Veja “Where Does Love Go When It Dies”, novo lyric vídeo do Def Leppard

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:40

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Where Does Love Go When It Dies é parte da edição deluxe de "Slang".

Confira:





Confira o trailer do documentário sobre Alice Cooper

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:37

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O documentário Super Duper Alice Cooper tem previsão de lançamento para abril e  trará além de imagens de arquivos, declarações e entrevistas com alguns nomes da música, como Iggy Pop, Elton John e Dee Snider.

Confira:





14 ótimos e últimos discos

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 22:31

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Nesta semana decidimos listar os últimos álbuns de bandas que mudaram a história - bandas importantes. Mas não bastava só isso. O último álbum teria que ser um baita álbum - e o mais importante, a banda já tem que ter encerrado as atividades

O resultado com os gostos dos editores deste blog está logo abaixo:



R.E.M. – Collapse Into Now (2011)


Além de não ter sido uma despedida fajuta e covarde como outras bandas que estão se despedindo há dez anos fazendo show atrás de show, o R.E.M. ainda lançou um trabalho extremamente decente e teve a coragem de não fazer uma turnê para promove-lo, ato que por si só já merece o respeito de qualquer fã de música. Bem na sua despedida, o então trio composto por Michael Stipe (Vocal), Peter Buck (guitarra) e Mike Mills (baixo) – músicos convidados completavam o time – lançou um trabalhou que agradou a seus velhos fãs da fase anos 80/90, como a  faixa Discoverer, que lembra os tempos de Green (1988), ou as agitadas All the Best, Mine Smell Like Honey e Alligator Aviator Autopilot Antimatter. Meu destaque pessoal vai para a linda balada Oh My Heart. Palmas para o R.E.M. que não está por aí desde 2011 se despedindo do mundo. A mais barulhenta saída silenciosa. “I’ts sweet and it’s sad and it’s true”. (Carlos H. Silva)




Wolfmother - Cosmic Egg (2009)



Uma das melhores bandas que surgiram nos 2000, e que em todo seu período de atividade lançou apenas dois álbuns. Há quem diga que estão para voltar, contudo não há nada novo, não há nenhum rumor quanto a singles, não há nada além de um retorno aos palcos, que considero apenas uma turnê caça níquel. Cosmic Egg, pode ser considerado um daqueles clássicos ocultos, que ninguém da muita importância melhor dizendo, já que a banda nunca vestiu um rótulo de gênero a fim de ganhar fãs e mais fãs. Faixas como Califórnia Queen, Caroline e Violence of the Sun, fazem a festa do disco. (João C. Martins)




The Doors  – L.A Woman (1971)



O último álbum da banda que contou com o finado Jim Morrison à frente dos vocais, é um dos mais aclamados e importantes trabalhos do grupo, que regressou com sucesso às raízes do Blues. O disco foi lançado em Abril de 1971 - apenas três meses antes da morte de Morrison - e traz alguns dos maiores sucessos do quarteto americano. Love Her Madly, L.A Woman e a lendária Riders on The Storm são os grandes destaques do álbum que também conta com o belíssimo blues de Cars Hiss by My Window e a suingada  The WASP (Texas Radio and the Big Beat). Vale lembrar que há dois anos o disco ganhou uma reedição com a faixa até então inédita She Smells So Nice, descoberta numa das fitas originais das sessões de estúdio. (Rose Gomes)



Pantera – Reinventing the Steel (2000)


Problemas pessoais entre os integrantes e o posterior assassinato do guitarrista Dimebag Darrell fizeram com que este fosse o último trabalho de estúdio do Pantera, a banda de metal mais importante dos anos 90. Para mim canções como Goddamn Electric, Yesterday Don’t Mean Shit, Revolution is My Name e You’ve Got to Belong To It já nasceram clássicas. Um dos grandes discos de metal da década passada. (Carlos H. Silva)








Kyuss - ...And the Circus Leaves Town (1995)



É sabido que o Kyuss lançou alguns EPs e coletâneas após esse ótimo álbum de 95, mas outro completo, chamado full lenght... isso nunca mais. A banda já vinha desgastada devido ao ego de Josh Homme e depois de Wretch (1991) e Blues for the Red Sun (1992), a tarefa de lançar excelentes discos se torna algo, um pouco mais, difícil. Ele conta com grandes hits como, Hurricane, One Inch Man e El Rodeo, entretanto nenhum veio depois desse para nossa alegria. (João C. Martins)






Ritchie Blackmore's Rainbow - Stranger in Us All (1995)




