Foo Fighters confirma que está gravando novo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:03

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O Foo Fighters confirmou através de seu Twitter oficial que já está gravando o próximo álbum. A banda postou uma foto da fita de gravação (veja abaixo), que foi rotulado "LP 8", referindo-se ao oitavo álbum.



Retornos e recomeços: 13 grandes discos

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:00

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Retornos e/ou recomeços fazem parte da carreira da grande maioria das bandas que tem mais de 15 ou 20 anos de história. Algumas até bem menos do que isso. Drogas, farras, mudanças de vida, divergências musicais, cansaço, falta de criatividade, ciúmes, inveja, dinheiro... tudo pode ser motivo para a separação de uma formação considerada clássica para uma banda. Mas os anos passam, as coisas mudam, e esses caras sempre são picados pelo mosquito da nostalgia e da vontade de tocar junto de novo - e obviamente pela grana também.

Assim como, também, de qualquer fonte de inspiração, uma banda pode ressurgir com um grande álbum após uma má fase. Uma mudança de membros, mudança de postura, de vida... o que seja. A história está aí para mostrar isso.

Pensando nisso, resolvemos listar esta semana alguns discos essenciais para a carreira de algumas bandas que retornaram ou recomeçaram após um período difícil. Serve também para o nosso retorno após algumas semanas sem a lista semanal! 

Vamos à lista!

Iron Maiden - Brave New World (2000) 

Brave New World é um senhor álbum que merece ser bastante celebrado, pois marca a volta não só do vocalista que na minha humilde opinião é a voz do Maiden – Bruce Dickinson, que estava afastado desde 1993 e havia sido substituído tragicamente (a MEU ver) por Blaze Bayley -, como também traz de volta ao grupo os solos poderosos de Adrian Smith, longe da banda desde 1989. Faixas como The Wicker Man, Ghost of the Navigator e a homônima Brave New World mostram que a banda voltou às suas origens, trazendo a felicidade geral e satisfação aos bangers de carteirinha. (Rose Gomes)

Este é um daqueles discos que não tem como ficar de fora em uma lista dessas; após ver sua banda afundando em popularidade e também em carisma com os fãs no final da década 90, seja pela sonoridade ou pela falta de carisma de Blaze Bayley (e talento, segundo muita gente, o que eu não concordo), Steve Harris teve de dar o braço a torcer: em uma reunião organizada por Janick Gers, encontrou Bruce Dickinson e alguns abraços e cervejas depois, estava tudo acertado. Não só Bruce, como Adrian Smith retornou também - e claro que Janick continuou, afinal ele foi o estopim de tudo. O mundo esperava um disco forte, mas acho que ainda assim o trabalho pegou muita gente de surpresa pela qualidade acima da média. É fácil notar Brave New World em muitos "TOP 5" do Iron Maiden (no meu, entra) e canções como The Wicker Man (com o crescendo épico no final), Ghost of the Navigator (os velhos riffs cavalgantes retornando), a grandiosa faixa-título e a bela Blood Brothers mostram que a banda voltou em uma invejosa forma. Destaco ainda a old school The Mercenary e a épica dobradinha final com Out of the Silent Planet e The Thin Line Between Love and Hate. (Carlos H. Silva)


AC/DC - Back in Black (1980)

Pode ser que você se pergunte, "Como assim, 'Retorno do AC/DC', se Highway to Hell havia sido lançado em 1979?". E sim, ele realmente foi lançado nesse ano, sendo no ano seguinte lançado Back in Black, mas é bom que fique claro que no mesmo ano do lançamento, Bon Scott, o primeiro vocalista da banda, e um dos melhores de todos os tempos, lastimavelmente veio a falecer, ou seja, imagine só o que deve ter passado pelas cabeças dos integrantes, "Nosso líder morreu, e agora? Agora encontramos Brian Johnson e vamos gravar um dos discos mais clássicos de toda a história", que belo retorno, não? Ele não precisa de apresentações, então não apresento. (João C. Martins)




Halford - Ressurection (2000)

Após sair do Judas Priest, ficar um tempo com o Fight e depois se envolver na música eletrônica com o Two (e assumir a homossexualidade, o que na época foi algo controverso, porque os fãs de antes eram muito menos tolerantes do que hoje em dia), Rob Halford estava "desacreditado" para os fãs de Heavy Metal. Ninguém esperava mais nada do Metal God. Eis que no maravilhoso ano de 2000, Rob surge com Ressurection, acompanhado de uma banda estelar (Bobby Jarzombek, baterista, e Mike Chlasciak, guitarrista, faziam parte dela) e produzido por Roy Z. O álbum marcou o retorno grandioso do carequinha para o gosto do público headbanger e trouxe novos clássicos em sua carreira como Ressurection, Made in Hell, Night Fall, a maravilhosa Silent Screams e ainda a participação de Bruce Dickinson em The One You Love to Hate. Pesado, forte! O Brasil viu o show deste álbum quando Halford abriu para o Iron Maiden no Rock in Rio 2001. (Carlos H. Silva)



Def Leppard - Hysteria (1987)

Depois de quatro anos de hiato em decorrência do fatídico acidente que deixou o baterista Rick Allen sem seu braço esquerdo, o Def Leppard voltaria com o que é considerado um dos melhores trabalhos da banda, o álbum Hysteria, quarto disco dos caras. Tocando melhor do que nunca, numa bateria adaptada especialmente para suas novas condições, Allen arregaça em faixas como Animal, Pour Some Sugar on Me e Don't Shoot Shotgun e se torna a prova viva de que talento e superação podem fazer uma banda retornar melhor do que nunca. (Rose Gomes)




