2112: entenda a épica canção do Rush

Posted by TRMB | Posted in , , | Posted on 13:03

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Hoje é dia 21/12 e para os fãs de uma banda em especial, hoje é mais conhecido como "dia do Rush"! Por quê? Porque um dos álbuns mais clássicos do trio canadense de rock progressivo chama-se 2112 (1976) e obviamente que todos nós fãs desses caras faríamos uma ligação especial deste título com este dia.



O Rush Fã Clube Brasil tem em seu site a explicação ou teorias sobre praticamente 100% da discografia da banda, e então, com todos os créditos possíveis, copio aqui (para o original, clique aqui) para que todos entendam a canção 2112, que tem mais de 20 minutos e é dividida em 7 partes, uma distopia (manja 1984, Laranja Mecânica, etc?) muito influenciada por Ayn Rand, que fez com que na época Neil Peart (o letrista da banda) fosse chamado de "direitista", "nazista" e coisas do gênero. Hoje Neil, certamente, seria chamado de "reaça". E tenho pra mim que ele não ligaria nem um pouco.

Vamos ao que interessa:

2112
Música por Lee e Lifeson / Letra por Peart
Com admiração à genialidade de Ayn Rand

O trabalho na canção 2112 relaciona-se ao romance Anthem, lançado em 1937 pela escritora e filósofa russa Ayn Rand. Nascida em 06 de março de 1905 na cidade de São Petersburgo, Rand passou a viver nos EUA a partir de 1926, tendo optado por divulgar sua filosofia inicialmente através de obras de ficção. Seu trabalho a expõe como uma das mais intransigentes e coerentes defensoras da razão contra as várias formas de irracionalismo, do indivíduo contra as várias formas de coletivismo (social ou estatal) e da liberdade contra todas as formas de servitude.

Em seu romance Anthem, o qual acabou por trazer inspiração para Peart na composição lírica de 2112, Rand fala sobre um futuro inespecífico quando a humanidade entrava numa nova época de escuridão como resultado dos males da irracionalidade, do coletivismo (o estado é sempre maior que o indivíduo) e da fraqueza do pensamento socialista e econômico. Os avanços tecnológicos são cuidadosamente planejados (quando e como) e o conceito de individualismo foi eliminado (por exemplo, a palavra "I" - Eu - desaparecera das línguas). Como é comum em seu trabalho, Rand traça uma distinção clara entre os valores de igualdade e fraternidade do socialismo/comunismo e os valores de propriedade e individualidade do Capitalismo. Ela ilustra as ameaças à liberdade humana, inerente a noções sociais do altruísmo e da caridade, criando uma imagem de um mundo afundado na barbárie através de um sentimento de obrigação social extraviado.

"... Não sou primariamente uma advogada do capitalismo, mas do egoísmo; e não sou primariamente uma advogada do egoísmo, mas da razão. Se alguém reconhece a supremacia da razão e a aplica consistentemente, tudo o mais segue. Isto - a supremacia da razão - foi, é e será a preocupação primária de meu trabalho, e a essência do Objetivismo. ... A razão na epistemologia leva ao egoísmo na ética, que por sua vez leva ao capitalismo na política. A estrutura hierárquica não pode ser invertida, nem pode um nível posterior se sustentar sem o fundamental". (Ayn Rand, "Brief Summary", em The Objectivist, Setembro de 1971, p.1089).

"Não podemos lutar contra o coletivismo, a menos que lutemos contra sua base moral: altruísmo. Não podemos lutar contra o altruísmo, a menos que lutemos contra sua base epistemológica: irracionalismo. Não podemos lutar contra nada - a menos que lutemos por alguma coisa: e aquilo pelo que devemos lutar é a supremacia da razão, e uma visão do homem como ser racional". (Ayn Rand, "Don't Let it Go", em Philosophy: Who Needs It?, p.214).

Sobre 2112, iniciamos mencionando que muitos consideram a canção como uma possível crítica de Peart à indústria musical, esta que geralmente se propõe a controlar a expressão do artista. Apesar das coincidências de contexto que facilmente nos levariam a afirmar tal conclusão, não temos nenhuma declaração de quaisquer integrantes que esgote esse assunto.

I. Overture

Com Overture o Rush inicia a viagem de 2112, através de um instrumental intenso que é rapidamente reconhecido como uma das canções mais marcantes de toda carreira da banda. Essa primeira parte é finalizada com a seguinte frase cantada por Geddy Lee: "...and the Meek shall inherit the Earth...". Este trecho consiste na citação da Bíblia "E os humildes herdarão a terra" encontrada no Livro dos Salmos (capítulo 37 versículo 11) e no Evangelho Segundo Mateus (capítulo 5 versículo 5). A frase foi escolhida como uma espécie de profecia acerca do fechamento da história proposta por Peart.

II. The Temples of Syrinx

Imediatamente somos lançados numa viagem sonora poderosa em The Temples Of Syrinx, onde a história se inicia – o mundo oprimido da Federação Solar. Aqui conhecemos através dos versos de Peart as principais características do contexto vivido em 2112, que existe sob o domínio dos sacerdotes. Esse segmento se encerra como um coração batendo em fúria, num clímax que somente o talento do Rush poderia criar e que magicamente se transforma na próxima parte do conto.

III. Discovery

Discovery apresenta um trabalho intrincado de guitarra feito por Alex Lifeson que maravilhosamente transmite a descoberta do antigo instrumento pelo personagem central numa caverna alagada. A fabulosa progressão desse trecho é marcada por um tocar de cordas que revela uma acústica magistral, descrevendo a cena da descoberta para o ouvinte ao mesmo tempo em que o incita a apreciar o desenrolar dos acontecimentos.

IV. Presentation

Presentation traz uma mágica discussão entre os sacerdotes que querem seguir firmes em sua realidade opressora e o homem que trouxe a descoberta até eles. O desempenho vocal de Geddy Lee nesse trecho é simplesmente genial, pois a maneira com que muda o canto ríspido e acusador dos sacerdotes para a fala envergonhada e descrente do descobridor é algo capaz de deixar os ouvintes mais sensíveis hipnotizados.

V. Oracle: The Dream

Oracle: The Dream segue através de uma caminhada elegante de emoções que transporta o ouvinte para uma viagem ao passado, buscando descobrir a verdadeira razão para a opressão que agora ocorre além do que ainda estava por vir.

