Rush: primeiro álbum completa 40 anos

Posted by TRMB | Posted in , , , | Posted on 10:55

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Carlos H. Silva

Lançado neste mesmo 1° de março, só que há 40 anos atrás, em 1974, Rush, autointitulado álbum dos canadenses do Rush, na época com John Rutsey na bateria, acompanhado do baixista e vocalista Geddy Lee e do guitarrista Alex Lifeson, deu início à bela discografia do power trio.

Rush tem algumas curiosidades e duas envolvem indiretamente o futuro membro Neil Peart: Rush é o único disco do grupo a ter todas as letras escritas por Geddy, posto que Neil tem para si desde que entrou para banda, o de letrista; e também é o único álbum que Neil não gravou com a banda, e John Rutsey é tão pouco lembrado (inclusive no Rock Hall of Fame onde nenhum membro de sua família foi convidado) que muita gente acha que é Neil quem está nas baquetas – até porque Rutsey tinha uma pegada forte e um som potente.



Originalmente foi gravado no Eastern Sound Studio, em Toronto, com o produtor Dave Stock. Stock trabalhou com a banda em algumas canções que acabaram entrando no debut, como Take a Friend e In The Mood, além de uma composição própria que nunca entrou em nenhum álbum do Rush: You Can’t Fight It. Mas a banda não estava satisfeita com a qualidade dessas primeiras sessões e mudaram para outro estúdio (Toronto Sound Studios) e produziram eles mesmos e conseguiram uma melhora grande no som.

Working Man foi a canção mais celebrada e até hoje é considerada como mítica na carreira do trio. Com riffs pesados e uma pegada forte, a canção é lembrada pela banda até hoje em praticamente todas as turnês. Donna Halper, uma DJ de Cleveland, Ohio (EUA), foi a primeira a tocar a canção nos Estados Unidos e imediatamente a rádio começou a receber ligações querendo saber “que banda é essa que parece o Led Zeppelin?”. Hoje em dia, Halper diz que muitas pessoas de Cleveland se identificaram com a canção em boa parte pela letra, pois naquela época era uma das cidades com maior número de operários no país.




Ainda sem explorar muito o rock progressivo, onde abraçou a partir do álbum seguinte, Fly By Night (1975), o Rush lançou um forte e eficiente trabalho de hard rock com toques de blues e rock n’ roll, como Need Some Love, Here Again e What You’re Doing. Mas o maior destaque, ao lado de Working Man, é Finding My Way, com seus riffs cortantes e os vocais gritados de Geddy.

Fica aqui a homenagem de aniversário para este grande disco de rock dos anos 70.

Ouça na íntegra:

Richie Sambora: "Jon tem uma mentalidade diferente"

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:49

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Em recente entrevista ao Herald Sun, Richie Sambora resolveu desabafar sobre sua saída do Bon Jovi.
"Se você for comprar uma lata de Coca-Cola, quer a coisa como ela é. Mas Jon parece ter uma mentalidade diferente. Sei que Mick Jagger não faria uma turnê sem Keith Richards e chamaria de Rolling Stones. Sempre fui considerado o braço direito dele, então significa que construí esta banda também. Não estou dizendo que não voltarei, mas precisamos conversar bastante”.

Atualmente Richie se juntou á guitarrista Orianthi (Alice Cooper, Michael Jackson) para tocar no Soundwave Festival, Austrália.

Veja "Feel What I Feel”, novo clipe do Gotthard

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:44

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Feel What I Feel” é parte do álbum BANG!

Confira:




John Entwistle, o datilógrafo do Rock!

