Franz Ferdinand: veja o clipe de “Fresh Strawberries”

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 16:31

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Fresh Strawberries  é parte do álbum Right Thoughts, Right Words, Right Action, lançado no ano passado. 


Confira:



Menos fanatismo e mais fones de ouvido

Posted by TRMB | Posted in , | Posted on 12:02

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Por Carlos H. Silva

José Norberto Flesch, do jornal Destak, cobriu para o UOL o show do Avenged Sevenfold no Espaço das Américas, dia 12 de março, na matéria que você pode ler clicando aqui.

Sobre o show em si nada tenho a escrever pois não estive presente, para isso acessem o link e leiam a matéria, mas posso afirmar sobre o show no Rock in Rio 2013 onde estive presente e foi um espetáculo, uma banda afiada que toca muito pesado e tem uma puta presença de palco, e se apresentou de igual para igual tocando entre dois gigantes do metal – Slayer e Iron Maiden.

Sobre esta última é onde está toda a “polêmica”, pois no título da referida matéria, Flesch afirma que o Avenged Sevenfold pode ser o substituto do Iron Maiden, gerando, é claro, revolta dos mais radicais (“fãs” xiitas), dizendo que uma banda como o Iron Maiden nunca será substituída e até que (risos antes) “não se pode comparar pois fãs de Iron Maiden são cultos e fãs de Avenged Sevenfold são mal educados que não tiram o boné para sentar-se à mesa” (risos depois).



Os caras leem o texto, acham um absurdo e não compreendem o espírito da coisa – além, é claro, de nenhuma linha escrita. É óbvio entender porque o Avenged Sevenfold pode ser o substituto para o Iron Maiden. A primeira coisa para entender isso é que “substituto” empregado na frase não significa “roubar o lugar de” ou “usurpar o lugar de” ou “tomar o lugar de”, e sim que a banda pode ser a próxima grande a ter uma carreira longa, com muito sucesso e principalmente com uma base grande e fiel de fãs. 

Os próprios caras da banda vem usando essa linha de raciocínio/marketing para a divulgação de seu último disco, Hail to the King – que é um ótimo álbum e mais voltado ao metal tradicional do que os anteriores; não foram poucas as vezes em que frases como “queremos ser a próxima banda a carregar a tocha do metal” ou coisas do tipo foram usadas, em referência aos medalhões como Maiden, Metallica ou Judas Priest que, vamos admitir e reconhecer, estão mais próximos da aposentadoria do que do começo de carreira. O essencial é não ver isso como uma coisa ruim. Steve Harris já declarou há anos atrás que o Maiden pararia depois do 15° disco, provavelmente não vai parar, deve ter mais um disco em 2015 ou 2016... e depois disso? Qual a banda que atualmente tem seus membros com metade da idade dos caras, tem lançado ótimos discos, fazem um som competente, já angariou uma base fiéis de fãs e lotam arenas por aí? BINGO. É uma matemática tão difícil assim?

O que os “fãs” tem que entender é que as bandas “substitutas” NÃO significam as duas coisas com as quais eles mais se incomodam: 1) ser banda “substituta” não significa que o som dela é melhor ou pior do que a “substituída”, e nem que ela estará tomando o espaço da banda, usurpando ou roubando, e sim que é uma banda com talento para construir a sua própria carreira de forma grandiosa a partir dali, e que enquanto as duas existirem elas podem COEXISTIR; 2) eles não precisam gostar desta banda “nova” (muita atenção neste ítem, por favor).

Ainda que a habilidade do Sevenfold para criar arranjos fique longe daquela que mostra o Maiden --e, apesar de ter metade da idade dos integrantes da banda inglesa veterana, os rapazes norte-americanos não têm a mesma agilidade no palco-- não prestar atenção ao Avenged Sevenfold é ficar parado no tempo.

Como acontece com o Iron Maiden há anos, o A7X --como também é conhecido-- tem uma plateia que canta junto não apenas as letras, mas também a melodia das canções. Qual outra banda de metal desta geração e estilo tem tantos hinos para 8.000 vozes, capacidade máxima do Espaço das Américas? Foi assim com praticamente todas as 15 músicas do set list.

