Humberto Gessinger: mistura de influências no primeiro álbum solo

Posted by TRMB | Posted in , , | Posted on 22:59

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Após quase 30 anos dedicados ao Engenheiros do Hawaii e projetos paralelos como Pouca Vogal, Trio Grande do Sul e até mesmo um power-trio chamado Humberto Gessinger Trio, o gaúcho lança pela primeira vez um álbum solo, que foi intitulado Insular, produzido por ele mesmo e recheado de participações especiais - inclusive muitos ex-Engenheiros, o que, segundo Humberto, é o principal motivo para lançar como solo e não como Engenheiros.
Capa
Como banda base, novamente um power-trio: Humberto volta ao baixo (sonho antigo de 99.9% dos fãs do Engenheiros) e vocal, Esteban Tavares (Fresno) na guitarra e Rafael Bisogno na bateria, já musicalmente Insular é uma mistura de tudo que já ouvimos com a voz do HG (como é carinhosamente chamado pelos fãs) e tudo o que imaginamos ouvir, como por um exemplo uma bela moda "moderna" em Segura a Onda, DG ou Milonga do Xeque-Mate, com um solo de guitarra monstruoso do virtuose Frank Solari.
Os fãs de Engenheiros se identificarão com Sua GraçaBoraTudo Está Parado (essa com Luciano Granja na guitarra, Lucio Dorfman no teclado e Adal Fonseca na bateria, formação do Engenheiros entre 1997 e 2001), Tchau Radar, a Canção Plano B, até mesmo por ouvir aquele som característico do baixo de volta. Ainda há espaço para a regionalizada Recarga (com o acordeon e voz de Luis Carlos Borges) e a melódica A Ponte Para o Dia (com Bebeto Alves), além das quase vinhetas Terei Vivido Insular e a balada Essas Vidas da Gente, que tem um quê de Somos Quem Podemos Ser e Parabólica.
Humberto escolheu o melhor caminho ao colocar seu nome na capa do disco, realmente Insular é um pouco de Engenheiros, um pouco de Pouca Vogal, um pouco das influências regionais e um pouco de tudo o que ele já gravou e de tudo o que ele admira; ou seja, puro Humberto Gessinger.
Nota: 9.0

Rush: assista a duas canções do novo DVD

Posted by TRMB | Posted in , , | Posted on 22:34

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Red Sector A e Middletown Dreams farão parte do novo DVD/BLU-RAY/CD ao vivo do Rush, chamado Clockwork Angels Tour, com lançamento previsto para este mês de novembro.

Assista:








Dr. House e seu Blues

Posted by TRMB | Posted in , , , | Posted on 21:40

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Quem acompanhou as 8 temporadas do seriado House M.D. (no Brasil Dr. House), notou que o protagonista, interpretado por Hugh Laurie, adora música. Sendo uma pessoa extremamente solitária, suas maiores companhias eram seu piano e suas guitarras. 

Em mais de um episódio, House apareceu tocando um deles, inclusive ajudando a solucionar seus misteriosos casos médicos. Por exemplo:
E tudo era tocado de verdade por Hugh Laurie. Isso porque Hugh é um multi-instrumentista muito talentoso e já tem dois álbuns completos no mercado:
Let Them Talk foi lançado em 2011 e consiste em um blues clássico composto em parceria com nomes como Tom Jones, Irma Thomas e Dr. John. Laurie toca piano, guitarra e, claro, faz a voz principal.
O disco foi o trabalho de blues mais vendido no Reino Unido em 2011.
As melodias de Six Cold Feet, John Henry, Battle of Jericho Swanee River são incríveis, mas o meu destaque mesmo fica por conta de Tipitina:
Já em 2013, foi a vez do segundo disco sair: Didn't It Rain. Este trabalho já possui uma inclinação maior ao jazz, R&B e até tango, fazendo companhia ao blues. Wild Honey foi o single lançado e de fato é uma das melhores do álbum, junto com as belas The Weed Smoker's Dream, Kiss of Fire e Changes. Hugh contou neste disco com as participações de Gaby Moreno, Jean McLain e Taj Mahal, além da Cooper Bottom Band.
E o mais legal de tudo é que depois de anos vendo e ouvindo Hugh como House, ao ouvirmos os discos sempre imaginamos que é o "CD do Doutor House".
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Nightwish: assista "Ghost Love Score" do novo DVD da banda

Posted by TRMB | Posted in , , | Posted on 21:26

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'Showtime, Storytime' trará a apresentação da banda no lendário Wacken Open Air - o maior festival de heavy metal do mundo -  com duração total de 85 minutos. O show foi  dirigido por Ville Lipiäinen que também foi o responsável pela direção do documentário de 120 minutos chamado  'Please Learn The Setlist in 48 Hours'  contido no segundo disco. 

