Black Label Society: o velho e bom "mais do mesmo"

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 11:00

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Catacombs of the Black Vatican – aliás, Zakk Wylde, tanto em títulos de álbuns como de canções, tem umas sacadas incríveis – é o novo disco do Black Label Society, com lançamento previsto para a próxima terça-feira, dia 08 de abril pela eOne Music.

A produção ficou a cargo do próprio líder, guitarrista e vocalista Zakk Wylde, que foi acompanhado pelos outros membros de sua banda, o baixista John DeServio e o baterista Chad Szeliga, que faz sua estreia em estúdio com o BLS. Completa o time o mais novo membro da banda, o guitarrista Dario Lorina, que se juntou aos caras há poucos meses atrás.



O álbum segue aquela linha clássica da banda: pesado, tenso, hora lento e arrastado com influências stoner e Southern, hora rápido e forte com influências do metal americano dos anos 90 – e claro que tem também os já conhecidos temas guiados pelo violão.

A faixa de abertura, Fields of Unforgiveness, lembra um pouco o Alice in Chains em alguns momentos e tem o melhor refrão do disco. My Dying Time, o primeiro single, e Believe completam a trinca de abertura, que é um pouco lenta mas não deixa de ser empolgante. A balada Angel of Mercy dá sequência e talvez a ordem das faixas atrapalhe um pouco a audição da mesma, pois depois de três faixas pesadas, mas lentas, espera-se algo mais forte, que vem com Heart of Darkness e Damn the Flood, dois dos melhores momentos do trabalho.


I’ve Gone Away e Empty Promisses aumentam aquele clima de Black Sabbath em um álbum que ainda tem a bonita e acústica Scars e o encerramento completamente melancólico com Shades of Grey.

A versão deluxe ainda conta com a pesada Dark Side of the Sun e a balada Nomad. Nenhuma das duas faz falta no tracklist regular do álbum.


Sem novidades, mas muito bom de ouvir; guardadas as devidas proporções, o Black Label Society é como o Motörhead ou o AC/DC: a gente sempre sabe o que vem por aí, mas toda vez é legal de ouvir (para quem gosta).

Nota: 7.0

Carlos H. Silva

No.TítuloDuração
1."Fields of Unforgiveness"  3:12
2."My Dying Time"  3:22
3."Believe"  3:44
4."Angel of Mercy"  4:14
5."Heart of Darkness"  3:39
6."Beyond the Down"  2:54
7."Scars"  4:13
8."Damn the Flood"  3:18
9."I've Gone Away"  3:51
10."Empty Promisses"  5:16
11."Shades of Gray"  6:28
12."Dark Side of the Sun" ('Black Edition' Bonus track)5:19
13."Blind Man" ('Black Edition' Bonus track)4:36
Tempo total:
53:56

Confira detalhes do álbum de estreia do California Breed

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:27

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O disco auto-intitulado foi produzido por Dave Cobb, que já trabalhou com o Rival Sons e tem previsão de lançamento para 19 de maio via Frontiers Records.

Confira o tracklist:

01. The Way
02. Sweet Tea
03. Chemical Rain
04. Midnight Oil
05. All Falls Down
06. The Grey
07. Days The Come
08. Spit You Out
09. Strong
10. Invisible
11. Scars and Breathe


Guitarrista do Doors e ex - vocal do Kyuss gravam juntos

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 08:36

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Robby Krieger, guitarrista do The Doors, gravou recentemente uma participação no álbum do ex-vocalista do Kyuss, John Garcia. A faixa "Her Bullets Energy” estará presente no próximo álbum do músico, que tem lançamento previsto para julho, via Napalm Records.