VI. Soliloquy

Soliloquy é talvez o segmento mais poderoso e emocionante em 2112. Ele fala da decisão definitiva do personagem após tanta desilusão – o suicídio. Peart escreveu letras incríveis durante toda sua carreira, mas poucas se equivalem às linhas finais deste trecho, que é cantado por Lee com imenso poder e sentimento: "Acho que não posso continuar. Leve embora esta fria e vazia vida. Minhas forças estão fracas no profundo desespero. Meu sangue jorra sem parar..."

VII. The Grand Finale

A maratona triunfante de 20 minutos termina com The Grand Finale. Assim como começou, a canção se encerra com um instrumental poderoso que assustadoramente relembra a derrota da opressão enquanto Peart proclama (três vezes): "... Atenção todos os Planetas da Federação Solar, nós assumimos o controle".



Heavy Metal 70's: 14 discos especiais

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 12:15

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Mais uma lista da semana aqui no TRMB, desta vez o tema será o heavy metal feito nos anos 70, um tema tão abrangente que dói o coração ter que deixar certas bandas e discos de fora. Um daqueles tópicos que nem 100 discos são suficientes, pois trata-se de uma época em que o heavy metal e o hard rock ainda não eram duas coisas diferentes, como conseguimos diferenciar hoje em dia. Veja abaixo o que cada um de nós escolheu - e sintam-se à vontade para postar suas listas (ou nos xingar) nos comentários!



Black Sabbath - Black Sabbath (1970)





Falar em heavy metal e anos 70 na mesma frase e não citar o debut do Black Sabbath é, bem... até dá, mas em algum momento você tem que citar quem começou tudo. Não existe antes do Black Sabbath. Tiveram bandas que cantavam sobre “o cara lá de baixo”, bandas que tocavam forte, pesado, mas quem levou isso a um outro nível e criou um gênero completamente novo e por conseqüência uma infinidade de subgêneros foi o Black Sabbath com o álbum Black Sabbath, lançado em uma sexta-feira 13 de fevereiro de 1970. Sei que os anos que fecham com 0 ainda são considerados da década anterior, mas não tem jeito. Este é O disco quando falamos de heavy metal e anos 70. Dos sinos e sinistros da canção Black Sabbath até a tradicional Wicked World, ouvimos os caras passearem pelo blues e pelo experimental com muito peso e atitude. Até hoje imagino as pessoas ouvindo este disco pela primeira vez no início dos anos 70 e não consigo imaginar nada que veio depois, em qualquer gênero, que tenha tido o mesmo impacto. (Carlos H. Silva)


Rising - Rainbow (1976)


Rising do Rainbow, esta verdadeira preciosidade de 1976 é daqueles discos que em apenas 6 faixas traz toda a sonoridade que satisfaz nossos sentidos ávidos em ouvir um bom som. O vocal irretocável do grande Ronnie James Dio e os riffs magistrais de Ritchie Blackmore, mais uma vez ele, nos brindam a cada faixa, do início ao fim. Isso sem esquecer da  performance mais do que especial do gênio Cozy Powell com a sua excitante pegada na batera. Não posso deixar de citar a monstruosa Stargazer, grande destaque do disco. (Rose Gomes)


Return to Fantasy - Uriah Heep (1975)





Uriah Heep, para mim é uma das bandas que fundamentou, ao lado de Black Sabbath, Deep Purple, U.F.O., entre outras, isso que hoje em dia chamamos de Heavy Metal. Consigo ver nesse álbum vários elementos que foram e continuam sendo usados por bandas como Helloween e Iron Maiden por exemplo. Claro que são estilos completamente diferentes os vistos atualmente, pode-se até imaginar o que se passa pela cabeça de alguém que os escuta pela primeira vez sem um prévio aviso. A canção que abre o compilado, Return to Fantasy, considero um dos maiores ícones do Metal, sem contar Devil's Daughter, Why Did You Go e a alucinante Showdown. (João C. Martins)


Sad Wings of Destiny - Judas Priest (1976)



O Judas tem uma discografia muito sólida nos 70, principalmente do segundo álbum em diante, que é exatamente o Sad WIngs of Destiny, onde já podemos notar todas as características que os tornaram famosos: os riffs sagazes e faiscantes, as guitarras gêmeas, a cozinha sólida e forte e, é claro, os vocais bem acima da média de Rob Halford, um dos grandes nomes de toda a história do instrumento (afinal, cordas vocais precisam estar afinadas...). Clássicos que são obrigatórios nos set lists até hoje são deste álbum: a épica Victim of Changes, que abre o trabalho, a desafiadora The Ripper e as tradicionais Genocide e Epitaph. (João C. Martins)



Deep Purple In Rock - Deep Purple (1970)


In Rock é sem dúvida um dos discos mais pesados e impactantes que o Purple fez e o primeiro a mostrar que a banda já sabia o caminho que iria seguir. Ritchie Blackmore mostra seus solos e riffs espetaculares (coisa que logo na primeira faixa, Speed King, você nota claramente na senhora introdução). Jon Lord, um dos melhores tecladistas que uma banda pôde ter, juntamente com Ian Paice nas viradas infernais e Roger Glover em seu baixo viajante nos brindam com as excelentes faixas Flight of the Rat, Into the Fire e Hard Lovin´Man, isso sem falar na classicaça Child in Time que traz o vocal grandioso de Ian Gillan. (Rose Gomes)



Paranoid - Black Sabbath (1970)




Black Sabbath é uma banda capaz de estar em quase, se não em todas, as listas do que quer que você imagine. Escolhi Paranoid, pois ele contém dois dos maiores hinos da história do metal, que são nada mais que Iron Man e a própria Paranoid, e embora ele não seja tão tinhoso como o debut dos caras, o peso inconfundível ali se fez presente. Evidentemente não se encontra essa característica apenas nas anteriormente citadas, mas também em War Pigs, que é pura revolta, Eletric Funeral que é um clássico sem dúvida e, a minha favorita nesse play, Hand of Doom. (João C. Martins)

