Mais informações sobre “Jaco”, documentário que contará a trajetória de Jaco Pastorius.

Posted by João Carlos Martins | Posted in | Posted on 12:43

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Uma notícia publicada, ainda nessa semana, pelo site especializado em baixistas chamado, No Treble, divulgou novas informações a respeito do tão aguardado documentário, “Jaco” que falará sobre a lenda Jaco Pastorius. A publicação fala a respeito de algumas ideias, muito pertinentes, vindas do colaborador mor nessa empreitada, que é Robert Trujillo, baixista do Metallica. De forma bem empolgada e barroca, Trujillo cita como está sendo e como será a conclusão do trabalho, além de mencionar uma coleção de sessões gravadas por Pastorius, até então nunca divulgadas. O evento de lançamento tem data prevista para 19 de abril de 2014. Enquanto o dia não chega fiquemos com uma performance alucinante do gênio!

Jaco Pastorius – The Chicken

 

Jaco

Agenda - Março

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 16:02

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08/03   

Doro -  São Paulo – SP

Jeff Scott Soto e Eric Martin  -  Rio de Janeiro - RJ 

Krisiun Campo Grande – MS



09/03   

Jeff Scott Soto e Eric Martin   -  Porto Alegre - RS

Korzus  Sorocaba – SP

Ratos de Porão São Paulo – SP



12/03   

Avenged Sevenfold  - São Paulo - SP

P.O.D.   Curitiba - PR

Workshop com Russell Allen e Thiago Bianchi  - Recife – PE



14/03 
  
Eric Martin  -  Belo Horizonte – MG

P.O.D.   São Paulo – SP



15/03   

Avenged Sevenfold      Rio de Janeiro – RJ

Jeff Scott Soto e Eric Martin   -  Vinhedo – SP

Sonata Arctica   Brasília – DF



16/03   

Avenged  Sevenfold -  Brasília - DF

Jeff Scott Soto e Eric Martin -  São Paulo – SP

Sonata Arctica   Belo Horizonte – MG


17/03   

Sonata Arctica -  Rio de Janeiro – RJ


18/03   

Russell Allen, Bianchi e Ardanuy  - Volta Redonda - RJ

Sonata Arctica   Rio de Janeiro – RJ


19/03   

Avenged Sevenfold   - Curitiba - PR

Joan Baez  -  Porto alegre - RS

Sonata Arctica   São Paulo – SP



20/03   

Avenged Sevenfold - São Paulo - SP

Guns N' Roses  Rio de Janeiro – RJ



21/03   

Humberto Gessinger  - São Paulo – SP



22/03   

Avenged Sevenfold  - Porto Alegre – RS

Guns N' Roses -  Belo Horizonte – MG

Metallica e Raven  -  São Paulo – SP  



23/03   

Iced Earth  -  São Paulo - SP



25/03   

Guns N' Roses Brasília – DF



28/03   

Alan Parsons Project - São Paulo - SP

Guns N' Roses  São Paulo – SP



29/03   

Noturnall e Russell Allen  - São Paulo - SP

Uli Jon Roth  -  São Paulo – SP


30/03   

Alan Parsons Project - Rio de Janeiro - RJ

Guns N' Roses - Curitiba - PR

HIM - São Paulo - SP


Ratos de Porão - Poá - SP


Death From Above 1979, a dupla mais insana do Drum ‘n’ Bass.

Posted by João Carlos Martins | Posted in , | Posted on 14:11

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Por João C. Martins

A fim de mostrar um lado um pouco mais eclético desse figura que vos fala, decidi, isso já há alguns posts não falar apenas do Stoner raiz, apesar da preferência incondicional pelo estilo, pois odeio parecer alguém chato que só fala dos mesmos assuntos, e em feedbacks (odeio essa palavra também) particulares, optei por fazer uma coisa mais descontraída nessa humilde e singela caverna, falando de toda a porqueira que eu gosto, afinal de contas assim como gosto do gênero que foi o mais falado, gosto também de muitas outras coisas malucas por aí.