O cara ainda traduziu a afirmação do título no parágrafo acima e muita gente continuou sem entender e continuou a comparar as bandas musicalmente ao invés de pensar em todo o contexto da afirmação. Eu ainda incluiria mais uma: qual banda da atual geração levaria ao Rock in Rio, em uma noite em que dividiu palco com dois monstros sagrados (novamente: Iron Maiden e Slayer), uma quantidade enorme de fãs que cantou o show todo e, o melhor de tudo, fez com que o público que não estava lá para vê-la a respeitasse e em nenhum momento ouviu-se vaias ou coro de “Maiden! Maiden!”? - e isso quando os “experts” do fanatismo brasileiro diziam que a banda sairia do palco com no mínimo algumas garrafas tacadas? - E por que esta banda não pode ser candidata a próxima grande do metal depois de um teste desses?

Faço uma outra observação: Quando o Iron Maiden surgiu e estourou, tornou-se a maior banda do heavy metal, isso fez o Black Sabbath desaparecer? Isso fez o Sabbath ser menos importante ou perder fãs? O Black Sabbath não acabou de lançar um disco em 2013?

Quando o Pantera e o Sepultura dominaram o mundo nos anos 90, isso fez o Metallica, o Megadeth e o Slayer deixarem de existir?

Quando o Lamb of God ou o Mastodon foram “descobertos” pelo público de metal nos anos 2000 fez o Pantera ser esquecido pelos fãs?



Nós, que gostamos de heavy metal, sempre nos orgulhamos de que no metal, ao contrários das modas musicais brasileiras, quando uma coisa nova surge, a antiga continua existindo firme e forte (muitas vezes tendo que se reinventar, é claro), por que nos incomodamos tanto quando alguém afirma que banda X pode ser a nova banda Y em termos de carreira, popularidade e reconhecimento?

Pois preparem-se, pois se o Avenged Sevenfold não conseguir, será outra que conseguirá. O heavy metal continuará por aí para sempre. Ele não vai morrer quando as atuais bandas lendárias pararem.


Não gostar do Avenged Sevenfold é um direito de qualquer um. Aliás, isso não é nem direito, está acima do direito, porque gosto é gosto e não obrigação, ou você gosta ou você não gosta. Mas essa birra com a banda já deu o que tinha que dar. E o pior: é coisa de quem nunca ouviu mais do que duas ou três canções.

Caras, sinceramente, menos fanatismo religioso e mais fone no ouvido.

Confira o lyric video de "Best Friend", do Foster the People

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:35

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Best Friend é parte do novo álbum da banda, Supermodel.

Confira:



Metallica tocará som inédito no show de São Paulo

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:31

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Se você não está se aguentando de ansiedade para o show que o Metallica fará no próximo dia 22 de março, em São Paulo, prepare-se! A banda te dará mais um motivo para contar os dias: eles tocarão uma música inédita!

Os caras postaram recentemente em seu perfil no facebook uma foto, onde estão ensaiando um som novo e o preparando para que seja tocado nos shows pela América do Sul. O guitarrista Kirk Hammett  declarou há alguns dias que a banda tem muitas ideias para um novo álbum. Agora é só aguardar!

Confira os detalhes dos relançamentos do Led Zeppelin

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:23

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Disponíveis nos formatos em CD (single e duplo em edição deluxe) e vinil duplo, os três primeiro álbuns do Led trarão as seguintes faixas:

Led Zeppelin I
01. Good Times Bad Times
02. Babe I’m Gonna Leave You
03. You Shook Me
04. Dazed And Confused
05. Your Time Is Gonna Come
06. Black Mountain Side
07. Communication Breakdown
08. I Can’t Quit You Baby
09. How Many More Times
Companion Audio Disc: Live At The Olympia – Paris, France October 10, 1969
01. Good Times Bad Times/Communication Breakdown
02. I Can’t Quit You Baby
03. Heartbreaker
04. Dazed And Confused
05. White Summer/Black Mountain Side
06. You Shook Me
07. Moby Dick
08. How Many More Times
Led Zeppelin II
01. Whole Lotta Love
02. What Is And What Should Never Be
03. The Lemon Song
04. Thank You
05. Heartbreaker
06. Living Loving Maid (She’s Just A Woman)
07. Ramble On
08. Moby Dick
Companion Audio Disc
01. Whole Lotta Love
02. What Is And What Should Never Be
03. Thank You
04. Heartbreaker
05. Living Loving Maid (She’s Just A Woman)
06. Ramble On
07. Moby Dick
08. La La
09. Bring It On Home
Led Zeppelin III
01. Immigrant Song
02. Friends
03. Celebration Day
04. Since I’ve Been Loving You
05. Out On The Tiles
06. Gallows Pole
07. Tangerine
08. That’s The Way
09. Bron-Y-Aur Stomp
10. Hats Off To (Roy) Harper
Companion Audio Disc
01. The Immigrant Song
02. Friends
03. Celebration Day
04. Since I’ve Been Loving You
05. Bathroom Sound
06. Gallows Pole
07. That’s The Way
08. Jennings Farm Blues
09. Keys To The Highway/Trouble In Mind


Música nova: Fish - "Blind to be Beautiful"

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 10:23

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O cantor Fish (ex-Marillion) liberou um stream de A Blind to be Beautiful, que faz parte de seu mais recente disco,  A Feast of Consequences, e será o primeiro single do disco - e do vocalista em um período de 6 anos.

Para ouvir a canção, clique aqui.




Suicidal Tendencies volta ao Brasil mês que vem

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:20

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O Suicidal Tendencies volta ao Brasil no próximo mês. É o que informa a coluna do jornal Destak, por José Norberto Flesch. De acordo com o jornalista, a banda toca dia 13 de abril no Estância Alto da Serra, em São Paulo, como convidado no festival que homenageará  Chorão, vocalista do Charlie Brown Júnior, morto em 2013.


Assista ao novo clipe de Sammy Hagar

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:57

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“Personal Jesus”, cover do Depeche Mode, é parte do álbum Sammy Hagar And Friends. e traz participações de Neal Schon, Michael Anthony e Chad Smith.

Confira:



Confira “She Used To Love Me A Lot”, novo clipe de Johnny Cash

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:52

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“She Used To Love Me A Lot” é parte do álbum de raridades Out Among The Stars.
Assista:




Dio: detalhes sobre novo tributo ao vocalista

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 10:12

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Ronnie James Dio: This Is Your Life será lançado em 1 de abril e o tracklist conta com grandes nomes (que inclusive já participaram de outros tributos ao Dio no passado). Veja:
1. “Neon Knights” – Anthrax*
2. “The Last In Line” – Tenacious D*
3. “The Mob Rules” – Adrenaline Mob
4. “Rainbow In The Dark” – Corey Taylor, Roy Mayorga, Satchel, Christian Martucci, Jason Christopher*
5. “Straight Through The Heart” – Halestorm*
6. “Starstruck” – Motörhead with Biff of Saxon*
7. “Temple Of The King” – Scorpions*
8. “Egypt (The Chains Are On)” – Doro
9. “Holy Diver” – Killswitch Engage
10. “Catch the Rainbow” – Glenn Hughes, Simon Wright, Craig Goldy, Rudy Sarzo, Scott Warren*
11. “I” – Jimmy Bain, Oni Logan, Rowan Robertson, Brian Tichy*
12. “Man On The Silver Mountain” – Rob Halford, Vinny Appice, Doug Aldrich, Jeff Pilson, Scott Warren*
13. “Ronnie Rising Medley (com “A Light in the Black”, “Tarot Woman”, “Stargazer”, “Kill the King”)”– Metallica*
14. “This Is Your Life” – Dio

O Halestorm já vem apresentando a canção Straight Through the Heart ao vivo há algum tempo:

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Dr Sin revela título do novo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 11:06

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O Dr Sin revelou na noite de ontem, 11 de março, o título de seu novo álbum, o nono da banda.