Paranoid é simplesmente um dos discos mais importantes do Black Sabbath e sem dúvida do heavy metal, considerado um álbum altamente influente e essencial para qualquer um que queira “adentrar” nesta vertente. O disco é recheado de grandes clássicos e já abre com a porrada War Pigs, seguida de outro grande hino, Paranoid. Os riffs únicos de Iron Man também marcam presença neste trabalho que traz ainda toda a distorção de  Electric Funeral e as peripécias únicas do mestre Iommi em Fairies Wear Boots. (Rose Gomes)


Overkill - Motörhead (1979)


Apesar de Lemmy Kilmister sempre dizer que o Motörhead é uma banda de rock n’ roll, ninguém consegue desvincular a banda do heavy metal devido a sua tamanha influência e sonoridade. Dos bumbos duplos de Phil ‘Animal’ Tayloer, passando pela guitarra blueseada de ‘Fast’ Eddie Clark e chegando até o baixo gordo e vocal zangado de Lemmy, Overkill é, como todo álbum da banda, um cruzado de direita na sua cara. Porrada atrás de porrada. E tem Overkill, Stay Clean, No Class, Damage Case... (Carlos H. Silva)



Lucifer's Friend - Lucifer's Friend (1970)




Talvez o Lucifer´s Friend não tenha sido uma banda que alcançou a notoriedade como grandes nomes do heavy metal, mas sem dúvida este é um dos grupos precursores do movimento que já em seu trabalho de estreia, o autointitulado álbum de 1970, apresenta um heavy metal de excelente qualidade, ficando no mesmo nível de um Sabath ou Purple. Considero este disco muito mais heavy metal do que todos os discos do Led Zeppelin (banda que muitos dizem iniciar o metal junto com outros grupos já citados e coisa que não consigo concordar) e considero as faixas Ride in the Sky, Keep Goin´, Baby You're A Liar e Lucifer's Friend como as melhores deste álbum que traz como forte destaque a técnica de Dieter Horns no baixo, as viradas de Joachim Rietenbach na batera e os vocais esgarniçados e potentes de John Lawton. (Rose Gomes)



Burn - Deep Purple (1974)



Como já deu pra perceber, sou muito mais um Heavy festeiro do que extremo, gosto dessa parada mais grooveada, se assim posso dizer, e gostando disso Burn não poderia ficar de fora de jeito nenhum. Além de ser um excelente álbum contou com a estreia de dois rapazes, que não sei se eram bons, me responda você, os nomes eram (apenas), David Coverdale e Glenn Hughes, que como diria um amigo: "O melhor backing vocal do mundo, depois do Don Brewer", deixe-se claro que era muito mais que um mero vocal de apoio, exemplo disso é a que da nome ao disco, onde há uma divisão nas responsabilidades, assim como em (minha favorita) Sail Away e também e empolgante Lay Down, Stay Down. (João C. Martins)



Montrose - Montrose (1973)


Um dos álbuns mais pesados daquele início de década, Montrose, autointitulado disco da banda liderada por Ronnie Montrose e que tinha como vocalista Sammy Hagar, é impecável do início ao fim. Os riffs pesadaços e densos de Rock Candy, a sujeira de Rock the Nation e a atitude de canções como Bad Motor Scooter Space Station #5 fazem deste álbum um clássico do heavy metal dos anos 70. Pouco mais de 30 minutos de uma porradaria impecável. (Carlos H. Silva)



Lonesome Crow - Scorpions (1972)



Neste disco  o Scorpions aparece bem mais pesado e até mesmo sombrio, focando no heavy metal com pitadas progressivas e psicodélicas. Muitas faixas remetem a Sabbath, Zeppelin e até mesmo Coven, bandas do cenário musical daquela época. Nem sombra do hard farofa dos anos 90 e It All Depends é prova disso. Inheritance, a faixa mais obscura é uma das grandes canções do disco. Além dos efeitos medonhos, a dupla Michael Schenker e Lothar Heimberg  mostra que sabe muito bem o que está fazendo.(Rose Gomes)



On Stage - Rainbow (1977)


Elejo este, entre tantos dessa magnifica banda, unicamente por se tratar de um disco ao vivo, e que só é possível identificar isso devido aos gritos da plateia a cada fim de faixa, afinal esses caras eram deslumbrantes tanto em estúdio quanto a céu aberto. Ele é um set list formado a partir de canções tanto de discos já lançados, como os que viriam a ser, além de um cover da anterior banda de Blackmore, diga-se de passagem, canção essa que faz parte do álbum que citei do Purple, que é Mistreated. Nele o ritmo não cai em nenhum segundo, mesmo na balada antes citada, ou na cadenciada Catch the Rainbow, contudo não se pode negar que o povo ficou doido mesmo com Kill the King e na que a sucede Man on the Silver Mountain (HEY). (João C. Martins)


Kiss - Kiss (1974)


Nos anos 70 os conceitos de “heavy metal” e “hard rock” como existem hoje era pura bobagem. Hoje nós conseguimos dizer, principalmente a partir das bandas dos anos 80, o que é heavy metal e o que é hard rock. Mas lá atrás, depois do Black Sabbath, todo mundo que tocava pesado e alto fazia parte da mesma cena, era tudo “heavy metal” ou tudo “hard rock”. É por isso que fazer uma lista de heavy metal dos anos 70 passa necessariamente pelas bandas de hard rock. E o Kiss é uma dessas bandas, e o seu debut de 1974 foi um dos grandes álbuns daquela década. Quer coisa mais heavy metal que os solos de Ace em 100,000 Years ou os riffs de Black Diamond? Como trata-se de Kiss, obviamente que temos as festivas Strutter e Deuce para animar qualquer lugar. Tem até guitarra dobrada em Love Theme From Kiss... (Carlos H. Silva)


Rocka Rolla - Judas Priest (1974)




Este álbum do Judas Priest é um dos que mais gosto, muito por conta desse baixão constante ditando as regras do jogo. A guitarra que cantarola por aqui e acolá, cheia de riffs e solos, mas quem está no comando é o gravezão do baixo. Além disso a performance dos caras era sensacional, Rob Halford ainda fazia uso de longas madeixas, sem contar os trejeitos referindo-se a Robert Plant. A faixa título do full lenght é incrível, porém chamo a atenção para a qualidade de, uma bem conhecida também,  Never Satisfied. (João C. Martins)

Marcelo Gross lança seu primeiro disco solo, confira.

