Magia Negra no Rock: o encontro do cinema trash com o hard rock

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 09:12

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Inspirado pela lista da semana que tratou de álbuns clássicos do hard rock farofa dos anos 80, trago novamente a mistura de Cinema e Rock n' Roll para este blog.

Schock 'Em Dead, dirigido por Mark Freed, hoje já com status de cult, foi um filme americano lançado em 1990, uma mistura de trash (muito trash) com comédia e com horror - e com muito hard rock farofa de trilha sonora.

No enredo, Angel Martin (Stephen Quadros) era um entregador de pizzas que não tocava porra nenhuma até fazer um pacto com uma representando dele mesmo, do diabo, e assim ganhar talento e fama - e para sobreviver deveria se alimentar da alma de outras pessoas.



A atriz pornô Traci Lords faz o papel da empresária de uma banda que está em ascensão mas precisa de um novo guitarrista; é aí que Angel Martin entra, tocando endiabradamente (ops) e consegue a vaga facilmente - e devido ao contrato com o diabo, a banda tem um crescimento na carreira.


Angel Martin chegando à audição


E assim começa sua jornada rumo ao estrelado e ao comando do grupo - e levando assim os outros integrantes com ele; menos aqueles que desconfiam que algo acontece de errado.




Veja um trecho da parte musical do filme, onde a banda toca a canção I'm a Virgin Girl e o diabólico (ops 2) guitarrista apronta com o vocalista:



Detalhes:


  • Michael Angelo Batio foi quem "dublou" Stephen Quadros nas partes de guitarra e usou sua famosa guitarra de dois braços, cada um para um lado;
  • O vocalista nas faixas é Rick Livingstone;
  • No Brasil o filme pode ser achado como "Colapso Mortal" ou como "Magia Negra no Rock".

Em 2010, comemorando 20 anos, além do dvd comemorativo, foi feita uma reunião com elenco e diretores falando sobre esse filme que de tão ruim, mas tão ruim, não só é bom como tornou-se cult.




Lista: Hard Rock 'farofa' em 12 discos

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 22:46

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Voltamos com as listas do TRMB toda sexta-feira aqui no blog! E para esta semana, após a nossa relação dos melhores discos do ano na semana passada, escolhemos um tema que tem mais a ver com o passado: o hard rock farofa dos anos 80! Desta feita, elencamos 12 discos que, da "pouca farofa" até o "farofa até demais" e do "metal demais pra ser hard rock" e "pop demais pra ser metal", passeiam por aquela década e nos lembram hits que até hoje levantam estádios.

E detalhe: como essa época e este gênero são marcados marcado por coisas que vão além da música, além da sonoridade, obviamente abriremos uma exceção e não estamparemos as imagens com as capas dos discos, e sim com muito laquê e couro!

Vamos ao que interessa...



Europe - The Final Countdown (1986)


Agora vamos falar de um disco que é o ícone mor do hard rock oitentista, segundo as percepções desta humilde pessoa que vos escreve. The Final Countdown (como o nome denuncia e aposto dólares que você pensou no tecladinho maroto da canção de mesmo nome) projetou os caras ao auge e transformou o Europe numa banda conhecida internacionalmente. Este álbum contém os grandes hits dos moços, como a já citada faixa-título, canção com potencial de levantar até defunto e as honrosas Cherokee (solo de guitarra choroso e impecável), Run Riot e On the Loose, sem é claro deixar de mencionar o hino farofa do disco, Carrie!
Destaque mais do que especial para a belíssima voz de Joey Tempest em sua melhor fase e o guitarra John Norum que mostra o que sabe fazer de melhor. (Rose Gomes)


Não tem muito o que dizer sobre The Final Countdown; o negócio aqui funciona parecido com Slyppery When Wet, do Bon Jovi (até no lançamento, os dois discos são separados por pouco mais de 4 meses), é hit atrás de hit, verdadeiros clássicos do AOR Hard Rock oitentista – e que levantam arenas até hoje: Rock the Night, Cherokee, Ninja, Heart of Stone, a baladaça Carrie e a épica faixa que dá nome ao disco: você está proibido de não conhecer a introdução desta canção. (Carlos H. Silva)



Bon Jovi - Slippery When Wet (1986)



Uma das bandas que melhor representa o hardão farofa dos anos 80 com direito a cabeleira e musiquinhas mela-cueca, mas sem deixar a qualidade de fora é o Bon Jovi, isso ninguém nega. E só em pensar que já cheguei a ler asneiras do tipo “Bon Jovi nunca foi banda de Hard Rock” entre outras tontices chego a perder a fé na humanidade, mas enfim...
Vamos ao que realmente interessa que é este ótimo disco da banda que nos brinda com incríveis faixas como as clássicas You Give Love a Bad Name, Livin' on a Prayer e Wanted Dead or Alive, grandes responsáveis diga-se de passagem, por elevar a carreira dos caras de New Jersey. Uma boa canção deste álbum que se destaca e muito no quesito farofístico é a melosa Never Say Goodbye, verdadeiro hino das garotinhas e marmanjões apaixonados dos anos 80 (Rose Gomes)




