Rush: livro de Neil Peart em pré-venda no Brasil

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 14:44

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Via Whiplash

"Ghost Rider: Travels on a Healing Road", livro lançado pelo baterista do RUSH Neil Peart em 2002, vai ser lançado no Brasil com o título "Ghost Rider: A Estrada da Cura" pela editora Belas-Letras no começo de março mas quem quiser já pode encomendar o livro na pré-venda num kit livro mais camiseta personalizada do livro e que será enviado a partir de 28 de fevereiro- uma semana antes do lançamento nas livrarias.


Abaixo o release do livro, que custa R$ 39,90 na pré-venda até o dia 10 de fevereiro ou durar o estoque.
Após a morte da única filha, Selena, e da esposa, Jackie, o músico Neil Peart se transformou em um fantasma – um homem sem motivação, esperança ou fé. Sozinho em casa, convivendo com as lembranças, ele decide pegar a estrada com sua moto, uma BMW R1100GS, para rodar por 90 mil quilômetros, sem destino, em busca de um motivo para preencher o vazio que sente.
Esta é a história real de um homem que partiu carregando a morte e o luto, mas transformou sua jornada em uma poderosa narrativa sobre a solidão, o amor e, acima de tudo, a paixão pela vida, mesmo quando tudo ao nosso redor nos leva a desistir dela.
Para comprar o livro, clique aqui.

Agenda - Fevereiro

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 18:36

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01/02 

Premiata Forneria Marconi  - Rio de Janeiro - RJ
Ratos de Porão  - Fortaleza - CE 


05/02

Bad Religion Rio de Janeiro - RJ 
Offspring Belo Horizonte - MG


07/02

Bad Religion - Santos - SP
Offspring - Florianópolis - SC


08/02

Bad Religion - São Paulo - SP                              
Dark Avenger - Teresina - PI
Highlive  - Curitiba - PR
Kamelot - Rio de Janeiro - RJ
Parkway Drive e Heaven Shall Burn  - São Paulo - SP

Phil Lewis - São Paulo - SP


09/02

Bad Religion - Curitiba - PR
Flagelador  - Fortaleza - CE
Kamelot  - São Paulo - SP
Parkway Drive e Heaven Shall Burn - Rio de Janeiro - RJ


11/02

Kamelot - Belo Horizonte - MG


12/02

Transatlantic - São Paulo - SP


19/02

Elton John - Rio de Janeiro - RJ


21/02

Elton John - Goiânia - GO


22/02

Elton John - Salvador - BA


26/02

Elton John - Fortaleza - CE




Lista: 15 discos sem sentido

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:37

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Fala, galera!
Na lista desta semana resolvemos escolher alguns discos que são verdadeiras "mancadas" na discografia de algumas grandes bandas.

O termo "mancada" usado aqui é altamente relativo, assim como tudo que envolve música, listas e gostos pessoais... uma pessoa pode ler esta lista e dizer que ama todos os discos nela, outra pode ler e concordar que os 15 são ruins. Alguns gostam de uns e outros não. Entre nós mesmo, da equipe do blog, tenho certeza que gostamos de pelo menos um ou dois discos que estão nesta lista.

Porém, o que vale destacar aqui é que nunca faremos uma lista baseada em "número de vendas" ou vamos dizer que o disco é ruim porque vendeu pouco e bom porque foi um estouro mundial.

O que vale é a opinião de cada um de nós, como toda lista deve ser.

Vamos à ela!


Queen - Hot Space (1982)


É difícil entender como uma das maiores e melhores bandas de todos os tempos conseguiu a proeza de fazer um dos piores álbuns da história. Talvez o que salve Hot Space do total fracasso seja a única faixa realmente interessante do disco, Under Pressure com a participação lendária de David Bowie. E só. O restante do disco beira a new wave que acendia àquela época, característica que não combina nem um pouco com o Rock and Roll tradicional em sua mais pura essência que o Queen sempre fez. Talvez seja por isso que ao meu ver o disco seja ruim: ele foge do que a banda havia feito (brilhantemente) nos trabalhos anteriores. (Rose Gomes)


Black Sabbath – Forbidden (1995)


Tirando alguns riffs de Guilty as Hell e The Illusion of Power, nem Tony Iommi conseguiu salvar   Forbidden de ser o pior trabalho do Black Sabbath – e perdurava como último de estúdio do Sabbath até o titânico 13 ter sido lançado em 2013. A formação da banda era ótima, uma das melhores que o Sabbath já teve, com Tony Martin no vocal, Neil Murray (baixo) e Cozy Powell (bateria) na cozinha e o brother de sempre Geoff Nicholls nos teclados. Infelizmente a despedida desta formação não foi com um grande disco, e sim um ponto fraco na discografia da banda. (Carlos H. Silva)

The Who - It's Hard (1982)


Quando escolheram esse nome para o disco, provavelmente é porque já sabiam que seria difícil, difícil de ouvir do início ao fim. Quem se acostumou com a pegada de Moonie na bateria, dificilmente aceitaria todo aquele aparato que arranjaram para substitui-lo. Quando escolhi esse para lista fiquei na dúvida entre ele e seu antecessor, Face Dances, contudo acabei optando por esse pelo simples fato de ter sido o segundo erro consecutivo. Eminece Front é a que se salva.  (João C. Martins)