Posted by João Carlos Martins | Posted in | Posted on 12:26

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Hoje, Marcelo Gross, um dos Cachorros Grandes, lança oficialmente seu primeiro disco solo. Muito cheio de expectativas positivas, pois durante todo esse tempo que o guitarrista se fez presente nos trabalhos da banda gaúcha, nunca deixou a desejar em suas performances. A estreia do disco já ocorreu dia 12/12, contudo esse sim podemos considerar o lançamento oficial de Gross – Use o Assento para Flutuar (Nome do disco). 


Confira abaixo o álbum na íntegra. O áudio também está disponível em seu site, www.marcelogross.com

 

White Widdow: baterista se suicida

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 11:13

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O baterista da banda de AOR White Widdow, George Kristy, cometeu suicídio. A informação foi confirmada através das redes sociais. O White Widdow lançou dois álbuns, um autointitulado em 2010 e Serenade, em 2011. Ainda não foram divulgados mais detalhes.

Alter Bridge: confira detalhes do novo DVD

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 11:07

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O novo DVD duplo do Alter Bridge, Fortress, The Sound And The Story, contém 6 horas de filmagem com cenas da gravação do último álbum da banda, além de uma aula com Myles Kennedy e Mark Tremonti ensinando a tocar cada 
música do disco na guitarra. Você encontra o trabalho aqui.



Joe Bonamassa indicado ao Grammy

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 11:02

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O guitarrista Joe Bonamassa foi indicado pela primeira vez ao Grammy pelo seu segundo álbum ao lado de Beth Hart, intitulado “Seesaw”.
 
Bonamassa disponibilizou uma música deste álbum para download grátis aqui.

Filho de Sabbath, Sabbathzinho é.

Posted by João Carlos Martins | Posted in | Posted on 21:57

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Apesar de ser um cara extremamente metódico, percebi a merda que fiz tarde demais. Gostaria de falar das bandas que listei como melhores de 2013 de acordo com suas classificações, contudo me esqueci disso e não segui a ordem. Então já que já passou, vamos fora de ordem mesmo. A que iremos receber na caverna hoje, foi a de maior destaque dentre os dez que mencionei, definitivamente tornou-se um clássico na história do Rock 'n' Roll pesado, barbado e malvado. Sabemos que todos que por aqui já passaram são filhos de Sabbath, entretanto esses aqui são de uma proximidade um pouco maior, afinal intitulam-se por um nome de uma das faixas de um de seus discos. A banda de agora é ORCHID!
E o Line up da banda fica assim, da esquerda para a direita: Keith Nickel (Baixo), Mark Thomas Baker (Guitarra e Sintetizadores), Theo Mindell (Vocal e Percussão) e Carter Kennedy (Bateria).


Recentemente os californianos lançaram seu segundo full lenght, o estrondoso  The Mouths of Madness, que apesar de ter sido lançado em 2013, parece que voltaram no tempo e fizeram um som total dos anos setenta. Foi muito bem acolhido pela crítica, e não é preciso dizer que os fãs também gostaram à vera do trabalho. Evidentemente a banda inspirou-se naquele excepcional quarteto vindo de Birmingham, algo que evidencia isso é o nome que escolheram para a banda, pois trata-se de uma canção do lendário Master of Reality (MOR doravante), a capa do disco é essa que vê acima, lembra um pouco MOR, né? O peso do som é o mesmo, alguns riffs, diria que muito similares, sem contar aquele chiadinho gostoso que só um 12 polegadas é capaz de nos mostrar. Então para abrir paulêramente esse post, vamos com a dona do negócio, Mouths of Madness!

  
                           
 
Uma coisa que já estou para falar há tempos, caso você curta um Rock pesado, mas está sem muita inspiração para caçar bandas novas, ou não sabe mesmo, procure pela gravadora desses caras, a Nuclear Blast. Parece ser meio idiota isso que estou dizendo, porém eu conheci uma porrada de banda legal assim, e outra só para ter o exemplo, uma gravadora que (só) trabalhou e trabalha com, Meshuggah, Kreator e Destruction, só pode fazer coisa boa.

Dando continuidade, Marching Dogs of War, tem todo aquele clima, pelo menos no início, da canção Black Sabbath (Black Sabbath) mesclada com Iron Man (Paranoid). Barulhos que lembram chuva, seguidos do bum forte, contudo muda um pouco quando entra o riff, extremamente pesado sendo acompanhado pelo baixo que faz sua linha de forma excepicional. Canção linda, próxima!
Temos agora, aquela que considero a melhor do disco, quiçá a melhor de 2013, a faixa Silent One. É totalmente um tributo às duas músicas mais malvadas da face da Terra, que são Lord of this Wolrd e Into the Void (MOR), evidentemente do Sabbath, evidentemente do MOR. Confesso que eu não consigo identificar exatamente qual das duas foi a mais influente, mas sem dúvidas ambas estiveram presentes na hora da composição. Confere aí meu rei e minha rainha!

                          

Logo em seguida a canção Nomad toma conta do estúdio, com um parada meio Wheels of Confusion (Vol. 4), embora não de forma tão assídua, é outra que vale muito a pena conferir. Outro ponto a se ressaltar é a qualidade vocal de Theo Mindell, poucos atualmente atingem um nível próximo ao do rapaz, além de ter uma fortíssima presença de palco
A bela Mountain of Steel entra em cena logo após a quarta faixa, mas não tem um impacto tão granda a que está por vir. Leaving at all Behind, é, de fato, a tentativa de reviver MOR. Quem já o ouviu uma vez pode confirmar o que está sendo dito, é impressionantemente idêntico o início dessa canção, pois lembra, por demais After Forever (MOR).

 
                         

Não sei o que a maioria pode pensar, afinal a introdução é muito parecido com o de Tony Iommi, muitos podem caracterizar isso como um plágio. Particularmente, considero uma homenagem, sem querer colocar na frente miha admiração pela banda, na verdade penso que qualquer um que queira fazer algo dentro das variantes do Heavy Metal, deve se espelhar em Black Sabbath, e fazer no mínimo um cover. Nesse caso o Orchid fez um pouco mais, mas...
Outra das que mais me chamou atenção, foi Loving Hand of God, muito pelo dedilhado no baixo que a inicia, sem contar o vocal rasgado e com um pouco de efeito. O choro da guitarra que se intercala no final de cada estrofe, da um romantismo ainda maior. Uma beleza!
Wizard of War  é outra que merece atenção especial, já que assim como a de abertura, conta com um vídeo clipe oficial, exclusivamente de Rock, ou seja, nada mais que a banda mandando ver num galpão. O que chama mesmo os olhos, é a performance da equipe, que, por mais redundante que eu pareça... lembram muito o Sabbath, principalmente o vocalista e o baixista Keith, em estilos similares a Ozzy e Geezer. Veja agora!


