, 2009)
Esse filme foi um desafio. Só o pessoal de cinema determina o set list por um itinerário. “A primeira faixa é a primeira performance da primeira música do set list, a segunda faixa é a segunda performance da segunda canção do set list...”. Isso não faz o menor sentido para os músicos que apenas preferem escolher as melhores performances. Apesar de tudo isso a banda entregou um desempenho sublime.


The Book of Souls (The Book of Souls, 2015)
A faixa-título do novo disco é sobre os antigos maias e tem mais de 10 minutos. Começa com um groove majestoso em mid-tempo. Seis minutos depois ela explode em uma faixa animal. Bruce cantando o refrão tem que ser ouvido para se acreditar. Não tenho palavras para o quão alto ele pode contar. Ele é uma aberração da natureza.

Empire of the Clouds (The Book of Souls, 2010)

Com 18 minutos, essa é a maior faixa já gravada por eles. É a história de um dirigível inglês, o R101, que foi construído entre as duas Guerras Mundiais e era tão grande que o Titanic poderia caber dentro. A canção tem Bruce no piano, uma novidade no Iron Maiden. A canção contra a história da aeronave: a sua herança, sua majestade, o vôo e seu fim trágico. É como uma mini-opera-rock, com muitas joias escondidas. Ouça o dirigível que voa, o código morse e a queda épica...

Institution lança videoclipe do single Panopticon!

Posted by João Carlos Martins | Posted in , , | Posted on 21:11

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Por João C. Martins

Hoje, dia 2 de setembro de 2015, a banda Institution lançou o videoclipe oficial do primeiro single de seu novo disco, a faixa Panopticon. A banda, que atualmente é formada por Fábio (guitarra), Felipe (guitarra), Rodrigo (bateria), Rodolfo (baixo) e Hélio (vocal), lançou recentemente o EP Uncritical Receiver, que conta com quatro faixas pesadíssimas que fazem a cena do Metal Hardcore se orgulhar aos montes. Na pegada agressiva de Converge, Neurosis, Botch e muitas outras, os caras vêm com tudo para o lançamento de seu primeiro disco, que já é conhecido pelo nome Desolation Times, e que tem previsão de lançamento para o dia 25 de outubro.


Você pode comparecer no dia do lançamento do disco. Para mais informações e confirmar sua presença vá ao link a seguir: https://www.facebook.com/events/525447657602161/

Veja o videoclipe da faixa Panopticoni:


Clique aqui para ouvir o EP na íntegra!

O que há de novo? Naissius lança o disco Síndrome do Pânico.

Posted by João Carlos Martins | Posted in , , , | Posted on 20:27

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Por João C. Martins

No dia 6 de agosto de 2015 foi disponibilizado para download o primeiro disco de Naissius e sua banda. Legal!

Naissius é o nome adotado por Vinícius Lepore, que é guitarrista e vocalista da banda. Além dele, para subir aos palcos, o conjunto contará com Thiago Lecussan (guitarra), Nobu Hirota (baixo) e Roberto Néri (bateria).

Para quem acompanha a cena underground paulistana, sabe que essa galera já rodou a Augusta de cabo a rabo e besta não é, de jeito algum. Sobre o baterista posso até falar com mais propriedade de sua vocação nos tambores, pois trabalho no mesmo recinto que a fera e já tive a oportunidade de fazer uma gig de Drum 'n' Bass com ele, que é melhor deixarmos guardada nos arquivos mentais.

O disco foi intitulado Síndrome do Pânico, diga-se de passagem um nome fortíssimo que no mínimo chamará muita atenção.


São nove faixas que fazem o álbum, cujo qual retrata, majoritariamente, dolorosas frustrações amorosas, sendo algumas delas dignas de uma tragicomédia. Claro que decepções não têm graça, mas a maneira que são contadas as vezes aliviam as coisas. Exemplo disso é Bolacha & Café, que apresenta em seu nome a frase mais emblemática da canção, que diz: “Se eu te eu comprar bolacha e café. Te chamar pra ser a minha mulher…” isso precedido por uma escalinha crescente de um xilofone, que dá um ar ainda mais sutil e intimista para a faixa.

A canção Meu Bem, é outra que merece destaque, visto que traz uma pegada, que não posso chamar de melancólica, pois não sei o contexto do enredo, no entanto é carregada de soturnidade. O grave e o agudo do órgão sendo executados ao mesmo tempo, junto de uma letra que diz, “Meu bem, morrer é só não ser mais visto…” fazem dessa uma das que mais me chamaram a atenção no compacto do rapaz.


Para finalizar, o rockão fica por conta de Estrela de Cinema Mudo, que abre com um riff muitíssimo bem construído e executado. Conta também com uma esmerilhada na guitarra, além de um estilo bem viajandão de barulhos extraídos dessas pedaleiras muito loucas. O baixão conciso e a bateria fazendo um tempo bem legal, principalmente no refrão. Definitivamente, esta canção é uma aula de Rock.

Já há um show marcado no dia 18 de setembro, no Espaço Cultural Puxadinho na Praça, para divulgação do disco. Você pode confirmar a sua presença neste evento do Facebook: https://www.facebook.com/events/403735799831198/

Para ouvir o disco e fazer o download, clique aqui

Banda boa de um disco só: Pulse

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:53

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Você conhece o Pulse?

Nãnaninanão, não estou falando do álbum do Pink Floyd (muito bom por sinal) lançado em 1995 e sim, de uma banda sessentista que fazia um som de qualidade, misturando a psicodelia da época a um blues-rock cativante, com pitadas de hard pesado.

De origem americana, a banda composta por Carl Augusto (vocais), Rich Bednarczyk (órgão), Peter Neri (guitarra), Bennet (Beau), Segal (batera), Tommy Violante (guitarra), Paul Rosano (baixo) e Jeff Fuller (harmônica), inicialmente se chamava The Pulse of Burritt Bradley, resultado da fusão entre os grupos The Bram Rigg Set e The Shags e pouco tempo depois adotou apenas o nome de Pulse.


Autointitulado, o primeiro e derradeiro álbum data do ano de 1969 e traz nove faixas das quais destaco Too Much Lovin’ (blues bem poderoso com riffs fortes), Another Woman e Lo-Down (que remetem e muito ao power-trio Cream), Hypnotized (um dos sons que melhor representa a bela junção do blues com o psicodélico), além das sensacionais She’s Killin’ Me e My Old Boy.





Solos fortes, muita gaita, belas viradas na batera e um vocal intenso fazem deste um dos discos mais sedutores dos anos 60.

01.Too Much Lovin’
02. Another Woman
03. Hypnotized
04. Thanks For Thinking Of Me
05. Lo-Down
06. She’s Killin’ Me
07. Garden Of Love
08. Amassilation
09. My Old Boy

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