Storytime já havia sido divulgada, agora foi a vez de Ghost Love Score.



A versão ao vivo foi gravada na Argentina e fará parte do disco 2, o DVD bônus de Showtime, Storytime:








Assista a segunda versão do clipe de “Love is Lost”, do David Bowie

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:44

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Love is Lost é parte do disco The Next Day - Extra e ganhou mais uma versão para videoclipe, desta vez dirigido por Barnaby Roper.

O vídeo conta a história do encontro de um casal cibernético e traz cenas um pouco "fortes".

Confira:




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Black Label Society: novo álbum em abril

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:36

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Zakk Wylde, guitarrista e vocalista do Black Label Society declarou no programa online The Blairing Out With Eric Blair Show que o novo álbum da banda deve ser lançado em abril. 
As músicas vêm sendo trabalhadas antes do acústico Unblackened.

Roger Waters trabalha em novo álbum após mais de 20 anos

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:31

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Roger Waters  afirmou em recente entrevista à Rolling Stone, que está trabalhando em um novo álbum de rock. O último trabalho de estúdio do gênero feito pelo músico foi o disco Amused To Death, de 1992. Em 2005 Waters lançou a ópera Ça Ira.

“Finalizei uma demo com as músicas. A duração total é de 55 minutos. Há um aspecto teatral, com personagens conversando entre si. O conceito traz um velho e um jovem tentando descobrir porque as crianças são assassinadas no mundo atual”, revelou.


INXS: assista ao trailer da minissérie sobre a banda

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:26

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"Never Tear Us Apart: The Untold Story of INXS" tem previsão para ir ao ar pelo canal australiano Network 7 em 2014.


Confira o trailer:






HERMANO: O excelente Stoner Metal que nunca vai morrer.

Posted by João Carlos Martins | Posted in , | Posted on 09:42

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OLHA! Decidi que hoje vou falar de uma banda que todos brasileiros cults gostam. Ela não é muito conhecida, é formada por uns marmanjos maneiros e tem a palavra irmão em espanhol no nome... Ah! Ficou fácil né? Isso aí meu amor a banda de agora será nada mais nada menos que o STONER VIOLENTISSÍMO de HERMANO!


Para quem pensou que seria outra coisa, para quem se assustou, para quem criou falsas expectativas um grande RÁ RÁ RÁ... rá. Hermano, para quem ainda não conhece, é muito mais um projeto do que própriamente dito uma banda verdadeiramente consolidada, pois não lançou muito além de três álbuns, contudo vive até os dias atuais e é uma pérola do mundo do Stoner, portanto sem dúvida precisa ser conhecida por todos aqueles que curtem esse estilo musical, por essa razão e por uma outra que incontestávelmente terá o seu aval: O vocalista dessa banda é ninguém mais que o nosso ilustríssimo John Garcia! Isso mesmo caro amigo, é um pedacinho de Kyuss vivendo ainda em nossos corações de pedra.



Kyuss tornou-se a maior banda na história do Stoner não apenas pelas excelentes canções, ou pelas atitudes em cima dos palcos, muito menos pelo simples fato de ter Josh Homme na guitarra, mas sim porque eles, assim como no nome que usam hoje (Kyuss Lives), viviam e ainda vivem o STONER. Assim que a banda teve sua primeira grande separação, cada um tomou seu rumo formando outra banda no gênero ou seja, no mínimo nos deram pelo menos mais quatro bandas e isso ajudou muito a difundir o som, e o melhor de tudo: surgiram mais um monte de bandas querendo ser iguais a eles. Entretanto, antes que eu me perca falando de outros assuntos, voltando ao tema da coluna, Hermano continua na ativa, seguindo a foto dos integrantes acima: Chris Leathers (Bateria), Dandy Brown (Baixo) - os dois na parte superior da esquerda para direita -, David Angstrom (Guitarra), John Garcia (Vocal) e  Mike Calahan (Guitarra/Solo)- na mesma sequência.
O álbum abordado será o primeiro da banda, Only a Suggestion (2002). 