Bon Jovi - What About Now (2013)


O Bon Jovi já foi uma banda de hard rock, e das boas, mas parece ter deixado toda aquela empolgação em 1995, no último álbum que realmente vale a pena, o These Days. Desde lá uma sucessão de álbuns pop rock cueca têm sido lançados por Jon & Cia e este mais recente é um verdadeiro show de horrores. What About Now traz uma pegada pobre e  pop, com uma batidinha que ao meu ver tenta se aproximar do estilo indie, mas sem sucesso. Fica humanamente difícil escolher entre todas as fraquíssimas 12 faixas qual a pior. E se não bastasse a banda fez um show triste no Rock in Rio 2013 tentando nos empurrar goela abaixo essas torturas musicais. Desgraça pouca é bobagem! (Rose Gomes)

Aerosmith – Just Push Play (2001)


Um álbum completamente ruim. Absolutamente nenhuma canção se salva. Não dá nem para escrever mais de duas linhas sobre porque isso já diz tudo. J-J-J-J-Jaded te lembra algo? (Carlos H. Silva)


Paralamas do Sucesso - Severino (1994)


Confesso que escrever algo de ruim a respeito deles não foi tarefa das mais fáceis, pois não gosto de falar mal de grandes clássicos do Rock, podo muito as palavras, e com Severino não será diferente. Realmente não sei, nem imagino o que se passou na cabeça dos caras, o disco não tem muito pé nem cabeça. Não chega a ser horrível! Mas navega bem longe de ser bom. Eu gosto de Não me estrague o dia. (João C. Martins)



Titãs – Titanomaquia (1993)


Este é mais um daqueles típicos casos em que o empresário acha que pode mudar o estilo da banda para acompanhar o que está em evidência, claro, apenas pensando no retorno financeiro. Este é o meu ponto de vista sobre Titanomaquia, álbum forçadíssimo que o Titãs gravou em meio a grande onda do momento, o grunge que invadia as telas da MTV e as “rádios rock” da vida. Os caras recrutaram até Jack Endino, que já havia trabalhado com o Nirvana, para produzir o álbum e deixa-lo mais... pesado?! E pra quê? E de pensar que  a banda que já havia lançado o incrível Cabeça Dinossauro... É realmente uma judiação sonora pensar neste disco de 1993. (Rose Gomes)

Kiss – Carnival of Souls (1997)


O último disco do Kiss sem máscara e antes da reunião com a formação original. Altamente inspirado pelo grunge dos anos 90, nem dá para acreditar que estamos ouvindo Kiss. Chatão do início ao fim – ou quase fim, a última canção, I Walk Alone, se salva e tem os vocais de Bruce Kulick pela primeira e última vez na banda. Um álbum completamente sem sentido na discografia festeira do Kiss. (Carlos H. Silva)

Strokes - Angles (2011)


Quem conhece o trampo deles, sabe que já fizeram coisa boa, podem não ter sido um clássico do mundo da música, mas foram tidos como uma nova boa banda. Lançaram três excelentes álbuns nos anos de 2001, 2003 e 2006, ficaram fora do ar até 2011, e ao voltar... BOOM! O pior disco deles, do ano, da história. Talvez Machu Picchu, Undercover of Darkness e Call me back, sejam as com possibilidade de audição. (João C. Martins)

Guns N´Roses - Chinese Democracy (2008)


Eu classificaria este disco do Guns como um dos maiores micos que o rock já produziu. A começar pela enrolação até o mesmo ser lançado. Se não me engano foram mais ou menos, assim, por alto, uns 12 anos de “promessas” por parte do matusquela Axl Rose. A banda já não era a mesma e havia perdido grandes músicos como o guitarrista Slash, verdadeira “alma” da banda. O Guns teria que trabalhar duro pra criar algo que realmente fizesse a banda voltar a ser o estouro que era na década de 80. Mas parece que eles não conseguiram. Chinese Democracy até teve bom desempenho comercial, mas musicalmente deixa e muito a desejar. (Rose Gomes)

Pink Floyd – The Final Cut (1983)


O álbum solo de Roger Waters que saiu com o nome do Pink Floyd e os caras da banda como músicos de apoio. Curiosamente a única canção que se salva é Not Now John, a única com vocais de David Gilmour. O restante não rola. (Carlos H. Silva)

The Hellacopters - Rock & Roll Is Dead (2005)


Pode ser que você se pergunte: "Tá, mas quem é Hellacopters? O que eles já lançaram de bom?" E realmente, no mesmo ritmo dos Strokes, não são nenhum clássico consagrado de coisa alguma, mas vinham fazendo um bom trabalho, haviam lançado um ótimo disco, com vários hits, o By the Grace of God (2002), mas o porquê de depois de tanta boa expectativa, decidiram jogar tudo no lixo, eu nunca poderei lhe responder. O disco é tão sem sentido, que depois disso só lançaram um único álbum, e somente covers. (João C. Martins)

Van Halen – Van Halen III (1998)