The Who - Endless Wire (2006)

O Who tinha tudo para não voltar, para não lançar mais nada, nem mesmo um álbum de músicas já lançadas, afinal de contas depois de Who Are You (1978), tudo foi diferente, Keith Moon já não poderia mais ser o baterista, Face Dances (1981) e It's Hard (1982) decepcionaram até aqueles que não conheciam a banda. Quando conseguiram se reunir outra vez, apenas para alguns shows beneficentes entre 1997 e 1999, viram que havia a possibilidade de voltar, porém John Entwistle que era um descabeçado, fez o favor de nos deixar em 2002, quando eles já estavam compondo novamente, e em conjunto! Que desgraceira, melhor parar... não sem antes um grande desfecho. Endless Wire, está longe de ser o melhor da carreira deles, mas é o Who de volta! Não o WHO! Mas o Who, e merece estar aqui, foram vinte e quatro anos de espera, então... It's Not Enough é sem dúvida a melhor de todas as faixas. (João C. Martins)



U2 - Achtung Baby (1991)

O ano era 1991 e o U2 lançava aquele que seria o divisor de águas de sua carreira. Um álbum ousado, sombrio e ao mesmo tempo irreverente. Achtung Baby reinventaria a banda que àquela época se via desmotivada. Em parte pela crítica negativa do último disco lançado – Rattle and Hum, de 1988 – e pela crise criativa que assolava os músicos do grupo. Músicas como Mysterious Ways, The Fly ou Even Better Than The Real Thing mostraram a nova cara do U2 e junto ao grande destaque do álbum, a inigualável One, garantiram o sucesso deste trabalho que salvou a banda num momento em que ela estava prestes a se desintegrar. (Rose Gomes)



David Bowie – The Next Day (2013)

Isso é o que eu chamo de um retorno inesperado! Depois de 10 anos sem lançar um trabalho de inéditas e nos fazendo acreditar que já estaria pendurando as chuteiras, eis que surge o super Camaleão do Rock, David Bowie, com um disco de excelente nível que conquistou as paradas mundiais ajudando a fazer de 2013 um ano ainda mais interessante em termos musicais. The Next Day foi lançado praticamente de surpresa e traz canções cheias de guitarras swingadas como a animada The Stars (Are Out Tonight),a graciosa Valentine´s Day com uma batidinha leve e um Bowie extremamente meigo, e a agitada How Does the Grass Grow? Um retorno e tanto! (Rose Gomes)



Led Zeppelin - Celebration Day (2007)

Antes de iniciar, só para deixar claro, esse não é um álbum de inéditas, nada mais é que um compilado de tudo o que já fizeram de melhor, contudo são eles juntos novamente exceto John Bonham, é claro, que teve o lugar ocupado por ninguém melhor que seu filho, Jason Bonham. Depois da morte de John, eles definitivamente pararam como banda, nada mais foi lançado de novo, sem contar Coda, que foi lançado em 1982, mas nada mais foi que um disco de sobras de estúdio. Enfim, Celebration Day colocou num palco John Paul Jones, Jimmy Page, Robert Plant e, o mais próximo pelo menos de, John Bohnam, sendo assim... Obrigado, Zepp! (João C. Martins)



Metallica - Death Magnetic (2008)

Para muita gente o melhor álbum do Metallica desde 1988, para outros tantos desde 1991, para alguns poucos desde 1997; eu me encaixo na segunda turma e Death Magnetic não é só o "melhor desde tal época", mas um grande trabalho lançado pelo Metallica. Eu jamais vou esquecer o que senti quando escutei pela primeira vez o riff de That Was Just Your Life, aquele que vem depois do dedilhado e da intro "de guerra". Jamais vou esquecer o que senti quando escutei os grooves de "Broken, Beat & Scarred" e a porradaria de My Apocalypse. Embora tenha alguns poucos pontos fracos (a produção deixa um pouco a desejar, além da medonha canção The Unforgiven III), Death Magnetic tem um significado enorme para o heavy metal em geral. (Carlos H. Silva)



Titãs - A melhor banda de todos os tempos da última semana (2001)

Os Titãs são, talvez, A melhor banda de todos os tempos, e não só da última semana, e sabendo disso não poderiam ficar de fora. Sabe-se que muitos fatores intervieram na continuidade da banda, ou melhor do bando, pois era muita gente trabalhando ali. Em 1995 gravaram Domingo, e daí em diante apenas greatest hits foram lançados, incluindo o excelente Acústico MTV Titãs (1997) que reuniu a cambada toda outra vez, enfim ficaram um tempão sem lançar um álbum de inéditas. Então em 2001, já sem Marcelo Fromer também, lançaram esse ótimo play de inéditas, veja só! Canções como Epitáfio, Isso e Alma Lavada são alguns dos clássicos que embalaram esse regresso. (João C. Martins)


Blaze - Silicon Messiah (2000)

Eu já comentei ali em cima que não concordo que Blaze seja um cara sem talento. E eu gosto - e muito - dos álbuns dele no Maiden, embora eu consiga sem problemas saber porque muita gente não gosta. E ao ser chutado da banda para o retorno de Bruce, Blaze mostrou de vez que era um cara muito talentoso e criativo. Seu álbum de estreia, Silicon Messiah, está entre os grandes álbuns de metal da década passada; muito pesado e cheio de melodias cativantes (só refrão bom!), o disco é ótimo do início ao fim - já vi muita gente dizer que se algumas canções ali fossem "maidenizadas" pelo Steve Harris a história teria sido outra. O fato é que Ghost in the Machine, Tough as Steel, Stare at the Sun (esta, sensacional, puro Maiden!), The Brave e Born as Stranger são verdadeiros clássicos. Quem não deu uma chance ao Blaze pós-Maiden, por gentileza ouça este disco assim que for possível. (Carlos H. Silva)