Sem dúvida eles tem aquela veia desertística típica do Stoner raiz, que apesar der ter um Inglês como pai, tem um avô nascido na Califórnia sendo assim dado essa característica de deserto pra tudo o que é dessa vertente. A prímeira faixa que rolará aqui será a primeira do disco e que corresponde a minha ideia de que toda primeira faixa tem que ser arregaçadora, ela é The Bottle.


Uma canção indiscutivelmente irrepreensível, porrada do ínicio ao fim. Desde a introdução revivendo Kyuss, da bateria forte, mas tímida que logo se torna acelerada em uma retidão quase singular, mas sem perder a raiva, e sem contar é claro os berros sempre irreverentes de Mr. Garcia. A segunda faixa, parece ter tentado ser o hit do álbum, confira Alone Jeffe.



Pelo ano em que foi lançado o disco eu tenho a sensação de que os caras tiveram um bom tempo para ouvir um velho amigo que estava no auge com um tal de Queens of the Stone Age, pois eu encontro nesse várias conexões com o debut de Josh, Nick e Alfredo e também do mais pesado, seu segundo trabalho Rated R, lançados em 1998 e 2000 consecutivamente. Prova disso é a faixa número #3 Manager's Special.


As próximas duas são praticamente uma só, afinal levam os nomes de Señor Moreno's Introduction e Señor Moreno's Plan. Também tem uma pegada mais grooveada, coisa comum nos trabalhos de John Garcia, embora reforce também um pouco mais aquilo que fora mencionado a respeito de uma certa inspiração nos dois primeiros trabalhos do Queens. O melhor será ouví-las no full álbum, rapidinho chega lá, peraí.
Seguindo com o trampo temos Landetta (Motherload), que é uma de sonoridade mais romântica e se por ventura você fizer isso poderá confirmar, ou negar, que fechando os olhos é a formação original do Kyuss que lhe aparecerá na mente. Se faço isso, automaticamente vejo John Garcia e aquele seu olhar fixo no horizonte as vezes parecendo esquivar de socos em uma luta de boxe; Josh Homme e a sua seriedade de sempre, sem muitas graças em sua guitarra com um solo aqui outro ali, mas com riffs extremamente marcantes; Nick Oliveri ou até mesmo Scott Reeder, já que eles eram parecidos, excêntricos no modo de tocar, empolgados, efusivos; E por fim Brant Bjork que não era, nem é nenhum êximio baterista, mas que casou perfeitamente com a banda e é o criador da canção número 1 na história do gênero, na minha lista é claro, que é Green Machine. É uma parte emocionante desse álbum, vale a pena conferir.




E para finalizar 5 to 5 e Nick's Yea, essa última que bem poderia ser uma homenagem prestada ao velho amigo que já vinha há tempos metido em coisas erradas. Elas não tem nenhum final apoteótico, acabam pura e simplesmente com um ar de esperem o próximo. Enfim, assim se encerra o papo de hoje evidentemente fique agora com o full álbum, é curto (uma pena) então não vai lhe ocupar muito tempo. 

Hermano - Only a Suggestion (2002)

1- The Bottle;
2- Alone Jeff;
3- Manager's Special;
4- Senor Moreno's Introduction;
5- Senor Moreno's Plan;
6- Landetta (Motherload);
7- 5 to 5;
8- Nick's Yea.



Observações:
  • A banda recrutou em algumas faixas dos três discos que têm Aleah X como vocalista auxiliar e o método utilizado, conicidência ou não deixava os Backing vocals extremamente parecidos com os de Nick Oliveri;
  • Apesar de ter citado o nome do baterista Chris Leathers no ínicio, quem participou do Only a Suggestion foi Steve Earl, ex-integrante da banda de participação efetiva apenas nesse compilado;
  • As performances ao vivo da banda são sempre magníficas, fanatismos de lado, não se nota diferença entre é de estúdio e o que é no palco. Instrumentos e vocal numa harmonia perfeita, fique com uma apresentação de Landetta (Motherload) num show, além de tudo com David Angstrom apresentando a banda. Clique aqui e seja direcionado ao vídeo;
  • Se ficou curioso a respeito da canção Green Machine citada acima, confira o vídeo oficial dela aqui.

Roky Erickson: Um grande nome na história Evil Folk!