Casa das Máquinas em, O melhor disco de Rock Nacional

Posted by João Carlos Martins | Posted in , | Posted on 13:47

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Por João C. Martins

Hoje é um dia muito especial, não por ser, apenas, o dia da melhor caverna desse Brasil, não! Mas sim porque nessa semana, nossa casa virtual, o TRMB, completou seu primeiro aniversário, inclusive, veja só, no dia da lorota, embora tudo o que façamos aqui seja com extrema verdade e dedicação, pieguices de lado evidentemente. Gostaria, antes de iniciar, de fato, o assunto sobre música, de dizer que para mim é algo muito especial escrever nesse blog, mesmo sendo eu o mais infiel dentre todos os funcionários efetivos, mas me sinto muito feliz, de verdade, pois existe uma sinergia verdadeira entre todos nós colaboradores, e entre todos aqueles amigos que leem. Muitas vezes escrevemos (generalizo, contudo estou falando da primeira pessoa apenas) algo que consideramos a oitava maravilha do mundo, mas nem sempre tem todo aquela festa que esperamos, afinal aquilo que é bom para mim nem sempre é bom para você, e isso aconteceu por diversas vezes, me fazendopensar: Nossa! Esse post ficou duca! E no fim das contas só mesmo eu, talvez meus colegas de trabalho, e minha namorada, que obrigo (haha), termos lido. Isso seria motivo para pensar, Ah! A galera não gosta do que eu escrevo, então devo parar… mas não, pois antes de existir uma galera que goste ou desgoste do que eu escrevo, houve um cara, chamado Carlão, ou Carlos Henrique Silva, ou Oceaga, que decidiu me, eu disse ME, convidar, junto da queridíssima Rose Gomes, que passei a conhecer devido ao blog, para escrever sobre um tema que eu quisesse aqui, e até mesmo propondo que eu falasse de Stoner, num mundo onde ninguém sabe o que é essa porra – sinto muito pelo palavrão, é que estou emocionado. Enfim, para não me prolongar demasiadamente, repito, eu realmente gosto muito de escrever nesse blog, e me sinto muito feliz por isso. Sou muito grato aos meus dois amigos já citados, e a todos, principalmente à minha senhora que não me deixa desanimar.

PARABÉNS THAT ROCK MUSIC BLOG!


Caso não tenha entendido a figura acima, é um bolo, com alguns logos de algumas bandas importantes. Sinto muito, mas não tive muito tempo, nem canetas coloridas o suficiente, tampouco técnica para fazer um bom desenho.


Depois de todo esse nosso sentimentalismo fofo, vamos para o que interessa, que é Rock ‘n’ Roll, baby! 

Sei que há tempos venho deixando um pouco de lado essa história de Stoner, mas que fique claro que não é por motivos do tipo, não gosto mais, ou você não goste mais, ou qualquer coisa que o valha, só acredito que para chegar ao ponto de falar de um gênero tão novo, apesar de desde os 80s já existir, é necessário um pouco mais de teoria, melhor dizendo, dos primórdios, e vamos combinar que não há nada melhor que um bom e velho Classic Rock, certo? E quando esse Classic, é na verdade um Clássico, pois trata-se de um banda brasileira, melhor ainda, né? Pois bem, a banda que é tema de hoje é, Casa das Máquinas, com seu terceiro, último e incrível disco Casa de Rock (1976).

Como o grupo tem e teve muita gente, não encontrei uma foto decente com todos os integrantes, mas, em todo caso, aqui vai a escalação do time nesse álbum: Simbas (Vocal), Pisca (Guitarra, Baixo e Vocal), Marinho Testoni (Piano), Marinho Thomas (Bateria).
Como ressalva o fato de que em uma das faixas o produtor, Netinho, tocou bateria, e João Alberto assumiu o baixo, contudo apenas a gravação do disco.



Se precisasse descrever diria que é um grupo de Rock psicodélico brazuca, cheio de swing e extremamente grooveado, sem falar da técnica absurda de todos os integrantes e dificuldade ainda maior para quem se meter a besta de fazer um cover.

Como já sabe, o compacto foi gravado e lançado no ano de 1976, bem mesmo naquela década em que diversas bandas do mundo todo despontavam com músicos incríveis, e onde já não era mais suficiente ser só bonitinho, arrumadinho, ou audacioso, tinha que ser bom mesmo, tinha que saber o que fazer com o que quer que você empunhasse. Temos como parâmetro bandas internacionais, que cansadas de peace and love, partiram para o arregaço, criando maravilhas como, Burn (Deep Purple), IV (Led Zeppelin), Demons and Wizards (Uriah Heep), entre tantos outros que queriam mesmo é mostrar para o mundo o que estavam aprendendo nas aulas que frequentavam. No Brasil o ímpeto, com certeza, foi o mesmo, visto que alguns anos depois, mas ainda na mesma década, afinal quando se fala de Rock, é impossível não ter uma fonte de inspiração gringa. Preocupados, principalmente, com a propagação do estilo Rock, Casa das Máquinas fez tudo como mandava o script e mandou ver logo na primeira faixa do LP, essa sendo batizada com o nome que, também, fora dado ao compacto, ou seja Casa de Rock, e creio que nem seja necessário dizer o quanto vale a pena escutar, mesmo assim, escuta aí!




