Rock brasileiro dos anos 80: equipe lista melhores álbuns

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 21:39

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É sexta-feira, dia da lista semanal feita pela equipe do blog! 
Nesta semana decidimos que o rock feito no Brasil durante os anos 80 seria a "vítima" das nossas miscelâneas de pensamentos.
Como nunca é demais lembrar: lista é baseada em gosto pessoal sempre!

Vamos ao TOP 5 dos discos de rock nacional lançados nos anos 80 (incluindo o próprio ano 1980) e logo abaixo você verá também os 10 que disputaram o lugar entre os primeiros.


Foto: http://rocknorio80.blogspot.com.br/2013/02/blog-post_25.html




---> Rock Nacional anos 80

#5 - "Abre-te Sésamo", Raul Seixas (1980)


 Sem sombra de dúvidas esse é o que eu mais gosto dele, isso por ter um valor muito nostálgico, pois quando eu tinha uns 9 ou 10 anos meu pai o comprou e me deu de presente de aniversário - embora eu tenha dito que comecei tarde a gostar de música, meu pai sempre me influenciou a ouvir Raul desde criança - e todos os dias nós ouvíamos o Rock das Aranha e eu ria muito, mesmo sem entender do que, de fato, estava falando. Contudo, esse é o melhor não somente por isso (claro), mas porque contém duas das canções mais lindas da história da humanidade, que são O Conto do Sábio Chinês e À Beira do Pantanal, é de se arrepiar ao ouvi-las. Sem contar o grande hit regravado por Deus e o mundo que é Aluga-se. (João C. Martins)


#4 - "Maior Abandonado" - Barão Vermelho (1984)



Este disco tem uma história bem legal do porquê de eu gostar dele, mas antes só deixar claro que não é por conta de Bete Balanço, diga-se de passagem uma grande canção, mas não é por ela tampouco por Por Que a Gente é Assim?, outro summer hit dos caras que também não é a que fez eu gastar esses caracteres. A faixa que mais me agrada é uma que nem mesmo esteve nesse disco, foi excluída sabe-se lá o motivo. A música da qual me refiro é Eu Queria Ter Uma Bomba, que só conheci por intermédio de um cover excelente feito pela banda Cartel Inc. As que citei são as recomendações é claro. (João C. Martins)


#3 - "O Passo do Lui" - Os Paralamas do Sucesso (1984)


Um baixista com grooves e linhas marcantes, um guitarrista que se por um lado não tem lá seus grandes talentos como vocalista, na guitarra faz mais do que o suficiente e um baterista que é simplesmente fenomenal, uma mistura de Stewart Copeland com Neil Peart tocando rock/reggae/ska. Musicalmente defino O Passo do Lui como um dos melhores trabalhos já feitos no país não só naquela década.  O tracklist? Responde por si só: Óculos, Meu Erro, Fui Eu, Romance Ideal, Ska, Mensagem de Amor... e vamos parar por aqui. (Carlos H. Silva)




#2 - "Cabeça Dinossauro" - Titãs (1986)


Cabeça Dinossauro é um grande disco que traz as porradas da melhor fase da banda.  Tudo é intenso, a começar pela capa chamada de A expressão de um homem urrando, baseada em nada mais, nada menos que Da Vinci. O álbum contém as doideras AA UU, Polícia, Porrada e Bichos Escrotos. Os caras estavam no auge criativo com uma formação sólida – e grande – e um baita produtor (Liminha) comandando a molecada. Titãs é isto aqui, álbum que se tornou influência para uma gama enorme de músicos, do pop nacional ao metal nacional. (Rose Gomes e Carlos H. Silva)



#1 - "O Concreto Já Rachou" - Plebe Rude (1985)


Quando penso nos anos 80, especialmente na trilha sonora desta época, fica impossível não me lembrar da Plebe Rude. A canção Até Quando Esperar foi uma das músicas que mais marcaram este período, sendo até hoje lembrada com vigor nas festas saudosistas dos titios e titias de meia idade por aí. O Concreto já Rachou traz, além deste hino oitentista, outras faixas memoráveis como Proteção, Johnny Vai à Guerra (Outra Vez) e Minha Renda, esta com a participação de Herbert Vianna que também produziu o disco. É sem dúvida um dos grandes álbuns do rock brasileiro. (Rose Gomes)





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--- A lista dos "Quase"

Veja os álbuns que também receberam indicações e "quase" entraram no TOP 5:



“A Revolta dos Dândis” – Engenheiros do Hawaii  (1987)




A estreia da formação clássica com Humberto Gessinger (voz e baixo), Augusto Licks (guitarra) e Carlos Maltz (bateria) foi no segundo disco do Engenheiros, A Revolta dos Dândis, onde os gaúchos começaram a explorar as influências progressivas no som e literárias/filosóficas nas letras. Foi um grande sucesso comercial e deste trabalho fazem parte clássicos como Infinita Highway, Refrão de Bolero (que “Ana” nunca recebeu esta declaração?) e o hino da juventude Terra de Gigantes. A partir daqui a banda tornou-se uma gigante do rock nacional quebrando a panelinha mainstream formada pelas bandas cariocas, paulistas e pelo rock de Brasília. (Carlos H. Silva)


"Nem Polícia Nem Bandido" - Golpe de Estado (1989)

Considero o Golpe de Estado uma das maiores e melhores bandas nacionais. O grande problema é que a meu ver os caras são injustiçados pela grande mídia que não sei por que cargas d´agua não enxergam os músicos com o devido valor que eles têm. O álbum Nem Polícia Nem Bandido de 1989 exemplifica bem o que quero dizer. As letras, de uma complexidade intensa e  inteligente e o instrumental indiscutivelmente bem executado garantem o lugar ao sol deste que é sem dúvida um dos pilares do rock oitentista nacional. As faixas Paixão, Nem Polícia, nem Bandido e Não é Hora mostram de maneira definitiva que o Golpe é e sempre será uma das maiores bandas do cenário roqueiro brazuca. (Rose Gomes)




"Crescendo" - Ultraje a Rigor (1989)



Não é novidade que este entraria na lista, afinal até mesmo na coluna Toca na Redação ele já havia aparecido. É um dos mais importantes para mim dessa época pois ainda fala de um assunto extremamente vigente nos dias de hoje, desde críticas ao ambiente familiar até a política. Evidentemente Roger é o único remanescente na banda que colaborou com esse disco. Eu escolho esse como o meu primeiro na lista porque ele tem durante praticamente o álbum todo uma linha de baixo extremamente gorda e que realmente me agrada aos montes. As faixas que ressalto são Filha da puta, Laços de família Querida mamãe. (João C. Martins)


"Vivendo e Não Aprendendo" - Ira! (1986)


O álbum mais bem sucedido do quarteto paulista (até o Acústico MTV) é considerado não só como o melhor da banda, como um dos clássicos do rock brasileiro. Teve até tema de abertura de novela com Flores em Você (em versão calma e com arranjo de cordas, diferente de como é tocada ao vivo) na global "O Outro", e outras canções emblemáticas como Envelheço na Cidade e Dias de Luta, além de Casa de Papel com todos os quatro integranes, Nasi (vocal), Scandurra (guitarra), Gaspa (baixo) e Andre Jung (bateria) se destacando. (Carlos H. Silva)






"Carnaval" - Barão Vermelho (1988)


O Barão Vermelho figura entre as grande bandas do rock nacional e como tal teve completo êxito nos anos 80, década em que o Rock Brasileiro mostrava sua força e vigor de um jeito que nunca mais se repetiu. Considero Carnaval um disco essencial pelo fato de ser o primeiro disco da banda a alcançar certa notoriedade após a saída de Cazuza – que era muito maior do que a banda - e por mostrar o talento indiscutível de Roberto Frejat a frente dos vocais. O disco traz as já clássicas  Pense e Dance (um dos maiores hits do rock nacional), Não me Acabo, O que Você Faz à Noite e Nunca Existiu Pecado. O já clássico Carnaval ajudou a colocar o Barão de volta ao patamar das boas bandas nacionais. (Rose Gomes)



"Batalhões de estranhos"Camisa de Vênus (1985)


Inevitavelmente alguém que curte Raul tem a obrigatoriedade de no mínimo conhecer um gênio de capacidade tão grande quanto a de nosso baiano. Conterrâneo desse, Marcelo Nova que integrou a banda Camisa de Vênus sem dúvida é a cara da banda. No álbum citado encontra-se um de seus maiores hits, Eu Não Matei Joana D'arc, e que apesar de ser a mais famosa, de nome, não é a única beleza do disco. Como já ficou claro em outras postagens, independente da banda, gosto de ouvir o disco do início ao fim, evidentemente esse aqui não é diferente, contudo se preferir começar mais devagar a recomendação, além da já mencionada, fica por conta de Lena faixa #3 do play. (João C. Martins)



