Phil Lynott, um dos maiores bandleaders de todos os tempos.

Posted by João Carlos Martins | Posted in | Posted on 10:20

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Hoje completam-se vinte e oito anos da morte de um dos maiores baixistas de todos os tempos, Phil Lynott.

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Evidentemente o baixista e vocalista ficou mundialmente conhecido devido a sua banda, o Thin Lizzy.

Phil faleceu num dia 4 de janeiro, aos trinta e seis anos. O fato aconteceu, pois após um demasiado uso de álcool e drogas em uma noite de Natal, Phil que já estava com indícios de pneumonia, só veio a piorar. Então, apenas dez dias depois das festividades de fim de ano, o líder do Thin Lizzy encerrou suas atividades na Terra, por conta de um insuficiência cardíaca. Uma grande perda para o Rock.

Segundo o site Dangerous Minds o rapaz foi o melhor Rocker Irlandês de todos os tempos, e que sua influência incontestável muito proporcionou de bom ao mundo da música.

Essa é uma singela homenagem a um dos melhores rockeiros, não apenas em seu país, mas como em todo o mundo, pela equipe do TRMB. E para encerrar com chave de ouro, vamos ouvir aquele que é, talvez, o maior clássico da banda, The Boys are Back in Town.

Thin Lizzy–The Boys are Back in Town

Fonte: Dangerous Minds

Slipknot: ex-baterista do Decapitated quer a vaga

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 22:26

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ex-baterista do Decapitated Kerim 'Krimh' Lechner quer chamar a atenção do Slipknot, que agora está sem baterista.

Kerim tocou no Decapitated entre 2009 e 2012, gravou um álbum de estúdio e agora postou dois vídeos tocando dois sons da banda americana; o músico afirmou que esses vídeos foram feitos simplesmente para chegar ao conhecimento do pessoal do Slipknot, pois ele deseja a vaga! Não se trata de nenhuma audição oficial.










Ian Astbury: "Kanye West é mais rock que Coldplay"

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:07

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Em recente entrevista ao site Esquire, Ian Astbury, vocalista do Cult, deu sua opinião sobre os músicos do momento. Ao ser questionado sobre cantores como Chris Martin (Coldplay) ou Adam Levine (Maroon 5), Astbury foi infático: "Eles são estrelas pop, não têm nada a ver com música rock. São ícones populares, ícones individuais populares. O que eu considero ser o barómetro de um artista rock é ter um certo elementos de blues ou soul, que venha dos blues afro-americanos, da folk, dos espirituais, do gospel. O rock and roll veio, originalmente, desse poço. Era para ser tocado da cintura para baixo e não do pescoço para cima".

O vocalista ainda fez uma curiosa comparação: "O Kanye West fala sobre ser o Axl Rose, sobre ser o Kurt Cobain, sobre ser o Jim Morrison. O Adam Levine vende cremes para acne aos adolescentes", compara o cantor, desvalorizando porém a real importância de um astro do rock. "Mas o que é que isso ainda quer dizer? Qual é a imagem popular da estrela rock? Um indivíduo mediamente talentoso, esquelético, demasiado bem pago e narcisista, que implode à frente de toda a gente, anda sempre na farra e parece jovem para todo o sempre?", questiona. 

Em 2014, o Cult promete lançar um novo álbum, sucessor de Choice of Weapon  de 2012.






O Doom Metal de Egypt!

Posted by João Carlos Martins | Posted in , , | Posted on 22:11

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Há muito tempo que já quero falar dessa banda, mas sempre encontrava outros assuntos, ou acabava simplesmente esquecendo. Dessa vez decidi que não deveria deixar passar em branco, já que são extremamente influentes, apesar do pouco tempo de estrada. Evidentemente seu primeiro registro, o homônimo EP, ganhou maior repercussão, até mesmo que o primeiro álbum, cujo o qual iremos conversar hoje, talvez pelo peso constante e compassado da canção Valley of the Kings, contudo não é o fato desse ter sido mais famoso que torna o nosso de hoje algo desagradável, muito pelo contrário, falaremos de primeiro full lenght dessa excepcional banda chamada, EGYPT!

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Na foto temos, Chad Heille (Bateria), Aaron Esterby (Baixo e vocal) e Neal Stein (Guitarra).