Essa foi o carro chefe nesse full lenght, pois levava o mesmo nome do disco, é a primeira faixa nele som contar que é toda festeira e animada.

Para que possa ter noção do trabalho espetacular que foi desenvolvido nesse bolachão, uma canção, totalmente envolta naquilo que estamos habituados a nomear como balada, da uma quebrada na quebradeira que fora proposta no início, o nome da música é Certo sim, seu errado. A letra é bem curta, mas de abrangência imensa, até os dias de hoje, já que expõe uma espécie de revolta do locutor com essas pessoas que só se preocupam em dizer que você está errado por ter feito sua própria escolha, paradoxalmente chamando essa pessoa de errado por fazer isso, e embora tenha todo esse clima de “vou desabafar” é toda entoada num ritmo bem lento e gostoso de se ouvir. Estress é o nome de sua sucessora, e aí já voltamos ao “normal”. A introdução já vem com uma frase solada da guitarra potentíssima de Pisca, sem contar a linha de baixo que o mesmo gravou, que dispensa comentários. O que mais impressiona no conjunto, é que não há um entre eles que passe despercebido, é comum termos bandas onde somente o vocalista se destaca, ou o guitarrista, quem sabe o tecladista, dificilmente o baixista idem, quiçá o baterista, entretanto no Casa das Máquinas a coisa é diferente, não há um entre eles que não se destaque. Se quiser gostar, mesmo, da banda, você tem que ouvir, de forma muito atenta, no mínimo umas cinco vezes seguidas esse álbum, para que você possa internalizar todos aquelas passagens sonoras que parecem solar a todo momento, porém de forma ordenada e coesa. É impressionante.
A banda quebra tudo, pela primeira, logo ao iniciar a faixa consecutiva, onde num riff Ritchie Blackmoriano introduz Londres em nossos ouvidos, e que não podendo ser diferente, divulga e propaga o Rock ‘n’ Roll em uma letra muito marcante e grudenta, sem esquecer, é claro, da pegada instrumental que só corrobora tudo isso de forma bem pesada e estudada.



Como falar desse petardo é impossível sem se estender, vou pular logo para a última canção e deixar com você a responsabilidade de interpretação a partir daqui. Essa que será mencionada agora, chama-se Eu queria ser e explica-la é tremendamente difícil, porque ela é uma mescla de tudo! Numa conversa com um amigo até disse que de tão louca que é essa música considero-a uma faixa que poderia ser um álbum, uma espécie de canção conceitual, pelo simples fato que ela muda de tom a todo momento, contando sempre a mesma história, mas sempre com riffs e linhas de baixo, viradas de bateria, improvisos no órgão, um timbal muito peculiar, et cetera, et cetera, em outros arranjos, se assim pode-se dizer. Essa é de cair o queixo, escolhida para encerrar com chave de ouro não à toa.

Vou deixar agora que escute o álbum na íntegra. Ah! Escute até o fim, não vai se arrepender.


Tracklist:
01- Casa De Rock
02- Pra Cabeça
03- Certo Sim, Seu Errado
04- Estress
05- Londres
06- Dr Medo
07- Mania De Ser
08- Lei Do Sonho De Um Vagabundo
09- Essa é A Vida
10- Eu Queria Ser

Agenda - Abril

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:04

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03/04               
Guns n´Roses       Porto Alegre – RS
Imagine Dragons   Rio de Janeiro – RJ


04/04
Arcade Fire        Rio de Janeiro - RJ
Cage the Elephant    São Paulo - SP
NIN Party  SP     São Paulo – SP


05/04
Jake Bugg           São Paulo - SP          
Lollapalooza       São Paulo – SP


06/04
Lollapalooza       São Paulo – SP


09/04
Focus     Florianópolis – SC


10/04
Focus    Curitiba – PR


14/04
Paul Gilbert        Fortaleza - CE
Placebo               São Paulo - SP


15/04
Focus   Rio de Janeiro – RJ


17/04
Crucified Barbara            Porto Alegre - RS
Guns N' Roses  Fortaleza – CE