Posted by João Carlos Martins | Posted in | Posted on 21:04

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Hoje, assim que acordei tive uma grata surpresa. Vi neste blog que está lendo agora uma notícia sobre a banda sueca Ghost, a respeito de seu EP de covers - cujo o qual clicando aqui você poderá ver também - e achei interessantíssima a faixa divulgadora e também título do trabalho, If you have Ghosts. Apesar de já tê-la ouvido em outra ocasião, não tivera um impacto tão grande como foi mais cedo. 
Pelo andar da carruagem já deve ter percebido qual será o papo de hoje né? E se apostou suas fichas em Ghost, fez muito mal... Isso mesmo jovem leitor você se equivocou, pois quem dará as caras por aqui será Roky Erickson.
Roger Kynard Erickson
"Hãn!? Como assim!? E aquela ladainha toda de ter acordado e blá blá blá!?" Sei que está se perguntando isso enrubescidamente, mas mantenha a calma, respire e saiba que não é brincadeira. O que me fez querer falar sobre um dos muitos registros de Roky Erickson foi o simples fato de ter ficado curioso com o seguinte: Se o novo EP dos caras é um EP de covers, logo as canções já pertencem a outras pessoas, e se eu gostei tanto dessa faixa pode ser que esse alguém tenha mais outras que eu venha a gostar. E não deu outra! Um excelente artista, excêntrico até não poder mais, psicodélico até o último fio de cabelo e tão assustador quanto um caravançará de capetas. De forma a apresentar um pouco melhor suas características ele é simplesmente uma mescla de Folk, de Classic Rock sessentista, dos primórdios de Heavy Rock, além de mais trocentos elementos musicais e inegavelmente com influências absorvidas de caras como Bob Dylan, com aquelas coisas de ficar falando durante as canções, Rolling Stones com riffs marcantes vide os de Keith Richards, Dr Feelgood e seu aparente desleixo, nosso excelente Neil Young e sua gana Rockeira, e sem contar alguns dados momentos em que se assemelha grandemente com Michael Stipes (R.E.M.), no seu estilo vocal, deixando claro que não estou comparando seu trabalho com nenhum desses mencionados, apenas os considero, de certa forma, conectados.


O álbum a ser discutido é o lindamente bem trabalhado The Evil One (1981), que traz um lançamento em duas partes, sendo o primeiro totalmente mixado, apenas as faixas absurdamente bem trabalhadas, com sua "banda de apoio" chamada The Aliens - entre aspas banda de apoio, pois tratam-se de integrantes de sua anterior formação o The 13th Floor Elevators. Já a segunda parte, conta com a apresentação deles, em um set list bem próximo daquilo que é a parte um, num programa chamado Modern Humans Show, onde além das canções ao vivo podemos também acompanhar alguns momentos de conversa e entrevista do vocalista com o apresentador do programa.
Como já conversamos bastante, acho que é hora de ouvir um pouquinho do trabalho dessa figura, vamos de Two Headed Dog (Red Temple Player).


Não há nada de muito demoníaco no estilo do homem, para se dizer aquilo que disse no início. A face dele não demonstra muito isso e essa faixa emprega apenas algumas questões religiosas nada implícitas, porém quando se diz que alguém é de meter medo não duvide, pois sim se tem um porquê e apesar dessa cara de simples Texano a fim de fazer Rock com viola, nosso amigo tem uma "satanice" um pouco diferente daquilo que estamos habituados em canções desse tipo. O exemplo disso fica a cargo da próxima lista nesse disco que é I Think of Demons. Escute, sem medo... Mas se não tiver medo mesmo, acompanhe lendo a letra da canção clicando aqui


Eu acho assustador!  

A próxima para qual chamo a atenção é Don't shake me Lucifer que é de uma veia muito similar ao som proposto pelos Rolling Stones, ou melhor muito similar a T-Rex que não citei nos comparativos acima, mas que é uma das influências sem dúvidas. Roky abusa de uns berros "rasgados" e de sua agudez vocalica, que casa perfeitamente com a harmonia e sonoridade da banda. De o play e seja feliz (ou não).


Em algumas horas ele me lembra Janis Joplin cantando...

Outra para a qual peço que tenha esmero ao ouvir é Night of the Vampire, pois ela tem, para mim é claro, uma intermusicalidade, ou seja uma conexão extrema com a canção Take a Look at my Girlfriend dos Hip-Hopper, Gym Class Hero... NÃO! NÃO! NÃO! Falei isso justamente para que você caro leitor, viesse a se sentir incomodado, pois ela pertence a uma ótima banda conhecida por Supertramp, portanto não caia num conto qualquer de um grupo qualquer que faz sucesso as custas de uma grande banda, que a maioria deixa para trás, e que se quer tem a honradez de explicitar aos fãs desavisados que apenas regravaram tal obra de arte. Em seguida poderá acompanhar as duas e compará-las.



