Rush: álbum de estreia será relançado em 2014

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:21

0



O Rush relançará seu álbum debut em 2014. De acordo com o site RushIsABand.com, a edição comemorativa do disco que completa 40 anos no próximo ano, trará versão remasterizada e encarte retrabalhado. Outros detalhes serão divulgados em breve.

Vespas Mandarinas no Parque Augusta

Posted by João Carlos Martins | Posted in , | Posted on 21:39

0

por João C. Martins

Neste último sábado (21/12), a banda Vespas Mandarinas se apresentou no Parque Augusta, o show foi gratuito, e cheio de boas intenções. 

Caso você não faça ideia de onde esteja localizado o tal Parque Augusta, não fique espantado, afinal de contas a maioria dos que estavam lá também não sabiam da existência do local. A fim de impedir uma suposta investida do governo contra o espaço, ativistas, famosos, a banda, participaram de uma espécie de manifestação, nada como as que nos acostumamos a ver, melhor dizendo, a data foi marcada por uma forma de propagar, tanto o parque, quanto as intenções parlamentares. O local ficou bem cheio, pois contou com a presença não só dos músicos, agora famosos, mas também de jornalistas, por exemplo Marcelo Rubens Paiva, Antonio Prata e Marcelo Tas. O evento contou também com a participação da banda Mulheres Negras. E antes de começar, deixo claro a você que foi um belo show, embora o local não fosse o mais apropriado para tal.
Como informação nunca é demais, o nome dos aviadores são: André Dea (Bateria), Thadeu Meneghini (Guitarra e vocal), Chuck Hipolitho (Guitarravocal) e Flavio Guarnieri (Baixo).


O show foi o penúltimo da banda nesse ano, e evidentemente tocaram a maioria das faixas de seu mais recente lançamento, o álbum de estreia dos rapazes, Animal Nacional.



Como todos já sabem sou um grande fã dessa banda, pois fazem algo bem diferente do que tem sido feito em termos de "Rock" no Brasil, principalmente quando cantado em português. Apesar de sempre deixarem de lado canções muito boas, o show empolgou e muito, contudo, pelo fato de a estrutura não ser nem um pouco adequada para qualquer tipo de espetáculo, os espectadores tiveram que permanecer sentados... num show de Rock. Enfim, esse não precisa ser o problema do mundo, já que esse foi um show de graça, entretanto, outro aspecto que evitou um melhor desempenho deu-se pelo fato de que o som estava muito baixo, mal se ouvia os backing vocals quando eram feitos por Chuck, tampouco se ouvia quando ele cantava, além da banda ficar limitada a uma apresentação, poderia dizer que tímida, mas justiça seja feita, em nenhum momento se decepcionaram pelos contratempos. Outro ponto negativo, no que diz respeito a estrutura do local, foi a falta de iluminação - não consegui nenhuma foto por isso - durante a apresentação, por falta de ciência não foi, já que desde o anúncio, a subida dos moços ao palco estava programada para às 19:00. Entraram bem depois do horário estabelecido, mas não pararam para conversas depois que tudo estava pronto, Bateria montada, Guitarras afinadas, som passado, é hora de começar! Santa Sampa foi a de abertura. Como citado anteriormente, a maioria das canções foram as do disco lançado em 2013, porém isso não quer dizer que deixariam de lado seus, jovens, mas clássicos hinos que não fizeram parte do compilado, sendo eles Retroceder, Antes que você conte até dez e Sasha Grey. O show foi bastante efusivo, não deixou a peteca cair em segundo algum, nem mesmo no cover de São Paulo dos Inocentes, onde chamaram uma garota para cantar com eles, garota essa que mais resmungou do que qualquer outra coisa.
 