Como disse no início, nós iremos trocar uma ideia aqui, sobre o primeiro disco da carreira dos caras, evidentemente tiveram o lançamento no ano de 2007 do EP nomeado Egypt, entretanto somente após esse hiato de seis longos anos é que decidiram se dedicar a um compacto com dez faixas de extrema porrada mesclada com técnica e muita influência, obviamente, de Black Sabbath, o criador do Heavy Metal e todas as suas vertentes. O nome do álbum é Become the Sun (2013).

BRIAN KOSCHAK (Picture)

Eles tiveram esse grande tempo de inatividade, no que diz respeito a gravação de algo novo é claro, muito pelo fato de alguns problemas que acarretaram a saída do, até então, guitarrista Ryan Grahn, que teve participação em toda a gravação de seu primeiro trabalho, contudo depois de muitas excursões divulgando o Extended Play, no ano de 2012 a saída foi consolidada.

Como menciono nas primeiras linhas desse post, o EP tornou-se um achado, melhor dizendo, uma lenda, pelo som completamente diferente de muito o que se vinha sendo feito, principalmente no ano em que fora lançado, porém a técnica que Neal acrescentou à banda, deu um ar de profissionalismo ainda maior, pois sabemos que o estilo Stoner e principalmente o Doom, que é o qual a banda mais tem identificação, têm a característica de entoarem sempre acordes bastante sujos, pesados e malvados, dificilmente se tem uma harmonia, se assim é possível categorizar, mais melódica, com notas mais agudas que graves, mas a habilidade elevadíssima desse exímio guitarrista trouxe uma cara muito mais de Classic Rock, para o conjunto, vide a canção chamada Stalker, que em muito retoma aos mestres sagrados do Motörhead em No Class. Confira as duas e compare se não são bem parecidas em algumas passagens.

Egypt - Stalker

Motörhead – No Class

Alguns riffs são bem similares, não? E embora eu os compare a esse clássico incontestável do Metal, é impossível negar que a introdução dessa faixa tem uma semelhança absurda com a de Wolfmother na canção de seu debut, lançado no ano de 2005, Woman (Para ouvir basta clicar sobre o nome da música).

Outro aspecto que deve ser levado, muito em conta é a presença constante de uma linha de baixo assustadoramente grave, certas vezes sobressaindo todo o resto dos instrumentos, como no caso da mais compassada Greenland, essa que por sua vez encarna muito mais o gênero Doom que Stoner.

Egypt–Greenland

Outro quesito a se ressaltar é a incrível potência vocal de Aaron Esterby, que coincidentemente, ou não, tem o mesmo nome do também baixista e vocalista da excelente banda Red Fang, só que a similaridade gutural se encontra no companheiro de desse Aaron, agora falando do Beam, o guitarrista Bryan Giles. Resumindo: A forma que Aaron Esterby canta lembra muito Bryan Giles. Caso esteja se perguntando, “E daí?” saiba que realmente não quer dizer nada, apenas acho parecido, principalmente nessa que verá abaixo.

Egypt–World Eater

Vou deixar para você o tracklist, pois infelizmente não encontrei todas as canções em pleno estado de funcionamento para disponibiliza-las aqui, tampouco o full album, contudo se quiser te-lo em seu computador não se acanhe, mande um salve no meu twitter, facebook, email ou o que for, pois terei o maior prazer de compartilhar não só isso, mas qualquer uma das outras bandas que já falei aqui, beleza? Ah! E se está na dúvida de como me contatar, só ir lá em cima na opção “Expediente” que encontrará todas essas informações.

Tracklist:

Matterhorn

The Village Is Silent

Orb of the Wizardking

Stalker

Hillside

Greenland

World Eater

Snakecharmer

Black Night

Elk River Fire

Observações:

  • Em 2013 também, no mês de junho, eles lançaram um split album, chamado Cyclopean Riffs, junto da renomadíssima banda Wo Fat. Ele contou com apenas quatro músicas, sendo duas de cada banda;

  • Neal Stein tem outros projetos paralelos que mantém na ativa. Esses projetos são WWJD, além da incrível Wintergoat;

  • Ao iniciar o post, é citada a canção Valley of the Kings, do aclamado EP Egypt, com bastante ênfase, e não seria justo ter que fazer você ir procurar, né? Basta clicar aqui para ser direcionado ao vídeo.

