Confira o trailer do novo DVD do Whitesnake

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 12:08

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Live In ’84 – Back To The Bone tem previsão de lançamento para novembro e traz apresentações da banda no Super Rock do Japão, incluindo também trechos do último show com Jon Lord na Suécia.
Confira:



Pesquisa revela que fãs de Heavy Metal e Música Clássica tem personalidades parecidas

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 16:33

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Qual a diferença entre um sujeito de terno chegando ao Carnegie Hall para ouvir um Concerto de Música Clássica e um roqueiro usando uma camiseta surrada do Mayhem com jeans gastos? Nada, aparentemente. Um estudo feito por cientistas da Universidade Heriot-Watt em Edinburgo mostrou que os headbangers (ou metaleiros, se você preferir) e os fãs de música clássica são pessoas muito similares, de acordo com a entrevista do The Guardian.

O estudo consistiu em pesquisa feita com 36.000 mil pessoas de 6 países diferentes sobre a música que eles ouvem para chegar a uma conclusão. O chefe da pesquisa explica:

“O público em geral criou um certo estereótipo do fã de heavy metal como sendo suicida, depressivo ou um perigo para a sociedade em geral”, explica Adrian North, o professor que liderou o estudo. “Mas eles são uns tipos delicados”.

Fãs de heavy metal, bem como os fãs de Música Clássica, tendem a ser criativos, gentis e felizes consigo mesmo. “Nós achamos que a resposta é que os dois gêneros, a Música Clássica e o Heavy Metal, tem algo de espiritual – são bastante dramáticas”, completou North.

O Redator do site MetalInjection, Greg Kennelty, deu sua opinião:

“Particularmente acredito que isso faz todo o sentido. Fãs de Música Clássica são bastante conhecedores do estilo que ouvem, assim como os fãs de metal são extremamente conhecedores do gênero, sobre o que eles estão ouvindo, quem compôs, quando foi gravado, e etc. Acredito que os fãs de Música Clássica tenham um status maior, sejam vistos como mais ‘sofisticados’, porque a Música Clássica tem uma história de séculos, enquanto no heavy metal temos cerca de 45 anos de gênero.”


Texto original aqui.  



Vaza canção inédita do Machine Head!

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 16:04

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Ouça a destruição no link abaixo.

Now We Die fará parte de Bloodstone & Diamonds, que será lançado ainda em 2014.





Pink Floyd: confira detalhes do novo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 21:53

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The Endless River tem previsão de lançamento para 10 de novembro. O álbum é um registro das sessões do disco The Division Bell, de 1994.

Confira o tracklist:

01. Things Left Unsaid
02. It’s What We Do
03. Ebb and Flow
04. Sum
05. Skins
06. Unsung
07. Anisina
08. The Lost Art of Conversation
09. On Noodle Street
10. Night Light
11. Allons-y (1)
12. Autumn’68
13. Allons-y (2)
14. Talkin’ Hawkin
15. Calling
16. Eyes to Pearls
17. Surfacing
18. Louder Than Words

8 capas de discos "gêmeas"

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:42

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Desde de que o mundo é mundo é natural que algumas coisas se pareçam; músicas se pareçam, pessoas se pareçam, objetos se pareçam, e por que não, capas de discos se pareçam. Em alguns casos não se trata só de uma casualidade ou homenagem e sim, de puro plágio, o que muitas vezes pode valer até um processo maroto nas costas. Mas quem liga né não? Afinal, na arte nada se cria, tudo se copia! Então dá uma conferida  em algumas capas de discos que são “irmãs-gêmeas” e divirta-se com tanta “coincidência”.

#1. U2 – “No Line on the Horizon” (2009) e Taylor Deupree – “Specification. Fifteen” (2006) >> O músico americano Taylor Deupree acusou a banda irlandesa de plagiar a capa de seu álbum ‘Specification. Fifteen’ lançado em 2006. A imagem de um horizonte  feita  pelo fotógrafo japonês Hiroshi Sugimoto  faz parte de ambas as capas. Na época do lançamento do disco do U2, Deupree publicou sobre isso em seu blog. “O próximo CD do U2, ‘No Line On The Horizon’, é quase uma cópia do meu CD com Richard Chartie.” No entanto o músico disse que não valeria a pena processar a banda.“No fim, todos sabemos quem ganha”, alfinetou.




#2. Van Halen – “A Different Kind Of Truth” (2012)  e  The Commodores – “Movin ‘On” (1975) >> O álbum do Van Halen que marcou a volta de David Lee Roth à banda depois de 28 anos causou certo reboliço assim que foi lançado. Muitos perceberam a semelhança com a capa de “Movin ‘On”, disco da banda de soul The Commodores e tem que diga que se trata do mesmo desenho do trem. 