W.A.S.P. - W.A.S.P. (1984)



Talvez um dos mais promíscuos nesse quesito. O nome que escolheram para a banda já demonstra isso, e apesar de você pensar que é de algum envolvimento com protestantismo, ou até mesmo questões raciais, longe disso (ao que parece), o significado da sigla é "We Are Sexual Perverts", e eu não darei a tradução. Voltando para o álbum, ele é bacana, foi o de estreia da banda, conta com hits como I wanna be Somebody e School Daze. (João C. Martins)









Kiss - Lick It Up (1983)

O Kiss fazia nos anos 70 o típico hard rock setentista com muito rock n’ roll, já nos anos 80, com a saída das máscaras, a banda voltou seu som ao mercado do hard rock farofa e teve toda uma década voltada para isso, eu queria ter escolhido algo mais poser como Asylum ou Crazy Nights, mas não consegui ignorar o Lick It Up, que é o primeiro álbum dos caras sem as máscaras e contava com Vinnie Vincent na guitarra solo e Eric Carr na bateria, acompanhando os chefes Paul Stanley e Gene Simmons. Não à toa é considerado um dos melhores discos do Kiss: a rápida Exciter, a frenética Young and Wasted e a cadenciada All Hell’s Breakin’ Loose comandam a festa junto da faixa-título. Imperdível para aquela década. (Carlos H. Silva)




Mötley Crüe - Girls, Girls, Girls (1987)


A farofice do quarto álbum dos americanos já começa pela capa “estilosa” que retrata os caras em suas motos envenenadas fazendo caras e bocas, mas acima disso traz faixas carregadas de belos riffs e viradas, além é claro do vocal forte e potente de Vince Neil.
Músicas como Wild Side, a faixa-título Girls, Girls, Girls (que toda vez que ouço sinto vontade de colocar um biquini asa delta e dançar em cima de uma mesa como se não houvesse amanhã) e Five Years Dead (que traz a mesma pegada da anterior) são sem dúvida as porradinhas que mais se destacam neste super trabalho do Mötley. (Rose Gomes)




Skid Row - Skid Row (1989)


Preciso ser sincero com você caro leitor e deixar claro que Glam Metal não é o meu forte, não que algo seja, porém disso aqui manjo menos ainda. O álbum que cito aqui é um baita de um modão, afinal tem uma canção que todo mundo conhece por conta daquele joguinho das guitarrinhas, o tal Guitar Hero, além do mais trata-se de uma faixa demasiadamente baladística, se é que me entende. Claro que a recomendação fica a cargo de de 18 and Life. (João C. Martins)





Poison - Look What the Cat Dragged In (1986)


Toda a vez que vejo a capa deste disco da banda do digníssimo  Bret Michaels fico me perguntando se os caras pagaram algumas modelos para posar em seus lugares, pois o excesso de maquiagem foi tanto que transformou os barbados em verdadeiras moçoilas, mas piadinhas a parte, Look What the Cat Dragged In é um belo disco com uma pegada bem hardona e eu diria que é o mais importante da carreira dos caras. Traz as empolgantes Cry Tough, I Want Action e Look What the Cat Dragged In.
Por mais que muitos (a maioria) torça o bico para os rapazes, devo assumir que curto e muito esta bandinha ícone do som farofa. (Rose Gomes)




Guns n' Roses - Appetite for Destruction (1987)

Apesar de ter uma sonoridade muito mais voltada ao lado mais heavy metal do hard rock do que o lado pop, e ser uma banda com muito mais atitude do que os companheiros de cena, eu ainda coloco o primeiro disco do Guns n’ Roses nesta lista simplesmente por ser um álbum perfeito, sem erros, sem falhas e de uma qualidade incrível. Da paulada Welcome to the Jungle até a maliciosa Rocket Queen são uma fila de doze canções que mostram todo o poder de fogo que Axl, Slash, Izzy Stradlin, Duff McKagan e Steven Adler tinham e por isso são tão adorados até hoje. E olha que eu nem precisei falar de Mr. Brownstone, Nightrain, It’s so Easy, Paradise City, Sweet Child O’ Mine... (Carlos H. Silva)




Def Leppard – Hysteria (1987)



Um dos melhores discos desta lista na minha singela opinião é o quarto trabalho dos caras do Def Leppard, banda que exemplifica com alta qualidade esta fase inesquecível dos anos oitenta, fazendo um hard mais “na manha”.
Hysteria é, sem dúvida, um dos discos de maior notoriedade da banda, que havia ficado cinco anos sem gravar em decorrência do acidente com o batera Rick Allen, que aliás mostra que deficiência nenhuma pode arruinar um talento nato e arregaça na batera mesmo com apenas um braço. As faixas Animal, Pour Some Sugar on Me e Don't Shoot Shotgun são provas disso. Até mesmo a baladinha Love Bites que por aqui ganhou uma versão bizarra da banda brega Yahoo mostra bem a capacidade dos músicos. (Rose Gomes)