Agenda - Janeiro

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 13:16

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Blaze Bayley

03/01 - Cuiabá - MT

04/01 - Campo Grande - MS

09/01 - Goiânia - GO

11/01 - Brasília - DF

12/01 - Ribeirão Preto - SP

16/01 - Rio de Janeiro - RJ

17/01 - Nova Friburg0 - RJ

18/01 - Laguna - SC

19/01 - Curitiba - PR

23/01 - Londrina - PR

25/01 - São paulo - SP


Carl Palmer


18/01 - Rio de Janeiro - RJ


Dark Tranquillity 

19/01 - São Paulo - SP


Dr. Sin

24/01 - Sorocaba - SP


Vespas Mandarinas

24/01 - Fortaleza - CE


Violeta de Outono

25/01 - Rio de Janeiro - RJ


Alex Turner quer cabeleireiro particular para próxima turnê da banda.

Posted by João Carlos Martins | Posted in , | Posted on 12:04

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Sabemos que o visual de Alex Turner, frontman dos Arctic Monkeys, mudou bastante desde o inicio de sua carreira. Em entrevista recente à Illinois Entertainer o vocalista brincou dizendo que gostaria que a banda começasse a turnê tendo um jato particular e que um cabeleireiro os acompanhasse, para assim poder manter o seu Elvis Style. Vamos relembrar como ele era no início da carreira, e como ele está agora?

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Do estilo British Pop, ao Yeah Yeah Yeah, passando pelo Indie, depois pelo Dark, e por fim um Rockabilly malvadão. Vamos esperar para ver qual será o próximo look do cara!

Ingressos para exposição “David Bowie” começam a ser vendidos hoje

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 11:56

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Começa hoje (2) a venda antecipada de ingressos para a mostra David Bowie que acontece no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo, de 31 de janeiro a 20 de abril de 2014.

Os ingressos podem ser garantidos  através do site Ingresso Rápido pelo valor de 25 reais. Serão expostos mais de 300 objetos que fazem parte da carreira e da vida pessoal de David Bowie, como manuscritos de letras de músicas e os figurinos originais criados pelo músico.

Cavalera Conspiracy: novo álbum será grindcore brutal; banda tem novo baixista

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 10:58

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Nate Newton, do Converge, é o novo baixista do Cavalera Conspiracy, banda dos irmãos brasileiros Max e Igor Cavalera.

E o músico não deixou o Converge. Permanecerá nas duas bandas.

"Achei que seria interessante tocar com esses caras que escreveram algumas das minhas canções favoritas de metal. Uma honra ser chamado para tocar com pessoas que você admira há anos!"

O Cavalera assinou recentemente com a Napalm Records.

"Estou muito empolgado em trabalhar com a Napalm! Este será nosso terceiro trabalho e virá em um estilo brutal de grindcore.", afirmou Max Cavalera.

"Muito empolgado em gravar o disco novo do Cavalera; Max e eu vinhamos planejando isso há algum tempo e tudo que posso dizer é que será um disco brutal.", completou Igor Cavalera.



Cooking Hostile: aprenda a cozinhar com Phil Anselmo

Posted by TRMB | Posted in , | Posted on 10:49

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Cooking Hostile é uma série animada onde Phil Anselmo comanda um programa de culinária onde os pratos mostram uma 'leve' influência das letras do Pantera.

Veja os dois primeiros episódios:









Mike Portnoy: sem interesse em solos de bateria

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 10:46

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Mike Portnoy recentemente falou sobre seus heróis da bateria para a revista inglesa Rhythm Magazine e declarou que não se importa mais de fazer solos de bateria.

Rhythm: Quais foram os solos de baterias que inspiraram você?

Portnoy: Quando eu era criança, Moby Dick, do John Bonham, foi o primeiro em que o vi o baterista ir lá e solar por 15 minutos.

No final dos anos 70 eu era um grande fã do Kiss. O solo de Peter Criss durante a canção 100.000 Years no álbum Alive, aquele foi um dos primeiros solos nota por nota que eu aprendi.