Não são nenhum cover uma da outra, longe disso. Tem, a música de Roky, uma coisa meio soturna, evidenciada pelo órgão tocado dando aquele clima de Igreja, ressoando forte, contudo de forma influente, o que Ghost vem fazendo. Sem contar o grave do baixo em algo parecido com um trítono. O modo de cantar em determinadas partes foi o que me trouxe à cabeça a outra interpretação do Supertramp e que sem vergonha nenhuma de estar enganado, dividi com você!

Depois de tantas hipóteses e revoltas, algo um pouco mais descontraído vem a calhar. It's a cold night for Alligators, encabeça essa temática. Com uma letra um bocado psicodélica e, como de praxe, um riff bacaníssimo ela vem em #12 lugar nesse que é um grande presente aos fãs de Rock 'n' Roll.



Para continuar uma das mais Rockers desse full-lenght que é Sputinik, que assim como em faixas anteriores conta com um teclado muito bem executado dando uma cadência ainda maior, além da cozinha e das guitarras que intercalam-se de forma natural em solos impagáveis, outra que vale muito a pena conferir.



E para finalizar, ela não é a última no compacto do moço, mas merece encerrar essa prosa com chave de ouro, já que irrefutávelmente irá propagar de forma muito mais violenta sua carreira, já consolidada é claro, uma vez que está sendo entoada nada mais nada menos que pelo nosso estimado Papa Emeritus II. Claro que a faixa é If you have Ghost, que não é a melhor nesse trabalho, mas que chama a atenção muito pelo nome e principalmente pela linha de baixo que tem, pois é pesadíssima e não preciso nem ficar explicando aqui que sou fissurado num baixão bem tocado. Fique então com a paulêra.


Roky Erickson & The Aliens - The Evil One (1981)

Clique aqui e vá ouvir o álbum completo!

01 - Two Headed Dog (Red Temple Prayer);
02 - I Think of Demons;
03 - Creature with the Atom Brain;
04 - The Wind and More;
05 - Don't Shake Me Lucifer;
06 - Bloody Hammer;
07 - Stand for the Fire Demon;
08 - Click Your Fingers Applauding the Play;
09 - If You Have Ghosts;
10 - I Walked With a Zombie;
11 - Night of the Vampire;
12 - It's a Cold Night for Alligators;
13 - Mine Mine Mind;
14 - Sputnik;
15 - White Faces;

Observações:

  • No disco 2 como citado, eles se apresentam num programa chamado Modern Humam Show, entretanto não exista registro algum a respeito desse tal programa. Faixas como I think of Demons, Don't Shake me Lucifer e If you have Ghosts ficaram de fora, talvez porque se realmente o talk show existiu ficar falando do tinhoso não seria muito ortodóxo;
  • Em Sputinik e Blood Hammer, na versão de estúdio, o baixo ficou por conta de ninguém menos que Stu Cook (Creedence Clearwater Revival), sem contar que ele foi também o produtor dessa pérola;
  • E como nunca é demais, fique com a versão de Ghost para a canção título de seu EP, ela não soa nem um pouco parecida com a versão original e até mesmo confesso que demorei para associá-las. Basta clicar aqui para ser direcionado ao link da canção.

Lou Reed ganha homenagem em Nova York

Posted by Rose Gomes | Posted in , | Posted on 10:04

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Lou Reed receberá uma homenagem no Lincoln Center, em Nova York. A homenagem será aberta nesta quinta-feira (14) a partir das 13h (horário local). Segundo a página oficial do músico no Facebook, não haverá discursos, nem performances, apenas "a voz de Lou, sua guitarra e canções."

Com duração de três horas o memorial terá entrada gratuita e contará com uma seleção de músicas escolhidas por amigos e familiares.


Andreas Kisser forma nova banda com músicos latinos

Posted by Rose Gomes | Posted in , | Posted on 09:59

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Uma nova banda de metal  formada com músicos experientes fazendo um som mais puro. Esta é a promessa do De La Tierra, grupo formado por Andreas Kisser (guitarra), os argentinos Andrés Giménez (guitarra) da banda Animal e Sr. Flavio (baixo) dos Los Fabulosos Cadillacs, junto com o mexicano Alex González  (bateria) do Maná. "Somos quatro músicos da velha guarda, do que é toda a parte bem humana da música", afirmou Andrés Giménez à AFP.