#3. Earth, Wind & Fire – “All N’ All” (1977) e Iron Maiden – “Powerslave” (1984) >> O quinto álbum de estúdio do Iron Maiden traz em sua capa uma referência faraônica ao mascote “Faraó-Deus-Eddie-Horus” e fica evidente uma certa influência do álbum do Earth, Wind & Fire, “All N’ All”, de 1977. Foi como se o ilustrador Derek Riggs fizesse uma versão “metal” para a capa do disco da banda de Soul e R&B.

#4.The Rockin’ Berries – “In Town” (1965) e The Who – “My Generation” – (1966) >> O grupo inglês The Rockin’ Berries  teve algum sucesso em seu país na década de 60 fazendo um som mais voltado ao pop. Um de seus discos, “In Town” de 65, traz a capa muito parecida com a de outra banda inglesa da mesma época, o  notório The Who, com o álbum “My Generation” de 1966.



#5. Depeche Mode – “New Life” (1981) e Black Sabbath – “Born Again” (1983) >> Esta é talvez uma das mais conhecidas histórias de “capas gêmeas” e certamente você já deve ter ouvido falar. Se não, vou resumir rapidamente: A capa do Sabbath foi criada por Steve Joule que costumava trabalhar com Ozzy (que já não estava mais na banda). Joule se inspirou na capa de uma revista chamada Mind Alive de 1968, que trazia um bebê. O ilustrador então fez uma fotocópia da imagem e transformou o bebê em um diabo com dentes, unhas e chifres. Tudo feito na má vontade porque Steve Joule não queria se indispor com Osbourne, mas no final das contas Tony Iommi e Geezer Butler adoraram a “arte”…  A capa do Depeche Mode também foi inspirada na mesma revista.



#6. Subway Suck – “Little Red Album” (1979) e Grand Funk Railroad – “Grand Funk” (1969)>> A banda norueguesa Subway Suck deu ares tremendamente parecidos ao Grand Funk na capa do disco “Little Red Album” de 79. Vale lembrar que a semelhança fica apenas na capa.


#7. Genesis – “Genesis Live: The Way We Walk Volume Two: The Longs” (1993) e  Supertramp – “Brother Where You Bound” (1985) >> Olhando de relance até dá pra confundir. A ideia inicial de ambas as capas é bem parecido. A imagem e o jogo das cores dá uma certa confundida nos mais desavisados.

#8. John Lennon & Yoko Ono –  “Sometime in New York City” (1972) e  Jethro Tull – “Thick as a Brick” – (1972) >>  Existem várias capas que retratam jornais, mas entre estes dois álbuns a semelhança é ainda maior.



Postado originalmente em Cadê Meu Whiskey?

5 Acertos e 1 Erro: Bon Jovi

Posted by TRMB | Posted in , | Posted on 13:58

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Ontem, 20 de setembro, completou-se um ano do show do Bon Jovi no Rock in Rio 3, e também, de uma maneira geral, um ano de sua última passagem pelo Brasil e América do Sul.

A banda, que desperta amor e ódio em proporções iguais por aí, está parada desde o último show da turnê de seu mais recente álbum, What About Now, no final de 2013.

Até o momento não temos informação sobre previsão de entrada em estúdio para um próximo trabalho e também não foi noticiado nada sobre uma reconciliação do guitarrista Richie Sambora com o vocalista Jon Bon Jovi – o guitarrista está afastado da banda desde o início do ano passado por razões nunca devidamente esclarecidas.



Enquanto isso, preparamos um pequeno guia para você passear pela discografia de Jon Bon Jovi (vocal), Richie Sambora (guitarra), Tico Torres (bateria) e David Bryan (teclado), com cinco trabalhos dignos de nota – e um que deve-se evitar nela também.

Por Carlos H. Silva


Essenciais

Slippery When Wet (1986)



Presente em qualquer lista de melhores discos de hard rock dos anos 80, Slippery When Wet é uma chuva de hits, tudo muito bem produzido por Bruce Fairbain. Se você pensar rapidamente em cinco grandes clássicos do Bon Jovi, ao menos três deles estão aqui: Livin’ on a Prayer, com seu indefectível refrão, You Give Love a Bad Name, com seus solos e riffs inspirados e a cowboy Wanted Dead or Alive, onde a dobradinha Jon & Richie Sambora mostra todo seu talento, todas ainda obrigatórias em qualquer show da banda. A heavy Raise Your Hands também ainda marca presença; no álbum ainda tem o espectacular AOR de I’d Die For You, o rock n’ roll de Social Disease e as pauladas Let It Rock e Wild in the Streets. Indispensável para os amantes do gênero.