Quando ouço os primeiros acordes de Without You tenho realmente a sensação de que estou ouvindo Van Halen, porém ao invés da doce voz rouca de Sammy Hagar ou até mesmo os vocais marotos de David Lee Roth, o que temos? Gary Cherone, isso mesmo, o vocalista da banda Extreme, aquela do hit enjoado More Than Words. Não que eu não goste do Extreme ou do Gary, gosto da banda, que aliás tem uns sons ótimos, mas como diz minha tia “não ornou”. Instrumentalmente (principalmente na guitarra) o álbum não consegue ser ruim, mas é de longe um dos piores que uma banda de nível como o Van Halen já produziu. (Rose Gomes)


Iron Maiden – Fear of the Dark (1992)


Ok, a faixa-título é legal (apesar de já ter enjoado ouvir no cd, no mp3 ou no rádio, ao vivo em um show do Maiden continua um dos pontos altos), Be Quick or Be Dead Afraid to Shoot Strangers são legais também, mas o resto não me agrada. “ah, mas e os discos com o Blaze?”, consigo achar motivos o suficiente para que os dois álbuns com Blaze sejam melhores do que Fear of the Dark no meu gosto. Simplesmente não “entendo” este álbum em meio à discografia da banda, é o único que não consigo ouvir de cabo a rabo - sem contar que a chata Wasting Love, pior canção do Maiden, é deste disco. (Carlos H. Silva)



Kings of Leon - Only by the Night (2008)



Haverá quem diga: "Ah! Mas lá vem ele de novo com essas bandas chatas..." E assim como os Strokes e os Hellacopters, KOL nunca foi nenhum clássico, consagrado e consolidado do Rock, mas eu gostava deles, achava que poderiam fazer algo maior, mas preferiram se vender ao mainstream, e mainstream não combina com música boa. Only by the Night é o que os propagou para o mundo, com faixas como Use somebody, Sexy on fire, Closer... porém para aqueles que gostavam da caipiragem que eles faziam em powerchords, foi uma ofensa o que veio a partir desse disco. (João C. Martins)

Assista o vídeo de King for a Day, novo som do Primal Fear

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:10

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King For a Day é parte do álbum Delivering the Black, lançado nesta semana via Frontiers Records.

Confira:



Truckfighters, provavelmente a melhor banda do mundo.

Posted by João Carlos Martins | Posted in , | Posted on 17:45

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É com muito prazer que digo, que está aberta a TEMPORADA DE CAÇA AO ROCK! Aaaaaaaaaaaaaaaaaargh! Roaaaaaaaaaaaaaaaaaar! ROCK ‘N’ ROLL BABY! UH! UH! Uh, uh…

Olá, de novo, A Caverna de John, de todas as quintas-feiras está de volta, mais pesada do que nunca! A paulêra não tem limites nesse lugar, você bem sabe disso, já que não perde um post sequer, certo? Certo! Então para não deixar a poeira baixar, porque a gente gosta de poeira, de deserto, de pedrada, de STONER, vamos logo ao que interessa. Digo bóra!

Desde que passamos a nos encontrar virtualmente nessa página da internet, falamos de muita banda boa, de bandas clássicas, de bandas novas, de bandas velhas, de bandas novas, de bandas famosas, de bandas extremamente lado b, e enfim, falamos de muita coisa mesmo. Já faz um enorme tempo que quero falar da que falaremos hoje, e é outra daquelas pertencente a série: “Me orgulho de ter conhecido nos vídeos relacionados do Youtube” se é que existe essa série. É do tempo que estava começando a conhecer o gênero, e ouvia tudo o que encontrava, afinal estava mergulhado num novo estilo musical, que até hoje é fundamental, não só em termos de gosto, mas também de vida, pois o Stoner me abriu vários horizontes, no que se diz respeito à música, e graças a isso me permiti ser muito mais “cabeça aberta” para tudo o que é tipo de som, e deixa eu parar por aqui, ou se não começarei a chorar, e a contar toda a história, que você já conhece.

Os caras são Suecos e iniciaram suas apresentações em 2001, e como toda banda lançaram EPs, Split albums, evidentemente full lenghts, que para se consolidar como banda não adianta ficar só lançando EPs. Recém saído do forno temos o excepcional trabalho chamado, Universe, que, com certeza, se não houver nesse ano mais onze ótimos discos, ele estará na minha lista de Melhores de 2014. Obviamente a banda é TRUCKFIGHTERS!

Na foto, Ozo (Baixo e Vocal), Poncho (Bateria) e Danzo (Guitarra).

Como disse, esse que é o mais recente compacto lançado pela banda, é um petardo, um dos mais bem trabalhados que já ouvi, de som fuzziado, sujo, pesado, mas claro de se ouvir, identifica-se cada integrante, riffs, solos, viradas de bateria, linhas de baixo, e um vocal setentista sem igual. Recomendo e muito a audição dele, contudo não é o que eu tenho em mente para nossa discussão de agora, afinal eles são uma banda independente, e poucos conhecem, então pressupondo que meu interlocutor também não conheça, acho melhor falarmos do primeiro que lançaram, e que já é um clássico consolidado no mundo do Stoner, falo de Gravity X (2005).

A formação da banda citada anteriormente, não é a que gravou esse disco, embora Ozo e Dango estivessem presentes, houve também a participação de Fredo (Guitarra), Paco, Pezo e Anders Jacobson (Dividindo as faixas na Bateria, porém nos shows era Pezo quem se apresentava).