Twisted Sister - Stay Hungry (1984)


E como falar de Hair bands, sem citar Twisted Sister? Impossível! Dee Snider é a representatividade dessa vertente, figura extremamente excêntrica. Esse colocado em primeiro lugar porque existem não uma como duas canções mundialmente conhecidas (quando digo mundialmente, por mim) que são: We're not gonna take it; e a mais conhecida deles, quiçá em todo o mundo rockeiro, que é I Wanna Rock! (João C. Martins)









Scorpions - Blackout (1982)


Diga o que quiser, mas antes de Scorpions ser considerado um Classic Rock, no sentido mais simplório da palavra, eles foram uma farofada sem limites. Apesar deles não serem (tão) parecidos com as outras bandas, desse gênero, no que diz respeito a indumentária, a sonoridade não foge da regra, altos gritos, cabelões com permanente e uma balada em todo disco. No One Like You é a mais famosa do play, embora a que leva o nome do compilado seja bem mais interessante. (João C. Martins)







Aerosmith - Pump (1989)

Assim como o Kiss, nos anos 70 o Aerosmith praticava o bom e velho hard rock setentista, mas os anos 80 vieram... e vieram com tudo. Após um período separados, Steven Tyler e Joe Perry voltaram com o já “laqueado” Done With Mirrors (1985) e depois com Permanent Vacation (1987), mas foi com o clássico Pump que a banda conseguiu igualar em qualidade seus trabalhos dos anos 70 e ao mesmo tempo se manter atualizada com a farofada dos anos 80: Love in an Elevator, Janie’s Got a Gun e a baladaça What It Takes são obrigatórias até hoje, e ainda tem as pedradas Young Lust, F.I.N.E. e Monkey On My Back. (Carlos H. Silva)

Heart: banda lança CD e DVD ao vivo

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:19

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O Heart lançará um CD e um DVD ao vivo chamado Heart 's Fanatic Live From Caesars Colosseum, que traz as apresentações da turnê do seu  mais recente álbum, Fanatic. As versões de CD, DVD e Blu Ray incluirão as faixas Fanatic, Heartless, What About Love, Mashallah!, Even It Up, 59 Crunch, Straight On, Dog And Butterfly, Walking Good, These Dreams, Alone, Dear Old America, Crazy On You, Barracuda entre outras.

A previsão do lançamento é para 21 de fevereiro na Europa e 25 de fevereiro na América do Norte, via Frontiers Records.

Primeira década do Rainbow será lançada em box set

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:12

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Rainbow: The Singles Box Set 1975-1986 tem previsão de lançamento para fevereiro e traz os álbuns lançados na primeira década de carreira da banda, além de um livro de 32 páginas detalhando a história do grupo desde 1975 até 1986. 

Damon Albarn, líder do Blur, lançará primeiro disco solo em 2014

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:05

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Damon Albarn revelou alguns detalhes de seu primeiro disco solo, que tem previsão de lançamento para 2014. O músico lançou  via Youtube na última quarta-feira, 12, um teaser de 20 segundos gravado em preto e branco.

Confira:




Placebo toca no Brasil

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:59

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O Placebo deve vir ao Brasil em 2014. A apresentação da banda está prevista para dia 14 de abril no Citibank Hall (antigo Credicard Hall), localizado na zona sul de São Paulo.

A pré-venda, exclusiva para clientes dos cartões Citi, Credicard e Diners, terá início hoje. Os ingressos para o público geral começam a ser vendidos no dia 20 de dezembro.

Placebo em São Paulo

Dia 14 de abril, segunda-feira, às 21h30
Citibank Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro (5.292 lugares)
Ingressos: de R$ 180 a R$ 450 
Venda e informações: 4003-5588 e site da T4F.

Veja "Backwards Bible", novo vídeo do Gama Bomb

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 09:01

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Backwards Bible faz parte do álbum The Terror Tapes, lançado em 2013.






Slipknot: Joey Jordison deixa a banda

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 08:55

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De acordo com a Metal Hammer e o site oficial do grupo, o baterista Joey Jordison não faz mais parte do Slipknot.

Leia a nota postada no site:

"é com muita tristeza, mas respeito, que anunciamos que o Slipknot e Joey Jordison não estão mais juntos por motivos pessoais. Nós todos desejamos a Joey o melhor em seu futuro. Entedemos que muitos de vocês querem sabe como e por que isso aconteceu, e nós faremos o melhor para responder isso no futuro. É pelo nosso amor por vocês e pela música que continuaremos nosso trabalho para lançarmos um trabalho novo no próximo ano. Nós esperamos que vocês entendam isso e que apoiem o Slipknot com os planos que temos para o futuro."