Posted by João Carlos Martins | Posted in , | Posted on 11:51

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Por João C. Martins

Quando o assunto é Rock ‘n’ Roll, sabemos que não existem limites para uma nova criação, pois apesar de tudo ser muito simples na elaboração dos sons, a infinidade se faz presente em qualquer banda, seja ela Punk, seja ela de um complexo ProgMetal. Inicio o texto com essa fala, para encabeçar o assunto a respeito de um dos maiores músicos de todos os tempos, músico esse que infelizmente já não brilha mais em vida, contudo deixou sua marca para toda a eternidade, gravada em nós, por conta daquilo que fez desde meados dos anos 60. Sem muita enrolação, o mestre John Alec Entwistle, é quem inspira o papo de hoje. Para quem não sabe ele é, junto de Roger Daltrey, Pete Townshend e Keith Moon, o formador do The Who, mas antes mesmo disso já fazia parte, com Pete e Roger, da banda The Detours, e também dos nomes que precederam o Who. Ele foi, sem dúvidas, o melhor no seu ramo de atividade, nesse caso o contra-baixo, afinal ele mesmo autodenominava-se um Bassguitar. Ele criou um estilo de tocar dentro do Pizzicato, que poucos são capazes de reproduzir com tanta maestria até os dias atuais, o tal do datilógrafo (chamado assim, pois ele usava os quatro dedos da mão direita para raspar as cordas durante suas performances). Outro ponto a ser ressaltado é o fato de que ele foi o mais Rocker, dentre todos os WHOs, indiscutivelmente, desde suas aparições sempre sérias, suas vestes, como aquele traje de esqueleto, até suas composições, sempre de um tom um pouco mais sombrio, caso de Boris the Spider por exemplo.

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Além do Who, John participou de muitos outros projetos, alguns que eram somente dele, e outros com grandes músicos, como no excepcional trabalho conhecido por Tipton, Entwistle & Powell, onde reunia os três nomes num power trio headbanger ao extremo! Escute a faixa Never Say Die do álbum Edge of the World, que gravaram juntos e veja a miscigenação constante entre os três envolvidos, pode se notar resquícios de todos em cada nota entoada.

Tipton, Entwistle & Powell – Never say die

 

Sem contar que John também participara do álbum solo, Baptizm of fire, de Glenn Tipton. Nesse disco, é impossível não notar a veia rockeira de nosso ícone, embora isso não tenha acontecido do dia para a noite, The Ox (como John era chamado), sempre colaborava com uma gravação ou outra nos discos do Who, porém muitas de suas composições destoavam daquilo que Pete tinha como propósito para a banda, e de tantas composições que ficaram de fora, ele pôde gravar um compacto só de canções dele! E eis que tivemos o grandioso, primeiro disco solo do rapaz, chamado: Smash Your Head Against the Wall (1971).

O lineup, há quem diga, que foi assim: John Entwistle (Vocais, baixo, metais, percussão, piano e teclados), Dave Cyrano Langston (Guitarra e violão), Jerry Shirley (Bateria) Keith Moon – veja só! (Percussão e backing vocals) e Neil Innes (Percussão e backing vocals).

Um esplêndido álbum. Sou até capaz de proferir que é meu favorito do Who sem o Who, se assim posso dizer. A primeira faixa já surge com um riff tremendamente pesado, digno de um clássico do Metal, a canção chama-se My Size, e embora não seja nada similar à que posteriormente seria lançada com no Who’s Next, chamada My Wife, tenho meus motivos para dizer que elas são oriundas uma da outra e vice versa. Ouça!

John Entwistle – My size

 

Para os que curtem um bom Heavy Metal é uma faixa indispensável! E outra, é completamente perceptível que Black Sabbath, isso aí Black Sabbath, se inspirou quando, anos depois, em 1974 mais ou menos, lançou um de seus trabalhos mais pesados até então, o que tinha como faixa introdutória, simplesmente o título do disco. Claro que estou falando de Sabbath Bloody Sabbath, e caso queira me comprovar que o riff dela não foi extraído de My Size, traga seus argumentos, porque me desculpe, ainda não acredito em tantas coincidências assim. Para não pensar que estou ficando louco, compare agora que já ouviu a primeira.

Black Sabbath – Sabbath Bloody Sabbath

 

São idênticos, não? Uma tonalidade acima, outra abaixo, entretanto… Idênticos.

Esse disco de John Entwistle, é repleto de frases instrumentais, diria que, milagrosas, afinal o que esse cara fazia ao empunhar um contra-baixo era coisa de outro mundo. O disco, conta com dez faixas, além de mais oito Demos, trabalhos em estúdio etcetera. Outra das que mais me chama a atenção, What Kind of People are They?, ela inicia em um estilo fúnebre, alguns metais, que não consigo distinguir quais, com certeza tocados pelo mestre Thunderfingers (outro pseudônimo de John). Seguida dela há, quem sabe, a mais famosa, muito pelo fato de que já era tocada com o Who, e que mais agradou a Gregos e Troianos, que é Heaven and Hell, que tem uma letra simples seguida de uma melodia, também simples, embora seja genial. Os comparativos que faz entre céu e inferno são muito engraçados, talvez com algo mais implícito nas palavras, mas que por hora só são cômicos. Vale a pena conferir.