“Nós Vamos Invadir Sua Praia” – Ultraje a Rigor (1985) 



O Ultraje tem uma qualidade que poucas bandas tem: compor inteligentemente em forma de “zueira”. As críticas nas letras do Roger (vocalista e guitarrista) sempre foram muito claras e ao mesmo tempo leva a gente ao riso. O som é básico, cru e Nós Vamos Invadir Sua Praia é um dos discos mais interessantes do rock nacional dos anos 80. A faixa-título dispensa apresentações e estão aqui também Inútil, Marylou, Rebelde Sem Causa, Eu Me Amo, Independente Futebol Clube, Ciúme e muitas outras. Indispensável. (Carlos H. Silva)





"O Tempo Não Para" - Cazuza (1988)


É claro que um dos maiores intérpretes do Rock nacional não poderia  ficar de fora. Toda a obra deste intérprete é de extrema importância para a música brasileira e escolhi O Tempo Não Para porque além de ser um registro ao vivo do cantor – e o último – traz uma junção das melhores músicas de sua breve carreira feitas de maneira brilhante durante a turnê do também excelente disco Ideologia, de 1988. O álbum traz a  interpretação única e vigorosa do músico e canções como Ideologia, Codinome Beija-Flor e O Tempo Não Para são simplesmente as melhores versões  de Cazuza, colocando este incrível disco na lista dos melhores. (Rose Gomes)




"Cada Dia Mais Sujo e Agressivo" - Ratos de Porão (1987)



Este aqui só entrou porque foge muito do estilo dos demais e na verdade eu considero até como um bônus track, um especial. Esse disco é extremamente rápido, sujo e agressivo... Peraí, tem algo em comum com o título, ah, tá! Foi sem dúvida uma das coisas mais pesadas que já ouvi e além de tudo foi lançado numa versão em Inglês, absolutamente Dirty and Aggressive. A atenção fica com as extremistas Morte e Desespero, Peste Sexual e Sentir Ódio e Nada Mais. ESCUTEM! (João C. Martins)








"Rádio Pirata Ao Vivo" - R.P.M.  (1986)


RPM!? Pois é, gente, os caras são legais. Na verdade esses 80s de uma forma geral foi meio que enfiado na minha cabeça pelos meus pais, minha mãe é uma grande fã de Paulo Ricardo, com isso é fã também de RPM, no último aniversário ficou toda-toda porque comprei pra ela o Elektra, último trabalho da banda. Mas tirando essas questões de lobotomia e imersão obrigatória, não acho que tenha feito sucesso apenas por serem rostos bonitinhos, contudo também por sua qualidade e principalmente pela sua veia totalmente oitentista que fez exatamente aquilo que a época pedia. E é um disco ao vivo, qualquer banda que lance alguma coisa ao vivo merece meu respeito. A Cruz e a Espada e Alvorada Voraz são as minhas recomendações. (João C. Martins)

The Killers: "É hora de dar um tempo e nos afastar um pouco"

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:10

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Em recente entrevista ao Hollywood Reporter, Ronnie Vannucci, baterista do The Killers, declarou que é hora da banda dar um tempo. O músico disse que após se apresentarem no  MTV European Music Awards, que acontece no dia 10 de novembro, a banda vai tirar umas férias. “Acho que vai ser por pouco tempo. Não vai levar muito para nos juntarmos. É hora de dar um tempo e nos afastar um pouco. Todos nós precisamos voltar à normalidade."

Durante estas prováveis "férias" do Killers, Vannuci  se dedicará  mais ao sucessor de Big Talk”, seu projeto paralelo. “Por enquanto, soa com algo parecido com ZZ Top e Tron. Acho que vai estar pronto provavelmente no ano que vem”, afirma.

O vocalista Brandon Flowers também começará a trabalhar em um novo álbum solo, mas somente no ano que vem.


Gene Simmons no Homem Aranha?

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:59

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Pode ser que sim!

O músico recebeu um convite para ser o Duende Verde na próxima temporada do musical Spider Man: Turn Off The Dark. Simmons agradeceu através de um tweet mas ainda não há nada definido.

Recentemente Alice Cooper também foi sondado para o mesmo papel.