Esse foi o primeiro álbum de estúdio lançado pela banda, e veio de uma forma que espantou todos que tiveram a oportunidade de ouvi-lo. Ele foi o mais grosseiro que fizeram, sem dúvida, e tremendamente agressivo. Receberam elogios vindos de Josh Homme, algo como: ”The best band that’s ever existed” – “A melhor banda que já existiu”. Ou da revista Metal Hammer: “Truckfighters blast your ears with their unique take on modern Rock” – “Truckfighter explodirá seus ouvidos com sua pegada única no Rock atual”. Entre muitos outras citações.

Com a fórmula do Desert Rock nas mãos, os caras fazem seus riffs ecoarem como uma aventura sem fim, envolto a letras de pura descontração, onde não há mais nada, além de muita atitude e autenticidade, para se fazer aquilo que bem entender. A primeira faixa do disco exemplifica isso de forma muito evidente, confira Desert Cruiser.

Truckfighters - Desert Cruiser

 

São aproximadamente oito minutos de extrema densidade musical. Sem contar que eles parecem estar tocando como se fosse a primeira vez, de tão empolgados que são.

É estranho falar de Deserto quando se vive na Suécia, mas levemos em consideração apenas a semântica da palavra e a questão quanto ao nascimento do estilo. 

Eles tocaram no Brasil em 03/11/2012, no conhecido Festival DoSol, em São Paulo e também em Recife. A vinda deles não foi nenhum estardalhaço de notícias, muito pelo contrário, poucos souberam, o show foi num local, relativamente, pequeno, com a abertura do espetáculo sendo feita por bandas que, se assim posso dizer, não tinham muita semelhança com aquilo que nossos hóspedes vieram fazer, entretanto quem foi diz que foi um grande show, e não duvido disso. Uma lástima ter perdido. O que consola é saber que acabaram de lançar um ótimo novo disco, talvez se lembrem do nosso sotaque e voltem em breve para nos visitar.

truck-dosol

Retomando ao Gravity X, outra faixa que chama muita atenção nesse trabalho é Subfloor, pelo ritmo de batucada, que dá um ar dançante à canção, além da beleza dos trompetes e trombones que alimentam essa criatura com uma suavidade ímpar, em meio a tanto peso.

Truckfighters – Subfloor

 

Nessa canção os metais ficaram por conta de Andreas Alm (Trompete) e Petter Fridell (Trombone).

É uma das bandas que mais tenho ouvido atualmente, e espero realmente que voltem ao Brasil, para que eu possa, quem sabe, fazer uma resenha de sua performance ao vivo, estando num dos lugares mais bacanas que já inventaram, que é num espetáculo de Rock!

Ah! Ouça o disco todo.

Truckfighters – Gravity X (Full album)

 

Tracklist:

1. Desert Cruiser
2. Gargarismo      
3. Momentum     
4. Freewheelin’
5. The Deal     
6. Superfunk
7. Subfloor
8. Gweedo-Weedo    
9. Manhattan Project      
10. In Search of (The)
11. Intermission      
12. A. Zapruder     
13. Altered State 

 

Observações:

- A descrição da banda em seus perfis é simplesmente genial: “Probably the best band in the World!” – “Provavelmente a melhor banda no Mundo!”;

 

- O disco mais de uma hora de duração, algo muito difícil de se ver atualmente;

 

- Criaram algumas aversões ao nome Stoner, pelo fato de sempre associarem o nome com algo que envolva Drogas. Afirmam ser completamente caretas, exceto quando o assunto é álcool e músicas psicodélicas;

 

- Têm um documentário a ser lançado, sem nenhuma previsão, chamado Truckfighters (Fuzzomentary), nele o baterista Pezo ainda fazia parte da banda. Dele foi extraída a fala de Josh Homme citada no início, sem contar que muita gente boa aparece no trailer de divulgação, que você pode ver clicando aqui.

The Who lançará álbum de inéditas em 2014.

Posted by João Carlos Martins | Posted in | Posted on 14:12

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Boatos circulam dizendo que The Who irá lançar um novo álbum, nesse ano (2014). Desde 2006, quando lançaram o bom Endless Wire, não se vê algo novo vindo dos ingleses, contudo é incontestável a tremenda facilidade que Pete Townshend tem para compor, sem contar que antes mesmo de lançarem seu último trabalho, Roger Daltrey, em entrevista concedida após o show que os reunira em Las Vegas depois de muito tempo, citou que estavam compondo juntos, ou seja, muita coisa deve ter saído desde então. Não é nada certo ainda, mas depois das tantas reviravoltas que já deram na vida, não há como duvidar de algo que seja divulgado em nome deles, principalmente quando se fala de novas canções.

A informação foi divulgada após entrevista concedida por Roger Daltrey à NME Magazine.

Alguns rumores disseram que a banda poderia pousar em solo tupiniquim ainda esse ano. Quem sabe não seja esse o palco ideal para as novas canções que estão no forno.

The Who – Endless Wire

 

 

Fonte: NME

Zefirina Bomba vai tocar no South by Southwest

Posted by João Carlos Martins | Posted in | Posted on 13:44

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Há alguns dias foi dada a notícia que o trio porreta (para não chamar de power-trio), Zeferina Bomba, da Paraíba, foi uma das bandas inclusas no line-up de um dos festivais alternativos de maior respeito nos EUA, que é o South by Southwest. Contudo, devido ao nome da banda, que é bem peculiar diga-se de passagem, a inclusão dos brasileiros ganhou um tom ainda maior de um grande feito, pois numa primeira tentativa de aparição no tal festival, chegaram a ter seu visto negado, e há quem diga que pelo sobrenome Bomba que Zeferina carrega, entendeu? Apesar de não ter nada de concreto nessa afirmação, é um motivo que encontraram, embora isso já não deva mais ser, ou pelo menos por enquanto, pauta de assunto, afinal de contas os caras foram escalados para ter a tão aguardada apresentação.