Marillion - Seasons End (1989)

O Marillion conquistou os anos 80 com o seu Neo-Progressivo (no qual era e é a maior banda) e clássicos como Kayleigh, Lavender e Sugar Mice; uma característica marcante daquela era a voz do vocalista Fish. Com um quê de Peter Gabriel, o músico tinha tom e suavidade marcantes - além de um sotaque único. Substitui-lo não seria uma tarefa fácil. E foi o que Steve Hogarth fez com maestria nesse recomeço do Marillion em 1989. Fish saiu por problemas com drogas, e Hogarth topou encarar essa pedreira. O resultado foi Seasons End, um dos mais celebrados álbuns do Marillion e com clássicos como a progressiva The King of Sunset Town, a melódica The Uninvited Guest, a roqueira Hooks in You e a bela The Space..., mas o destaque mesmo fica com aquela que considero a segunda canção mais bonita que já ouvi: Easter (a primeira é Beautiful, do próprio Marillion). Um dos mais belos recomeços de uma banda. (Carlos H. Silva)


Black Sabbath - 13 (2013)

É praticamente impossível falar-se em grandes álbuns de retorno sem citar o Black Sabbath e o esperadíssimo 13. A banda voltou com sua formação quase clássica (com exceção do baterista Bill Ward, mas isto você já deve estar careca de saber), o que deixou milhares de fãs saudosos no mais puro estado de êxtase possível. Embora eu acredite que 13 tenha sido superestimado demais (talvez pelos motivos citados acima), o disco traz em sua essência toda a sonoridade inicial do Sabbath e um instrumental no mínimo brilhante. Faixas como Loner e Live Forever são prova disso. (Rose Gomes)

Em que lista de retornos Black Sabbath conseguiria ficar de fora? Eu não encontro. 13, assim como Endlesse Wire, que citei do Who, está longe de ser o melhor trabalho dos caras, mas foi a volta. Quanto tempo fazia desde o último lançamento de inéditas do Sabbath? Pois é, dezoito anos. E outra, foi a volta de Ozzy, como disse recentemente numa de minhas publicações esporádicas em redes sociais, "Ozzy é a cara do Sabbath...", apesar dos pesares, apesar de Bill Ward não ter sido escalado, apesar de o Príncipe das Trevas estar com falta de fôlego, foi a volta dos criadores do Heavy Metal. Age of Reason, Dear Father e a faixa bônus Naivete in Black são as que mais me marcaram. (João C. Martins)

Confira "The Eagle Has Landed", novo lyric vídeo do Saxon

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:53

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The Eagle Has Landed é parte do álbum Unplugged And Strung Up.
Confira:





Metallica: banda gravará novo álbum nas próximas semanas

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:47

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De acordo com o guitarrista Kirk Hammet, o Metallica vai entrar em estúdio nas próximas semanas para gravar o próximo álbum da banda. A declaração foi dada durante uma entrevista à Billboard. "Estamos muito empolgados com isso. Precisamos começar logo, pois já enrolamos muito. Não temos mais desculpas, então, vamos ao trabalho", disse.

O último trabalho de inéditas da banda foi "Death Magnetic" de 2008. 

Blues for the Red Sun, o disco mais pesado de todos os tempos.

Posted by João Carlos Martins | Posted in , | Posted on 14:22

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por João C. Martins

Quinta-feira dia de… de… de… A CAVERNA DE JOHN! UHUUUU! YEAH YEAH! AAAAAAAAAAAAARGH! Ai ai… Não sei se já te contei qual é meu método para começar a escrever sobre uma banda, então se sim vou contar de novo, se não, preste atenção. As vezes estou escutando uma banda que não tem nenhuma relação com o tema, e um riff me lembra uma que posso falar aqui, as vezes abro minhas pastinhas de músicas no PC e começo rodar por coisas que nem lembrava que tinha, em outros casos escuto pela primeira vez um álbum e já me vejo no direito de escrever sobre ele, enfim é um método que talvez muitos usem, e que pra mim é bem vantajoso, porque nunca tenho na cabeça o que vou fazer, me ocorre na hora, ou seja, não sei o que vou fazer semana que vem, ou qualquer outro dia desses.

Comecei com essa breve descrição da minha metodologia, porque algo do que citei aconteceu ainda hoje (16/01), enquanto estava ouvindo o disco Õ Blesq Blom (1989) dos Titãs, pois fiquei olhando fixamente para a capa dele, e sabe-se lá o porquê, ele me lembrou Wretch (1991) do Kyuss. Loucura né? Talvez as cores sejam parecidas e tudo mais, a sonoridade pouco lembra um e outro. Quem sabe o fato de terem encontrado Mauro e Quitéria e gravado com eles num clima bem similar a um cerrado, e sabendo que Kyuss é uma das maiores bandas do Stoner, e Stoner também é conhecido como Desert Rock… as possibilidades são infinitas. Sendo assim o álbum que teremos a honra de falar aqui será! Se pensa que é o citado dos californianos, se engana pois já falamos sobre ele lá no passado, caso não se lembre clique aqui, depois de ler essa é claro, mas como eles não gravaram apenas um LP em toda sua carreira, vamos conversar sobre o segundo e maravilhoso disco deles, considerado pela Revista Q, em 2001, um dos 50 álbuns mais pesados de todos os tempos, segundo a internet. Chega de enrolação! Seja bem vindo Kyuss com BLUES FOR THE RED SUN!