Joey já há algum tempo vinha se dedicando ao projeto Scar the Martyr.




Rinoceronte em "O Instinto de Chemako, aquele que não se lembra".

Posted by João Carlos Martins | Posted in , | Posted on 23:53

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Para celebrar uma compra efetuada semana passada, a Caverna de John reapresentará a banda de destaque em sua primeira postagem, embora se tenha falado de muitas, a que debutou, de fato, esse encontrou virtual de todas, ou quase, quintas-feiras é a tema de hoje. Já possui três gravações na bagagem, sendo que o último desses foi lançado nesse ano (2013), como CD e vinil verde, 12", sensacional fiz questão de adquirir o meu. Fez parte da minha lista de melhores do ano, tendo ficado em segundo lugar. Acho que já dei pistas demais, não? Então é isso, se apostou suas moedas em RINOCERONTE, saiba que apostou certo, minha joia!

  
Ficou claro, pelas dicas acima, que o álbum a ser falado será O Instinto, repetindo, foi segundo lugar na minha lista de melhores de 2013 (caso tenha perdido a publicação clique aqui para verificar), e evidentemente passando com excelência pela maldição do segundo disco. Então para que possamos nos tornar íntimos da banda, aqui vai a escalação: Paulo Noronha (Guitarra e Vocal), Luiz Henrique (Bateria) e Vinicius Brum (Baixo e Vocal) - conforme foto acima.

 
O power-trio de Santa Maria, Rio Grande do Sul, desde 2007 está na ativa, porém somente agora que começaram a ter uma maior visibilidade. São literalmente uma BANDA DE ROCK! Riffs pesados, solos na medida, uma linha de baixo bem gorda, bateria equilibrada, que ora larga mão, ora cadência o jogo. O assunto de hoje contém nove canções, e todas elas na maior característica deles, que é propagar mensagens positivas. É impressionante como são capazes de criar músicas das quais sempre falam de coisas boas, ou motivos para que não desista daquilo que quer, de fato, além de boa técnica instrumental, ótima técnica para elaborar seus enredos. A que abre esse compilado é a primorosa Chemako


Quando digo primorosa, quero dizer na verdade GENIAL! Chemako, aquele que não se lembra. Com uma introdução absurdamente linda, começa com a frase, "Tanta coisa, que eu nem me lembro..." Salientando as peripécias de nosso herói (vide observações). Tiro meu chapéu quantas vezes forem necessárias. Ela merece um clipe.

A que a sucede chama-se Dose de algo mais, que conversa inteiramente com sua antecessora, pois tem como refrão menções a questão de todos estarem soltos a procura de algo, assim como Chemako, que tinha sua vida, mas que de repente acabou encontrando outra vida em um de seus capítulos.


Atenção: Essa não é a versão desse disco. Infelizmente não encontrei, embora seja a mesma canção, o ritmo hoje é outro, pode se dizer que hoje está mais sofisticado.

Por mais que eu não tenha certeza de nada, sou capaz de afirmar que esse é um álbum conceitual, apesar dele não ter aquela coisa de faixa emendar com outra faixa, todas elas  soam como se estivessem contando a história de Chemako, e Quanto mais vive não se faz diferente, nesse episódio ele parece estar entusiasmado com essa proposta de novo mundo que está vivendo, pois quanto mais vive mais se surpreende.


A quarta já inicia num ritmo mais acelerado, um riff arrepiante, da a entender que dessa vez o personagem se redescobriu. "Já sei onde quero chegar, só quero ir sem parar..." é a frase mais marcante, no meu ponto de vista, da canção. Acompanhe Dizem por aí.

 

Com direito a vídeo clipe de divulgação, em quinto lugar temos O Instinto. Interliga-se com todas as outras, é uma conversa introspectiva, que exemplifica muitos dos motivos, não apenas dessa personagem, mas de todas as pessoas, pois entoada com grande maestria, a frase "[...]Antes do foco da visão o instinto é que me guia, para onde ir..." é o que rege nossas vidas. Clique aqui para ver o vídeo oficial da banda.

Sem dúvidas um belíssimo filme. As cabeças de Rinoceronte passeando, contribuem para um clima meio que, enigmático.

 

Logo em seguida se tem As cores, que conta com uma intro muito similar à faixa Regras do jogo do álbum Nasceu (2010), mas que freia a similaridade aí, tendo para frente uma sonoridade completamente diferente, conta ao término de estrofe com um estilão bem grooveado, sem deixar o peso de lado evidentemente. Claro que ela tem grande envolvimento com a história que vem sendo narrada no decorrer da obra, nessa parece que Chemako anda um pouco confuso com o que está acontecendo. Se liga!