Rayan (Bateria), Edy (Baixo) e Ilson (Violão e vocal).

Fique com o videoclipe da mais bela canção dos rapazes, O que eu não fiz.

Zefirina Bomba – O que eu não fiz.
Fonte: Popload (Uol)

Conheça a banda Elevadores, e ouça “Festa de Dezembro”.

Posted by João Carlos Martins | Posted in , | Posted on 11:48

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Por João C. Martins

Para começar bem esta manhã, quase tarde, de quinta-feira, vamos falar de banda nova!

Apesar de ser colaborador desse blog, leio-o com a frequência de um fã, pois as notícias que são publicadas aqui me deixam sempre a par de tudo que acontece no mundo do Rock ‘n’ Roll. Além das notícias, temos as colunas semanais, resenhas, listas, e outra infinidade de coisas bacanas, contudo uma das partes que mais me chama a atenção é a coluna chamada Novas Bandas , que sem pudor algum divulga gente boa, mas que ainda está no começo de sua jornada musical. Caso você queira ser divulgado, mande-nos uma mensagem com algo que possamos ouvir, que ficaremos honrados em compartilhar, embora a de hoje não tenha sido dessa forma.

Garimpando os Youtubes, Soundclouds, My Spaces, et ceteras da vida, encontramos um pessoal muito bacana, que as vezes falta um pouquinho só pra engrenar, de fato. Talvez não seja o nosso empurrão o divisor de águas nas vidas desses músicos, mas quem sabe possamos ser alguém que colocou a mão no fogo por eles.

A banda de hoje (30/01/14) é paulistana, desde 2009 está na ativa, fazendo, o que se pode chamar, de Indie Rock, muito pela característica que é vigente em outras bandas de sonoridade similar. Eles chamam-se Elevadores!

Banda formada por, Wesley Martines, Henrique Almeida, André Oliveira e Edu Resende, já conta com um EP, onde contém quatro belas faixas.

O som dos caras abusa de uma brasilidade que falta em nossas programações de rádio e TV. Soa como algo parecido a Colombia Coffee, Copacabana Club, um jeito de cantar oitentista, retomando Cazuza entre outras baladas da época.

O EP você pode acompanhar logo abaixo:

Veja também o videoclipe da faixa Festas de Dezembro, clicando aqui.

Gene Simmons no CSI

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:57

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O baixista e vocalista do Kiss, Gene Simmons, deve participar de um episódio da 14ª temporada de CSI Las Vegas. O músico interpretará a si mesmo em um episódio que vai ao ar dia 12 de março, nos Estados Unidos.

Black Sabbath lançará single em benefício às crianças vítimas de guerras

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:54

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O Black Sabbath lançará um single em vinil para a faixa “Age Of Reason”, do álbum 13, em parceria com a Secret 7. A edição - limitada em 100 cópias - terá o lucro revertido à Warchild, instituição humanitária que ajuda crianças vítimas de guerras em todo mundo. Outras bandas como T-Rex e Massive Attack também farão parte do projeto.

Stone Temple Pilots desiste de festival para trabalhar em novo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:50

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O Stone Temple Pilots resolveu mudar de planos quanto à nova turnê que faria. A banda desistiu de fazer uma tour pela Austrália com o festival Soundwave e se dedicará a seu primeiro álbum completo com o novo vocalista, Chester Bennington. 

O lançamento está previsto para o primeiro semestre deste ano.

Titãs em, Õ Blésq Blom e os Reis do Rock Nacional.