Hoje, sem vergonha alguma na cara, irei lhe apresentar, se é que já não conhece, o meu lado mais hipster – grande mentira o que estou dizendo, pois o meu lado MAIS hipster eu nunca terei coragem de mostrar – com uma banda relativamente desconhecida, mas muito bem falada pelos poucos que já falaram a respeito. Tem uma veia muito singular, já que diferentemente da grande maioria, é um conjunto de Drum ‘n’ Bass, que nada mais é que a tradução literal dos verbetes. Claro que contam com alguns elementos eletrônicos, mas essencialmente falando, são apenas dois músicos que tocam apenas dois instrumentos. O nome da banda é, Death From Above 1979 e o disco que vamos falar é um dos mais famosos da dupla, You’re a Woman, I’m a Machine.

Death-From-Above-1979

Do lado esquerdo Jesse F. Keeler (Baixo e sintetizador) e Sebastian Grainger (Bateria e vocais).

São uma dupla canadense, e embora alguns consigam encontrar algo de Stoner neles, definitivamente eu não consigo, gosto deles, mas só como amigos e não como Stoner. Ah! E essa é a capa do álbum.

A ideia dos rapazes é bem legal, nada muito inovador, mas bem legal. O som que fazem tem uma pegada muito mais dançante, mas com o peso de quem gosta de Rock. Outro ponto, que considero um dos pontos altos da banda, é o fato de que sempre foram essa dupla, nunca houve mudanças, ex-integrantes, ou algo parecido, e olha que estão na ativa desde 2001, contudo tiveram um hiato de cinco anos, quando pararam em 2006, pouco depois do lançamento de seu segundo full lenght chamado, Romance Bloody Romance, tendo assim, retornado apenas em 2011, sem nada de novo até então deixe-se claro, mas com apresentações ao vivo outra vez.

Retomando ao disco que teremos como tema, ele foi o primeiro compacto lançado pelos caras, tendo ele canções que já eram conhecidas dos que os conheciam desde os singles e EPs, uma dentre as mais pedidas dos rapazes é a irreverente Romantic Rights, que parece ser o hino no álbum, já que tem em sua introdução um riff que emula uma máquina e suas engrenagens, associando, inevitavelmente, assim ao título da obra completa. Você poderá ouvir a faixa logo abaixo.

Death From Above 1979 – Romantic Rights

 

Percebe-se agora, não apenas pela sonoridade, mas também pelo jeito dos moços, que o foco deles está, definitivamente, na música eletrônica, e com certeza fazem isso muito bem.

Eles já demonstravam que não era só mais do mesmo desde o lançamento de seu primeiro EPs intitulado Heads Up! Já tinha ali um instrumental altamente grave e forte, que posso até dizer que soando como Stoner, lançando somente dois anos depois o seu primeiro álbum de estúdio, que é o que estamos falando agora. Outra canção que gosto bastante nesse disco é Black History Month, já que é de uma característica bem mais soturna que as demais, confere aí!

Death From Above 1979 – Black History Month

 

Como dito, até o momento não planejam explicitamente o lançamento de nada novo, ainda se valem muito daquilo que já fizeram, entretanto estão novamente na ativa e não é uma possibilidade que possamos descartar.

Observações:

- Pessoas disseram que Jesse, baixista da banda, se juntaria ao Queens of the Stone Age para a gravação do álbum Era Vulgaris, muito embora não tenha nada a respeito disso tenha se confirmado;

- O mesmo Jesse tem um projeto eletrônico, muito conhecido, chamado MSTRKRFT que também é uma dupla, vale a pena dar uma conferida, pois é um ótimo trabalho;

- O disco sobre o qual conversamos, contém faixas bônus, sendo elas performances ao vivo, algumas que ainda eram desconhecidas, Remix e uma versão do próprio Masterkraft, projeto de Jesse citado acima, para a faixa Little Girl.

Black Sabbath lança box com os discos da formação original

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:17

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A imagem acima ilustra o box set Black Sabbath: The Complete Studio Albums (1970-1978) que a banda lançará no dia 15 de abril via Warner/Rhino Records e que traz nada mais, nada menos do que os oito primeiros álbuns lançados pela banda em sua formação clássica e original. 