O próximo grande foi quando eu descobri Neil Peart (Rush). Uma das coisas que destruiu minha mente no Rush foi o solo de bateria. Era o ápice do show. A primeira vez que o vi fazendo um solo ao vivo foi uma das poucas vezes que vi 100% de uma plateia olhando para o palco.

Se eu puder colocar mais um, seria Tommy Lee (Motley Crüe). Com ele nunca era só a parte técnica de ser um baterista. Em uma turnê eles tiveram uma montanha russa. Isso leva a outra nível na questão visual.

Rhythm: Você sente pressão dos fãs para fazer um solo nos shows?

Portnoy: Sim, não só dos fãs como das bandas em que toco também. Tem caras que tocam comigo e dizem: “você tem que fazer um solo, cara”. E eu digo: “prefiro tocar uma canção naqueles 5 minutos.”

Não estou mais interessado em solos de bateria. É o meu gosto pessoal como ouvinte e músico.” Saí dessa. Talvez isso mude. A maioria dos músicos passa  por mudanças e fases, então não estou interessado em solos de bateria neste momento.


Black Label Society: revelado quem será o novo guitarrista

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 10:34

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O Black Label Society já encontrou seu novo guitarrista para substituir Nick Catanese, que deixou a banda amigavelmente.

Trata-se de Dario Lorina, do Lizzy Borden.

O vocalista do Lizzy Borden, que atende pelo mesmo nome, apoiou e muito a decisão:


“Foi uma viagem fantástica tocar com Dario, ele é um verdadeiro profissional, um guitarrista guiado pelo Blues e que adicionou muito ao som do Borden. Foi um privilégio tê-lo ao meu lado esquerdo no palco esses anos e eu sei que Zakk e seus fãs irão adorar esse cara.”



Não saí, fui demitido! - Parte 2: Anette Olzon

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 10:32

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Anette Olzon, ex-vocalista do Nightwish contou à Prog Magazine que sua saída da banda não foi uma decisão de ambas as partes, como divulgada em 2012, e sim uma demissão. Segundo ela, por estar grávida.

“Comecei a ficar frustrada com as pessoas dizendo que eu decidi sair da banda. Eu não decidi sair da banda, fui mandada embora da mesma forma que a Tarja, talvez de uma forma mais silenciosa.”

Olzon ainda fala sobre a influência da sua gravidez na decisão da banda:

“É como eu vejo isso. Por que todos iriam me querer fora logo depois de eu anunciar a minha gravidez?”

Anette também concedeu uma longa entrevista a uma revista finlandesa chamada Me Naiset, onde afirmou que a banda não a incluía no processo criativo, dividia os lucros igualmente, forçando a vocalista a aplicar seu dinheiro em outras companhias para obter lucro.

A banda respondeu com uma mensagem no site oficial:

“A separação com Anette não foi por causa de sua gravidez. Nós descobrimos que sua personalidade não contribuía para um trabalho em equipe – pelo contrário, era até prejudicial.

Anette nos contou sobre sua gravidez uma semana antes, em Montreal, e todos nós a congratulamos e a própria Anette ofereceu a possibilidade de contratarmos vocalistas substitutas caso ela tivesse algum problema durante a turnê, o que ficou acordado. Algum tempo depois ela voltou atrás na decisão, e então as dificuldades começaram.”




Fonte > Blabbermouth

Não saí, fui demitido! - Parte 1: Joey Jordison

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 10:30

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Joey Jordison postou uma declaração oficial sobre sua saída do Slipknot:

“Quero deixar bem claro que eu não saí do Slipknot! Esta banda foi minha vida por 18 anos e eu jamais a abandonaria ou a meus fãs.

Estas notícias vem chocando a mim e a vocês também.

Ao mesmo tempo que tem muitas coisas a serem ditas, devo permanecer em silêncio por enquanto.


Quero agradecer o apoio de vocês e desejar-lhes um feliz ano novo com muita saúde.”




Fonte> blabbermouth

Jimi Hendrix ganha museu em Londres

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:22

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Jimi Hendrix ganhará um museu permanente em Londres. Trata-se de um escritório que o músico sempre alugava no fim dos anos 1960 e dizia ser a "única casa que teve". 