O álbum "De La Tierra" tem previsão de lançamento para 14 de janeiro via Roadrunner e o clipe da música "Maldita História", será disponibilizado neste final da semana no site da banda.

Depois de compartilhar ideias a distância e gravar trechos cada um em seu estúdio, os amigos de longa data se reuniram em Buenos Aires para trabalhar em 11 canções, que foram masterizadas em Los Angeles.
"Foi uma coisa muito rápida, mas foi muito forte e muito intensa", comenta Andreas Kisser, que paralelamente está promovendo o álbum mais recente do Sepultura, "The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart".

  via UOL Música

Ouça na íntegra o novo EP do Ghost

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:43

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If You Have Ghost é um EP de covers e teve a produção do músico Dave Grohl.
Confira:





Dream Theater: "Live at Luna Park" registra excelente fase do grupo

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 21:27

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Carlos H. Silva
A turnê de A Dramatic Turn of Events (2011) foi redentora para o Dream Theater, a banda provou conseguir viver sem a estrela de Mike Portnoy e nada melhor que um belo DVD/Blu-Ray/CD ao vivo para documentar uma turnê histórica para a banda.
A banda tocou por 15 meses em 35 países - e o show registrado foi na casa dos nossos hermanos argentinos - e o set list foi baseado naquele que até então era o trabalho mais recente de estúdio da banda, absolutamente todas as faixas de A Dramatic... estão presentes. E por falar em set list, na época de Portnoy, reza a lenda que o repertório dos shows eram feitos pelo baterista algumas horas antes do espetáculo, o que causava surpresa todas as noites, podendo um show ter um set completamente diferente da apresentação da noite anterior. Desta vez foi diferente, a banda escolheu um determinado repertório que consistia em 18 temas e durante a turnê, 6 dessas canções eram trocadas noite a noite, totalizando 24 músicas - e o melhor: todas estão tanto no vídeo, quanto no áudio.

Podemos ouvir a fantástica performance do quinteto (James LaBrie no vocal, John Petrucci na guitarra, John Myung no baixo, Jordan Rudess no teclado e Mike Mangini na bateria) em clássicos como Metropolis Pt. 1The Spirit Carries OnA Fortune in Lies e Caught in a Web, além de novos hinos como Breaking All Illusions e canções da década de 2000 como These Walls e The Dark Eternal Night.
Destaco os momentos mais calmos e bonitos do show, como nas dobradinhas Wait For Sleep / Far From Heaven The Silent Man / Beneath the Surface, onde a veia calma da banda nos presenteia com belas passagens acústicas e de teclados.
Destacar individualmente uma banda como o Dream Theater é o mesmo que destacar todos de forma geral, pois são músicos de uma competência ímpar, mas devo dizer que LaBrie está soando bem melhor do que no ao vivo anterior (Chaos In Motion, 2008), Petrucci e Jordan continuam infernais, John Myung simplesmente espetacular e Mike Mangini... esse cara dispensa qualquer comentário. A maior graça é ouvir este trabalho e ver como ele é fiel ao trabalho de Portnoy e ao mesmo tempo consegue imprimir uma marca própria, uma personalidade como se cada canção que não for de sua era fosse sua criação.
Só não vou dar 10 porque não executaram The Count of Tuscany naquela turnê.
Nota: 9.5
Disco 1
No.

1."Bridges In The Sky"  11:00
2."6:00"  5:55
3."The Dark Eternal Night"  10:10
4."This Is The Life"  7:02
5."The Root Of All Evil"  9:30
6."Lost Not Forgotten"  9:58
7."Drum Solo"  6:19
8."A Fortune In Lies"  5:20
9."The Silent Man"  4:16
10."Beneath The Surface"  5:29
Disco 2
No.

1."Outcry"  11:31
2."Piano Solo"  3:05
3."Surrounded"  6:05
4."On The Backs Of Angels"  8:32
5."War Inside My Head"  2:15
6."The Test That Stumped Them All"  4:55
7."Guitar Solo"  8:39
8."The Spirit Carries On"  7:54
9."Breaking All Illusions"  12:44
10."Metropolis Pt. 1: The Miracle And The Sleeper"  12:46
Disco 3
No.