Veja cena exclusiva de ‘All Is by My Side‘, cinebiografia de Jimi Hendrix

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 20:16

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 "All Is by My Side", filme que conta a trajetória do guitarrista Jimi Hendrix, ainda não tem previsão de lançamento por aqui, mas você pode conferir abaixo uma cena em que  Hendrix (interpretado por Andre Benjamin , também conhecido como Andre 3000 do OutKast) conversa com a ex-namorada de Keith Richards, Linda Keith.

O filme estreou no Festival de Toronto no ano passado, onde foi recebido com críticas positivas.






5 bandas maquiadas

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 13:44

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Semana de carnaval, que beleza hein? E aposto que você, leitor do That Rock está animadíssimo com isso, acertei? Risos irônicos. Pra comemorar em grande estilo esta data tão importante, resolvi listar 5 bandas que fazem um som com seus rostinhos devidamente maquiados para sensualizar ainda mais nos palcos. Peguem seus batons, sombras, delineadores e vamos lá!

(Por Rose Gomes)


Twisted Sister –  A banda de Dee Snider tinha como característica marcante maquiagem e figurinos extravagantes. Formada em 1972 na cidade de Nova York a banda alcançou sucesso apenas em 1984 com o consagrado álbum Stay Hungry, que traz clássicos como I Wanna RockThe Price eWe’re Not Gonna Take It. Atualmente os caras se apresentam sem maquiagem e as roupas espalhafatosas que tanto fizeram sucesso nos anos 80. Mas Snider continua ostentando sua cabeleira loira a la Joelma do Calypso.




Mötley Crüe Quando olho para a capa de Shout at the Devil a impressão que tenho é de que se trata de uma banda de mulheres, tamanha maquiagem que os caras usaram na foto, especialmente o vocal  Vince Neil e o batera Tommy Lee que mais pareciam candidatas ao extinto “Garota do Fantástico”.  Naquela época além das maquiagens os caras também usavam cabelos armadões e salto alto, mais glam, impossível! Hoje já tiozinhos e ostentando uns quilinhos a mais (no caso de Vince Neil já que Tommy está mais para uma lombriga com artrite), os “rapazes” estão com a imagem mais, digamos, masculinizada, (com exceção de Nikk Six que parece que visualmente resolveu virar emo) risos.




Secos & Molhados –  Eu não poderia deixar de fora uma verdadeira referência quando o assunto é maquiagem em bandas, ainda mais por se tratar de uma nacional. Criado no começo dos anos 70 o grupo teve sua formação clássica entre os anos de 1973 e 1974, que contava com Ney Matogrosso (vocal) João Ricardo (vocal, violão e harmônica), e Gérson Conrad (vocal e violão). Os caras usavam muita maquiagem e roupas bem ousadas e faziam uma performance um tanto quanto provocativa.
Atualmente  sem maquiagem, a banda conta com João Ricardo (fundador e membro original) e Daniel Iasbeck, e lançou em novembro de 2011 o álbum autobiográfico “Chato-boy”.



Poison – Uma dúvida sempre me assolou: Quem são as modelos que posaram pra capa do Look What the Cat Dragged In do Poison? Sim porque são lindas modelos, não? NÃO? COMO ASSIM? Risos. Taí mais uma capa que olhando de primeira dá a nítida impressão de que se trata de quatro belas mulheres, tamanha a produção carregada na make. O destaque e a coroa de Miss Universo vai, sem dúvida nenhuma, pro batera Rikki Rockett que caprichou na duck face e no delineador! (Sempre quis pintar meu olho assim, chateada!). Hoje os caras ostentam um visual assustador com os cabelos espetados que deixam suas cabeças infinitamente maiores, quem sabe na esperança de parecerem mais jovens, (o botox do Bret Michaels que o diga né?).