"Intactus" ainda não tem data de lançamento e está em fase de negociação com alguns selos. “O Dr. Sin é um power trio que desde sua formação em 1992, nunca sofreu mudanças em suas bases! Continuamos ao longo de todos esses anos, unidos e 'intocados', 'impolutos', 'ilibados' e este é o significado deste nosso mais novo trabalho: 'Intactus'. 'Intactus' vem de encontro com toda a essência que eu, Andria (Busic) e Edu (Ardanuy) buscamos durante toda nossa carreira. Nunca nos vendemos por modismos e nunca levantamos nenhuma bandeira. Amamos o Rock e sempre quisemos disseminar a verdadeira alma do nosso trabalho”, revelou o batera, Ivan Busic.

Savage Messiah: 'The Fateful Dark', empolgante do início ao fim

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 10:48

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Os londrinos do Savage Messiah chegaram ao 4° trabalho de estúdio, The Fateful Dark (Earache, 2014), e fizeram de 2014 um pouco melhor com este lançamento; uma mistura perfeita de heavy metal tradicional com thrash metal em 10 canções que não perdem o fôlego em momento algum.



Dave Silver (vocal e guitarra), Joff Bailey (guitarra), Mira Slama (baixo) e Andrea Gorio (bateria) são igualmente destaques em The Fateful Dark, com riffs e solos poderosos, uma cozinha entrosada e linhas vocais bem encaixadas.

De Iconocaust, a rápida faixa de abertura até a grandiosa The Curse Earth, que encerra o trabalho, o disco traça um caminho sem pontos fracos e com algumas pérolas como a balada Live as One Already Dead ou a melódica The Fateful Dark.

Minority of One tem um belo solo de guitarra que acaba concluindo no ótimo crescendo final da canção; Cross of Babylon também empolga e deve ser destaque nos shows com sua levada para frente, empolgante, e seus solos rápidos.



Um trabalho digno das maiores notas e dos elogios que vem recebendo. Começaria a virar injustiça a destacar mais uma ou outra faixa, todas são de uma qualidade acima da média.


Mais um daqueles trabalhos que você não precisa se preocupar com o botão “skip”.

Carlos H. Silva

01. Iconocaust
02. Minority Of One
03. Cross Of Babylon
04. Hellblazer
05. Live As One Already Dead
06. The Fateful Dark
07. Zero Hour
08. Hammered Down
09. Scavengers Of Mercy
10. The Cursed Earth

Timo Tolkki: confira detalhes de “Angels of the Apocalypse”

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:15

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“Angels of the Apocalypse” tem previsão de lançamento para o dia 16 de maio na Europa e 20 nos EUA, via Frontiers Records. A "metal ópera", produzida por Timo Tolkki traz a participação de grandes nomes como Floor Jansen (Nightwish), Simone Simons (Epica), Fabio Lione (Rhapsody Of Fire), David DeFeis (Virgin Steele), Zachary Stevens (ex-Savatage, Circle II Circle), entre outros.

Confira o tracklist:

1. Song For Eden 
2. Jerusalem Is Falling 
3. Design The Century 
4. Rise Of The 4th Reich 
5. Stargate Atlantis
 6. You'll Bleed Forever 
7. The Paradise Lost
8. Neon Sirens 
9. High Above Of Me 
10. Angels Of The Apocalypse
11. Garden Of Eden


O primeiro single, “Design The Century”, que conta com Floor nos vocais será lançado digitalmente em 7 de abirl e você pode conferir uma prévia abaixo:


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Lollapalooza divulga horário das atrações

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 11:23

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Os horários dos shows que ocorrerão no Lollapalooza 2014 acabaram de sair. Confira:


Dia 5 de abril - sábado

Palco Skol
Vespas Mandarinas (12h20 - 13h05)
Capital Cities (14h - 15)
Julian Casablancas (16h10 - 17h10)
Phoenix (18h35 - 19h50)
Muse (21h30 - 23h)