Faltando agora poucos episódios para o fim dessa minissérie, após As cores temos O Futurista, que é a minha parte favorita desse play, eu a encaro como um grande motivador para a vida! Isso mesmo para a vida. Garanto a você, que se ouvi-la em um dia estiver passando por uma onda de horror, com certeza as coisas irão melhorar. Se não acredita ouça-a agora e deixe salvo essa página nos seus favoritos para o dia em que isso acontecer, e tire a prova dos nove.


A penúltima fica a cargo da também bela No amanhã, que conta com um riff de guitarra muito bem trabalhado e um estilo vocal bem peculiar, cantado de forma mais acelerada, sem falar na cozinha dessa banda que não deixou a desejar em nenhuma canção.




E encerrando com chave de ouro, Qualquer lugar sela o desfecho desse trabalho, e encerra também a aventura desse forasteiro.
Diga o que quiser, mas esse é, irrefutavelmente, um álbum conceitual, e no melhor estilo Dark Side of the Moon. Sou capaz de dizer isso, afinal quem já o soltou na vitrola a partir dos rugidos do leão saberá o que estou dizendo. 



Observações:

- Mencionado o fato desse ser o segundo registro fonográfico da banda, contudo se saiba que antes se teve o EP nomeado Rinoceronte (2009) e também o single, Qualquer lugar. Nesse primeiro trampo de fato, continha quatro faixas que viriam a ser lançadas no seu primeiro full lenght, Nasceu;



- Todo o papo de hoje foi envolto a história de um personagem, mas que personagem? Aqui está:


O lendário quadrinho de Ken Parker, uma espécie de Daniel Boone, só que mais psicodélico. E antes que você se pergunte: "Mas que diabo significa Chemako?" é assim, nosso aventureiro, no episódio anterior, "Homicídio em Washington", levou um tiro na cabeça, e aparentemente estava morto, contudo no desenrolar da história, jovens da tribo Hunkpapas, estão prestes a ser atacados por um urso feroz, e eis que surge Parker, com um troco na mão para lutar até a morte contra o animal selvagem. Tendo salvo os nativos, depois de muita conversa, passa a ser chamado pelo chefe da tribo por, Chemako, que significa Aquele que não se lembra.
(Fonte da imagem: http://www.texbr.com/kenparker/brasil/tendencia/kp05tend.htm);




 






- A divulgação do disco vale a pena ser ressaltada, pois é de extrema camaradagem aquilo que fazem. Além de colocarem a venda, tanto o CD quanto o LP em seu site oficial, há também a possibilidade de fazer o download gratuito, dessa forma aproximando ainda mais o público deles. Excelente método de divulgação (Caso tenha interesse clique aqui para ser direcionado ao site).

Show do Foo Fighters acaba em pizza; assista

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:15

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Na última segunda-feira, 9, o Foo Fighters resolveu fazer um show surpresa na pizzaria Rock & Roll Pizza, em Moonpark, na Califórnia. A banda tocou 23 músicas para um público de 200 pessoas. Vale lembrar que a banda está trabalhando em um novo álbum.

Confira um trecho do show:





AC/DC : Brian Johnson em série sobre carros

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:10

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Brian Johnson, vocalista do AC/DC, apresentará a série Cars That Rock em parceria com a Back2Back Productions. Serão seis episódios de 60 minutos onde o músico percorrerá a Europa conhecendo os melhores carros de competição do circuito continental. A atração vai ao ar no primeiro semestre de 2014. 

Por aqui ainda não há previsão de estreia.


Europe: novo álbum em 2014

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:06

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O vocalista do Europe, Joey Tempest, revelou  em entrevista recente ao Über Rock que sua banda já planeja o décimo álbum de estúdio. “Estamos juntando ideias e devemos gravar ano que vem. Pode não ser um grande número de álbuns para muitas bandas, mas para nós, tem um significado. Igualaremos o número de discos da nossa primeira fase”.

Faces volta a se reunir após 40 anos

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:03

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O Faces, banda que contava com Rod Stewart e Ronnie Wood (Rolling Stones) deve voltar em 2015.  "Estamos reservando 2015", disse Stewart. O músico ainda garantiu que  o grupo se reencontrará assim que Wood voltar da turnê com os Stones.

 Se a reunião acontecer nesta data, o Faces terá completado 40 anos de separação. 

O Faces já tinha tentado uma reunião em 2009, mas Rod Stewart não participou, sendo substituído por Mick Hucknall, ex-Simply Red, enquanto Glen Matlock, baixista do Sex Pistols, substituiu Ronnie Lane, que morreu em 1997. 

Quando a gente ama é claro que a gente cuida...