                      
 

E encerrando, sem que pudessemos imaginar de forma contrária, com chave de ouro, See You on the Other Side é a canção. Talvez a mais animada e acelerada de todo o trabalho, inegavelmente outra propensa ao cargo de hit.



Tracklist:

1.     Mouths Of Madness    
2.     Marching Dogs Of War    
3.     Silent One    
4.     Nomad    
5.     Mountains Of Steel    
6.     Leaving It All Behind    
7.     Loving Hand Of God    
8.     Wizard Of War    
9.     See You On The Other Side





Nota 10!


 Observações:

  • Mark Thomas Baker, foi guitarrista de uma banda de Trash Metal chamada Rabid, contudo sem nenhum sucesso, pois tiveram apenas duas demos divulgadas nos anos de 1984 e 1986, a primeira sem nome, a segunda nomeada Led to the Gallows, é o único registro de uma Era pré-Orchid;
 
  • Black Sabbath é a maior influenciadora de bandas da história do Metal, esse monte de referências que forma citadas acima, caso queria pode clicar aqui e ler um pouco a respeito dessa monstruosa banda; 

  • Ainda em 2013 lançaram uma esécie de Greatest Hits, na verdade um, compilado de seu primeiro EP, Through the Devil's Doorway (2009) mais o primeiro compacto Capricorn (2011). Exatamente as mesmas canções, outro que vale a pena ter, afinal é sempre bom levar dois pelo preço de um;

  • Muitos consideram uma banda de Doom, mas prefiro enquadrá-los em Rock Pesado, o famoso, clássico e tradicional Heavy Metal, embora algumas de suas canções sejam numa métrica bem similar ao gênero inicialmente citado.


















Metallica disponibiliza áudio do show na Antártica para download

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:03

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Freeze ‘Em All, o show realizado pelo Metallica na Antártica recentemente, está disponível para download aqui.

Misfits volta ao Brasil em 2014

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:00

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A banda Misfits anunciou que volta ao Brasil no próximo ano para ao menos cinco shows em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. A banda vem divulgar o álbum "The Devil's Rain", lançado em 2011.

Ainda não há locais, datas e valores definidos.

Megadeth e os planos para o próximo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:56

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Dave Mustaine, líder e vocal do Megadeth, revelou em recente entrevista à rádio 94,5 FMX,  que a banda já tem planos para o próximo álbum de estúdio. “Temos alguns shows marcados. Em agosto do ano que vem devemos começar a gravar. Já estamos trabalhando nas composições”.

O ocultismo de Black Widow.

Posted by João Carlos Martins | Posted in | Posted on 23:14

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Comumente bandas de Rock fazem algumas adorações à Satanás em suas canções, que é algo normal, partindo do pressuposto que o gênero é oriundo do Blues, que por sua vez tem como grande nome Robert Johnson, cujo o qual não precisa dizer muito para justificar essa afirmação, porém nunca é demais um pouco de história. De forma bem resumida é assim: 

Diz a lenda que o cabra, certa vez, numa encruzilhada lá dos Estados Unidos da América do Norte, ficou esperando, eu disse ES-PE-RAN-DO! Não por acaso, que o capiroto viesse lhe dar algum auxílio em suas músicas. De tanta espera, de repente um "homem" bem vestido surgiu, pegando então sua viola para afinar. A partir daí todos que ouviram as músicas de Robert ficaram hipnotizados pelo som das trevas que ela emitia! Além de tudo isso, boatos confirmam que ele tocava de costas para sua plateia, para que ninguém visse seu olhar demoníaco, pois era possuído toda vez que empunhava seu instrumento de cordas.
 

Bela história, não? Poderíamos ser céticos e defender aqui que ele só encontrou um bom Luthier na rua, que ajeitou seu violão, e que tocava com as costas para frente, para não se distrair, pois era muito tímido... mas não! Somos ROCKERS, e gostamos do ocultismo, certo? CERTO!


Robert Johnson
Esta longa introdução, falando da vida do rapaz, servirá apenas para que possamos dar um salto no tempo e irmos aos primórdios do Heavy Metal, na verdade um pouco antes de criarem essa nomenclatura, já que estava prestes a nascer. Vamos falar de uma banda que com certeza foi um grande influente a todos os estilos com o sufixos Metal, que apesar de sua sonoridade ser bem similar a Free (que nasceu um pouco depois, mas...), Uriah Heep (também nascido após a tema de hoje), até mesmo algumas referências do grande The Who (essa sim mais velha), bandas que a priori não tinham uma característica tão "das trevas", o foco principal dessa a qual conversaremos era o ocultismo. Isso mesmo, explicítamente Devil's Songs. Então chega de te enrolar caro leitor, bateremos um papo hoje sobre a banda BLACK WIDOW!


Nossa amiga Rose Gomes, funcionária desse blog também, certa vez escreveu sobre o grupo Coven (clique aqui para relembrar), contemporânea à nossa temática nesse post, que diferente de um Black Metal por exemplo, você poderia ouvir na presença de sua mãe sem que ela te julgasse como garotinho (a) das profundas, a não ser que ela fale Inglês, enfim, similar a essa banda, Black Widow, tem um estilão bem peculiar, não apenas nos enredos, nas harmonias, nas métricas, mas também nas performances, ou melhor, eles eram peculiares em tudo. O disco abordado aqui é o de estreia da banda, chamado Sacrifice (1970), belo nome para o assunto que dominavam, e a escalação no time de Leicester, Inglaterra ficou assim: Kit Trever (Vocal), Bob Bond (Baixo), Jim Gannon (Guitarra), Zoot Taylor (Órgão e piano), Clive Jones (Flauta, saxofone e clarinete),  e Clive Box (Bateria e percussão) - Nessa ordem da esquerda para a direita, de baixo para cima. Ufa! Quanta gente. 