O que inicialmente era pra ser apenas um álbum solo do brilhante guitarrista Ritchie Blackmore, se tornou, muitos dizem, por pressão da gravadora, um álbum do Rainbow e o último disco da banda. Banda esta que já contou com grandes vocalistas como Ronnie James Dio, Graham Bonnet e Joe Lynn Turner e neste último foi a vez do até então desconhecido Doogie White dar as caras, ou melhor, as vozes. Stranger in Us All é carregado de um hard rock poderoso sendo, obviamente, a colossal guitarra de Blackmore a grande estrela do trabalho. O destaque fica com as faixas  Cold Hearted Woman, Hunting Humans, Ariel e Still I'm Sad. Belíssimo registro. (Rose Gomes)






Death – The Sound of Perseverance (1998)


Último disco do Death antes do lendário Chuck Schuldiner falecer devido a um câncer. Já imerso no death metal progressivo extremamente técnico do qual a banda foi uma das responsáveis pela popularização, o álbum possui clássicos imediatos como Spirit Crusher, To Forgive is to Suffer, Bite the Pain e Scavenger of the Human Sorrow. De bônus ainda tem o já conhecidíssimo cover para Painkiller, do Judas Priest. Excelente. (Carlos H. Silva)







Iron Monkey - Our Problem (1998)



Eles lançaram EPs, Split album e uma coletânea após Our Problem, mas nenhum disco de fato. A banda encerrou suas atividades, infelizmente, devido a morte de seu vocalista Johnny Morrow. O álbum citado é pedrada do início ao fim, detona tudo nas faixas Bad Year, Boss Keloid e Supagorgonizer. Uma grande perda para o mundo do Rock. (João C. Martins)






Lucifer´s Friend – Sumo Grip (1994)



Muitos fãs de longa data se decepcionaram com este trabalho, pois acreditam que a banda fugiu da ideia inicial  e acabou caindo no mainstream e até mesmo no pop. A mudança é deveras óbvia, basta apenas que se ouça os primeiros discos da banda, mas isso não altera de maneira alguma a opinião positiva que tenho sobre esse material. Sumo Grip tem uma pegada mais forte do hard rock que vaza aos ouvidos, como na estonteante Heartbreaker e uma grande variedade de estilos muito bem executados, como facilmente se percebe na “aorzada” que os caras dão em Don ou no toque levemente progressivo de Cadillac. A voz intensa de John Lawton é sem dúvida o grande destaque do álbum, juntamente com a nova roupagem de Ride in the Sky, presente no primeiro trabalho dos caras, o Lucifer´s Friend de 1970. (Rose Gomes)



Thin Lizzy – Thunder and the Lightning (1983)



Durante muito tempo o Thin Lizzy existiu sem Phil Lynott, em versões comandadas principalmente por John Sykes, mas quando chegou a hora de gravar um disco de estúdio, o peso do nome literalmente pesou e os caras mudaram o nome para Black Star Riders (sem John Skyes, bom esclarecer); então, mesmo se reunindo para eventuais shows, em termos de discografia de inéditas o Lizzy acabou mesmo em Thunder and Lightning, o disco mais “metal” dos caras, talvez por influência de Sykes, então novo parceiro de Scott Gorham nas seis cordas do grupo. A paulada faixa-título é uma prova disso. A bela The Sun Goes Down e maravilhosa The Holy War são outros destaques. (Carlos H. Silva)




Simon & Garfunkel – Bridge Over Troubled Water (1970)


O último trabalho de estúdio da dupla mais querida da América é um verdadeiro clássico do Folk Rock, uma despedida em altíssimo nível. Cecilia, The Boxer, El Condor Pasa e a faixa-título são só alguns exemplos do quão especial foi a despedida de Simon & Garfunkel em estúdio. (Carlos H. Silva)









The 13ͭ ͪ  Floor Elevators - Bull of the Woods (1969)



Pode ser que essa banda não seja muito conhecida no mainstream, mas sem sombra de dúvidas, no ano de 2013 passou a ser, um pouco mais, falada por intermédio dos suecos do Ghost, que gravaram o EP, If you have Ghosts, que é uma canção de Roky Erickson, que foi o vocalista do The 13ͭ ͪ Floor Elevators, ufa! Eles tinham uma veia de Rock 'n' Roll psicodélico que se enquadrava à época, mas que tinha um Q a mais, era mais pesada, mais crua, e esse disco foi quem decretou o término das atividades dos caras. Never Another, Rose and the Thorn e Dear Dr. Doom são as que recomendo nesse play. (João C. Martins)




Ramones - ¡Adios Amigos! (1995)