Keep the Faith (1992)



Keep the Faith representa o completo amadurecimento musical do hard rock praticado pela banda na época. Sem possíveis exageros e soando mais técnico, KTF trouxe o então quinteto (foi o último disco com o baixista Alec John Such) apostando na diversidade, atirando para alguns lados diferentes, sem soar perdido. As duas faixas de abertura mostram isso; I Believe e a canção que nomeiam o álbum são diferentes de tudo que a banda havia feito até aquele momento, uma guinada ao rock deixando o hard rock um pouco de lado. Já I’ll Sleep When I’m Dead, Blame It on the Love of Rock n’ Roll e Little Bit of Soul mostra a influência do rock n’ roll clássico dos anos 70. Claro que as baladas não poderiam ficar de fora, e aqui temos duas das melhores: Bed of Roses, que ainda leva muita gente ao choro em seus shows, e a sensacional In These Arms, que é a melhor interpretação vocal da carreira de Jon Bon Jovi. Ainda tem o épico Dry County, com quase 10 minutos de duração, que mais uma vez mostra que a parceria de Jon com o guitarrista Richie Sambora é espetacular.


Ótimos


New Jersey (1988)

O quarto trabalho do grupo pode ser considerado quase uma continuação do que eles desenvolveram em Slippery When Wet, como pode ser ouvido em canções como Lay Your Hands On Me, Born to Be My Baby e nas clássicas Bad Medicine e I’ll Be There For You; porém, um outro lado do grupo já começava a ser notado aqui, Blood on Blood é um exemplo disso. Este disco foi recentemente relançado em uma versão Deluxe com DVD e matérias inéditos.







Bon Jovi (1984)

O debut do Bon Jovi é um belo trabalho de AOR, um dos mais significativos dos anos 80 e foi impulsionado pelo seu grande hit – presente nos shows da banda até hoje – Runaway. A melódica She Don’t Know Me também ajudou um disco que é cheio de hard rocks fantásticos como Roulette, Breakout, Burning For Love, Come Back e a sensacional Get Ready. O álbum completou 30 anos em janeiro de 2014 e talvez as atuais brigas entre Jon Bon Jovi e Richie Sambora impediram uma comemoração maior, quem sabe o álbum tocado na íntegra? Talvez nunca saberemos. 





Bounce (2002)

Depois de Keep the Faith em 1992, a cada disco foi notável a mudança de sonoridade da banda. Enquanto These Days (1995) teve cerca de 4 ou 5 grandes canções perdidas em um disco que de uma forma geral foi fraco, Crush (2000) foi uma decepção ainda maior, com a banda entrando de vez no mundo do pop rock podendo salvar 2 ou 3 faixas daquele trabalho. O próximo passo foi Bounce, que trouxe de volta um pouco do peso nas guitarras e na qualidade das composições de uma forma geral, sem ter que destacar uma ou outra pérola em meio a um monte de canções fracas. Undivided, Everyday, Hook Me Up, Love me Back to Life e Bounce possuem timbres que infelizmente não ouvimos em nenhum dos discos seguintes que a banda lançou desde então. A boa Right Side of Wrong é a melhor do “segundo escalão” de baladas do Bon Jovi. The Distance é uma ótima faixa e tem orquestrações interessantes. Misunderstood foi a escolhida para ser o “hit” do disco e, no fim das contas, é a mais fraca, porém não compromete o resultado final. Bounce merece ser ouvido com mais atenção pelos fãs que desistiram do Bon Jovi pós-These Days.


Não deixe de perder!

What About Now (2013)


Fiz uma resenha completa do disco aqui neste blog, que você pode ler clicando aqui. Cerca de um ano depois, minha opinião não mudou: continuo achando este disco uma patética tentativa do Bon Jovi se transformar no U2 – musicalmente falando. Ouço um Jon Bon Jovi criando uma ou outra melodia vocal interessante, mas que se perde em instrumentais 1000% fracos. Ouço Richie Sambora esquecendo completamente de seus próprios talentos e gravando um disco comum, sem nada de especial, a não ser clichês atrás de clichês. Me lembro de ter escrito que That’s What The Water Made Me era a única que podia se salvar neste disco. Não, ela também não se salva. Talvez seja o único ponto em que minha opinião mudou depois daquela primeira resenha. A melhor coisa a se fazer é fingir que o último trabalho do Bon Jovi até aqui é The Circle (2009)...


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