  

Já ficou claro que o Satanismo e o Ocultismo estão presentes no conteúdo dos caras, e para provar isso nada melhor que... Ficar com um pouquinho de medo, afinal medo é o que mais gera publicidade, e de que forma? Escutando a primeira faixa do disco, conhecida por In Ancient Days. Confere aí.


                              

Escolhida essa versão ao vivo da canção, para você ter uma ideia do que faziam antes de iniciar o espetáculo de fato. 

Como certa vez disse na postagem das Dez capas mais malignas do mundo do Rock! Basta você envolver Igreja na parada, que tudo fica com um tom mais soturno, e esse órgão que toca no início não nos deixa pensar em algo diferente, um som fúnebre inicia a canção, embora próximo início do riff alguns artifícios rompam essa característica, desentoando o clima catedral que havia.

Em seguida Way to Power é a faixa, conta com uma dobra vocal muito interessante, sem muitas firulas, um ótimo espetáculo dos moços. Uma excelente canção também.



Ao que parece eles gostam bastante de repetições. Na primeira faixa repetem diversas vezes o verso "I conjure thee" e na segunda, a frase "Power you shall gain", é a que ganha maior destaque.
 

Em terceiro lugar temos a canção Come to the Sabbat, e olha que nome foram escolher, se isso influenciou os  caras do Earth eu não sei, mas que é uma das mais diabólicas do disco, ah isso é! Logo no início, uns tambores são tocados seguidos de uma flauta doce, lembrando a banda Jethro Tull, lembra alguma espécie de ritual, tendo logo em seguida um coro entoado, dando ainda mais um clima de seita. Tudo bem que em sequência, ela apresenta-se de forma, meio, élfica, mas é possui uma letra medonha.



Logo após essa pedrada, o que se tem é Conjuration, que também é bem bacana, conta com outros instrumentos de sopro além da flauta que já haviamos nos acostumado. Uma canção, mas falada do que cantada, as muito bem trabalhada sem dúvida.

A Faixa número #5 é Seduction, não se sabe se fonéticamente fazendo algum comparativo com a anterior, ela tem a cara de ser pra seduzir mesmo, contudo não percam nunca o foco, CAPETA. Ah! E só pra não deixar passar, não sei o porquê, mas imagino quando a ouço, a banda Nazareth cantando garota de Ipanema, por quê? Não sei, talvez o ritmo Bossa Nova que tem em certa parte.


A próxima é Attack of the Demon, e novamente está tudo em seu lugar, métrica acelerada, e muito legal de se ouvir, bem alegre. Vale a pena conferir.


                               

PUTZ! Quase ia me esquecendo de comentar, o disco todo tem uma similaridade com o The Early Years, primeiro álbum do Deep Purple, que era cheio de psicodelia, e apesar de Kit Trever não ter o grave mais grave que os graves de Rod Evans, o vocal se fazia bem parecido.

E fechando o compacto tem-se a que carrega o nome da obra, Sacrifice. É a faixa mais longa nesse 12 polegadas, muito animada, e encerra com chave de ouro essa beleza desse mundo cheio de mistérios, que cercam a Era que antecedeu o Heavy Metal.

Fique agora com o Full album, e divirta-se!


01. In Ancient Days - 7:36
02. Way To Power - 3:53
03. Come To The Sabbat - 4:51
04. Conjuration - 5:41
05. Seduction - 5:33
06. Attack Of The Demon - 5:33
07. Sacrifice - 11:08


                            


Observações:

  • A respeito da história contada no início, quem pode comprovar a veracidade dos fatos? Eu não sei. Mas há um filme que tem como objeto esse conto. Com um nome que não poderia ser mais sugestivo Encruzilhada (1986) - Crossroads é o nome original - é um longa metragem que conta a lenda de Robert Johnson, contudo não de forma biográfica, mas sim tendo como protagonista um jovem, apaixonado por Blues que decide ir atrás do tal cruzamento de ruas onde o mestre do gênero veio se ter com o Diabo. Em dado momento o garoto se vê obrigado a duelar nada mais, nada menos que com o próprio Demônio, que é interpretado simplesmente por Steve Vai, páreo duro esse aí. Fica como recomendação para você esse clássico do cinema.


  • No ano de 1969 a banda lançou um LP conhecido pelo nome de Return to the Sabbat, e sabemos que no ano seguinte, a maior banda na história da maldade, Black Sabbath surgiu com seu primeiro e devastador homônimo disco, que como Black Widow, tinha a temática do ocultismo, com o porém que, além de tudo o som era pesado Rock Pesado. Sabe-se que o batismo da banda de Tony Iommi deriva de um filme de mesmo nome, contudo não se descarta a possibilidade de terem sido influenciados por essa outra, ótima, banda Inglesa.


  • Os caras do Black Widow eram, tão tão loucos, que sobreviventes de seus shows, afirmam que eles ensinavam como fazer rituais, tendo sacrifício HUMANO, em cima dos palcos. Não me pergunte como era, porque me limitei a saber apenas isso. Sou um grande medroso.
Encarte que constava no interior de um de seus discos.

Metallica: Lars está preocupado com setlist dos fãs

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:50

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Lars Ulrich, baterista do Metallica, declarou em recente entrevista a radio BBC One que está preocupado com os setlist que serão escolhidos pelos fãs na turnê “Metallica By Request”. Ulrich, geralmente responsável pela escolha de músicas nos shows da banda, diz estar com “frio na barriga”.

Dave Grohl: pré indicação ao Oscar por duas canções

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:46

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Dave Grohl foi pré-indicado ao Oscar por seu documentário Sound City.  Grohl teve duas músicas entre as 75 pré-indicadas ao Oscar de melhor canção em trilha sonora de filme. As faixas são “Cut Me Some Slack” e “You Can’t Fix This”. 
A nominação acontece dia 16 de janeiro.

Christmas Metal Symphony: Michael Kiske, Chuck Billy, Floor Jansen, Joey Belladonna e UDO em show especial

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 10:35

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Rolou nos dias 13 e 14 de dezembro o Christmas Metal Symphony, na Suécia, e alguns vídeos com boa qualidade (filmados por um fã presente) podem ser vistos abaixo.