Cover

Kyuss é uma banda de uma curtíssima duração, haja visto a grandiosidade de seu trabalho, porém isso não impediu muitas idas e vindas, principalmente entre baixistas. Nesse, o quarteto foi: John Garcia (Vocal), Josh Homme (Guitarra e vocal), Nick Oliveri (Baixo) – embora em muitas apresentações da época Scott Reeder é quem assumia, descalço, o instrumento – e Brant Bjork (Bateria).

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Como não encontrei nenhuma foto dos quatro juntos me vi obrigado a fazer essa montagem relativamente amadora.

O compacto lançado em 1992, como citado, é um dos mais pesados de todos os tempos, em todos os aspectos, sendo eles as letras, as melodias, os videoclipes, as apresentações, tudo. Para se ter dimensão do que é fique com a que o abre e em seguida, sem titubear, a sua sucessora, que são literalmente emendadas no disco. São elas Thumb, canção composta por Josh Homme e Green Machine de Brant Bjork, que por sinal é a melhor música no gênero todo.

Kyuss – Thumb

 

Kyuss – Green Machine (Vídeo oficial)

 

Como era característico da banda, diversas faixas contavam com enormes introduções, algumas outras eram somente instrumentais, caso da que sucede as duas primeiras que acabamos de ouvir, chamada Molten Universe. É paulêra sem fim, até mesmo em 50 million year trip (Downside up), que entra em dado momento num ritmo baladístico, tendo um solo de guitarra bem calmo e agradável. Ele sem dúvida alguma, é um clássico do Rock, dizendo de forma geral mesmo, pois abusou de elementos que já eram conhecidos dos primórdios do Heavy Metal, além de ter um pouco daquele estilo que propagou aos montes as, boas, bandas de Grunge, que era o peso, principalmente harmônico, e sem contar que criaram um estilo, nada se compara com Kyuss, alguns criaram riffs parecidos e tudo mais, contudo eles são únicos. Ah! E é bom deixar claro também, que apesar de eu não gostar nem um pouco de Nu-Metal, muitas bandas dessa vertente foram influenciadas por Kyuss, e quer queira quer não, o pessoal que faz esse tipo de som esteve e ainda está na ativa até hoje não sem motivo, muitos deles são realmente bons. Outra faixa que merece atenção especial é Writhe, faixa essa que é entoada por nosso guitarrista favorito. Ela tem um clima muito diferente das demais, talvez um presságio do que viria a ser o Queens of the Stone Age. O aconselhável é que escute o play do início ao fim, mas como estamos ainda num processo de conversa, fique agora com 800 antecessora da citada, e finalmente, Writhe.

Kyuss – 800

 

Kyuss - Writhe

 

Com uma letra bem forte, Writhe casou perfeitamente com a voz soturna de Josh Homme, a cadência, compassada, com a distorção ligada, definitivamente um PESO!

Finalizando o papo a penúltima canção do trabalho, que é Mondo Generator, e se pensa que já viu esse nome em algum outro lugar, não se espante, pois já deve ter visto Nick Oliveri no comando de uma banda assim conhecida. A banda surgiu justamente após a primeira grande separação de Kyuss, e o nome foi escolhido, talvez pelo simples fato de essa ser a única lista do full lenght na qual o baixista teve a oportunidade de mostrar seus dotes de vocalista. É uma daquelas que poderiam ser colocadas em filmes de terror, ou de assassinato… é assustador o grave dessa música!

Kyuss – Mondo Generator

 

Como é de costume, fique com o full album, e divirta-se!

Kyuss – Blues for the Red Sun (álbum completo)

 

Observações:

- Esse álbum foi, de fato, um grande divisor de águas, por conta de todo aquele ritual que já é conhecido quanto ao lançamento de um segundo disco, pois ele simplesmente sucedeu um dos melhores de 1991 que foi Wretch;

- Depois de muito tempo separados, eles voltaram a tocar juntos, rolou até apresentação aqui no Brasil, infelizmente não pude ir, contudo apenas Josh Homme não quis participar novamente da festa, afinal ele se tornou famoso demais para ser um mero coadjuvante outra vez;

- Como sempre cito em minhas publicações que envolvem a banda, deixo claro que o grande forte dos caras eram suas performances ao vivo, para poder deixar isso um pouco mais explícito compartilharei um vídeo raro deles numa apresentação no Bizarre Festival 1995, que era um renomado evento de bandas de Rock, basta clicar aqui para ir ao vídeo, com a ressalva de que no baixo era Scott Reeder.

Eagles of Death Metal em estúdio!

Posted by João Carlos Martins | Posted in | Posted on 11:22

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Uma boa notícia iniciou essa quinta-feira (16/01/14), a banda Eagles of Death Metal, que teve uma grande repercussão devido a participação efetiva de Josh Homme e o melhor, como baterista em algumas gravações, anunciou que está em estúdio preparando um novo álbum de inéditas! Para quem não os conhece, basta imaginar aquela galera toda oriunda dos Grunges e Stoners dos 90s e colocar tudo numa banda, se dúvida então conte comigo: Josh Homme (Kyuss), Dave Grohl (Nirvana), Mark Lanegan (Screaming Trees) e Alain Johannes (Audioslave e Soundgarden), além de toda aquela outra rapaziada que toca no QOTSA, Mondo Generator et cetera. Enfim, o vocalista da banda, que não é o Mr. Homme, Jesse Hughes apareceu em algumas fotos, gravando suas linhas instrumentais para o novo disco, e para quem gosta dos caras (assim como eu) as expectativas são boas, pois disseram que pelo menos esse ano já teremos um sinal do que está por vir.