Posted by João Carlos Martins | Posted in , , | Posted on 19:55

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Todo rockeiro que se preza, além de ouvir ilegalmente e conhecer centenas de milhões de trapaças diferentes para baixar os discos de suas bandas favoritas, gosta de ter sua discoteca particular, não é? Pois bem, sabendo disso decidi, vir por meio desse post, alertar você, meu amigo Rocker, dos perigos que existem quando aquela preciosidade não é tão bem cuidada. Se vê por aí muita gente falando a respeito dos cuidados físicos que se deve ter, como não deixar empoeirar, guardar sempre num local livre de umidade, se possível limpa-los frequentemente et cetera, mas ninguém fala dos outros perigos que cercam os nossos tão estimados filhos. Os perigos aos quais me refiro não são muito ortodoxos, pois falarão do que NÃO se deve fazer para cuidar e não aquilo que se deve... confuso, né? Então para acabar de vez com essa tortura, serão disponibilizados, Os dez mandamentos do que (não) fazer para conservar seus discos!
Obs: Quando me refiro a discos, falo tanto de CDs quanto LPs

#1 - Os discos são seus amigos e não inimigos!

Escute-os somente em último caso, deixe guardadinho, se possível passe-os para seu computador e escute nos aparelhos de MP3;

#2 - Vá ler um livro! 

Não pense que o encarte é gibi para ficar tirando e colocando toda hora para ver, isso deixa ele todo machucado;

#3 - Eu tenho cara de porta?

Evite ficar abrindo a todo momento, isso expõe a criança ao risco de cair e assim quebrar aquela pontinha que prende a parte da frente com a de trás;

Se seguir os mandamentos 1 e 2 a probabilidade disso acontecer é menor.
 
#4 - Hãn!? Discos? Não tenho... 
Esconda-os, não deixe às vistas das pessoas, pois quem vê quer mexer e isso contraria todos os mandamentos acima;

#5 - Manuseie com cuidado

Atualmente muitas capas não são robustas como as antigas, o positivo é que não quebram, mas ficam feias se não forem bem cuidadas, então evite empilhar outros discos sobre essas, e se enfileira-los não os aperte muito;
 

#6 - Mas por quê?
Deixe fora do alcance de crianças, cães e principalmente de Mães, embora sejam seres muito legais, eles não tem noção do valor sentimental que essas coisas carregam;

#7 - Sai pralá!

Você não empresta suas roupas íntimas, portanto não empreste seus discos, assim como elas, eles são de uso pessoal e intransferível;

#8 - Amigos amigos, discos a parte...

Caso tenha um amigo muito legal, que te peça emprestado algum deles, indique um bom link para o download, ou a loja em que comprou. Ah! Não se esqueça de mostrar essa postagem, para justificar sua atitude;

#9 - Aviso

Não se esqueça de nenhum dos mandamentos;

#10 - Errata

Não leve em consideração tudo o que foi dito, não passou de uma brincadeira, porém cuidado nunca é demais, não precisa ser tão extremista, mas também não precisa deixa-los à Deus dará.

Definido ator que será Freddie Mercury no cinema

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:05

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Ben Whishaw viverá Freddie Mercury no filme que contará sobre a vida do músico. A cinebiografia do vocalista do Queen sofreu atrasos após as diferenças entre o então protagonista Sacha Baron Cohen e os integrantes da banda.

A trama, assinada por Peter Morgan ( A Rainha), será dirigida por Dexter Fletcher e recriará a formação do Queen, durante os anos 70, passando por altos e baixos, até o show no Live Aid, realizado em 1985.
Ben Whishaw ganhou destaque no cinema mundial ao interpretar  Jean-Baptiste Grenouille, figura central do filme Perfume - A História de um Assassino, de 2006.


Confira Bloodshed, novo vídeo do Soulfly

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:59

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Bloodshed é parte do álbum Savages.
Assista:




Winery Dogs: DVD a caminho

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:56

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Os integrantes do Winery Dogs, Billy Sheehan e Richie Kotzen revelaram que o DVD da banda  se chamará Unleashed In Japan. Ele foi filmado durante o segundo show do trio, em Osaka e tem lançamento previsto para 2014.

Adrenaline Mob: ouça a nova canção da banda

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 09:53

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Come On Get Up fará parte do novo disco do Adrenaline Mob, Men of Honor, com lançamento previsto para fevereiro de 2014 - e com AJ Pero (Twisted Sister) substituindo Mike Portnoy.






Dark Avenger: retorno triunfal com 'Tales of Avalon: The Lament'

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 23:01

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Carlos H. Silva

Após um longo período sem lançar um disco de estúdio, o grande Dark Avenger retorna com Tales of Avalon: The Lament, e voltaram melhores do que nunca.

Com uma bela produção de Tito Falaschi e R. Schumann, no Rossom Studios em Brasília, o heavy metal tradicional feito pelos brasilienses segue empolgante.



Desnecessário ressaltar os vocais do já lendário Mário Linhares, que desde que me conheço por gente é aclamado como um dos grandes cantores de heavy metal do Brasil. E logo na faixa de abertura, From Father to Son, já temos um exemplo com um empolgante refrão, ótimas melodias vocais e a percepção de não ter faixa melhor para abrir o disco.