A Magnum Opus Rockestra (composta por 32 membros) e a banda Metalforce 1 foram lideradas por um grupo de grandes vocalistas da história do metal: Michael Kiske (ex-Helloween, Unisonic), Floor Jansen (Nightwish, ex-After Forever), Chuck Billy (Testament), Joey Belladonna (Anthrax) e UDO (ex-Accept).

A Rockestra foi conduzida por Marcel Heijnen, e a Metalforce 1 foi composta por Marcel Coenen (do Sun Caged, na guitarra), Johan Van Stratum (do Stream of Passion, no baixo), Abel Carnizales (do Labirintho, na guitarra), Jeffrey Revet (do Stream of Passion, no teclado), Koen Herfst (do Epica, na bateria) e Joost Van Den Broek (do After Forever, no teclado).

Assista alguns vídeos:















Red Fang: Vídeo oficial da faixa Blood Like Cream é surpreendente.

Posted by João Carlos Martins | Posted in | Posted on 15:14

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O Red Fang lançou um novo vídeo clipe oficial, um dos grandes atributos dos caras, pois têm muita criatividade nesse quesito. Dessa vez a canção selecionada foi, a do recém nascido Whales and Leeches, chamada Blood Like Cream. Só para lhe causar maior interesse a ver o clipe, aqui vai uma sinopse: Ele é envolto a cerveja e aventura, até aí nada de novo. Parece ter sido inspirado em filmes como, Um drink no Inferno, Eu sou a Lenda, e na série The Walking Dead, pois dessa vez a cidade está sendo atacada por zumbis, ou zombies, se gostar de americanizar as coisas, zumbis esses que diferentemente de seus antepassados, não comem cérebros, mas sim ingerem outra coisa. Quer saber o que é? Da o play então!

Muse oferece um "presente" de natal a seus fãs; confira

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 12:22

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Na manhã desta terça-feira através de seus perfis oficiais, o Muse divulgou o vídeo de “Plug in Baby” do CD/DVD, CD/Blu Ray, Muse - Live At Rome Olympic Stadium, como "presente de natal antecipado" a seus fãs.

Assista:






Rush: a excelência ao vivo, Pt. 1

Posted by TRMB | Posted in , , | Posted on 10:24

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Carlos H. Silva

O Rush sempre foi uma banda muito significativa no palco; constantemente é eleita entre os principais nomes quando o assunto é a melhor performance e melhor show produzido. Sem ser "mão de vaca", a banda apresenta shows com  duração de mais 3 horas noite após noite, dividos em duas partes e com set lists que passeiam por todos os seus discos. Os ícones do rock progressivo canadense também tiveram diversas fases diferentes na carreira e isso foi sempre muito bem documentado pela sua grande e ótima discografia ao vivo.

Durante as primeiras décadas, esses "live" eram registrados a cada 4 álbuns de estúdio (o que, por curiosidade, era a quantidade de discos que durava cada "fase" da banda) e mais tarde, já na atual década, eles são registrados a cada álbum de estúdio ou turnê comemorativa.

Em um post especial dividido em duas partes, veremos como são importantes para o Rush esses excelentes discos registrados ao vivo.



1976 - All the World's a Stage
Até aqui, o Rush estava começando as experimentações progressivas. O primeiro álbum, Rush (1974) é hard rock básico e com a entrada de Neil Peart a partir do segundo trabalho, Fly by Night (1975), o som da banda começou a ficar mais trabalhado e mais progressivo, principalmente com Geddy Lee e Alex Lifeson se concentrando mais na música, enquanto Neil escrevia as letras. Caress of Steel (1975) e 2112 (1976) já eram completos discos progressivos, considerados até como os pais do heavy metal progressivo, título que é difícil tirar do Rush. E foi na turnê deste último que eles gravaram em Toronto, no Massey Hall, entre 11 e 13 de junho de 1976 o álbum All the World's a Stage , duplo (em vinil), onde a banda registrou material que vai desde o hard rock básico de canções como In the Mood, What You're Doing Lakeside Park, até as épicas By-Tor and the Snow Dog 2112 (quase inteira), além do hino de descoberta do Rush, Working Man, com seu clássico riff. O álbum foi produzido por Terry Brown e o título foi tirado de As You Like It, de William Shakespeare (e que apareceu novamente em uma das mais famosas canções da banda anos mais tarde, Limelight).



1981 - Exit... Stage Left
A partir de 1977, os caras mergulharam no som progressivo de vez, e o resultado foi brilhante: A Farewell to Kings (1977) e Hemispheres (1978) mostraram ao mundo o que esses três juntos eram capazes de fazer em todos os sentidos: como compositores e instrumentistas; mas o trio achou que o disco de 1978 era o limite e que dali em diante deveriam deixar o som mais elegante e refinado, a mistura exata entre o heavy progressivo e o hard rock. Surgiu então Permanent Waves (1980) e logo depois seu maior clássico, Moving Pictures (1981), dois discos que cumpriram bem o seu papel: misturar o progressivo setentista com o que de novo havia naquele fim de anos 70/começo dos 80; eram claras as influências de bandas como The Police, por exemplo. Exit... Stage Left foi gravado em três shows que foram separados por quase um ano: parte do material (faixas 4-7) foi capturado em 10/11 de junho de 1980, no Apollo, Glasgow, Escócia, na turnê do disco de 1980 e outra parte (faixas 1-3 e 8-13) no dia 27 de março de 1981, no The Forum em Montreal, na turnê do álbum de 1981. A banda focou o tracklist no material da segunda fase, mas sem esquecer os primeiros discos que foram representados com canções como A Passage to Bangkok Beneath, Between and Behind, que ficaram de fora de All the World's a Stage. Clássicos da segunda fase da banda como Tom Sawyer, La Villa Strangiato, The Spirit of Radio, Freewill Closer to the Heart estão presentes; uma versão em VHS (e posteriormente em DVD) foi lançada com um tracklist diferente em que canções que estão no disco não são apresentadas e outras como Limelight, 2112, In The Mood, In The End e By-Tor and the Snow Dog, que não estão no álbum, aparecem.