1."These Walls"  7:28
2."Build Me Up, Break Me Down"  7:04
3."Caught In A Web"  5:42
4."Wait For Sleep"  2:52
5."Far From Heaven"  4:07
6."Pull Me Under"  

Sepultura: melhor trabalho em 15 anos

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 20:54

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Carlos H. Silva

O título não é exagero, nem empolgação de momento: The Mediator Between Head and Hands Must Be the Heart (título inspirado no filme "Metropolis", mas sem intenção de ser conceitual)  é o melhor trabalho do Sepultura com Derrick Green no vocal. Não que o Sepultura tenha grandes clássicos nos últimos 15 anos, mas significa bastante. Principalmente pela empolgação de quem escuta.



E os grandes “culpados” disso são o guitarrista Andreas Kisser e o baterista Eloy Casagrande. O primeiro sempre foi um grande nome do instrumento, mas neste disco Andreas está endiabrado com riffs cortantes e solos certeiros. E o baterista não fica atrás, com suas viradas insanas e ritmo forte, faz os fãs lembrarem-se do eterno Igor Cavalera, como na monstruosa primeira faixa, Trauma of War, a melhor do álbum.

A ótima produção ficou por conta de Ross Robinson, que já havia trabalhado com a banda no lendário Roots (1995), e a pancadaria continua comendo solta na poderosa The Vatican, com riffs pesadaços e totalmente thrash metal, com direito até a guitarra dobrada. Um arregaço! Derrick Green soa animal. A canção foi a primeira a receber um videoclipe que você pode ver clicando aqui.

Impending Doom diminui um pouco o ritmo com levadas mais grooveadas onde Eloy também se destaca, assim como seu ótimo trabalho de bumbos em Manipulation of Tragedy. Tsunami já é mais experimental e até consigo imaginar ouvindo-a em Against (1998), por exemplo.

Do meio pro final este novo play dá uma caída em qualidade, mas nada que comprometa o resultado final. The Bliss of Ignorants é uma ótima canção e ainda tem a participação do baterista Dave Lombardo em Obsessed.

Como é de se esperar, sempre rolam os covers. Desta vez sem ter do que reclamar, as versões de Da Lama Ao Caos (Chico Science & Nação Zumbi, com vocal de Andreas) e Zombie Ritual (Death) ficaram sensacionais!


O único ponto negativo deixo para a escolha da banda ter divulgado The Age of the Atheist como single antes do disco sair, não é das melhores deste álbum, não se destaca entre as demais e não o representa como um todo.

Nota: 7.5

1 - Trauma of War
2 - The Vatican
3 - Impending Doom
4 - Manipulation of Tragedy
5 - Tsunami
6 - The Bliss of Ignorants
7 - Grief
8 - The Age of the Atheist
9 - Obsessed
10 - Da Lama Ao Caos
11 - Zombie Ritual (bônus)

Robert Plant lança documentário no Youtube

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:22

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Robert Plant está lançando um pequeno documentário chamado "Zirka", no Youtube. São 8 episódios que mostram sua viagem à Mali em 2003, no "Festival in the Desert" ao lado das bandas Ali Farka Touré e Tinariwen. "Foi uma jornada de revelação - uma das experiências mais esclarecedoras e humilhante da minha vida", contou o músico à revista Rolling Stone.

Você confere o primeiro episódio abaixo:







Morrissey grava Satellite of Love em homenagem a Lou Reed

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:15

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Morrissey gravará um cover de “Satellite Of Love” em homenagem a Lou Reed, durante o The Chelsea Ballroom, em Las Vegas, no próximo dia 25 de novembro. A faixa será lançada no dia 2 de dezembro, junto com o audiobook de “Autobiography”.
“Ele esteve presente em toda a minha vida e estará marcado em meu coração. Obrigado, Deus, por pessoas como Lou, que vivem de acordo com suas próprias leis, de modo contrário, imagine como o mundo seria tedioso”.

Confira os detalhes do novo álbum de Paul Rodgers

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:10

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The Royal Sessions tem previsão de lançamento para 27 de janeiro e traz o músico interpretando sucessos do Soul e Blues.

Confira o tracklist:

01. Thank You
02. Down Don’t Bother Me
03. I Can’t Stand The Rain
04. I’ve Been Loving You Too Long
05. That’s How Strong My Love Is
06. Walk On By
07. Any Old Way
08. It’s Growing
09. Born Under A Bad Sign



The Who: baterista ganha cinebiografia

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:07

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O baterista do The Who, Keith Moon, ganhará uma cinebiografia em breve. Segundo o  site The Hollywood Reporter, o projeto foi fechado durante o Festival de Cannes, em maio deste ano e já  vem sendo supervisionado pelo líder da banda, Roger Daltrey.