De fato o propósito maior do evento era mostrar ao mundo, ou aos paulistanos no mínimo, que um canto verde ainda vive na nossa cidade, não só vive, mas sobrevive entre baladas e bares da Rua Augusta. Apesar de eu não ser muito adepto do discurso de um dos ativistas que lá estava, pois me parecia vermelho demais, se é que me entende, concordo que a perpetuação do Parque Augusta é algo que só trará benefícios a todos, desde os fãs de música, até os fãs de piquenique.



Setlist:

Santa Sampa
A Prova
Vício e o Verso
Não Sei o Que Fazer Comigo
Retroceder
Cobra de Vidro
O Amor e o Ocaso
Antes que você conte até dez
Sasha Grey
Distraídos Venceremos
Um Homem Sem Qualidades
O Inimigo



Encore

São Paulo (Inocentes cover)

Sleep, para acabar com seu sono de Natal

Posted by João Carlos Martins | Posted in | Posted on 16:48

0

Durante a semana tive uma ideia, e essa ideia por um triz não dará certo, mas como isso pouco importa, vou coloca-la em prática assim mesmo. Como se sabe, dia 25 de dezembro é (foi) Natal, data em que o Papai Noel completa mais uma primavera e dia onde todos que nem olham na sua cara, ou lembram de sua existência durante o ano, se tornam seus melhores amigos, ou seja, se somarmos tudo isso o que temos? Isso aí, Jesus Cristo, Stoner Metal e muito, mas muito Rock 'n' Roll!
Caso esteja se perguntando se sou um Herege, por falar dessa forma, saiba que a resposta é, não. O único propósito de fazer essas associações, é o seguinte: Natal+Corja=Presentes; Natal+"Igreja"=Jesus. Sendo assim meio caminho já está andado, mas ainda não deve ter ficado muito claro o que foi que impulsionou a escolha do tema, caso esteja muito ansioso... Calma aê caro leitor, calma aê. Obviamente esse é um blog de Música, evidentemente aqui sempre conversamos sobre Rock de várias vertentes, é claro que gostamos do Natal, então isso quer dizer que nada melhor que uma banda com todos esses atributos para celebrar esse feriado tão bacana, e essa banda é... continue lendo, só mais um pouquinho.
O conjunto que se apresentará nessa caverna tão ilustre, não é nenhuma novidade no mundo do Stoner e do Doom Metal, porém, talvez seja uma novidade para quem não ingressou, de fato, nesse segmento. O power trio de San Jose - Califórnia, está na ativa desde 1990, e o álbum do qual falaremos hoje foi lançado em 1999, sua formação para o compacto ficou assim:
Chris Hakius (Bateria), Matt Pike (Guitarra) e Al Cisneros (Baixo e vocal). Sem mais delongas, nosso papo de hoje é sobre, Sleep e o álbum Jerusalem!




Agora sim tudo faz sentido, não é? Jerusalem, Jesus, Natal, Rock... Rá! 
 
Brincadeiras a parte, essa foi minha escolha por conta do nome mesmo, e por um outro fato muito peculiar nesse disco, que ficará claro ao término de nossa prosa. 


Trata-se de uma sonoridade extremamente densa, pesada, e muito suja, não é aconselhável a audição desse num primeiro contato com o gênero, afinal pode ser que você acabe se cansando, sem querer menosprezar, ou classificar alguém, mas é preciso um certo nível de maturidade para perceber o quão grandioso é o trabalho do grupo.
Com todos os elementos que o estilo pede, Sleep mantém uma introdução gigante no compilado, com riffs de guitarra repetidos e incansávelmente distorcidos, os primeiros seis minutos permanecem assim. Quando quando finalmente entra o vocal de Al, você pode perceber, ainda mais o peso que é dado, pela forma que ele entoa as palavras da canção, são todas esticadas, de forma até meio que ritualística. A presença de solos, apesar de serem bem efêmeras, são pontos altos na faixa, afinal são, se assim se pode chamar, a ruptura na densidade que se vê com maior frequência nesse álbum. Quase todas as melodias iniciam e encerram da mesma foram, contudo não se pode dizer que isso é alguma falta de técnica, ou desleixo, é a forma com que o Doom se propagou, e Sleep não é considerada uma banda lendária dentro dessa subdivisão sem méritos. O álbum encerra-se numa sonoridade impressionantemente compassada, além do timbre sem igual. Ah! E antes que você pense que esqueci de citar canção por canção como venho fazendo, saiba que esse é um full lenght de uma só faixa, e diferente de um single essa faixa tem cinquenta e dois minutos, que embora seja dividido em seis partes, não se nota a pausa entre uma e outra, definitivamente um clássico.