Palco Onix
Silva (12h10 - 13h55)
Cage The Elephant (15h05 - 16h05)
Imagine Dragons (17h15 - 18h30)
NIN (17h55 - 21h25)

Palco Interlagos
Red Oblivion [Berklee] (12h45 - 13h30)
Lucas Santana (14h - 15h)
Café Tacvba (15h30 - 16h30)
PTM (17h - 18h)
Lorde (18h30 - 19h30)
Nação Zumbi (20h - 21h)
Disclosure (21h30 - 23h)

Palco Perry
Elekfantz (12h45-13h45)
Digitaria (14h15 - 15h15)
Perry/Etty Vs Joachim Garraud (15h30 - 16h30)
Flume (16h45 - 17h45)
Flux Pavilion (18h - 19h15)
Wolfgang Gartner (19h45 - 21h)
Kid Cudi (21h30 - 22h30)

KIDZAPALOOZA
Souza Lima (13h30 - 14h30)
School of Rock (15h - 16h30)
Coisinha (17h - 18h)

Dia 6 de abril - domingo

Palco Skol
Francisca Valenzuela (11h50 - 12h35)
Raimundos (13h30 - 14h15)
Ellie Goulding (15h25 - 16h25)
Pixies (17h35 - 18h50)
Arcade Fire (20h30 - 22h)

Palco Onix
Illya Kuryaki & Valderramas (12h40 - 13h25)
Johnny Marr (14h20 - 15h20)
Vampire Weekend (16h30 - 17h30)
Soundgarden (18h55 - 20h25)

Palco Interlagos
Apanhador Só (12h15 - 13h)
Brothers of Brazil (13h30 - 14h15)
Selvagens à Procura de Lei (14h45 - 15h30)
Savages (16h - 17h)
AFI (17h30 - 18h30)
Jake Bugg (19h - 20h)
New Order (20h30 - 22h)

Palco Perry
Ftampa (12h30 - 13h15)
GABE (13h30 - 14h30)
Cone Crew (15h - 16h)
Baauer (16h15 - 17h15)
Krewella (17h30 - 18h30)
The Bloody Beetroots (19h - 20h15)
Axwell (20h45 - 22h)

KIDZAPALOOZA
Barbatuques - Workshop (14h - 15h)
Barbatuques - Show (16h - 17h)  


Os ingressos estão à venda e custam R$ 290 (inteira) e R$ 145 (meia-entrada). O valor do estacionamento é de R$ 50. Os fãs de todo país podem garantir presença pelo site www.ticketsforfun.com.br, na bilheteria oficial no Citibank Hall São Paulo, pelo telefone 4003-5588 e em diversos pontos de venda espalhados pelo país.  

2014, o ano do Behemoth

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 10:50

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Esta resenha foi originalmente postada na minha coluna "Full Metal Jacket", do blog Shogunidades (acessem clicando no nome).

Carlos H. Silva

O metal extremo tem um público grande e fiel e um número tão grande quanto de bandas que são aguardadas com discos novos ano após ano. Do mainstream (se é que podemos usar este termo em um gênero como esse) ao underground, 2014 promete mais uma vez uma chuva de grandes lançamentos em todos os subgêneros da música extrema.

Ainda estamos em março e com mais 9 meses pela frente um nome surge como um dos fortes candidatos às já famosas – e a essa altura clássicas – listas de melhores do ano:

Trata-se de “The Satanist” dos poloneses do Behemoth.



O trio liderado por Adam ‘Nergal’ Darski (vocal e guitarra), que é acompanhado por Tomasz ‘Orion’ Wróblewski (baixo e voz) e Zbigniew Robert ‘Inferno’ Prominski (bateria), retorna com um trabalho inédito cerca de cinco anos após “Evangelion”, de 2009; durante esse tempo a banda foi pega de guarda baixa com um diagnóstico de leucemia no líder Nergal, que o fez passar por um forte tratamento até a sua cura, o que serviu de grande inspiração para a composição deste álbum.