Posted by João Carlos Martins | Posted in | Posted on 17:04

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por João C. Martins

Atualmente algo que está em grande falta, em termos de conterrâneos, são canções em nossa Língua materna. Claro que existem centenas de milhares de bandas nacionais que criam seus repertórios quase que inteiros em português, contudo quando se fala de Rock, isso se fragmenta com uma força relativamente desproporcional, afinal de contas é incontestável que o peso desse estilo musical forma um par muito mais elegante com nossos amigos oriundos dos Célticos, Indo-europeus e o escambau, do que com nossos parentes Latinos. Além desse casamento parecer ser de uma sinergia muito maior, não se pode desconsiderar o fato de que o berço Rocker vem daqueles que tem como idioma o Inglês - e só tenho a agradece-los pela criação – embora haja a necessidade de sinceridade nesse discurso, pois assim como todo bom fã, gosto de cantar aquelas canções que mais me marcam, e não só cantar, entender, imaginar o porquê de cada palavra escolhida, imaginar a loucura que passava pelas cabeças dos autores quando compuseram aquela determinada faixa, e Clássicos do Rock, as vezes não são tão bem interpretados por mim como deveriam, pelo simples fato de não ser um nativo, tampouco fluente no léxico em questão, e assim acabo deixando me levar por deduções, traduções equivocadas, inferências et cetera. 
Não quero colocar em pauta nenhum tipo de depreciação quanto a uma forma ou outra, que isso fique claro, mas que realmente faz falta assistirmos mais bandas que falem, não somente com a gente, mas para a gente. Uma das bandas que ainda faz isso, e lançou no ano passado (2013) um excelente álbum, todo em português, são as Vespas Mandarinas – que você pode ler mais clicando aqui – banda essa que se orgulha à beça de dizer que faz Rock Nacional, literalmente falando, e é claro que isso influenciado por alguma outra que também fizera o mesmo, e sabemos que em meados dos anos 80, muita, mas muita banda boa de Rock surgiu no cenário brasileiro como se fosse tudo combinado, exemplos disso: Ultraje a Rigor; Golpe de Estado; Paralamas do Sucesso (apesar de ser um pouquinho mais velho); Plebe Rude; Camisa de Vênus; e muitas outras. Eu admiro tremendamente essas bandas, porque eles se consolidaram falando para nós, como já disse e repito, não critico quem se consolidou, também, cantando seja lá como for, mas tenho uma admiração, um tiquinho assim, maior por bandas que abusam do Português da gente. Das bandas que citei como referências, não citei a minha favorita, justamente para fazer um pouco mais de suspense, mas como sei que não gosta disso, partirei logo para os finalmentes, mas não sem antes um bocadinho a mais de prosa.
A banda cujo o qual encarregar-se-á do tema, é simplesmente única, sem medo de controversas digo isso, já que não houve um disco deles sequer, que tenha sido ruim, na minha opinião, tiveram milhares de contratempos, desavenças nas gravações, mas tudo foi resolvido com o bom e velho Roquenrol (para abrasileirar a conversa). São Titânicos naquilo que fazem… ops! Acho que a dica foi um pouco exagerada, não? Se ainda não ficou claro, Titãs marca presença na Resenha de hoje.

Definitivamente uma das melhores bandas do Brasil. O disco do qual teremos o privilégio de falar agora, não pertence àquela tríade, tida como a trilogia sagrada da banda, constituída por Televisão (1985), Cabeça Dinossauro (1986) e Jesus não tem dentes no país dos banguelas (1987). O que encabeçará o nosso papo veio dois anos depois do último citado. O álbum é Õ Blésq Blom (1989), só porque é o que eu mais gosto.
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Como está sendo colocado na mesa a falta de brasilidade nas bandas atuais, não encontro um trabalho melhor, tanto deles, quanto de qualquer outra para representar isso, pois as letras falam da realidade de nossa pátria, a sonoridade tem um estilo bem peculiar, parametrizado com o que eles haviam feito até então, sem contar a arte da capa, toda confeccionada de forma artesanal. A faixa introdutória faz jus a tudo isso que acabou de ser dito, chama-se Miséria.
Obs.: No disco encontra-se como primeira faixa, Introdução por Mauro e Quitéria, que é um capítulo a parte que já será abordado.

Titãs feat. Rei do Rock e Quitéria – Miséria

Quase chorei assistindo isso…
Mauro (O Rei do Rock) e Quitéria são um show a parte, tanto na introdução quanto no desfecho do disco.
A letra de Miséria retrata, irrefutavelmente, algo que parece atemporal no Brasil. “Miséria é miséria em qualquer canto”, desde que nos conhecemos por gente, e ninguém faz nada para que seja o contrário.
Em seguida, outra faixa que apresenta com muita ênfase essa questão de desigualdade absurda, que presenciamos, sem ter que ir muito longe, a letra que falará disso é a de Rácio Simio. Dando uma pausa em toda essa crítica social, temos a presença de O Camelo e o Dromedário, que também utiliza em sua fala as implicâncias humanas, mas de uma forma, relativamente, mais descontraída, e rende boas risadas.
Titãs – O Camelo e o Dromedário

Quando se fala de hits, não podemos deixar de lado as que virão a seguir. Palavras, Medo, Flores e O Pulso, são aquelas tidas como Pop, já que todos conhecem mesmo sem ter ouvido o LP do início ao fim, ou qualquer outra coisa que o valha. Creio que essas canções não tenham necessidade de apresentação, então deixemos para ouvi-las quando dermos o play no completo.
Próximo ao fim, 32 Dentes, de enredo, posso dizer que, simples e efêmero, resume quase toda a história do full lenght, já que todo o assunto está envolto à miséria, desavenças, críticas infundadas. A décima parte desse compacto, limita-se a dizer que nunca mais vai dizer o que realmente pensa, ou o que realmente sente, e que jura, mas jura por Deus. Não se deve confiar em ninguém com mais de trinta, tampouco em alguém com mais de 32 dentes.
Titãs – 32 Dentes

Branco Mello parecia estar, um pouco, louco na apresentação.
Faculdade soa como Rácio Símio, por dois fatores: 1-) Falam de temáticas similares; 2-) Nando Reis é que canta. Sua levada no teclado é contagiante, e ouvi-la uma vez é sinônimo de cantarolar a melodia durante dias. Para finalizar Deus e o Diabo é a chave de ouro que consagra esse excelente trabalho. O que consigo interpretar nessa canção são os antônimos, antíteses, contraposições, ou qualquer coisa que seja oposta, para falar das ações de Deus e do Diabo, entretanto sejam essas ações representadas, se assim posso dizer, num ambiente familiar, sendo por vezes Deus a Mãe enquanto o Diabo é o Pai, ou como crianças as vezes animais, seres inanimados como quando diz que “Deus é o teto da casa, o Diabo é a porta dos fundos. o Diabo é o chão da cozinha, Deus é Vão da entrada”. Incríveis analogias, fazendo todo o sentido quando comparadas ao que, de fato, se vivência.
Titãs - Deus e o Diabo