Se por ventura esse for o primeiro contato que está tendo com o grupo, fique aqui com uma das canções mais famosas deles, e preste atenção no baterista.

Eagles of Death Metal – I Only Want You

 

Eagles

Fonte: TMDQA

Yes trabalha em novo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:58

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O Yes está trabalhando em um novo álbum. O disco será o primeiro com o vocalista Jon Davison, que substituiu Benoit David. A banda postou a foto acima em seu Facebook e apesar de já estarem trabalhando, ainda não há previsão de lançamento.

Brian May descarta a hipótese de câncer

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:52

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Boas novas aos fãs de Queen e Brian May. O guitarrista descartou a hipótese de câncer após ter feito uma série de exames. De acordo com May, não foi encontrada nenhuma célula cancerígena em sua biópsia, como o músico declarou na última segunda-feira, 13, em seu site oficial:

“Bom, recebi um ótimo telefonema do meu médico nessa tarde. Ele disse: ‘tenho boas notícias: o resultado da biópsia está aqui e não encontramos nenhuma célula cancerígena' ”.

O músico também falou sobre uma nova música inédita do Queen, na qual está trabalhando em estúdio. A faixa é uma canção esquecida do grupo e que tem participação dos quatro integrantes da banda: Freddie, John, Roger e Brian May.


Joe Perry estrela filme

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 12:37

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Joe Perry, guitarrista do Aerosmith, foi convidado a estrelar o filme Cottonwood no papel de Joe Walker. O filme conta a história de um xerife envolvido em um assassinato. A história, baseada em relatos reais foi escrita com base no livro de Stacy Dean Campbell.

"Estou extremamente orgulhoso e excitado por fazer parte deste filme bem distinto e emocionante, e de trabalhar com este incrível elenco e time de produção" , comenta Joe que também ficou respnsável pela trilha sonora do filme.

Ainda não há previsão de lançamento.

Marillion: Sounds That Can’t Be Made em edição especial

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:24

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Sounds That Can’t Be Made de 2012, ganhará uma versão bônus de Special Edition.O álbum estará disponível a partir de 11 de fevereiro.

Confira o tracklist:

CD 1
01. Gaza
02. Sounds That Can’t Be Made
03. Pour My Love
04. Power
05. Montréal
06. Invisible Ink
07. Lucky Man
08. The Sky Above The Rain
CD 2
01. Wrapped Up In Time (Radio Session)
02. Power (Radio Session)
03. Pour My Love (Radio Session)
04. Lucky Man (Demo Arrangement)
05. Sounds That Can’t Be Made (Live In Holland 2013)
06. Invisible Ink (Live In Holland 2013)

Até que ponto o desrespeito vai ser tido como homenagem?

Posted by João Carlos Martins | Posted in | Posted on 19:59

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por João C. Martins

Devido a notícia de grande repercussão publicada por Regis Tadeu em sua coluna no Yahoo no dia 13/01/2014, chamada Na Mira do Regis, que falou da grande fraude que são, na grande maioria, esses “DJs” que fazem “shows” com status de grandes músicos, porém não passam de apertadores de tecla play, quando muito podem ser nomeados como Cheerleadears de fones de ouvido. Realmente um vexame, não só para a atitude deles, mas também para os pobres “desavisados” que os endeusam e não admitem uma crítica sequer. (Caso não tenha lido a matéria citada, basta clicar aqui para ir ao site).

Como bom fã de música que sou, confesso que não li nada nessa coluna, cujo o qual fosse novidade, particularmente falando, pois não costumo dar muito valor para quem não se da ao luxo de, nem mesmo, empunhar um instrumento, seja ele qual for, até mesmo um reco-reco, afinal de contas até mesmo um reco-reco exige que o cara saiba a hora de entrar na música, de contar o tempo, de ter o ritmo certo, et cetera et cetrera et cetera, já um “DJ” precisa somente saber o momento de atritar o mindinho, ou o seu vizinho, o de xingar, o fura bolos, ou o mata piolhos, qualquer um deles, já que é só uma tecla mesmo, e deixar rolar todo aquele mix, que embora eu corra o risco de queimar minha língua, não creio nem mesmo que tenha sido o tal fanfarrão que o elabore.

Aí você deve estar com aquela pulga atrás da orelha agora, meio que se perguntando: “Ok! Compreendo o que está sendo dito, mas se ele considera tão ilegal o fato dos DJs apenas usarem músicas já feitas, por que ele está se valendo de uma publicação já feita?” E se por ventura pensou, mesmo, isso, fico feliz, porque demonstra que não se contenta em ficar vendo sempre a mesma coisa, e que concordará comigo. Evidentemente o que vou falar tem alguma associação com essa matéria, talvez muita, e falará também de outros “músicos”, não só os DJs, que são endeusados pelo grande público, mas que - retomo à primeira pessoa – particularmente, acho uma grande demonstração de desrespeito e abuso. Desrespeito porque eles são indivíduos que pouco se importam com a história de uma música, ou até mesmo de uma banda, e abuso porque fazem fortuna com algo que só tiveram o trabalho de estragar. A nossa conversa será em torno de pessoas que fazem versões esdrúxulas de grandes clássicos da música.

O Rock não morreu… mas esforço para mata-lo não faltou.

Há tempos que isso me incomoda, mas sinceramente faltava é coragem para escrever algo sobre, não sei o porquê, contudo faltava. Gostaria de dizer antes de iniciar o esculacho, que não sou contra nenhum tipo de cover, ou até mesmo uma versão, muito pelo contrário, vejo em vários casos como uma homenagem, entretanto o essencial é que não falte com o respeito aos donos originais da canção.