O que dizer de um disco feito exatamente para se despedir de milhares de fãs apaixonados? Adios Amigos é, no mínimo um registro emocionante do Ramones que antes de dar seu último suspiro resolveu presentear os fãs com um novo álbum e uma turnê. O destaque do trabalho fica a cargo não só do entrosamento dos músicos como também das excelentes faixas I Don't Want to Grow Up (cover muito bem feito de Tom Waits), Life's a Gas, She Talks to Rainbows e Born to Die in Berlin, sendo esta última uma das seis composições de autoria do ex-integrante Dee Dee Ramone que colaborou no derradeiro trabalho de sua ex-banda. Em 1996 o Ramones encerraria as atividades e anos mais tarde, mais precisamente em 2001, o vocalista Joey Ramone morreria em decorrência de um câncer linfático. Uma pena. (Rose Gomes)



Cream - GoodBye (1969)

Como o próprio nome já diz, e não tenta esconder de ninguém, GoodBye foi o último álbum de estúdio do Cream. Embora ele conte com apenas três faixas inéditas, não deixa de ser o último disco da banda. Não chega a ser um final apoteótico como todos esperavam dessa gigantesca banda, mas foi um fim digno de entrar nessa lista. (João C. Martins)



Goodbye foi um álbum “meio” que gravado na marra pelo super power trio Cream no final de 1968 exatamente para ser o último trabalho da banda que já estava decidida a terminar. Apesar de conter apenas seis faixas, sendo três delas inéditas e as outras três versões ao vivo de um show realizado em L.A, o disco é uma preciosidade e um show à parte dos músicos. Um dos destaques se deve à graciosa Badge, composição que Clapton fez em parceria com o beatle George Harrison, que inclusive toca guitarra base na gravação. Entre as versões ao vivo Politician é, sem dúvida, a mais impactante do disco. (Rose Gomes)




Cinco discos que fazem a diferença

Posted by That Rock Music | Posted in | Posted on 22:07

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Por Ronaldo S. Lages, colaborador do That Rock Music Blog!


Selecionei aqui cinco álbuns que marcaram a cena metálica nos últimos anos e fizeram a diferença no underground.

Kreator – Renewal

Em 1992 o Kreator lançou “Renewal”, para muitos fãs e imprensa especializada, um dos mais discutíveis álbuns dessa banda. Entretanto, que seja feita justiça jornalística para com esse disco dos alemães.
O próprio Mille Petrozza diz que a sonoridade de álbum não o agrada, contudo, uma audição mais atenta nos mostra o contrário, “Renewal” traz um Kreator mais cadenciado, sereno e até mesmo filosófico. À época, o som de bateria de Jürgen Ventor Reil fez os fãs do Kreator torcerem o nariz, mas se encaixou perfeitamente com a proposta do disco. Esqueça seus preconceitos, vamos dar um ponto a mais para os mestres do Thrash.


Entombed – Wolverine Blues

A Suécia sempre nos presenteou com grandes bandas do Death Metal, citar nomes aqui é chover no molhado. Na década de 1990, como se sabe, foi uma fase difícil para o Metal comercialmente falando. Entretanto, o underground, habitat natural do Entombed, estava muito bem, obrigado.
Nessa época, “Wolverine Blues”, seu álbum mais proeminente causaria estragos na cena; um dos mais competentes discos de sua discografia uniria em uma perfeita sinergia espontaneidade, ferocidade e feeling no seu nada usual estilo de compor. O destaque, como não poderia faltar aqui, vai para os riffs extremamente inteligentes e funcionais, além da voz potente e marcante de L.G Petrov.




Cathedral – Ethereal Mirror

O Cathedral possui diversos discos de alta qualidade, difícil apontar o melhor, vou me ater a este “Etheral Mirror”. A banda liderada por Lee Dorrian carrega em sua levada a mais pura essência do Black Sabbath. A paixão pelo quarteto de Birmingham está presente na música do Cathedral, levam às últimas consequências sua influência sonora. Ouvir o Cathedral é como ouvir um Black Sabbath pós-moderno tamanha é a semelhança, solos na melhor escola Tony Iommi, bateria “Wardiana” e o baixo que nos remete as patadas de Geezer Butler.
Para quem não ouviu nada do Cathedral ainda, pode começar por “Ethereal Mirror”, mas também, pode escolher qualquer álbum de olhos vendados, não tem erro.