John Entwistle – Heaven and Hell

 

Caso queira ouvir a versão com o Who, basta clicar aqui.

Eu não escondo de ninguém, que sou um fã incondicional do quarteto Inglês mais temido da história, contudo escondo menos ainda que quase idolatro o que John Entwistle representou para o Rock, e me vejo obrigado a dizer que seu trabalho solo fez coisas tão, se não até mais, impressionantes que o Who em quase duas décadas.

Fechando o disco temos I Believe in Everything, que para descreve-la só encontro uma palavra: LINDA!

Outro ponto a se ressaltar, é que todas as letras estão relativamente interligadas. O que quero dizer? Que todas as letras têm um Q de espiritualidade envolvido, seja ele na questão céu e inferno, como já falamos, seja ele na questão de uma vida passada, como na última citada. Realmente um disco excelente.

Aconselho você a escutar o disco todo, e para facilitar sua vida, é só clicar! Ele está completasso, conta até com as faixas bônus que citei.

John Entwistle – Smash Your Head Against the Wall (Full album)

 

Observações:

- Esse disco teve a participação do, também baixista, Greg Ridley, nas canções My Size e I Believe in Everything, o principal motivo para isso ser dito é que Greg participou como baterista;

- Algumas canções não entraram na mixagem do álbum oficial, mas também não ficaram de fora. As que saíram apenas como Demo nesse foram as belíssimas It’s Hard to Write a Love Song e World Behind my Face;

- John para sempre viverá no coração de qualquer baixista nesse mundo, muito obrigado por tudo o que fez, mestre!

 

Confira detalhes do novo álbum do Winger

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:27

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Better Days Comin’ tem previsão de lançamento para 22 de abril. Confira o tracklist:

01. Midnight Driver Of A Love Machine
02. Queen Babylon
03. Rat Race
04. Better Days Comin’
05. Tin Soldier
06. Ever Wonder
07. So Long China
08. Storm In Me
09. Be Who You Are, Now
10. Another Beautiful Day (Deluxe Edition Bonus Track)
11. Out Of This World


Deep Purple lança reedição exclusiva de Made in Japan

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:22

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A Universal Music anunciou o lançamento de uma edição de luxo do álbum Made in Japan que contará com  uma série de formatos especiais entre CD´s e DVD´s, Lp´s, Blue-ray, além de um livro em capa dura.

A previsão de lançamento é para 19 de maio e você pode conferir o conteúdo do box abaixo:


Disc 1: Osaka 15th August 1972

  1. Highway Star
  2. Smoke on The Water
  3. Child In Time
  4. The Mule (Drum Solo)
  5. Strange Kind Of Woman
  6. Lazy
  7. Space Truckin’


Disc 2: Osaka 16th August 1972
  1. Highway Star
  2. Smoke on The Water
  3. Child In Time
  4. The Mule (Drum Solo)
  5. Strange Kind Of Woman
  6. Lazy
  7. Space Truckin’

Disc 3: Tokyo 17th August 1972
  1. Highway Star
  2. Smoke on The Water
  3. Child In Time
  4. The Mule (Drum Solo)
  5. Strange Kind Of Woman
  6. Lazy
  7. Space Truckin’

Disc 4: Encores from all three nights
  1. Black Night — Osaka, August 15
  2. Speed King — Osaka, August 15
  3. Black Night — Osaka, August 16
  4. Lucille — Osaka, August 16
  5. Black Night — Tokyo, August 17
  6. Speed King — Tokyo, August 17

Disc 5: DVD
  1. Made in Japan – The Rise of Deep Purple MK II documentary
  2. Smoke On the Water (Official clip)
  3. The Revolution Germany 1972 (Small documentary piece from Boblingen Sporthalle Stuttgart 10th February 1972)
  4. Smoke On the Water (Live clip from Hoftsra University 29th May 1973)

Mais detalhes aqui.

Oasis: 'Definitely Maybe' será relançado com faixas raras e inéditas

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 11:48

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Em comemoração aos 20 anos da banda, o Oasis vai relançar seu primeiro álbum "Definitely Maybe", no dia 19 de maio.

O grupo promete presentear seus fãs com uma versão remasterizada do álbum original, em CD e download digital, além de uma edição especial em três discos com gravações raras, demos inéditas e um LP com todo o conteúdo extra numa caixa de luxo.