E como temos apenas uma canção, vale a pena acompanha-lo com a letra. Vamos cantar!



Observações:

  • Antes de existir Sleep, os três integrantes oficiais da banda, compunham junto de mais dois indivíduos a banda Abestosdeath. Os outros eram Tom Choi e Keith Krate, ambos tocavam guitarra;

  • Sleep iniciou como um quarteto, Justin Marler completava como segundo guitarrista;

  • Um fato interessantíssimo sobre Justin Marler é que após a gravação do primeiro disco da banda, Volume One, ele desapareceu, pouco tempo depois descobriram que o mesmo havia se integrado ao Mosteiro Ortodoxo Oriental, tornando-se assim um monge. Após algum tempo e o lançamento de alguns livros, Justin retomou sua carreira musical, com o antigo amigo Chris Hakius, onde formaram The Sabians.

Rush: a excelência ao vivo, Pt. 2

Posted by TRMB | Posted in , | Posted on 16:51

0

A parte 1 pode ser vista clicando aqui.

Continuando na irrepreensível discografia ao vivo do Rush, chegamos à era dos lançamentos após disco ou turnê especial, completamente o oposto do que ocorreu nas três décadas anteriores, onde a banda lançava um disco ao vivo após quatro de estúdio.


2005 - R30

Comemorando 30 anos do lançamento do primeiro disco, o Rush resolveu fazer uma turnê celebrativa que deu suporte ao disco de covers lançado naquele ano, Feedback (2004), onde gravaram canções de artistas que os influenciaram lá no final dos anos 60, como The Yardbirds, The Who, Cream e Buffalo Springfield. Gravado em Frankfurt, na Alemanha, em 24 de setembro de 2004 (portanto, o primeiro disco ao vivo do Rush 100% gravado em um show só, já que as duas últimas faixas de Rush in Rio não foram gravadas no Rio), R30 é um apanhado das diferentes fases da banda, mas com foco no material dos anos 90, como Roll the Bones, Dreamline, Animate Resist, além de resgatar canções como Xanadu, Mystic Rhythms Between the Wheels. Particularmente é o meu disco ao vivo preferido da banda, principalmente devido à produção, que deixou tudo muito nítido, em especial os bumbos de Neil Peart.


2008 - Snakes & Arrows Live

Gravado em dois shows nos dias 16 e 17 de outubro de 2007 na Holanda, em suporte ao álbum ao disco Snakes & Arrows , a versão "live" registrou o setlist daquela tour que privilegiou o álbum lançado em 2007, tendo nada menos que nove canções presentes. Os caras fizeram mais alguns resgates na carreira: Digital Man, a bela Entre Nous e a sensacional Mission, além de Circumstances. Mas a mais celebrada volta foi mesmo a de A Passage to Bangkok com direito até a Geddy Lee empunhando novamente um baixo Rickenbacker.







2009 - Grace Under Pressure Tour

Este disco foi gravado em 1984 em suporte à turnê de Grace Under Pressure, mas só foi lançado na caixa Rush Replay X 3, em 2009; mais curto que os demais, contem apenas 11 faixas, sendo algumas delas medleys interessantes como YYZ/2112 Vital Signs/Finding My Way/In the Mood. Outros clássicos como Closer to the Heart e The Spirit of Radio também estão registrados aqui.