Katatonia – Dance of December Souls

Novamente eles, os suecos, dessa vez é o Katatonia que dá as caras por aqui. Um dos primeiros álbuns da extensa discografia da banda é o clássico “Dance Of December Souls”, que assim como os outros citados aqui nessa coluna, balançaram as estruturas da cena.
Nessa época, o Katatonia ainda contava com os chamados vocais guturais semelhantes ao Black Metal, somado a uma sonoridade sorumbática, sim; esteja preparado para ouvir um dos discos mais melancólicos da história (não recomendado para depressivos crônicos). Em contrapartida, este “Dance Of December Souls” é um dos discos mais inspirados e bonitos do que convencionou – se a ser chamar de Death Doom Metal.


Paradise Lost – Icon

Com certeza, se um tivesse que fugir para uma ilha deserta e obrigatoriamente tivesse que levar um disco, este seria “Icon” do Paradise Lost.
O Paradise Lost foi um dos precursores do Metal gótico, inclusive, ajudou popularizar o estilo que hoje já está consolidado ainda no fim da década de 1980. Com álbuns irrepreensíveis, “Icon” é antecessor do multi - platinado “Draconian Times” de 1995.
Entretanto, “Icon” não perde em nada para seu sucessor, solos vibrantes, emoção em cada nota e vocal possante, diga – se de passagem, Nick Holmes deixou rastro na história desse estilo com sua grande presença de palco e o timbre que lembra  James Hatfield (Metallica).
Para quem quer ouvir bandas que flertam com o gótico de maneira inteligente, construtiva e sem aditivos ou oportunismos, o Paradise Lost deve estar presente nessa lista. Vida longa ao Paraíso Perdido.
           

Ronaldo S. Lages: é jornalista, publicitário, filósofo, sociólogo, teólogo, crítico literário, artista plástico e cambista no Pacaembu nas horas vagas.

Confira os detalhes da edição deluxe do novo álbum do Edguy

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:56

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A edição deluxe de Space Police – Defenders Of The Crown, trará uma edição em earbook com 130 fotos e textos escritos pela banda, num livro de capa dura.

Confira o tracklist:

01. England
02. Aychim In Hysteria
03. Space Police (progressive version)
04. Space Police (instrumental version)
05. Love Tyger (instrumental version)
06. Defenders Of The Crown (instrumental version)
07. Do Me Like A Caveman (instrumental version)



Stones podem voltar ao Brasil

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:53

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De acordo com o jornal Destak, os Rolling Stones podem pisar em terras brasileiras ainda este ano. Os músicos abriram um espaço na agenda, entre os meses de outubro e novembro, para negociar shows na América do Sul, incluindo o Brasil. Será a quarta vez que a banda vem ao país. Além do show gratuito no Rio de Janeiro, em 2006, os roqueiros se apresentaram em 1998 e 1995, no Hollywood Rock.

GOTTHARD: confira tracklist da versão suíca do novo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:48

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O Gotthard liberou o tracklist da versão suíça de "Bang!", álbum que tem previsão de lançamento para 4 de abril. Confira:

1. Let Me In Katie
2. Bang!
3. Get Up 'N' Move On 
4. Feel What I Feel 
5. C'est La Vie 
6. Jump The Gun
7. Spread Your Wings 
8. I Won't Look Down
9. My Belief 
10. Maybe 
11. Red On A Sleeve 
12. What You Get 
13. Mr. Ticket Man 
14. Thank You
15. I Want It All (Bonus track)
16. You Can't Stop Me (Bonus track)

Ouça "Temptation", nova música de Sebastian Bach

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:44

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Temptation é parte do álbum "Give ‘Em Hell" e  tem previsão de lançamento para 22 de abril via Frontiers Records. 

Confira:






Confira os detalhes do novo álbum de Sebastian Bach

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:12

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Give ‘Em Hell tem previsão de lançamento para 22 de abril via Frontiers Records. 

Confira o tracklist:

01. Hell Inside My Head
02. Harmony
03. All My Friends Are Dead
04. Temptation
05. Push Away
06. Dominator
07. Had Enough
08. Gun To A Knife Fight
09. Rock N Roll Is A Vicious Game
10. Taking Back Tomorrow
11. Disengaged
12. Forget You

AC/DC prepara novo álbum e turnê comemorativa

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:44

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O vocalista do AC/DC Brian Johnson, disse em entrevista à  rádio Gater 98.7, da Flórida, EUA, que a banda prepara novo álbum e uma turnê que será composta por 40 shows especiais. O trabalho começará a ser gravado no mês de maio, em Vancouver, Canadá.

"Já são 40 anos de existência da banda. Então, eu acho que nós vamos tentar fazer 40 shows para agradecer aos fãs por sua lealdade eterna. Quer dizer, honestamente, que nossos fãs são apenas o melhor do mundo, e agradecemos a cada um deles", decretou Johnson.

