Confira a capa do novo single do Slipknot

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 18:21

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“The Devil In I” tem previsão de lançamento para 26 de agosto.

Kiss trabalhando em novo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 18:19

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Em recente entrevista ao Toronto Sun, Gene Simmons, baixista e vocalista do KISS declarou que a banda está trabalhando em novo material:  “Recentemente escrevi uma música. Ela se chama ‘Your Wish Is My Command’. Então, podemos dizer que o processo de composição já começou.”

Machine Head: confira capa e tracklist do novo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 18:16

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Bloodstone & Diamonds ainda não tem data de lançamento.
Confira o tracklist:

01. Now We Die
02. Killers & Kings
03. Ghosts Will Haunt My Bones
04. Night Of Long Knives
05. Sail Into The Black
06. Eyes Of The Dead
07. Beneath The Silt
08. In Comes The Flood
09. Damage Inside
10. Game Over
11. Imaginal Cells (instrumental)
12. Take Me Through The Fire

Ted Nugent: aula de rock n' roll em 'ShutUp&Jam!'

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 19:34

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Muitos críticos ainda gastam linhas e linhas em resenhas sobre qualquer disco do Ted Nugent para versar sobre as opções políticas do guitarrista americano. Eu apenas digo que gastarei essas duas ou três e passo longe de qualquer mimimi do tipo “nossa, ele é ativista pro-armas e ele é republicano, ui ui ui, ele é um perigo!”. Ted Nugent é um dos maiores guitarristas de rock n’ roll deste planeta, uma verdadeira máquina de riffs, além de possuir um jeito singular de cantar e tocar.



Seu rock n’ roll conservador (ui!) ainda preza por aqueles riffs que adoramos ouvir em bandas dos anos 60 e 70.  A deliciosa faixa-título de seu novo álbum, ShutUp&Jam!, é um exemplo disso. Daquelas que você clica para voltar e escutar novamente antes de pular para a próxima. E por falar em próxima, tome Fear Itself e o blues de Everything Matters. E agora, por falar em blues, Never Stop Believing é imperdível, tanto em sua versão mais agitada e rocker, quanto na versão balada-blues, um bônus do disco.

Outro grande momento é She’s Gone, com a incrível participação do mega talentoso Sammy Hagar; uma aula de feeling de ambos os músicos. Mais destaques em I Love My BBQ, Do-Rags and A. 45, Semper Fi e I Still Believe (“I Still believe... I still believe in America!”, ui!).

O chapeludo ainda nos brinda com seu talento em uma instrumental, Throttledown, onde mostra que do alto dos seus 65 anos de experiência, continua com a velocidade em dia. Faço uma menção ainda ao solo espetacular de Trample the Weak, Hurdle the Dead, além do belo refrão.

Para acompanhar Ted aqui, estão seus velhos compadres Derek St. Holmes (guitarras e vocais), Greg Smith (baixo) e Mick Brown (bateria). Uma formação para lá de sólida.

Disco para democrata americano nenhum botar defeito.


Brincadeiras e considerações políticas à parte... Uma aula de rock n’ roll do primeiro ao último segundo. Long live Ted Nugent!

Raimundos: ‘Cantigas de Roda’ é pura raimundagem!

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 18:59

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Após 12 anos, o Raimundos ressurge com um disco de inéditas – após algumas mudanças de formação, como a saída e o retorno do baixista Canisso, a entrada do baterista Caio no lugar de Fred, e o curto período com o baixista Alf, no lançamento do EP ‘.Qq Coizah’, de 2005 -, Cantigas de Roda, que só foi possível graças a ajuda dos fãs no esquema crowdfunding (a banda estipula uma meta em reais para conseguir fazer a produção completa do álbum e quem quiser ajudar faz o depósito; depois, cada doador recebe o cd, entre outros brindes, a depender do valor que contribuiu), que possibilitou a banda de viajar até Los Angeles (EUA) para gravar com o produtor Billy Graziadei (Biohazard), no estúdio dele.



Billy e os caras do Raimundos (Digão no vocal e guitarra, Marquim na guitarra, além de Canisso e Caio) conseguiram manter o espírito da banda em Cantigas de Roda, tanto na sonoridade quanto na parte mais individual dos músicos, as letras, em sua maioria sacanas e divertidas, com uma ou outra de cunho mais social aqui e ali.

Cachorrinha é a porrada que abre o trabalho, tão pesada e rápida que poderia fazer parte de Lapadas do Povo. Gato da Rosinha traz de volta o clima do primeiro disco, Raimundos, de 1994. Cera Quente eleva o astral com aquele típico clima de balada raimundesca, na linha de I Saw You Saying ou A Mais Pedida. O primeiro single, Baculejo, carrega a mistura perfeita que a banda sempre soube fazer: peso e melodia acessível, porém honesta.


Outros destaques vão para as porradas Rafael, Descendo na Banguela, Importada do Interior, BOP (que apesar de pesada e lentona, arrumou espaço até na trilha da atual temporada de Malhação) e o ska de Gordelícia, com ótimos metais.

Nó Suíno é o grande hino que o Raimundos trouxe em 2014; a letra conta por todas as durezas que a banda passou em sua volta ao underground, principalmente de 2007 em diante. Um hardcore de alta qualidade, com grande refrão e um destaque para o baterista Caio que caiu como uma luva na banda e levou o som do Raimundos a um outro nível técnico.

Após ouvir este disco, automaticamente me lembro da canção Marujo: “e é por isso que o Raimundos nunca vai se acabar!”


Pura raimundagem!


A volta do Godsmack com seu 1000hp

Posted by Rose Gomes | Posted in , | Posted on 09:59

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O velho Godsmack está de volta! Os americanos que estavam há 4 anos sem lançar material inédito voltam com tudo neste álbum que traz a essência da banda. Do motor ensurdecedor da faixa 1000hp que intitula o disco e abre os trabalhos, às trovoadas da final Turning To Stone, as dez canções que compõem o registro dos caras (na versão básica) vêm carregadas de bons riffs e viradas brutais na batera – marca registrada da banda – que faz um bom metal alternativo.


Em entrevista ao The Pulse Of Radio, o vocal Sully Erna descreveu o som do álbum como "um pouco mais cru e aberto". O guitarra Tony Rombola completou, dando (ao meu ver) uma certa viajada na maionese. “Nós queríamos que o som do álbum fosse direto e simples. Há elementos do punk em algumas das faixas e até mesmo na seleção de alguns dos riffs que criei.” 

Dentre as sonzerias (que pra mim não tem absolutamente nada de punk), eu destaco as faixas Something Different, Generation Day, Locked & Loaded, I Don´t Belong e Nothing Comes Easy, que trazem riffs caprichados, batera potente, vocais arregaçados e merecem certa atenção.

Prato mais do que cheio aos que curtem o trabalho dos caras.





8,0

1.      "1000hp”
2.      "FML"         
3.      "Something Different"   
4.      "What's Next?" 
5.      "Generation Day"          
6.      "Locked & Loaded"        
7.      "Livin' in the Gray" 
8.      "I Don't Belong"   
9.      "Nothing Comes Easy" 
10.    "Turning to Stone" 



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