O nome Exit... Stage Left saiu de um personagem de Hanna Barbera, o Snagglepuss (Leão da Montanha no Brasil), que quando se via em algum problema dizia "exit... stage left" ou "exit... stage right" e saía correndo. Neil Peart, em entrevista à Jam! Showbiz em 1996, disse que a banda pretendia usar apenas o rabo do personagem na capa do disco, mas que não foi possível devido a quantidade enorme de dinheiro que a produtora do desenho pediu.

Com isso a capa acabou ficando simbólica, já que entre todo o desenho que cobre até a contracapa são encontrados ítens de cada uma das capas anteriores dos álbuns do Rush: a coruja de Fly By Night sobrevoa o Apollo, o homem de terno de Hemispheres  fica ao lado da mulher de Permanent Waves, o rei Fantoche de A Farewell to Kings fica no topo de uma caixa que tem o logo tipo do álbum Rush, ao lado há uma pintura com a capa de Caress of Steel sendo carregado por um dos caras da capa de Moving Pictures. Próximo está Dionísio, o homem  nu de Hemispheres e por trás da cena está o starman da capa de 2112, próximo de um sinal de "exit".
Em 2004 este trabalho foi eleito pela Classic Rock Magazine como o 9° melhor disco ao vivo de todos os tempos.





1988 - A Show of Hands

Após o estouro de Moving Pictures , Lee, Lifeson e Peart resolveram modernizar ainda mais o som do Rush e começaram a introduzir cada vez mais o som de teclados e sintetizadores em detrimento à guitarra (o que quase decretou o fim da banda anos mais tarde), e isso começou já no álbum Signals (1982) que teve como maior hit a clássica Subdivisions, um hino já completamente sintetizado pelos teclados, seguiu-se a ele Grace Under Pressure (1984), que ainda mantinha o lado hard rock da banda, e depois vieram Power Windows (1985) e Hold Your Fire (1987), ambos já completamente tomados pelo som dos teclados de Geddy Lee, que a essa altura praticamente dividia em 50%/50% suas ocupações como baixista e tecladista. A Show of Hands , bem como o ao vivo anterior, foi gravado em shows diferentes em turnês diferentes: há material gravado em New Jersey na turnê de 1986 e outra parte gravada na turnê de 1988 em Birmingham (Inglaterra), New Orleans, San Diego e Phoenix (EUA). O tracklist é um resumão da terceira "tecladeira" fase  da banda: The Big Money, Marathon, Manhattan Project, Mission, Time Stand Till, Red Sector A...  Também como Exit... Stage Left , houve um lançamento em vídeo com tracklist diferente, onde canções mais antigas como 2112, The Spirit of Radio In the Mood entraram.



1998 - Different Stages
Com o ciclo anterior de 4 discos de estúdio e 1 ao vivo encerrado, foi a vez dos três sentarem à mesa e discutirem o futuro do Rush; Alex Lifeson sentia que sua guitarra havia perdido muito espaço durante os anos 80 e exigiu um corte de teclados no som da banda dali em diante, o que foi acontecendo gradativamente conforme os discos iam sendo lançados: Presto (1989), Roll the Bones (1991), Counterparts (1993) e Test for Echo (1996). Ao ouvir os 4 álbuns na sequência é claro o fato de que o teclado foi caindo, caindo, e a distorção aumentando, aumentando... foi o retorno do Rush à primeira fase da banda, só que com uma roupagem mais moderna. E o trabalho ao vivo encarregado de registrar essa quarta era do Rush foi Different Stages. Lançado já na era do CD, foi um disco triplo onde o terceiro CD trazia um registro ao vivo no Hammersmith Odeon, em Londres, em 1978 e os discos 1 e 2 traziam gravações das últimas duas turnês dos canadenses, prevalecendo uma maioria gravada em 1997 no World Amphitheater, em Tinley Park, Illinois. Este álbum tem uma peculiaridade interessante: é o único registro ao vivo da banda que traz a canção 2112 na íntegra. O mais perto disso foi no disco All the World's a Stage, onde 5 das 7 partes da canção foram executadas. Clássicos da 4° fase da banda marcam presença aqui: Dreamline, Driven, Bravado, Animate, Nobody's Hero, Roll the Bones Test for Echo dividem o espaço com hinos antigos como YYZ, Tom Sawyer Natural Science (clássico de Permanent Waves que apareceu registrada pela primeira vez ao vivo só aqui).



2003 - Rush in Rio
Rush in Rio marca a quebra de alguns paradigmas para o grupo: pela primeira vez a banda lançou um disco ao vivo sem ter registrado 4 álbuns de estúdio antes, pela primeira vez a banda tocou na América do Sul, no show de São Paulo a banda tocou para o seu maior público até então e foi o primeiro lançamento triplo onde todos os 3 cds são da mesma época. O registro marca também o retorno do Rush após um período conturbado. Logo após Test for Echo e Different Stages , o baterista Neil Peart perdeu tragicamente em um intervalo de 10 meses, sua esposa e sua filha, vítimas de um câncer e um acidente de carro, respectivamente. O baterista precisou de um tempo para se recuperar das tragédias e a banda parou por tempo indeterminado sem mesmo saberem se um dia retornariam. Neil viajou o mundo com sua moto em busca do conforto espiritual e quando se sentiu pronto para retornar, avisou Geddy e Alex, e os três voltaram ao estúdio e de lá saíram com o denso álbum Vapor Trails (2002), um disco sujo e pesado, que pecou na época pela má produção e mixagem (problemas que só foram corrigidos agora em 2013, com o relançamento dele completamente remixado), mas que rendeu uma bela turnê ao Rush, que teve seu ápice nos shows do Brasil. A banda tocou para 60 mil fãs no estádio do Morumbi em São Paulo e 40 mil no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. O show do RJ foi escolhido porque foi o que teve menos problemas técnicos entre os dois, e o set list englobava todas as fases da carreira e algumas canções de Vapor Trails, incluindo os clássicos do início Working Man e By-Tor and the Snow Dog, épicos da fase mais fundamentada no prog como The Trees e La Villa Strangiato, passando pela fase dos teclados em Distant Early Warning e  Red Sector A, e pelo retorno ao som mais pesado em Dreamline Driven. A plateia brasileira dá um destaque à parte para a versão em vídeo, sendo até hoje citada em fóruns do mundo todo e pelo próprio Geddy que considera este um dos melhores ao vivo do Rush, apesar de todos os problemas técnicos.











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