Focus fará shows por aqui em Abril

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:36

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O Focus anunciou através de seu Facebook oficial quatro shows no Brasil em abril, nas seguintes cidades:
09/04/14 - Florianópolis (John Bull)
10/04/14 - Curitiba (John Bull)
15/04/14 - Rio de Janeiro (Teatro Rival Petrobras)
16/04/14 - Belo Horizonte (SESC Palladium)


Uriah Heep no Brasil em maio

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:45

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O Uriah Heep chega ao Brasil ainda neste primeiro semestre e deve se apresentar na Virada Cultural, que acontece em São Paulo, no dia 17 de maio.

A banda esteve no país uma única vez em 1990, ainda com o baixista Trevor Bolder falecido no ano passado. Atualmente Davey Rimmer (ex- Zodiac Mindwarp & The Love Reaction) assume o baixo da clássica banda.

Deep Purple e os 40 anos de Burn

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:35

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Nesta última semana, mais precisamente no dia 15, Burn, o oitavo álbum  do Deep Purple completou 40 anos. Considerado um dos trabalhos mais importantes da banda, o disco vendeu mais de 100 mil cópias no Reino Unido e 500 mil nos EUA, o que foi uma boa notícia para o grupo, que amargava o fracasso das vendas de seu antecessor, Who Do We Think We Are, de 1973. Aliás, 1973 foi um ano movimentado pro Purple. Em decorrência de algumas desavenças com o guitarrista Ritchie Blackmore, o então vocalista Ian Gillan e o baixista Roger Glover deixaram a banda, “arruinando” para muitos fãs o que seria a formação clássica do grupo. Mas uma nova e promitente fase estava por vir.

Os caras logo recrutaram Glenn Hughes, baixista da banda Trapeze, bastante respeitado por suas influências advindas da soul music e um talento ainda desconhecido, descoberto através de uma fita demo: David Coverdale. Pronto, o Deep Purple agora contava com um novo baixista e um vocalista promissor em seu novo line- up e já estava preparada para trabalhar em seu novo álbum.

Em novembro de 1973 Burn é gravado nos estúdios Rolling Stones Mobile Studio em Montreux, na Suíça, sendo lançado três meses depois e mostrando as diferenças significativas que os novos integrantes introduziram à banda.

Do primeiro som do disco, a faixa-título Burn, não é preciso dizer muito, apenas que se trata de um dos maiores clássicos de todos os tempos, que traz a combinação perfeita de belos riffs, solos perfeitos e as viradas demoníacas de Ian Paice. Isso sem deixar de mencionar, é claro, os vocais poderosos de Hughes e Coverdale, duas das mais belas vozes da música.

Reprodução: Poeira Zine

Might Just Take Your Life destaca sem muitas firulas, toda a técnica e precisão de Jon Lord em seu indefectível teclado, enquanto que  em Lay Down, Stay Down é a vez de Ian Paice dizer quem é que manda na bagaça, arregaçando - como sempre - na batera.

O disco também conta com Sail Away, canção deliciosa que traz uma dobradinha baixo/guitarra cheia de swing e You Fool No One, que é uma verdadeira aula de sincronia e técnica entre os músicos.

Indo para o lado mais blues do álbum, chega What's Goin' On Here, com forte presença de guitarra e teclado e Mistreated que traz como destaque a interpretação única de Coverdale e os belos solos de Blackmore. Uma das mais belas faixas do álbum, que fecha com a instrumental A200 que nos transporta para outra dimensão através da viajada que Jon Lord dá em seu teclado, muito bem acompanhado aliás, de Ritchie Blackmore e seus riffs melódicos.

Burn é um álbum que deve ser celebrado sempre, pois se trata de um verdadeiro tesouro do rock, que mostra que a junção de elementos da boa música sempre trazem resultados de qualidade e enriquecem ainda mais o que já era bom. É um disco bastante democrático em que todos os músicos têm o seu momento de brilhar e que  a cada faixa surpreende, nunca caindo na mesmice. E que venham mais 40 anos de Burn! (Por Rose Gomes)




Burn (1974)

1.Burn – 6:00

2.Might Just Take Your Life – 4:36

3.Lay Down, Stay Down – 4:15

4.Sail Way – 5:48

5.You Fool No One – 4:47

6.What’s Going On Here – 4:55

7.Mistreated – 7:25

8.“A” 200 – 3:51



Deep Purple

Ritchie Blackmore – Guitarra

David Coverdale - Vocais

Glenn Hughes – Vocais/Baixo

Jon Lord – Teclados

Ian Paice – Bateria





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