19/04
Crucified Barbara            Rio de Janeiro - RJ
Focus    São Paulo –  SP


20/04
Crucified Barbara            São Paulo - SP
Misfits Rio de Janeiro – RJ


21/04
Misfits  Belo Horizonte – MG


23/04
Paul Gilbert        Belo Horizonte – MG


25/04
Abril Pro Rock   Olinda – PE


26/04
Abril Pro Rock   Olinda - PE
Misfits  Maringá - PR
Paul Gilbert        São Paulo – SP


27/04
Misfits  São Paulo – SP


28/04
Paul Gilbert        Porto Alegre – RS


29/04
Avril Lavigne      São Paulo – SP


30/04
Avril  Lavigne     São Paulo - SP
Voivod São Paulo - SP











Accept: veja capa e título do novo álbum

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 22:43

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Blind Rage, novo disco do Accept, será lançado em 18 de julho e a gravadora Nuclear Blast já divulgou a capa:




Confira os detalhes do novo álbum da Plebe Rude

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:46

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"Nação Daltônica" tem previsão de lançamento para este mês e traz as seguintes faixas:

Retaliação
Anos de Luta
Que Te Fez Você
Rude Resiliência
Quem Pode Culpá-lo?
Três Passos
Tudo Que Poderia ser
Primeiros Erros
Mais Um Ano Você
Sua História
(Go Ahead) Without Me

O álbum ainda traz traz a versão em estúdio de "Tudo Que Poderia Ser"- faixa  anteriormente registrada como única inédita no DVD/CD "Rachando Concreto Ao Vivo"

Marillion: banda lança compilação para a América do Sul

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:17

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Best Sounds é a coletânea lançada via Hellion Records, que traz uma compilação de músicas abrangendo todas as fases do Marillion, incluindo regravações com o atual vocalista da banda, Steve Hogarth.

Confira o tracklist:

01. Sounds That Can’t Be Made
02. Cover My Eyes*
03. Easter*
04. Kayleigh*
05. Power
06. No-One Can*
07. Beautiful*
08. Half The World
09. You’re Gone
10. Between You and Me (live)
11. Neverland
12. Fantastic Place


* faixas regravadas

A banda se apresenta no Brasil em maio nas seguintes datas:

08/05 – Belo Horizonte/MG (Minas Centro)
09/05 – São Paulo/SP (HSBC Brasil)
10/05 – Rio de Janeiro/RJ (VIVO RJ)

Veja Temptation, novo clipe de Sebastian Bach

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:04

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Temptation é parte do álbum Give ´Em Hell e trem previsão de lançamento para 22 de abril.

Confira:

Meshuggah abre espaço para fãs.

Posted by João Carlos Martins | Posted in , , | Posted on 16:13

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O titânico quinteto sueco, Meshuggah, divulgou recentemente que sua turnê pelas Américas (do norte), serão à lá Metallica by Request, ou seja, você vota e eles tocam. Isso é uma maravilha, afinal de contas quantas vezes não se pegou pensando que nunca poderia ver apresentações de Future Breed Machine (desculpe, mas eu vi), ou Organic Shadows, quiçá Suffer in Truth? Pois é, os caras pensaram nisso! Infelizmente não é possível votar em mais de uma canção de um mesmo álbum, talvez para haver competição, ao invés de tocar o Destroy Erase Improve do início ao fim. 

Ouça a magnificência infernal, do petardo lançado em 1995, e depois imagine como seria ao vivo…



Pesadíssimo!

Caso queira votar em suas canções favoritas é só clicar no link a seguir. Muito embora não tenham dito nada sobre vir à América do Sul, nunca se sabe, né?

www.facebook.com/meshuggah/app_151503908244383

Ou vá à página dos caras no facebook!


L.A Guns: morre Michael Jagosz, vocalista original

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 12:45

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Morreu no dia 9 de março aos 48 anos, Michael Jagosz, o vocalista original do L.A Guns. Ainda não há informações sobre a causa da morte, mas em seu facebook o músico postou pela última vez  “Estou afundando”.

Pelo twitter Tracii Guns, fundador da banda, desabafou: "Ah, cara, Mike Jagosz morreu… não sei de nada. Isso é loucura. Porra!” 