Assim como esses que se escondem atrás de uma pick-up, os que vivem de versões tem o mesmo princípio, que é: Pegar um hit, estraga-lo, ganhar milhões, ficar famoso por ele, e cair no esquecimento.

Já que esse é um assunto que me deixa bastante chateado, irei mencionar aqui apenas três desse disparates, todas as faixas grandes, ou melhor imensos… inigualáveis clássicos, de bandas distintas, que foram, no mínimo, vilipendiados por esses malfeitores da harmonia. Sem mais delongas, a primeira é Limp Bizkit (Blargh!), estragando a maravilhosa Behind Blue Eyes.

Como deixo claro, The Who é minha banda favorita, é a que me incluiu no mundo do Rock, e ver uma bandinha desse porte, defecando - e poderia ser em qualquer uma - justamente numa das mais belas e tristes que Pete Townshend já escreveu, é de doer. Ela conta a história do próprio compositor, que após horas e mais horas sozinho compondo, talvez a tríade mais consagrada do Who, se sentiu como um homem mal, um homem triste, por trás daqueles olhos azuis, ah! Veja só que coincidência, é a letra da música quase tudo isso que escrevi. E você acha que a molecada que regravou deu a mínima pra isso? Que nada! É só colocar uns gemidos, uma contagem crescente, uma voz de puta cantando no lugar da fúria de Roger que tá certo… e o resto, é, o resto infelizmente é história. Como eu sofro com isso, farei com que você tenha um pouco de desprazer com esse post, primeiro vou colocar o vídeo original e depois a atrocidade, compare, veja se eu tenho razão ou não.

The Who - Behind Blue Eyes

 

Limp Bizkit - Behind Blue Eyes

 

Triste ter que ver isso, não? Pois bem, como diria o provérbio, Melhor ver certas coisas, do que ser cego. se bem que… Enfim, se a primeira foi assim, imagine o que está por vir.

A segunda fica a cargo de nossos compatriotas, veja só! Quem diria que o povo brasileiro seria capaz de estragar alguma coisa?

Há pouquíssimo tempo passou a circular na internet que uma tal banda sertaneja havia feito uma “homenagem” ao sagrado Pink Floyd, e com isso muit… Hãn!? Não não, você não entendeu errado, foi Sertanejo se metendo com Pink Floyd, e pra piorar se meteram com Another brick in the Wall! Até mesmo aquela brincadeira que nós fazíamos quando criança, dizendo “Hey! Chica! Deixa o gato em paz…” na métrica da canção, era menos ofensiva do que isso que essa dupla chamada Max e Luan fez. Tiveram além de tudo, a audácia de escolher outro nome, batizaram a desgraça de Até o céu. Eles deveriam estampar as capas de jornais, mas como assassinos do bom gosto. Conheço bestas que dizem, “Ah! Quanto mais divulgação melhor…”, só que quem foi que disse que Pink Floyd precisa de divulgação? Eles já fazem isso, e muito bem, desde  seu primeiro álbum, eles não precisam de dois aproveitadorezinhos de meia pataca. Quando descobri isso, fiz questão de mandar para minha namorada que é uma grande fã do Rock Progressivo dos caras. Do Pink Floyd estou falando.

Pink Floyd - Another Brick in the Wall (Part 1, 2 e 3)

 

Max e Luan – Até o Céu

 

Que bom que pelo menos eles não quiseram fazer, até agora, parte 1, 2 e 3, estragaram somente a parte 2 por enquanto.

Para finalizar o circo dos horrores, a que passei a saber da existência somente no último Domingo (12/01/2014) enquanto assistia um programa qualquer. Domingo maldito Domingo… Nossa! Isso da música né? Mas no lugar de maldito eu poderia usar Sangrento… hum, que ótima ideia, não? Pois é, uma ótima ideia, por isso que alguém já teve, e esse alguém foi o U2, na obra prima Sunday Bloody Sunday. A canção é uma desgraceira sem fim, fala de coisas tão pesadas, que até mesmo em um verso são entoadas as palavras “Por quanto tempo, por quanto tempo teremos que cantar essa canção?”. Atualmente, nas apresentações, Bono Vox, o frontman da banda, sai do palco na hora dessa canção, apenas The Edge e sua viola a cantam, porque ele é o único que ainda tem estômago pra tal. E nessa você deve estar pensando que uma bandinha de Rock qualquer gravou isso, sem nenhuma pretensão social, ou engajamento, né? Pois bem, muito se engana se é isso que pensa, pois quem gravou foi um pseudogrupo de pagode que atende pelo nome de Sambô, quando uso o prefixo pseudo é porque notavelmente o negócio deles é aparecer na TV, não tem nada de paixão pela música ou algo que o valha, grupo que fez sua fama única e exclusivamente por colocar no gênero em questão consagrados trabalhos do mundo do Rock ‘n’ Roll, e falando em Rock ‘n’ Roll eles já tiveram a pachorra de chalacear Rock ‘n’ Roll do Led Zeppelin, Smells Like Teen Spirit do Nirvana, Satisfaction (I Can’t Get No) dos Rolling Stones, além dos não Rocks como This Love do Marron 5 e I Feel Good (I Got You) do mestre James Brown… Ufa! Eles não se cansam. Se pensa que esqueci o prato principal, não se apresse caro leitor, isso tudo faz parte dos meus planos. Como disse a música do U2, Sunday Bloody Sunday tem uma temática muito forte, não é algo típico de churrasco e animação de festa, porém esses sapecas do Sambô, cantam, pulam, se divertem à beça cantando, e mais! Eles incluem numa parte que é só instrumental um “Ô Nêgo véio, ô Nêgo véio, ô Nêgo véio, ô Nêgo véio…”. Se eu tivesse que tecer elogios para a música talvez não fosse capaz de incluí-los num só post, mas como estamos falando de uma atrocidade, preciso ser sincero ao dizer que, tive que ouvir a versão deles enquanto escrevia, e isso me deu dor de cabeça exatamente às 19:07 desta terça-feira dia 14/01/2014. Escute se aguentar.