Extremamente bem composto e com uma produção excelente, “The Satanist” dá uma aula de brutalidade sem precisar se render à clichês para soar extremo e impactante; já na abertura com ‘Blow Your Trumpets Gabriel’ podemos notar os ótimos timbres dos instrumentos nessa canção que prima pela morbidez e riffs lentos e instigantes, culminando em um final rápido e sensacional. ‘Furor Divinus’ tem três minutos de duração e é uma paulada do início ao fim, destaque para os vocais de Nergal que soam mais fortes que nunca. A destruição continua com ‘Messe Noire’, a minha favorita, que começa cadenciada e surge com um crescendo épico no final, digno de encerramento de show. Ótimo trabalho também do baterista Inferno – que assim como o baixista Orion, fez um grande trabalho no álbum todo.

‘Ora Pro Nobis Lucifer’ é daquelas canções que já nascem clássicas. Não vai demorar para se tornar mais um dos hinos do Behemoth – se é que já não se tornou. Riffs insanos, instrumental forte, grooves empolgantes com mudanças de tempo que fazem com que os quase 6 minutos passem muito rapidamente.


Destaco também a faixa-título que tem um quê grande de Gojira, tanto no vocal como no instrumental, assim como ‘O Father O Satan O Sun!’; a faixa ‘Amen’ é um soco no estômago que vai saciar a parcela de fãs do metal extremo que gosta das bandas mais velozes do gênero. Restam ainda ‘Ben Sahar’ e ‘In The Abscence ov Light’ neste disco que já nasceu como um dos melhores trabalhos do Behemoth.


Nota: 9.5

Clapton fala sobre provável aposentadoria

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:35

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Em uma carta divulgada através de seu site oficial, Eric Clapton levantou rumores sobre sua aposentadoria.

“Talvez eu não esteja apto a voltar. Tenho vindo aqui por 40 anos, desde antes de alguns de vocês terem nascido. É o melhor lugar para se tocar. Obrigado por me receber",  escreveu o músico aos fãs japoneses. 

Clapton sinalizou que vai continuar fazendo shows, mas não longas viagens, que seriam o grande problema.
 

Confira "The Sea", novo som do Fierce Of Joy, projeto de Matt Sorum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:02

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The Sea é parte do álbum Stratosphere. Confira aqui.


The Vintage Caravan: uma pérola vinda da Islândia

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 09:59

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Óskar Logi (vocais e guitarra), Guðjón Reynisson (bateria) e Alexander Örn Númason (baixo), esses são os três moleques que formam o The Vintage Caravan e colocaram no mercado, com o nome de Voyage, um dos grandes petardos lançados este ano.




 Os caras vem da Islândia (sim!) e fazem um hard rock extremamente competente, e como o nome já diz, vintage - com influências de stoner e rock psicodélico.

O guitarrista e vocalista Óskar é o grande destaque individual, com um feeling e sagacidade nas seis cordas que em alguns momentos me lembrou Ritchie Blackmore pela malícia, e Jimmy Page pelos riffs tensos; seus vocais são de alto nível também. “Do You Remember” e “The King’s Voyage” são provas de como tudo isso funciona bem junto.

“Craving” e “Let Me Be” abrem o disco de forma magistral; um verdadeiro soco na orelha seguido de outro. Destaco ainda a excelente “Expand Your Mind”, onde podemos ver que o baterista e o baixista não ficam muito atrás de Óskar.



Indicação máxima de absolutamente todas as faixas do álbum de maneira igual. Um disco coeso, igual àquele livro genial que você pode abrir em qualquer folha que achará uma sacada genial. Assim é Voyage, do The Vintage Caravan, um disco sem falhas.

Desculpem pela piada infame, mas: da conhecida "terra do gelo", veio uma das bandas mais quentes de 2014. Ouça sem parar por três, quatro, cinco vezes, porque sei que duas não serão suficientes.