Jagosz entrou para o L.A. Guns em 1983 e foi substituído por Axl Rose. Tempo depois retornou para a banda onde lançou o EP Collectors Edition No. 1

Confira a capa do novo álbum do Overkill

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:03

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White Devil Armory tem previsão de lançamento para 18 de julho via Nuclear Blast.

Confira a capa:


A bela herança musical do Traveling Wilburys

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:54

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   Pense num projeto que uniu “apenas” a nata da música, uma banda formada por nada mais, nada menos que Bob Dylan, George Harrison, Jeff Lynne, Roy Orbison e Tom Petty. Pensou? Não, não é sonho, este projeto realmente existiu, se chamou Traveling Wilburys e o mais curioso, aconteceu por acaso.


  O ano era 1988 e os músicos se reuniram no estúdio de Bob Dylan para juntos gravarem Handle with Care, até então faixa que faria parte do lado b do single This is Love, extraído do álbum Cloud Nine de George Harrison. Harrison recrutou o produtor e multi-instrumentista Jeff Lynne que na época trabalhava com Roy Orbison e resolveu que o estúdio de Bob Dylan seria um excelente lugar para a empreitada. “Às vezes você liga para o Bob e leva anos para falar com ele, mas desta vez ele respondeu de primeira e disse que estava tudo bem”, declarou o ex-beatle num pequeno documentário sobre a superbanda.

  A sintonia entre os caras foi tanta que eles resolveram gravar não apenas uma música, mas fazer um álbum inteiro e em dez dias o disco Traveling Wilburys Vol. 1 já estava recheado de boas canções. Se não bastasse o brilho dos músicos e o incrível trabalho que fizeram neste primeiro álbum, eles ainda tiveram a espirituosa ideia de criar pseudônimos para cada integrante do grupo. Assim, o Traveling Wilburys era composto por: Lefty Wilbury (Roy Orbison), Otis Wilbury (Jeff Lynne), Charlie T. Wilbury Jr (Tom Petty), Lucky Wilbury  (Bob Dylan) e Nelson Wilbury (George Harrison, que homenageou seu amigo, o piloto brasileiro Nelson Piquet). 

   Traveling Wilburys Vol. 1 é um álbum realmente encantador. Um presente aos fãs dos músicos que trabalharam de maneira democrática de modo que seja possível reconhecer o traço de cada um deles durante a audição do disco. Além das excelentes composições os destaques ficam com a presença de George Harrison e a graciosa voz de Roy Orbison, mais doce do que nunca! O disco também foi considerado pela pessoa que vos escreve como altamente viciante. Das doze faixas que compõem esta preciosidade eu destaco as faixas Handle with Car, Last Night, Not Alone Anymore, Heading for the Light e End of the Line.







Mas como tudo o que é bom dura pouco, dois meses após o lançamento do belo projeto, Roy Orbison falecia em decorrência de um ataque cardíaco. A banda resolveu homenageá-lo no clipe de End of the Line, com uma guitarra e um retrato seu.




  Dois anos depois, em 1990, Traveling Wilburys Vol. 3 saía do forno, mas sem a mesma resplandecência do primeiro trabalho, afinal a presença e o talento de Orbison foram de notável importância no disco debut. Mas você deve estar se perguntando: “Onde foi parar o volume 2?” e eu te respondo: ele não existe! O próprio Traveling Wilburys Vol. 3 é o segundo álbum e a ideia de nomeá-lo assim, pulando o volume 2 veio da cabecinha de George Harrison, coisas de ex-beatle né...

   Já neste segundo disco os nomes dos músicos mudaram mais uma vez. O line up do Vol. 3 ficou assim: Spike Wilbury (George Harrison), Clayton Wilbury (Jeff Lynne), Muddy Wilbury (Tom Petty) e Boo Wilbury (Bob Dylan). Apesar de ser um trabalho muito bem feito e ter músicas boas, Traveling Wilburys Vol.3 é bem mais apagado e destaco as faixas She's My Baby, Inside Out, Poor House, New Blue Moon e You Took My Breath Away.




    Infelizmente o projeto acabou e além de Orbison, George Harrison também partiu, deixando ainda mais impossível um retorno dos Traveling Wilburys, mas este incrível supergrupo deixou belos registros que valem a pena ser conferidos.                                                                            
                                                                                       (Por Rose Gomes)






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