U2 – Sunday Bloody Sunday

 

Sambô - Sunday Bloody Sunday

 

Das três, sem contar todas as merdas que esses últimos fizeram, essa é a que considero A Mais Desrespeitosa, por tudo o que foi dito acima, e mais uma outra centena de fatores, que não tenho mais condições de elencar.

Então, só para não perder o fio da meada, retomando ao início, não considero esses DJs músicos, exceto aqueles dos Scratchings que pelo menos têm esforço para modificar a música, agora esses que são tão bons quanto os da formatura da escola, ou da festa de debutante da menina pobre, me desculpe, mas isso eu faço todos os dias aqui em casa quando aumento e abaixo o som do rádio, quando pulo e reorganizo as faixas no meu PC, e assim como essa classe aproveitadora, os conjuntos que foram o alvo do papo de hoje nada mais são que aproveitadores também, pois como já disse no decorrer desses caracteres, não há nada mais fácil que pegar um hit e canta-lo do jeito que quiser, fazer dinheiro e ficar famoso, enquanto nós, o que temos de fazer é rezar para que Deus permita que em breve caiam no esquecimento.

Johnny Cash: ouça "She Used to Love Me a Lot”, música do álbum "perdido" do cantor

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:53

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"She Used to Love Me a Lot” é parte do álbum Out Among the Stars, relíquia encontrada pelo filho de Cash, John Carter Cash, em algumas fitas esquecidas em casa. A gravadora de Cash na época (anos 80), a Columbia, queria rejuvenescer sua música, colocando-o para trabalhar com o produtor Billy Sherrill. Com sua saída da gravadora, o lançamento acabou nunca acontecendo e foi esquecido.

Confira:



Steel Panther divulga detalhes do novo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:46

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O Steel Panther divulgou detalhes de seu novo álbum. Intitulado All You Can Eat ele tem previsão de lançamento para 1º de abril e conta com 12 faixas.

01. Pussywhipped
02. Party Like Tomorrow Is The End Of The World
03. Gloryhole
04. Bukkake Tears
05. Gangbang At The Old Folks Home
06. Ten Strikes You’re Out
07. The Burden Of Being Wonderful
08. F@#king My Heart In The Ass
09. BVS
10. You’re Beautiful When You Don’t Talk
11. If I Was The King
12. She’s On The Rag

Teorias da Conspiração & Música - Pt. 1

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 10:05

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Conspirar. V.t.d. 1. Maquinar, tramar. T.i. 2. Entrar em conspiração, em concluío; tramar uma conspiração; maquinar, ex: conspiravam contra seu rei. 3. concorrer, tender (para certo fim) 4. Projetar em comum coisa contrária ao interesse de outrem. 5. Tramar ou maquinar contra o interesse público - Dicionário Aurélio.

Este texto foi escrito baseado no texto publicado por Carlos DalRovere nas edições #68 e #69 da Revista Roadie Crew, em setembro e outubro de 2004, respectivamente.

Certamente, em algum momento, já passou pela sua cabeça de que tudo não passa de uma conspiração de alguém. Alguém joga os dados e todo o universo segue o fluxo achando que controla o próprio destino. Religiosos, com outras palavras, chamam isso de Deus (ou qualquer um dos cem outros nomes existentes nas duzentas religiões que existem).

Mas há aqueles que acreditam que, aqui mesmo na terra, existem - ou existiram - sociedades secretas que controlam o resto do mundo. Na política, por exemplo, muito se fala na Maçonaria, que é vista com um grande olhar de ponto de interrogação por quem só "ouve falar". Ainda sobre isso, é muito ligado a soberania mundial dos Estados Unidos da América com a maçonaria, visto que grandes nomes da história do país faziam parte da ordem Maçon (Benjamin Franklin e Gorge Washington, por exemplo).

A pirâmide do dólar americano tem o cume com o olho da consciência, "o olho que tudo vê", e domina uma base cega. Um símbolo maçônico, assim como as frases que estampam a nota: "nosso projeto será coroado de sucesso no topo", e "nova ordem para os séculos dos séculos" embaixo.



O recente sucesso do livro O Símbolo Perdido, de Dan Brown, que traz uma instigante história envolvendo muita maçonaria e sociedades secretas, também fez o tema entrar na cabeça dos leitores comuns, menos acostumados a este tipo de assunto. O documentário Zeitgeist também foi febre.


Há teorias de conspiração de todos os tipos. Por exemplo, há quem pense que o ataques de 11 de setembro, em Washington, foi obra do próprio governo americano. Ou a clássica de que o homem nunca pisou na lua.

O homem foi ou não para a lua?


Na música, quem não ouviu falar da teoria que Paul McCartney está morto há décadas um dublê perfeito está em seu lugar até hoje; ou na cultura popular, de como a morte do comediante Andy Kaufman não passa de uma pegadinha que o próprio vem fazendo desde sua "morte", devido à sua fama de enganar constantemente o público.