O museu terá exposições sobre o músico, seu trabalho e legado musical e ainda não tem data para inaugurar.

A música no meu 2013

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 00:02

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Hoje é 31 de dezembro de 2013, mais conhecido como “último dia do ano” e como caiu na terça-feira, o dia que posto a minha coluna semanal, decidi prestar uma homenagem às canções que considero as melhores lançadas em 2013 (para ouvi-las é só clicar em cima do nome) – e também a alguns outros fatores que considerei marcantes.

#1 – God is Dead? – Black Sabbath (apenas Black Sabbath!)
#2 – Black John – Stone Sour (que pegada! Que refrão e que letra foda!)
#3 – Monstrance Clock– Ghost (um hino do mal; certamente a maior convocação de culto ao cramunhão na música; o coral entoando o refrão no final é de arrepiar até ao Papa)
#4 – Elevate – The Winery Dogs (sem mais comentários, hard rock técnico de primeiríssima linha)
#5 – Flores da VidaReal – Ed Motta (descobri que existe AOR fora do Hard Rock com o Ed Motta e seu novo disco; e que riffs AORes lindos essa canção tem!)
#6 – Give Life Back toMusicDaft Punk (a canção começa e eu fico esperando o Michael Jackson aparecer a qualquer momento)
#7 – DopeLady GaGa (provando que é uma excelente cantora; mesmo que soe bêbada em alguns momentos. Essa menina tem uma voz de leão!)
#8 – The Looking Glass – Dream Theater (climão de hard rock certeiramente influenciado pelo Rush)
#9 – A Door Into Summer Joe Satriani (Satriani fazendo seus fraseados conversarem com o ouvinte)
#10 – Sense of InsanityBlackfield (lindas melodias, refrão incrível; Steven Wilson é um gênio)

Surpresas do ano:

O álbum The Mediator Between Head and Hands Must be the Heart, do Sepultura; não esperava nada demais da banda, e eles me surpreenderam com uma pegada que lembra os bons e velhos tempos, especialmente as palhetadas e riffs de Andreas Kisser e a brutalidade do baterista Eloy Casagrande.

Avenged Sevenfold no Rock in Rio; eu já gostava da banda, mas o show dos caras in loco me fez curtir ainda mais e respeitar mais a banda, que faz um puta som ao vivo, pesado, consistente e não deixou ninguém parado. Nada mal para uma banda em que 9 em cada 10 “roqueiros” do país dizia que levaria garrafadas por tocar no mesmo dia de Iron Maiden e Slayer. Além disso a banda lançou um bom disco também, Hail to the King.



Destaques:

O death metal teve um grande ano em 2013. Seja de qualquer uma das vertentes, do death metal old school ao atual death metal técnico, os lançamentos foram gloriosos. Destaco os novos discos de Gorguts, Suffocation, Rivers of Nihil, Hypocrisy e, claro, Immolation e Revocation, que até entraram na minha lista dos 10 melhores discos do ano.

O prog, também em todas as suas vertentes, do tradicional ao djent, teve mais um ano grandioso. De Steven Wilson a Dream Theater, passando por Intronaut, Tesseract, Ihsahn, Haken e mais uma inúmera quantidade de bandas.

Bruce Springsteen com um show simplesmente fantástico no Rock in Rio 2013.

Retornos esperados: Black Sabbath e Carcass voltando com discos de estúdio. Só o fato de ter disco novo já daria muita mídia para ambas, e o fato dos dois álbuns serem ótimos, foi melhor ainda.

Humberto Gessinger lançando o primeiro disco solo em um disco que é mezzo Engenheiros do Hawaii mezzo tributo ao Rio Grande do Sul, com diversos convidados e ex-membros do Engenheiros do Hawaii E voltando a tocar baixo. Grande.

Decepções do ano:

Super Collider, mais recente trabalho do Megadeth. Um disco ruim com R maiúsculo.

O show do Bon Jovi no Rock in Rio. Chato, burocrático, sem emoção e com um set list muito mal montado. E ainda assim foi a turnê mais lucrativa do ano, o que prova a relevância dessa banda.