2011 - Time Machine: Live in Cleveland

Em 2011, o Rush resolveu comemorar 30 anos do álbum Moving Pictures , considerado seu maior clássico e maior sucesso comercial, com uma turnê onde tocaria todo o disco na íntegra - e de brinde apresentariam duas canções inéditas em todo show. Foi nessa turnê que a banda veio ao Brasil pela segunda vez, e este que vos escreve teve o imenso prazer de assistir ao show da Time Machine TourA produção do vídeo foi da Banger Productions, a mesma que cuidou do dvd Beyond the Lighted Stage, o documentário com a história da banda. O set list abrangia toda a carreira da banda, de Working Man (1974) a Far Cry (2007), além das inéditas Caravan BU2B. No meio disso tudo, é claro, Moving Pictures na íntegra, com a banda afiadíssima em clássicos como Tom Sawyer e Limelight, além de The Camera Eye, que não era executada ao vivo desde 1982. O local escolhido para a gravação foi especial: Cleveland, em Ohio (EUA); foi lá que, em 1974, a radialista Donna Halper tocou um som do Rush pela primeira vez nos EUA, era Working Man, e resultou no início do sucesso dos canadenses por lá.



2013 - Clockwork Angels Tour

Em suporte ao bem sucedido disco Clockwork Angels (2012), o Rush partiu para uma turnê mundial - que infelizmente não veio à América do Sul - onde contaram, pela primeira vez, com mais músicos no palco além dos 3 caras da banda: a Clockwork Angels String Ensemble, uma mini orquestra com nove músicos conduzidos pelo maestro David Campbell que participaram em "apenas" 14 das 30 canções executadas no setlist. Obviamente isso foi um "tchan" extra para o som da banda, principalmente em clássicos como Red Sector A, Dreamline e nas novas Carnies The Garden. Os registros foram feitos nos shows de Dallas, San Antonio e Phoenix, no mês de novembro de de 2012.













5 canções para você comemorar o natal de verdade

Posted by Rose Gomes | Posted in , | Posted on 11:44

0



Por Rose Gomes



Pois é, mais um ano que se passa e ele, nosso amado (ou nem tanto) natal chegou, para alegria de muitos ou tédio total de outros. Para celebrar esta data em que você encontra aquela sua tia chata que te pergunta dos (as) namorados (as) ou aquele seu tio sem noção que faz aquela piadinha infame do “pavê ou pá comê”, resolvi escolher cinco sons para te ajudar a “segurar a barra” na “noite feliz”:

Garotos Podres – Papai Noel Velho Batuta

Do disco Mais Podres do que Nunca de 1985, a música que canta a rebeldia contra o bom velhinho teve a letra alterada para burlar a censura da época.  



AC/DC – Mistress for Christmas – A porrada natalina de Angus & Cia faz parte do disco The Razors Edge, de 1990.




Ramones Merry Christmas (I Don’t Wanna Fight Tonight) – Mais um pouco do bom punk rock com esta versão dos Ramones, pertencente ao álbum Brain Drain (último trampo de estúdio dos caras), de 1989.




Elvis Presley – Blue Christmas – Que especial do Roberto Carlos o quê! Natal que se preze tem que ter o verdadeiro Rei, Elvis Presley, com uma das melhores canções do disco natalino do cantor, Elvis' Christmas Album, de 1957.




Iron Maiden - Another Rock n´ Roll Christmas – Pra fechar com grande estilo nada melhor que a Donzela de Ferro mostrando que também sabe fazer a linha Feliz Natal.



Ratos de Porão: disco novo é mais metal e tem participação de um porco

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 23:33

0

Em entrevista para a Rolling Stone, os membros do Ratos de Porão falaram sobre o novo disco da banda e algumas de suas características, inclusive sobre a participação do porco Atum, de propriedade de João Gordo.

Assista:





Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...