Esse tipo de pensamento ou credo é chamada de "conspirologia", ou a famosa e já citada "teoria de conspiração". É um modo de ver o mundo extremamente paranóico e por muitas vezes distorcido, mas bastante comum.
As teorias da conspiração, hoje, são comuns e quase todos tem alguma - e por vezes nem sabe. E mesmo alguns dos que estão conscientes e que tem essa visão conspiratória, não conhecem as origens de tal pensamento.

Portanto, para os seguidores de qualquer visão conspiracional do mundo, nossa vida é comandada por sociedades secretas dedicadas exclusivamente ao controle total do nosso planeta. Não existem coincidências ou acidentes: tudo é resultado dos planos dos conspiradores. Não existe luta de classes, capitalismo, guerra, apenas desejos e vontades dos conspiradores. Livre-arbítrio, democracia, livre mercado? Apenas ilusões que os conspiradores Mestres Secretos para deixar o mundo iludido.

O mercado de teorias da conspiração no entretenimento também é grande (como o já citado autor de best sellers, Dan Brown), como filmes (Teoria da Conspiração, Matrix, JFK - A pergunta que não quer calar), séries de TV (Arquivo X, O Prisioneiro, Lost) e, claro, na música, especialmente no heavy metal e em qualquer tipo de música progressiva, onde os álbuns conceituais com histórias distópicas ou utópicas ("Operation: Mindcrime" - Queensrÿche, "Tyranny" - Shadow Gallery, "Order of the Illuminati" - Agent Steel, "No World Order" - Gamma Ray, "2112" - Rush) são comuns.



"Nós somos uma revolução secreta trabalhando o tempo todo" - Operation: Mindcrime, Queensrÿche



----> Conspirações

-- Místico-Religiosas


Envolvem seitas, cultos ou irmandades secretas.  Esses grupos seriam os grandes conhecedores dos segredos sobre magia e verdades religiosas que as pessoas "comuns" não poderiam saber, e usariam esses conhecimentos em benefício próprio e/ou dominação do mundo. Rituais secretos são conhecidos nessas conspirações. Nós, meros comuns, só saberíamos verdades parciais para nos mantermos obedientes.

Exemplos: maçonaria, a Fraternidade Rosa-Cruz, os Illuminati, o Priorado de Sião, a Cabala, a Sociedade Tule, os Satanistas, os Cavaleiros Templários, as Testemunhas de Jeová e as próprias Ordens Secretas dentro da Igreja Católica.


"Illuminati, vocês vieram tomar o controle? Vocês podem parar meu coração, mas não podem quebrar meu espíritos. Nós todos seremos livres!" - New World Order, Gamma Ray


-- Políticas

O governo seria controlado por grupos e sociedades secretas com objetivos bem diferentes dos famosos "democracia, liberdade, justiça, igualdade" e etc. Diversos atos seriam feitos em segredo nos mais altos escalões das ordens secretas dentro do governo. Uma teoria comum é a de que todos nós somos constantemente vigiados pelo governo em tudo que fazemos (alguém aí já leu 1984, de George Orwell?).

Exemplos: a Nova Ordem Mundial, Illuminati, Maçonaria, a CIA, a ONU, a Máfia, a Irmandade Skull and Bones, o FMI e o próprio Estados Unidos da América, como país.




"Nós controlamos as emissoras de TV, entretenimento, publicaões. Wall Street é nosso campo de treinamento. A esfera de nosso controle se estende por governos e líderes que irão comprar nossas armas e lutar nossas guerras malígnas, até colocarmos esse mundo maligno de joelhos" - Tyranny, Shadow Gallery


-- Tecno-Científicas

Segredos sobre tecnologia e ciência seriam guardados a sete chaves e usados somente pelas sociedades secretas no plano de dominação global. Máquinas e drogas seriam constantemente usadas para esse domínimo. Mensagens subliminares transmitidas o tempo todo através dos meios de comunicação.

Exemplos: a NOva Ordem Mundial, o Majestic 12, o MK-Ultra, a Área 51, o Projeto Montauk, Discos Voadores, etc.


-- Históricas

Envolvem mitos, lendas e povos do passado. Esses teorias dizem que tudo que sabemos sobre o passado e nossa história, nada mais é do que uma farsa criada propositalmente pelos mestres secretos. Civlizações já teriam existido sem nosso conhecimento e muitas delas ainda estariam ativas, no controle do planeta. Reinos, potências, donos de segredos místicos e supercientíficos se esconderiam em lugares como o "centro oco" da terra, ou sob o gelo dos polos, ou sob as águas dos oceanos.

Exemplos: a Atlântida, Lemúria, Agartha, Shamballa, os Superiores Desconhecidos, etc.

É interessante notar que, assim como nas religiões tradicionais, o crente de uma conspiração secreta não acredita e desdenha da outra, mesmo que uma mesma sociedade pode ter vínculo com diferentes teorias, como vimos acima. Sendo assim, raramente encontraremos crentes de mais de uma teoria da conspiração.

Leituras recomendadas (por Carlos DalRovere):

"As Sociedades Secretas" - Gian Vannoni

"O Despertar dos Mágicos" - Louis Bergier e Jaques Povell
"O Assassinato dos Magos" - Peter Partner
"Conspirações - Tudo Que Não Querem Que Você Saiba" - Edson Aran
"Seitas Secretas" - Coleção Mistérios do Desconhecido


Alguns temas conceituais foram desenvolvidas na música,  inspiradas por histórias de Sociedades Secretas, tais como:

"2112", Rush
"Operation: Mindcrime", Queensrÿche
"Tyranny", Shadow Gallery
"Order of the Illuminati", Agent Steel 
"No World Order", Gamma Ray

Na parte 2 postarei algumas das mais bizarras e conhecidas Teorias da Conspiração com astros da música e do entretenimento.

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