O site da banda também disponibiliza a compra (por tempo limitado), de uma réplica do cassete das demos originais da banda, de 1993.


Confira o tracklist da edição especial de Definitely Maybe:

Disc 1
1. 'Rock'n'Roll Star'
2. 'Shakermaker'
3. 'Live Forever'
4. 'Up In The Sky'
5. 'Columbia'
6. 'Supersonic'
7. 'Bring It On Down'
8. 'Cigarettes & Alcohol'
9. 'Digsy's Dinner'
10. 'Slide Away'
11. 'Married With Children'


Disc 2
1. 'Columbia' (White Label Demo)
2. 'Cigarettes & Alcohol' (Demo)
3. 'Sad Song'
4. 'I Will Believe' (Live)
5. 'Take Me Away'
6. 'Alive' (Demo)
7. 'D'Yer Wanna Be A Spaceman?'
8. 'Supersonic' (Live)
9. 'Up In The Sky' (Acoustic)
10. 'Cloudburst'
11. 'Fade Away'
12. 'Listen Up'
13. 'I Am The Walrus' (Live Glasgow Cathouse June 1994)
14. 'Whatever'
15. '(It's Good) To Be Free'
16. 'Half The World Away'


Disc 3
1. 'Supersonic' (Live At Glasgow Tramshed)
2. 'Rock'N'Roll Star' (Demo)
3. 'Shakermaker' (Live Paris in-store)
4. 'Columbia' (Eden Studios Mix)
5. 'Cloudburst' (Demo)
6. 'Strange Thing' (Demo)
7. 'Live Forever' (Live Paris in-store)
8. 'Cigarettes & Alcohol' (Live At Manchester Academy)
9. 'D'Yer Wanna Be A Spaceman?' (Live At Manchester Academy)
10.'Fade Away' (Demo)
11. 'Take Me Away' (Live At Manchester Academy)
12. 'Sad Song' (Live At Manchester Academy)
13. 'Half The World Away' (Live, Tokyo hotel room)
14. 'Digsy's Dinner' (Live, Paris in-store)
15. 'Married With Children' (Demo)
16. 'Up In The Sky' (Live Paris in-store)
17. 'Whatever' (Strings)

Tracklist de 'Original 1993 Demos':

Lado A
'Cloudburst'
'Columbia'
'D'Yer Wanna Be A Spaceman?'
'Strange Thing'

Lado B
'Bring It On Down'
'Married With Children'
'Fade Away'
'Rock'N'Roll Star'






Veja "Lust And Lies", novo clipe do Vandenberg’s Moonkings

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:48

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Lust and Lies é parte do álbum da nova banda de Adrian Vandenberg (Vandenberg, Whitesnake) e foi lançado no último dia 24.

Confira:



Soundgarden lança edição especial de 20 anos de Superunknown

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:08

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Superunknown tem previsão de lançamento para 3 de junho e traz o álbum original remasterizado em um disco bônus, com demos e b-sides, e ainda uma edição deluxe, trazendo mais 3 CDs e os singles em vinil 10 polegadas.

Confira o tracklist:

CD 1 – Álbum remasterizado
‘Let Me Drown’
‘My Wave’
‘Fell on Black Days’
‘Mailman’
‘Superunknown’
‘Head Down’
‘Black Hole Sun’
‘Spoonman’
‘Limo Wreck
‘The Day I Tried to Live’
‘Kickstand’
‘Fresh Tendrils’
’4th of July’
‘Half’
‘Like Suicide’
‘She Likes Surprises’
CD 2 – B-Sides & More
‘The Day I Tried To Live’ (Alternate Mix)
‘Spoonman’ (Alternate Steve Fisk Remix)
‘Beyond The Wheel’ (Live)
‘Fell On Black Days’ (Live)
‘Birth Ritual’ (Original Demo Version)
‘Jesus Christ Pose’ (Live)
‘Like Suicide’ (Acoustic Version)
‘Kickstand’ (Live)
‘My Wave’ (Live)
‘Spoonman’ (Steve Fisk Remix)
‘Exit Stonehenge’
‘Kyle Petty, Son of Richard’
‘Black Days III’
‘Ghostmotorfinger’
‘Jerry Garcia’s Finger’
‘Fell On Black Days’ (Video Version)
CD 3 – The Demos
‘Let Me Drown’ (Demo)
‘Fell On Black Days’ (Demo)
‘Superunknown’ (Demo)
‘Black Hole Sun’ (Demo)
‘Spoonman’ (Demo)
‘Fresh Tendrils’ (Demo)
’4th of July’ (Demo)
‘Half’ (Demo)
‘Like Suicide’ (Demo)
CD 4 – The Rehearsals
‘Black Hole Sun’ (Rehearsal)
‘Bing Bing Goes To Church’ (Rehearsal)
‘Half’ (Rehearsal)
‘Head Down’ (Rehearsal)
‘Kyle Petty, Son Of Richard’ (Rehearsal)
‘Let Me Drown’ (Rehearsal)
‘Limo Wreck’ (Rehearsal)
‘My Wave’ (Rehearsal)
‘Fresh Tendrils’ (Rehearsal)
‘Like Suicide’ (Rehearsal)
‘Ruff Riff-Raff’ (Rehearsal)
‘Exit Stonehenge’ (Rehearsal)
‘Spoonman’ (Rehearsal)
‘The Date I Tried To Leave’ (Rehearsal)
‘The Day I Tried To Live’ (Rehearsal)
CD 5 – Blu-Ray Audio 5.1 Mix
‘Let Me Drown’ (5.1 Mix)
‘My Wave’ (5.1 Mix)
‘Fell On Black Days’ (5.1 Mix)
‘Mailman’ (5.1 Mix)
‘Superunknown’ (5.1 Mix)
‘Head Down’ (5.1 Mix)
‘Black Hole Sun’ (5.1 Mix)
‘Spoonman’ (5.1 Mix)
‘Limo Wreck’ (5.1 Mix)
‘The Day I Tried To Live’ (5.1 Mix)
‘Kickstand’ (5.1 Mix)
‘Fresh Tendrils’ (5.1 Mix)
’4th Of July’ (5.1 Mix)
‘Half’ (5.1 Mix)
‘Like Suicide’ (5.1 Mix)
‘She Likes Surprises’ (Int’l Vers & Us 12?) (5.1 Mix)
Superunknown: The Singles – 5 vinis 10 polegadas
LP 1
‘Spoonman’
‘Fresh Tendrils’
‘Cold Bitch’
”Exit Stonehenge’
LP 2
‘The Day I Tried To Live’
‘Like Suicide’ (Acoustic Version)
‘Kickstand’ (Live)
‘Limo Wreck’
LP 3
‘Black Hole Sun’
‘Jesus Christ Pose’ (Live)
‘Beyond The Wheel’ (Live)
‘Fell On Black Days’ (Live)
LP 4
‘My Wave’
‘Spoonman’ (Steve Fisk Remix)
‘Birth Ritual’ (Original Demo Version)
‘My Wave’ (Live)
LP 5
‘Fell On Black Days’
‘Kyle Petty, Son of Richard’
‘Ghostmotorfinger’
‘Fell On Black Days’ (Video Version)
‘Girl U Want’
‘Black Days III’

Bruce Springsteen: 4 novas músicas serão lançadas em abril

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:03

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Bruce Springsteen lançará quatro novas músicas durante o Record Store Day. Elas são parte de "American Beauty" que traz registros da sessão de High Hopes, álbum mais recente de Bruce.

Confira:

01. American Beauty
02. Mary Mary
03. Hurry Up Sundown
04. Hey Blue Eyes



Confira a capa do novo DVD de Rob Zombie

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:58

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Com previsão de lançamento para maio, o DVD "The Zombie Mad Mad Horror Picture Show" traz registros de dois shows realizados nos EUA em agosto de 2013.


Ouça “My Dying Time”, novo som do Black Label Society

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:56

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My Dying Time é parte do álbum Catacombs of the Black Vatican, que tem lançamento previsto para 7 de abril.

Confira:





Assista Valkyrie, novo vídeo do Asia

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:41

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Valkyrie é parte do novo álbum da banda, Gravitas, que tem previsão de lançamento para Março via Frontiers Records.

Confira:






Kiss: banda não tocará no Rock And Roll Hall Of Fame

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:23

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O Kiss emitiu uma mensagem em seu site oficial neste útlimo domingo, em que explica aos fãs que não se apresentará na cerimônia do Rock and Roll Hall Of Fame. 