Doomsday Night acelera o ritmo, enquanto The Knight on the Hill é mais cadenciada e tem um belo som de guitarras e me lembrou em alguns momentos os trabalhos antigos do Queensrÿche. Ótima canção e mais um belo refrão.

Outro destaque do álbum é o encerramento com The Thousand Ones, canção de clima épico e progressivo com uma bela linha de bateria.

Mario ainda nos brinda com interpretações emocionantes na canção And So Be It e na baladaça mezzoacústica Can You Feel It? – que ainda tem um coro muito bem feito. 

Edu Falaschi, seu irmão Tito e Clarissa Moraes participam pedrada Dead Yet Alive, mais destaque deste CD.

Um dos grandes trabalhos de heavy metal do ano, internacionalmente falando!


Em resumo: acima de tudo é um grande prazer ouvir Tales of Avalon: The Lament e conferir o retorno do eterno Dark Avenger, uma das grandes bandas do metal brasileiro.

Nota: 9.0

Mário Linhares – Vocal
Leonel Valdez – Guitarra
Jeff Castro – Guitarra
Gustavo Magalhães – Baixo
Kayo John – bateria


1. From Father to Son
2. Doomsday Night
3. The Knight on the Hill
4. Broken Vows
5. Stronger Than Death
6. Can You Feel It?
7. Utther Evil
8. Sicorax Scream
9. Dead yet Alive
10. And so Be It…
11. The Thousand Ones

Mark Knopfler: das arenas com o Dire Straits à intimista carreira solo, Pt. 2

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 10:14

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Carlos H. Silva

Veja a parte 1 clicando AQUI

Com o encerramento silencioso do Dire Straits em 1995, Mark concentrou-se em sua carreira solo, onde desde aquela época privilegia não só uma musicalidade menos radiofônica e mais intimista, como não toca mais em grandes arenas, fazendo seus espetáculos em casas fechadas – mas sem nunca renegar os clássicos do Dire Straits.

Do antigo grupo, apenas Guy Fletcher continuou fazendo parte da banda de Mark no lançamento de Golden Heart (1996), um álbum ainda com resquícios de Dire Straits, como na bonita balada-rock Darling Pretty, na rocker Immelda e na faixa Cannibals, que é quase um spin-off da clássica Walk of Life.

Da turnê deste trabalho foi registrado o vídeo A Night in London, disponível na íntegra no Youtube.


Em 2000 foi a vez de Sailing to Philadelphia, último álbum com um quê de Dire Straits que o Mark lançou. What It Is foi o grande single em um disco que ainda tem a linda Silvertown Blues e a encantadora Sailing to Philadelphia. Foi com o sucesso deste disco que Mark visitou pela primeira vez a América do sul, algo que não havia acontecido nem no auge do Dire Straits. O músico passou até pelo programa do Jô onde tocou What It Is:


Knopfler continuou lançando discos regularmente:  The Ragpicker’s Dream (2002) veio em uma pegada mais acústica, Shangri-La (2004) cheio de belas melodias vocais e solos de guitarra, Kill to Get Crimson (2007) soa como uma homenagem aos seus heróis do passado, como Hank Marvin, Get Lucky (2009) com o fortalecimento das influências escocesas e Privateering (2012), que é completamente um álbum de blues. O distanciamento da sonoridade do Dire Straits é evidente, restando apenas o timbre e pegada única que faz Mark ser reconhecido em qualquer música que toque.


O cara, hoje já com 64 anos, segue fazendo suas turnês em clubes e casas de shows, sem dar a mínima pista de que o Dire Straits um dia voltará.

Há alguns anos atrás, o baixista John Illsley, em entrevista à BBC, demonstrou uma vontade enorme de reunir os Straits: “sinto que temos mais uma turnê e um disco para fazer na nossa história, apenas sinto isso”, afirmou ainda que conversa com Mark sobre isso às vezes e que Knopfler realmente não quer fazê-lo.  No Hay Literate Festival em 2007, Knopfler disse que “o Dire Straits ficou muito grande” e “se alguém tiver algo bom sobre a fama, eu estou muito interessado em ouvir”.



Já em entrevista ao site do Telegraph em 2012, Mark disse:  “eu colocoquei os Straits de lado para voltar à realidade. É auto-proteção, sobrevivência. Aquela nível em que as coisas estavam era desumano. A única coisa boa era conversar com os motoristas dos ônibus de turnê, eles eram independentes, mente aberta. Aí eu me recordo de na última turnê ir até o estacionamento dos caminhões e não reconhecer os motoristas, ali eu vi que as coisas estavam diferentes”.

--->>> Trilhas Sonoras

Desde o início dos anos 80, Mark também compôs muitas trilhas sonoras: Local Hero (1983), Cal (1984), Comfort and Joy (1984), The Princess Bride (1987), Last Exito to Brooklyn (1989), Wag the Dog (1998), Metroland (1999) e A Shot at Glory (2002), onde algumas canções tomaram proporções importantes na carreira do Dire Straits e na jornada solo do guitarrista, como por exemplo Going Home e Wild Theme, que são frequentemente usadas como encerramento de seus shows.