Retomando a algo que disse no início, esse é o disco que mais gosto deles, muito também pela linha de baixo que é bem mais forte que em muitas outras obras dos caras. Recomendo quantas vezes for necessário, e espero que também passe a ser uma de suas referências a partir de hoje, se por acaso já não é. Fique com o álbum completo.
Titãs – Õ Blésq Blom (Álbum completo)

1 – Introdução Mauro e Quitéria
2 – Miséria
3 – Rácio Símio
4 – O Camelo e o Dromedário
5 – Palavras
6 – Medo
7 – Natureza Morta
8 – Flores
9 – O Pulso
10 - 32 Dentes
11 – Faculdade
12 – Deus e o Diabo
13 – Vinheta final por Mauro e Quitéria

E como a escalação do time era muito grande, deixei para o final:
Arnaldo Antunes: vocal
Branco Mello: vocal
Charles Gavin: bateria e percussão
Marcelo Fromer: guitarra e violão
Nando Reis: baixo e vocal
Paulo Miklos: saxofone e vocal
Sérgio Britto: teclado e vocal
Tony Bellotto: guitarra e violão


Observações:
- Mauro, que segundo fontes de pesquisa, era estivador, se auto-intitulava como Rei do Rock, em suas composições repentinas;
- Há quem diga que Marcelo Fromer e Tony Bellotto não aceitaram muito bem a ideia proposta para esse disco, pois ele não tem tantos riffs de guitarra, quanto se espera de uma banda de Rock;
- Outra história pertencente ao, “Há quem diga”, refere-se ao significado título do disco, batizado por Mauro (Rei do Rock), que traduzindo quer dizer “Os primeiros homens que andaram sobre a Terra”;
- O documentário A vida até parece uma festa, fala bastante dos caminhos percorridos pela banda, e clicando aqui você poderá conferir, um trecho, o que fala da história de Mauro e Quitéria.
-  Me desculpe pelos meus termos em Inglês, mas é que odeio repetições.

Bruce Dickinson: 'Sem imaginação não há invenção'

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:48

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(Foto: Renato Bazan/TechTudo)

O vocalista  do Iron Maiden, Bruce Dickinson, subiu no palco principal da Campus Party e falou por pouco mais de uma hora. Entre outras coisas, Bruce explicou sobre como encontrou sucesso financeiro com a banda e  falou sobre sua marca de cerveja própria, a Trooper. “Chegou uma hora que produz um CD deixou de ser lucrativo, mas as pessoas ainda ouvem a sua música. Então tive a ideia de fazer cerveja, e o que aconteceu é que passamos a vendê-la associada à música. O disco acabava sendo subsidiado pela bebida, porque a mesma pessoa só compra um DVD ou download uma vez, mas quantas cervejas ela bebe? Muitas! E o sucesso da cerveja vem da fama da música – já atingimos 2,5 milhões de litros da Trooper vendidos”, explicou.

via TechTudo

Discos mais aguardados do ano - Vem, 2014!

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 11:50

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2014 tem tudo para ser mais um grande ano no lançamento de bons discos de grandes e inovadoras bandas.
Pensando nisso, já montei mentalmente a lista dos discos que mais aguardo este ano, e esta semana compartilho com vocês:

Behemoth – The Satanist



Cinco anos após Evangelion (2009) e quatro anos após o líder Nergal começar uma batalha contra a Leucemia, finalmente o Behemoth retorna e ao que tudo indica em grande estilo. A faixa Blow Your Trumpets, Gabriel já foi divulgada há algum tempo, e hoje foi a vez de Ora Pro Nobis Lucifer sair em lyric vídeo. Ouça as duas clicando aqui e aqui.

Ratos de Porão – Século Sinistro
Quase 10 anos sem um álbum de estúdio e o mitológico Ratos de Porão já está em fase final de preparação para o lançamento de Século Sinistro. Em algumas entrevistas a banda deu a entender que este álbum será mais metal, o crossover de sempre, mas mais metal. Mais metal ou mais punk, não importa, Ratos nunca decepciona.

Machine Head – sem título anunciado nem data de lançamento
O Machine Head está no melhor momento da carreira. Após alguns álbuns que dividiram a opinião dos fãs, a banda soltou dois petardos que já são considerados clássicos do metal contemporâneo, The Blackening (2007) e Unto the Locust (2011), e a esperança no álbum que sucederá esses dois é grande. A banda já divulgou o nome de algumas faixas, veja clicando aqui.

Mastodon – sem título anunciado nem data de lançamento
Outra banda que está no melhor momento da carreira e que vem em uma sequência de discos destruidores. Não espera-se nada mais do Mastodon além de um dos concorrentes a disco do ano.

Transatlantic – Kaleidoscope
O lançamento oficial foi ontem, mas o disco já está na rede há alguns dias. Superou todas as expectativas. Um disco lindo do começo ao fim. Logo mais uma resenha aqui no TRMB.