Voyage – The Vintage Caravan:
1. Craving
2. Let Me Be
3. Do You Remember
4. Expand Your Mind
5. M. A.R.S.W.A.T.T
6. Cocaine Sally
7. Winterland
8. Midnight Meditation
9. The Kings Voyage

Dica de disco: Curved Air – Live at the BBC

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:09

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Conheci o Curved Air há pouco tempo, através do videoclipe da música Phantasmagoria (que você pode conferir abaixo), e fiquei hipnotizada pela voz e interpretação da divônica vocalista, Sonja Kristina. Como sempre acontece quando me apaixono por uma banda, corri atrás da discografia e foi puro deleite. E não é pra menos. A banda britânica foi um dos expoentes do rock progressivo no final da década de 60 e mistura elementos do psicodélico e folk rock num som totalmente experimental e o resultado se traduz numa pura viagem comandada pelo vocal encantador de Sonja. Não é a toa que  muito marmanjo babava – e ainda baba – por ela.



O Curved foi formado em 1969 e passou por diversas formações, somente Sonja sobreviveu a todas elas e vale ressaltar que grandes músicos passaram pela banda, tais como o tecladista e violinista Eddie Jobson (Roxy Music, Frank Zappa e Jethro Tull) e o batera Stewart Copeland (The Police).  São quase 15 discos entre registros de estúdio, compilações e live álbuns, e escolhi justamente um trabalho ao vivo pra indicar neste post, o Live at the BBC, lançado em 1995.


Live at the BBC

O mais interessante deste disco é que ele  traz uma compilação das melhores músicas da banda em versões ao vivo que aconteceram nos anos de 1970, 1971 e 1976 e reúne diversas formações, ou seja: num único disco você pode encontrar um belo resumo praticamente completo do que o grupo fez e o que é melhor, ao vivo! Afinal, somente ouvindo os caras em cima do palco é que podemos avaliar se tudo aquilo que se ouve nos discos de estúdio é real, né não?


Live at the BBC traz  13 faixas muito bem escolhidas e já abre com a belíssima Vivaldi, muito bem trabalhada instrumentalmente, misturando elementos da música clássica com a potência do rock e a psicodelia da época, seguida das quebradas da experimental Propositions, enquanto It Happened Today destaca o belo dueto entre o violino e a guitarra, num dos momentos mais sublimes do álbum.



Young Mother in Style é pura viagem. Traz o violinista Darryl Way também nos vocais e apresenta umas passagens muito loucas numa guitarra que mais parece berrar junto ao violino. Doidera pura!

A melodiosa e harmônica Stretch (minha preferida), Stark Naked (violino choroso, wah-wah, belo solo de guita  e baixo fabuloso),  Midnight Wire e The Fool são as outras boas obras-primas que você encontra neste disco que sem dúvida traz a guitarra e o violino como grandes destaques. 

Pra quem conhece vale a pena ouvir novamente, pra quem nunca ouviu falar, fica a dica: corra atrás deste play que você não irá se arrepender e muito provavelmente sairá correndo – como eu – atrás da discografia da banda.
(Por Rose Gomes)








Live at the BBC

1. "Vivaldi"
2. "Propositions"
3. "It Happened Today"
4. “Young Mother In Style"
5. "Situations"
6."Blind Man"
7."Thinking On The Floor"
8."Stretch"
9."Stark Naked"
10."Woman On A One Night Stand"
11."Midnight Wire"
12."Hot 'N' Bothered"
13. "The Fool"



Line-up deste álbum:

Sonja Kristina – vocal
Robert Martin – baixo (faixas 1 a 3)
Ian Eyre – baixo (faixas 4 a 8)
Tony Reeves – baixo (faixas 9 a  13)
Florian Pilkington-Miksa – batera (faixas 1 a 8)
Stewart Copeland – batera (faixas 9 a 13)
Darryl Way – violino e vocal
Mick Jacques – guitarra (faixas 9 a  13)
Francis Monkman – guitarra, teclado (faixas 1 a 8)



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