Discos ao vivo:

Principalmente agora mais próximo ao fim do ano, alguns ótimos discos ao vivo chegaram no mercado: o excelente Live at Luna Park, do Dream Theater, gravado na Argentina; o sempre magistral Rush veio com seu Clockwork Angels Tour; o Nightwish aproveitou a oficialização de Floor Jansen como vocalista e lançou Showtime, Storytime (aliás, a efetivação de Floor é um dos meus destaques do ano também) e o Muse com Live at Rome Olympic Stadium foram alguns dos melhores lançamentos ao vivo do ano.


Uma pena:

Este ano, como em todos os outros, é a lei da vida, morreram muitos músicos importantes – alguns eram verdadeiras lendas. Entre esses nomes estão o de caras como Alvin Lee, do Ten Years After, J.J. Cale, Jeff Hanneman (Slayer), Lou Reed, Ray Manzarek (The Doors) e Richie Havens.  George Duke, que tocou na Mothers of Invention e Chi Cheng, do Deftones também se foram.

Outras mortes também chamaram a atenção, como as de Chorão e Champignon, dois membros icônicos do Charlie Brown Jr., uma das mais populares bandas brasileiras. Enquanto o vocalista foi encontrado morto após uma overdose, o baixista se matou alguns meses depois – dizem que ele estava em depressão. Posso dizer que essas mortes, principalmente a do Chorão, me fizeram mudar alguns conceitos. Por isso tiro este parágrafo em especial para tratar sobre isso. Alguns dias depois da morte do Chorão eu passei toda a discografia do Charlie Brown Jr. pro meu iPod (e eu já tinha baixada – e se não a tivesse, a baixaria) e ouvi bastante até descobrir que, porra, eu gosto de Charlie Brown Jr. Não que eu deseje a morte de alguém, mas em um país que Los Hermanos e O Teatro Mágico são idolatrados, perder o Charlie Brown Jr. é complicado. Concordando ou não com suas palavras e/ou atitudes, Chorão ainda era uma voz para a juventude. Seus colegas de geração ou já tiveram suas carreiras afundadas, ou se converteram, ou, sei lá, morreram também, e o cara permanecia lá com a atitude dele em meio a esse cenário de bom mocismo e pagapauzismo de MPB que vive o rock nacional.

“E aí, galera, diversidade é legal, mas não deixa o rock morrer nessa porra, hein. E rock é camisa preta. Não tem essa porra de amarelinho, vermelhinho, rosinha.”

E se você já teve 17 anos e gostava de rock, é impossível não se identificar com um trecho como:
“Você falou pra ela que eu sou louco e canto mal, que eu não presto e que eu sou um marginal; que eu não tenho educação, que eu só falo palavrão e que pra socialite eu não tenho vocação; sei que isso tudo é verdade, mas, eu quero que se foda essa porra de sociedade (...)”



Estive observando também a minha LastFM; segue abaixo imagens com os meus álbuns mais ouvidos e logo depois uma com as bandas/artistas mais ouvidos em 2013. É claro que a lista não é completamente real por 2 motivos: 1) o que eu ouvi no celular o ano todo não computou na LastFM; 2) o scrobble do meu iPod não funciona com determinadas bandas (sério, tem bandas que ele simplesmente ignora, como por exemplo o Guns n’ Roses, banda que ouvi muito em 2013 e certamente estaria aí nas duas listas se o scrobble funcionasse direito) - quer gerar o seu? Clique aqui.




É isso aí! Que 2014 seja ainda melhor!

Troféu That Rock Music 2013: Black Sabbath e The Winery Dogs

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 23:39

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Na nossa votação de melhores do ano, apenas 2 discos foram citados entre os 10 ou nas menções honrosas de nossos 3 editores; e a eles, nós aqui do TRMB, concedemos o simbólico Troféu TRMB como Destaque do Ano!