Anthrax, Slayer, Opeth e Lamb of God
Todos ainda sem nome, data de lançamento ou até com garantia de que saia ainda em 2014, mas os caras do Anthrax já disseram que o disco novo será mais thrash; em relação ao Slayer estou curioso para ouvir Gary Holt em estúdio com a banda pela primeira vez; O Opeth promete um disco com mais experiências e viagens sonoras e o Lamb of God tem tudo para soltar um disco destruidor após os momentos infernais que a banda – em especial seu vocalista Randy Blythe – passou nos últimos anos.


Essas são os meus álbuns mais aguardados de 2014.

Lars Ulrich: “Não haverá novo álbum do Metallica antes de 2015”

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:54

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"Não haverá um novo álbum antes de 2015." Foi o que revelou o baterista do Metallica, Lars Ulrich em entrevista ao Hit Fix, durante a cerimônia do Grammy, realizada no último domingo. Ao ser questionado sobre as expectativas da banda em relação a um novo disco, o músico disse que esse será o foco para os próximos anos. "Mas não haverá um novo álbum antes de 2015. Estamos inspirados e reenergizados”.

Gotthard anuncia novo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:49

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O Gotthard  está prestes a lançar um novo álbum intitulado "Bang!".
Segundo o vocalista Nic Maeder, em entrevista à Melodic Rock, "Bang!" não será apenas o seu segundo trabalho com Gotthard, mas também a prova convincente de que ele pertence à banda, que se tornou um deles.
O álbum será apresentado em versão vinil e  CD digipack com 2 faixas bônus.

O álbum tem previsão de lançamento para 4 de abril.

Confira um trecho do single "Feel What I Feel":




Queensrÿche já pensa em novo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:38

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Em recente entrevista ao National Rock Review, Todd La Torre, vocalista do Queensrÿche, revelou que já está compondo para o próximo álbum da banda. “Já fizemos algumas demos. Mas não vamos nos apressar, só queremos lançar quando estiver realmente na hora certa", afirmou.

Motörhead: banda cancela mais uma turnê

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 18:46

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Motörhead anunciou na última sexta-feira que sua turnê pela Europa, anteriormente prevista para Fevereiro, teve de ser remarcada novamente devido aos problemas de saúde de Lemmy. Desde Julho do ano passado o vocalista sofre com complicações relacionadas à diabetes e hematomas, o que causou o cancelamento de diversas turnês. Em entrevista à Rolling Stone , o líder do Motörhead explicou as mudanças que teve que fazer em seu estilo de vida: “Não há nada mais estranho do que ter tudo que você era tirado de você de repente.Tenho que encarar, não é nada divertido. Mas não deve ser pior do que morrer, morrer também não é nada divertido”, explica o baixista.


via Wikimetal

Top 5 velharia: 5 sons que completam 30 anos em 2014

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:31

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Elas são verdadeiros clássicos e é impossível encontrar alguém neste mundo que nunca tenha ouvido ao menos uma vez na vida alguma destas cinco canções. Pois é, não parece, mas estas belezinhas já são balzaquianas! Fiz uma lista com cinco músicas que completam 30 anos em 2014.


Jump -  Van Halen – A segunda faixa do álbum 1984 é um verdadeiro hino e um dos maiores hits da banda. Com uma introdução única, executada por Eddie Van Halen num sintetizador é sem dúvida um dos grandes clássicos que o rock já produziu, isso sem contar com o mirabolante solo de guitarra que complementa ainda mais a canção.


Still Loving You – Scorpions – Não parece mas a baladinha que amolece o coração do mais frio headbanger completa 30 anos neste primeiro semestre. Do álbum Love at First Sting a música, segundo o guitarrista Rudolf Schenker em entrevista à  Songfacts fala sobre uma história de amor reconhecidamente acabada que tenta recomeçar.


Love Ain't No Stranger – Whitesnake – Do sensacional álbum Slide It In, que ainda conta com as fabulosas Slow An' Easy e Guilty of Love, Love Ain't No Stranger teve sua intro pensada originalmente  pra guitarra, mas acabou sendo executada de forma única por Jon Lord nos teclados, além de ser uma das músicas que o lendário batera Cozy Powell mais gostava de tocar.



Pride (In the Name of Love) – U2 – A canção em homenagem ao ativista norte-americano Martin Luther King é uma das mais conhecidas dos irlandeses e figura na lista do Rock and Roll Hall of Fame como uma das 500 Canções que moldaram o Rock and Roll. Uma curiosidade sobre a música é que sua gravação contou com os backing vocals da líder do Pretenders, Chrissie Hynde, que na época era casada com o vocal do Simple Minds, Jim Kerr e seu nome aparece creditado como Christine Kerr.



I Want To Break Free – Queen – Uma das canções que mais agitam, não importa onde é tocada. É assim que a sexta faixa do álbum The Works, escrita pelo baixista John Deacon se caracteriza. O lendário videoclipe é um show à parte, já que traz os integrantes da banda vestidos de mulher. “Já havíamos feito alguns vídeos épicos e queríamos mostras às pessoas que nós não nos levamos muito a sério e que poderíamos rir de nós mesmos. Acho que conseguimos”, conta o batera Roger Taylor na biografia da banda.




Por Rose Gomes

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