--->>> Álbuns em parceria

Em 1990, Mark formou um quarteto voltado à música country americana, o The Notting HillBillies, com o parceiro de Dire Straits Guy Fletcher, e os guitarristas Brendan Cooker e Steve Phillips:


Em 1990 também, lançou o disco Neck and Neck em parceria com Chet Atkins:


E em 2006 foi a vez de All the Roadrunning, em parceria com Emmylou Harris:



O trabalho de Mark Knopfler como produtor também é importante, e destaco o trabalho de Bob Dylan, Infidels, de 1983, onde além de produzir também tocou guitarra. A amizade dos dois dura desde aquela época e vez ou outra ainda tocam juntos. Veja abaixo Mark em parceira com Bob Dylan e com outros grandes músicos da sua geração:


Metallica: veja o vídeo de Enter Sandman na Antártica

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:58

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No último domingo o Metallica fez um  show chamado Freeze ‘Em All (algo como “congele a todos”, em tradução livre, em alusão ao nome do disco de estreia do grupo, Kill ‘Em All), realizado no heliporto da base argentina Carlini.

A banda tocou dentro de um pequeno domo para 120 pessoas, entre cientistas de todo o mundo e os vencedores de um concurso patrocinado pela Coca-Cola Zero. Para ir de encontro com o protocolo de preservação do frágil ambiente da Antártica, o Metallica tocou sem amplificação. O som foi transmitido para o público através de fones de ouvido. A apresentação também foi transmitida ao vivo e gravada para ser lançada posteriormente.

Assim o Metallica se torna a primeira banda a tocar em todos os continentes.

Veja o setlist do show:
1 - "Creeping Death"

2 - "For Whom the Bell Tolls"
3 - "Sad But True"
4. "Welcome Home (Sanitarium)"
5 - "Master of Puppets"
6 - "One"
7 - "Blackened"
8 - "Nothing Else Matters"
9 - "Enter Sandman"
10 - "Seek & Destroy"

Confira o vídeo de "Enter Sandman":


Kiss em jogo para celular

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:48

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O novo jogo da SEGA, Demon Tribe, desafia seus jogadores a capturar  demônios e conta com personagens especiais, Gene Simmons e Paul Stanley do Kiss.

O jogo foi lançado no fim do mês passado e está disponível apenas para iOS.


21/12 - Rush Day em São Paulo

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 22:19

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Todo fã de Rush adota internacionalmente o 21/12 como o Dia Internacional do Rush, devido à famosa canção e ao famoso álbum do trio canadense nominado 2112.

E este ano rola em SP uma homagem especial aos caras. Veja o release do RushProject:


'Rush Day 2112' acontece no sábado dia 21/12 no Café Uranus, em São Paulo.
Se você é fã do trio canadense Rush já tem um compromisso marcado no dia 21 de dezembro, a partir das 21:12h, no Café Uranus em São Paulo (SP), com a realização do 'Rush Day 2112'.
Comemorando 11 anos da primeira edição do ‘Rush Fest’, considerado o maior encontro de Rushmaníacos da América Latina, os produtores Vito Montanaro e Giulianna Riga convidam os fãs do Power Trio para celebrar o dia 21.12 ao som dos grandes clássicos do trio canadense e do álbum 2112 na íntegra.
O público poderá conferir a Rush Project- Tribute Band , uma das maiores bandas cover do Rush, formada por Roger Troyo nos vocais, Alexandre Spiga nas guitarras, Wellington Carrion no contra baixo/sintetizadores/pedais e Vito Montanaro na bateria/percussão.
Com 11 anos de estrada, a Rush Project já encantou milhares de fãs do Rush, participando de algumas edições do ‘Rush Fest’, em duas edições do programa Kiss Club, da Kiss FM, do programa Volume Máximo e já foi sondada até pela produção do RushCon, considerado um dos maiores encontros mundiais de fãs.
Pra esquentar, dê uma conferida nos vídeos disponibilizados pela banda no site www.rushproject.com.br.
Durante a festa serão sorteados de itens muito especiais do Rush, incluindo o recém lançado DVD Clockwork Angels Tour.
Serviço:
'Rush Day 2112'
Data: 21 de dezembro, sábado
Horário: abertura da casa às 21:12hs (show as 23hs)
Local: Café Uranus
Endereço: Rua Dr. Carvalho de Mendonça n°40, Santa Cecília - São Paulo/SP
Entrada: R$ 30 exclusivamente em dinheiro
A casa não cobra consumação mínima e o consumo poderá ser pago em dinheiro, débito ou crédito.
Grande Estacionamento ao lado do local.
Informações: contato@rushproject.com.br / rushproject@yahoo.com.br


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