Confira abaixo:

As recentes declarações de Ace e Peter demandam uma rápida resposta para vocês, nossos fãs. Nossa intenção era celebrar toda a história do KISS, dando crédito a todos os membros, incluindo Tommy Thayer e Eric Singer, além de Bruce Kulick e Eric Carr, que fizeram a banda ser o que é, a despeito do ponto de vista do Rock And Roll Hall Of Fame. Ace e Peter fazem parte da fundação do que construímos. Tudo isso seria impossível se eles não tivessem feito parte do início.
Já se passaram 13 anos desde que a formação original tocou junto pela última vez. Acreditamos que não podemos fazer melhor. Ao contrário do que foi dito na mídia, nunca nos recusamos e a tocar com Ace e Peter. Nos dedicamos por 4 décadas e seguimos em frente com grandes turnês e álbuns de platina com diferentes lineups. Sempre fomos um grupo diferente, por isso entramos neste meio e vamos prosseguir. Ser diferente também significa tomar decisões distintas.
É compreensível que esta seja uma situação emocional, onde não dá para satisfazer a todos. Para dar um fim na discussão decidimos não tocar com qualquer formação. Vamos focar na celebração à indução ao Rock And Roll Hall Of Fame. Estamos empolgados e ansiosos para vê-los na turnê mundial de 40 anos do KISS.


Top 5 Gary Moore

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:04

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Eu não sei você, mas vira e mexe eu tenho umas fases musicais específicas e no momento meu vício atende pelo nome de Gary Moore. O guitarrista irlandês teve sua trajetória marcada por grandes canções  sempre tendo como forte inspiração o blues e alguns elementos do jazz. Moore deixou sua marca com participações singulares em bandas como o Thin Lizzy e no projeto BBM com Ginger Baker e Jack Bruce, ex-integrantes do super power-trio Cream. Com uma discografia ricamente extensa composta por verdadeiras preciosidades, Moore nos deixou à sorte dos novos guitarristas desprovidos de um sucesso à sua altura, quando em fevereiro de 2011 foi encontrado morto em decorrência de uma parada cardíaca.

Listo abaixo cinco sons que considero essenciais quando falamos na carreira de Gary, e claro, um bônus track de arrepiar os pelinhos do nariz. Dá uma conferida! (Por Rose Gomes)



Wild Frontier – Do autointitulado álbum Wild Frontier de 1987, a segunda faixa traz todo o climão oitentista numa mistura do hard rock da época com elementos do AOR. Rica em riffs fortes e com solo de presença, é uma senhora faixa, dessas que foram feitas pra curtir no volume máximo, enquanto  se pega aquela estrada numa tarde quente de verão.



Wishing Well – O cover muito bem sucedido  - diga-se de passagem -  que Gary Moore fez da canção de 1973  do Free é uma versão muito mais carregada de riffs poderosos que chegam a dividir os vocais com o músico. A interpretação de Gary também é um destaque à parte.



Over The Hills And Far Away – Taí mais uma belezinha que o já citado disco Wild Frontier possui. Over The Hills And Far Away tem pegada forte, dinâmica e em certos momentos (principalmente nos backing vocals) me lembra o projeto Phenomena II. O belíssimo solo, o violino em sincronia perfeita com a guitarra e a batera poderosa são os destaques desta incrível música.



Ready For Love – Do álbum After the War de 1989, Ready for Love é carregada não só da guitarra magistral de Moore como também das viradas mais do que perfeitas do excelentíssimo Cozy Powell, que arregaça tudo sem dó nem piedade em conjunto com Gary. Daquelas músicas de  se fazer air drum no meio da rua... #quemnunca.



Parisienne Walkaways – Esta canção, presente no álbum Back on the Streets de 1978, dispensa maiores apresentações. Letra fantástica, (composta em parceria com o vocal do Thin Lizzy, Phil Lynott), interpretação carregada de melancolia (na dose certa) e o mais lindo e exuberante de tudo: A GUITARRA. A estrela única e principal que chora todo o seu lamento através dos dedos de Gary Moore. Simplesmente uma das coisas mais monstruosamente lindas que um músico já fez.



 >>> Bônus Track

Still Got The Blues – Eu juro que tentei deixar esta preciosidade de fora da lista mas é simplesmente impossível. Não há uma única vez em que eu ouça este solo magnetizante e não me arrepie. Inclusive esta canção foi acusada de ser um plágio da música Nordrach de 1974, da banda Jud's Gallery. Ouça  a partir dos 6’19” e tire suas próprias conclusões.











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