Black Sabbath com o álbum 13

 O que chama a atenção em 13 é o excelente instrumental, especialmente da guitarra e baixo. Os caras mantiveram a sonoridade de décadas atrás e músicas como The End of the Beggining e Damaged Soul (belíssimos solos) deixam isso bem claro. Destaco Loner e Live Forever, ambas com baixo foderoso e a forte e marcante presença da guitarra engenhosa de Tony Iommi. (Rose Gomes, na lista de Melhores do Ano)

Manteve a maldade, a qualidade é incontestável dos instrumentistas, ressalva particular e com certeza também generalizada para Geezer Butler e Tony Iommi que nunca decepcionaram, Brad Wilk nada deixou a desejar, teve pegada, em nenhum momento foi o ponto fraco do compilado, colaborou e bastante. Ozzy canta como ninguém, porque ninguém é tão sem fôlego quanto ele (haha). Brincadeiras de lado, evidentemente, e nem se esperava algo muito maior dele, desempenhou o que podia. Aquelas notas altíssimas que alcançava ficaram trancadas, para ouvi-las outra vez só dando um play no Sabotage. Outro ponto a se ressaltar é que parecem ter se tornado muito mais questionadores do que apenas tementes ao demônio. Falam muito mais de temas religiosos como a presença ou não de um Deus e isso é bacana. Evidentemente não é o que faz melhor ou pior, só muda, e mudanças sempre são... mudanças. O que há de se tirar o chapéu é para Dear Father, que encerrou o álbum com a mesma chuva que inicia a primeira faixa de seu debut e que são bem similares. Não só pela chuva que cai obviamente, mas naquele momento em que ela tem seu clímax é idêntica a explosão pós-trítonos da Black Sabbath, até mesmo as variações no baixo ao término de cada passagem são semelhantes. Isso tem sem dúvida um valor extraordinário, pois de certa forma demonstra que eles, possivelmente, encerraram as atividades da mesma forma que começaram, muito mais ricos e famosos hoje é claro, com o espírito de Black Sabbath! (João C. Martins, na sua coluna Caverna de John)

Pela importância histórica da banda, pelo significado de um novo disco de estúdio completo com Ozzy Osbourne no vocal, pelos recentes acontecimentos que envolveram direta ou indiretamente a banda (até mesmo a morte de Ronnie James Dio), este álbum se tornaria um dos mais comentados do ano, sem dúvida alguma. Fica óbvio que o produtor Rick Rubin convenceu os caras a emularem a si mesmos nos primeiros discos; End of the Beginning remete à Black Sabbath e Loner tem um quê de N.I.B., enquanto Zeitgeist se parece assustadoramente com Planet Caravan. E o que importa? É Black Sabbath! Melhor soar como a si mesmo do que inventar novas modas que não vão a lugar algum. Destaco o blues infernal de Damaged Soul, a quebradeira de Age of Reason e a tensa God is Dead? 13 não trouxe nada de novo ao som do Black Sabbath. E nem precisava. E muito menos era isso que os fãs queriam. Todos queriam ouvir o velho Black Sabbath e ver se esses caras ainda sabiam fazer aquilo. E claro que eles sabem, afinal foram eles que inventaram. (Carlos H. Silva, em colaboração ao Shogunidades)


The Winery Dogs com o álbum The Winery Dogs


O que temos quando se junta três exímios músicos dotados de um talento descomunal? A resposta é fácil, simplesmente um dos melhores álbuns do ano! O disco traz um tom vibrante que se faz presente em absolutamente todas as faixas. O toque preciso do experiente Sheehan, as viradas impactantes de Portnoy e o vocal intenso de Kotzen garantem o sucesso deste trabalho que já era um grande sucesso anunciado antes mesmo da minha primeira audição. Destaco as faixas ElevateDesire e The Other Side. (Rose Gomes, na lista de Melhores do Ano)


Confesso que nunca acompanhei assiduamente a carreira de nenhum desses músicos absurdamente talentosos, entretanto quando ouvi I'm no Angel pela primeira vez, percebi que vinha fazendo muito mal. Mike Portnoy, o que falar? É de uma sutileza bruta naqueles tambores, consegue ser um paradoxo que combina; Richie Kotzen, toca guitarra de um jeito bem peculiar, canta muito bem, além de ser bonitão que só (desculpe-me), e aquele que eu considero o ponto de equilibrio na banda, Billy Sheehan que numa linha de baixo impressionante ditou o ritmo em muitas canções como Desire,You Saved Me, The Dying (minha favorita) e Elevate. (João C. Martins, na lista de Melhores do Ano)