Kiss – Eu confesso que tentei (odeio lista clichê), mas não consegui deixar o Kiss de fora e nem tem como. Quando pensei nesse tema os caras foram os primeiros a virem na cabeça e realmente é inegável a perfeição da maquiagem que a banda usa. A minha única dúvida é se eles ficam menos feios com ou sem a maquiagem porque olha, é complicado o negócio viu, risos. Além da maquiagem bem carregada e muito bem feita os caras se apresentam com roupas e sapatos bastante exagerados. Quem nunca viu aquelas botas com 2 metros de salto (muito parecida com as botas de camurça vendidas em surf-shops)?? A banda sempre se apresentou assim, desde sua criação nos anos 70. Chegaram a tocar um tempo sem maquiagem, mas no final dos anos 90 voltaram com o clássico visual que agrada os fãs até hoje.



É isso aí, por hoje é só, amiguinhos!

Postado originalmente em Cadê Meu Whiskey?

TOP 5: discos para fugir do carnaval

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 11:55

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O carnaval chegou e logo vai acabar, mas se você quer fugir do batuque e do 'bundalêlê, aqui estão cinco dicas de grandes  álbuns para esquecer essa data.

Ronaldo S. Lages


            Sentenced: Crimson

O Sentenced dispensa apresentações, a banda que encerrou suas atividades há alguns anos deixou grandes discos. Um deles éx este “Crimson”, álbum que foi o antepenúltimo petardo antes do quinteto finlandês encerrar atividades.
Em Crimson, o Sentenced deu mais um passo a diante, galgaria o topo do metal gótico mundial para finalmente se despedir com o já emblemático “The Funeral álbum” (2010). Quer desintoxicar do carnaval? Ouça Crimson.



            Samael: Eternal


O Samael e uma daquelas bandas que tem o poder de metamorfosear - se, em sua trajetória já perambulou pelo Death Metal, Black Metal, Dark Metal e por fim, o eletrônico; tudo com muito bom gosto, claro.
Este “Eternal” (1999), traz as suas primeiras experimentações com elementos menos 'ortodoxos', incursões de batidas eletro acopladas ao já tradicional clima soturno que caracteriza o som do Samael. Feche a porta do quarto e esqueça o carnaval ouvindo esse disco.


           
            Kreator: Violent Revolution   

 Depois de alguns discos mornos, o Kreator voltaria a surpreender o mundo com este “Violente Revolution”, álbum que marca o retorno definitivo ao trono do Thrash alemão. O quarteto capitaneado por Mille Petrozza nos brindou com 12 composições que  relembram os melhores tempos da banda sem soar datado, “Violente Revolution” tem tudo o que se pode esperar do Kreator, batidas pulsantes, riffs mortais e muita (eu disse muita) criatividade.
Se não tem como fugir do carnaval, podemos exorcizar os maus espíritos com essa inspirada obra dos alemães.



            Paradise Lost: Simbol Of Life


O Paradise Lost teve seu auge na década de 1990, os álbuns “Icon” e “Draconian Times” marcaram época na cena, ainda hoje os fãs reverenciam com fervor os primeiros discos dos ingleses. Entretanto, no fim da mesma década o Paradise Lost aventurou se por caminhos tortuosos lançando discos de pouco impacto que fizeram muitos fãs se afastarem da banda.
A salvação da lavoura só chegaria com este “Simbol Of Life” (2002), a pegada inspirada do quinteto retornaria com força total e Nick Holmes mostraria novamente o grande vocalista que é.
Esqueça as escolas de samba e ouça essa banda (rimou!).



            Shadows Fall: Threads Of Life


O Shadows Fall é um dos últimos gritos inteligentes do Metal norte americano, juntamente com outros grandes nomes como o Unearth, Trivium, God Forbid e Lamb Of God cravou seu nome na cena, e “Threads Of Life” é um bom exemplo disso.
Não é preciso dizer muito do que você vai ouvir nesse disco, o revigorado Thrash o Shadows Fall exala peso, energia e frescor. Ao ouvir a bolacha, a sensação que temos é que a banda tirou a poeira dos melhores medalhões do Thrash oitentista e aplicou uma nova roupagem. Mais um ótimo disco pra botar fogo no carnaval, ou o que sobrar dele.
             

Ronaldo S. Lages é jornalista, publicitário, filósofo, teólogo, crítico literário, artista plástico e cambista no Pacaembu nas horas vagas.

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