O filme, ainda sem nome, contará  "a curta, porém maluca" vida do baterista, mostrando o papel fundamental do músico na ascensão meteórica da banda antes da sua morte, em 1978.

"O filme sobre a vida de Keith Moon é um dos projetos que estão no meu coração", afirmou Daltrey. 

Angra: novo disco ao vivo agrada a gregos e troianos

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 21:38

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Após a traumática saída do vocalista Edu Falaschi da banda, o Angra tentou sem sucesso trazer de volta o antigo vocalista Andre Matos para uma comemoração dos 20 anos do debut Angels Cry (1993), o ‘gordinho’ negou e preferiu fazer sua própria celebração tocando o disco na íntegra com sua banda solo. A banda então recrutou o italiano Fabio Lione (Rhapsody of Fire, Labyrinth, Vision Divine), à essa altura já uma lenda do metal italiano, que não só fez a turnê de “retorno” do Angra como gravou este ao vivo (que sai tanto em CD como DVD) em comemoração ao aniversário do álbum supracitado.

--->>> Angels Cry 20th Anniversary Tour



O saldo é positivo e o set list é bem misturado, com canções de todos os álbuns de todas as fases. Para quem esperava o Angels Cry na íntegra e na ordem foi uma decepção, as canções dele estão espalhadas pelo tracklist e não foram todas tocadas. Claramente Fabio se sente mais à vontade com o material da fase Edu - seu timbre soa extremamente igual em alguns momentos, já que cantar Andre Matos não é uma tarefa fácil devido aos agudos do vocalista, mas mesmo nessas canções o italiano não se compromete e não há deslize algum em faixa alguma.

Quem se aventura no microfone também é o guitarrista Rafael Bittencourt que lidera a voz em The Voice Commanding You, Reaching Horizons e A Monster In Her Eyes (essas últimas duas acústicas). Já Fabio se destaca em Gentle Change, balada do ótimo e subestimado Fireworks (1998).

O desfile de hits é grande: Angels Cry, Nothing to Say, Waiting Silence, Lisbon, Time, Evil Warning (com Amilcar Christófaro, do Torture Squad, na bateria), Rebirth, Nova Era e Carry On, e ainda sobrou espaço para a participação mais do que especial de Tarja Turunen (ex-Nightwish) em Stand Away (onde Fabio mostra todo seu talento como tenor em dueto com a voz soprano da finlandesa) e Wuthering Heighs (cover de Kate Bush, que contou também com o lendário guitarrista Uli John Roth) – ambas presentes no disco homenageado – e da Família Lima em algumas faixas como No Pain for the Dead.

Faltaram algumas canções? Sim. Mas vale a intenção da banda de registrar todas as fases e sair do “mais do mesmo” no set list, além de trazer algumas surpresas como Late Redemption e Millenium Sun, com Kiko Loureiro também nos teclados.

A produção é excelente, todos os instrumentos são nítidos - o baixista Felipe Andreoli soa muito bem - e a banda toda está em grande forma.

Ao que parece a união com Fabio Lione foi bem positiva para os paulistanos. Resta ver se em estúdio  vai rolar a mesma química,  já que como já foi até postado aqui no TRMB, o italiano cantará no novo disco da banda.

Nota: 8.0

Carlos H. Silva




Fabio Lione - Vocal
Kiko Loureiro - Guitarra, Teclados, Violão
Rafael Bittencourt - Guitarra, Violão, Voz
Felipe Andreoli  - Baixo
Ricardo Confessori - Bateria



01. Angels Cry
02. Nothing to Say
03. Waiting Silence
04. Lisbon
05. Time
06. Millennium Sun
07. Winds of Destination
08. Gentle Change
09. The Voice Commanding You
10. Late Redemption
11. Reaching Horizons
12. A Monster in Her Eyes
13. No Pain for the Dead
14. Stand Away
15. Wuthering Heights
16. Evil Warning
17. Unfinished Allegro / Carry On
18. Rebirth
19. In Excelsis / Nova Era
20. Gate XII

James Hetfield toca com a criançada

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 14:21

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No último sábado (9),  durante o Rockin’ The Bay Benefit, em Menlo Park, Califórnia, James Hetfield se juntou com a criançada presente e fez uma jam.

Confira abaixo:







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