Não era muito difícil imaginar que de uma junção de Mike Portnoy (bateria, ex-Dream Theater) com Billy Sheehan (baixo, ex-Mr. Big, ex-David Lee Roth) e Richie Kotzen (guitarra e vocal, ex-Poison, ex-Mr. Big) sairia não só uma grande banda, como um dos grandes discos do ano. The Winery Dogs é repleto de passagens técnicas, como era de se esperar pelo gabarito dos caras, porém o diferencial está no clima hard rock com influência funk (aquele Funk Rock Deep Purpleano da fase Stormbringer) que passeia por todo o álbum, transformando as canções em potenciais hits radiofônicos como a pesada e zeppeliana Elevate e a linda balada I'm no Angel, uma mistura de Rory Gallagher com Jimi Hendrix que é de arrepiar. Desire, We Are One e Six Feet Deeper são outros grandes exemplos do porquê deste disco estar presente em pelo menos 8 de cada 10 listas de melhores do ano. Uma performance absurdamente boa de Portnoy, Sheehan & Kotzen. Um power-trio que já nasceu grande e já colocou seu nome na história. (Carlos H. Silva, em colaboração ao Shogunidades)


Ano que vem quem sabe rola um desenhinho de troféu, né?


Ninguém Sai Daqui Vivo: um pouco sobre a história do The Doors

Posted by Rose Gomes | Posted in , | Posted on 10:04

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Por Rose Gomes


“Há coisas que são conhecidas e coisas que são desconhecidas, e, entre elas, há portas." Esta frase de William Blake repetida algumas vezes por Jim Morrison, o complexo vocalista da banda The Doors e pelo tecladista do quarteto americano, Ray Manzarek, define o espírito de uma das bandas mais populares dos anos 60. Em “Ninguém Sai Vivo Daqui” escrito pelo jornalista Jerry Hopkins e por Danny Sugerman, secretário de longa data da banda, a biografia do líder do The Doors é o registro mais completo  e detalhado sobre os primeiros passos dos músicos à fama e os problemas que se seguiram em decorrência dela e do uso excessivo de drogas feito em especial por Morrison.

O vocalista é apresentado não apenas como um rockstar babaca que tinha seus péssimos momentos e fazia piadas dignas de um espírito de porco, mas também como um jovem dotado de extrema  generosidade, sensibilidade e inteligência,  sempre envolto com  questões filosóficas, o cinema e a poesia.



Do início da vida de Morrison, sua infância com seus pais e irmãos até o auge com o Doors, as drogas, as prisões, as mulheres que passaram por sua agitada vida sentimental, o livro de Hopkins retrata todos os pormenores e se torna indispensável a qualquer fã não só da banda como de música, em geral.

Um dos grandes destaques da biografia fica por conta das passagens de algumas letras, o processo de composição e o ponto de vista dos integrantes do grupo, que passou por altos e baixos, tendo se enfraquecido após a morte de Jim Morrison em julho de 1971.




Jim Morrison – “Ninguém Sai Vivo Daqui” (No One Here Gets Out Alive)

Jerry Hopkins e Danny Sugerman

Editora Novo Século – 405 páginas




Um acontecimento extraordinário no show de Steel Panther.

Posted by João Carlos Martins | Posted in | Posted on 15:10

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Neste último dia 19 de dezembro, a banda americana Steel Panther, se apresentou em Kansas City no Midland Theater. O show corria normal e empolgante como sempre, até ter sido avistado pelos integrantes um garoto segurando um cartaz que dizia, I challenge Satchel to a guitar solo (Eu desafio Satchel para um solo de guitarra). O guitarrista e vocalista da banda aceitou o desafio, e foi aí que a apresentação ganhou um adendo, diria que, incrível! O garoto Aidan Fisher, de apenas onze (11) anos precisou somente de duas canções para mostrar que é mais um daqueles prodígios que conhecemos, como Jason Becker por exemplo. A performance do garoto foi nas faixas Eruption e no cover de The Kinks, You Really Got Me. Confira no vídeo se o garoto é bom mesmo.
 

 

O que mais chama a atenção é a frieza com que o pequeno toca o instrumento. Tomara que ele forme uma banda algum dia.
 
Na dedicatória de Satchel ao rapaz até ele se rendeu dizendo: "Aiden - Você venceu!!!"    






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