Place Vendome: veja o clipe de "Talk To Me"

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:54

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Talk To Me é parte do álbum Thunder in the Distance que já está à venda.

Confira!





Angra: Fabio Lione estará no próximo álbum da banda

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:50

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 baixista do Angra, Felipe Andreoli contou em entrevista à Cult Magazine que Fabio Lione será o vocalista do próximo álbum da banda. “Estou muito empolgado, sentimos que podemos fazer um puta disco com o Fabio. Não vou dizer o melhor da carreira, mas um grande trabalho.”

Andreoli afirma que a entrada definitiva do músico ainda é uma questão que não está definida. “Optamos por fazer algo sem pressão, sem pressa, até para o Fabio. Algo como um teste temporário, no qual temos tempo para ver olhar e analisar. Mas posso dizer que estamos muito felizes agora.”


Ouça “LEAN”, nova música do The National

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:45

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Lean é parte da trilha sonora do filme Jogos Vorazes: Em Chamas”, que tem previsão de lançamento para 19 de novembro via Lionsgate /Republic Records.

Confira:





Biografia de Bruce Dickinson chega ao Brasil

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:41

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A biografia de Bruce Dickinson, chamada “Os altos voos com o Iron Maiden e o voo solo de um dos maiores músicos do heavy metal”, ganhou lançamento nacional. Escrita pelo jornalista Joe Shooman, a obra conta a história do vocalista desde o início da carreira, até a consagração mundial com o Iron Maiden e suas atividades paralelas à banda. 

O livro  pode ser reservado aqui.

Toto: banda prepara novo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:37

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De acordo com o guitarrista  Steve Lukather,  o Toto já está trabalhando nas músicas para seu novo álbum. Os músicos gravarão em 2014 e o disco tem previsão de lançamento apenas para 2015. O último álbum de inéditas da banda foi Falling In Between, de 2006.

Sepultura: confira o vídeo de The Vatican

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 15:23

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The Vatican é parte do novo álbum da banda,  "The Mediator Between Head and Hands must be the Heart".

Assista:





Slayer ganha relançamento em vinil

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:23

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Dez álbuns da discografia do Slayer serão relançados em vinil. São eles: Reign In Blood (1986), South of Heaven (1988), Seasons In The Abyss (1990), Decade of Aggression: Live (1991), Divine Intervention (1994), Undisputed Attitude (1996), Diabolus In Musica (1998), God Hates Us All (2001), Christ Illusion (2006) e World Painted Blood (2009). 

Show No Mercy e Hell Awaits, não estão no pacote por não pertencerem à mesma gravadora. A previsão de lançamento é para 10 de dezembro.

Iced Earth tem novo batera: Jon Dette

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:19

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O Iced Earth agora tem novo baterista. 
Trata-se do experiente Jon Dette (Slayer, Testament, Anthrax) que entra em substituição ao brasileiro Raphael Saini, que chegou a gravar o novo álbum do grupo, Plagues Of Babylon, que tem previsão de lançamento para janeiro.

Metallica lança novo calendário

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:15

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O Metallica acaba de lançar seu calendário 2014.

Quem estiver interessado em adquirir o produto deve entrar no site oficial da banda e desembolsar cerca de 16 dólares, ( algo em torno de R$36,00).

Richie Sambora: "Em algum momento voltarei ao Bon Jovi"

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:09

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O guitarrista Richie Sambora contou em recente entrevista ao programa australiano Today Show, da Nine Network, sobre sua saída da banda Bon Jovi. O músico não descartou um possível retorno ao grupo. “As pessoas não entendem muito bem o que é trabalhar em algo por 30 anos, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Acho que em algum momento voltarei. Não vejo isso como o fim da banda. Não brigamos, apenas resolvi que era hora de sair. Eu precisava de minha filha e ela de mim. Apenas penso que deveríamos ter dado um tempo maior entre essa turnê e a anterior”.






Metallica: primeiro volume da nova biografia sai hoje

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:57

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Birth School Metallica Death: The Biography Volume 1, escrtita pelos jornalistas Paul Brannigan e Ian Winwood já está disponível nos Estados Unidos com 392 páginas contando a história da banda através de entrevistas exclusivas com os  próprios integrantes e pessoas que estiveram envolvidas com a banda. Este primeiro livro conta até a fase do Black Album, o segundo livro está previsto para o ano que vem.

Primal Fear: confira detalhes do novo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:52

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O novo álbum do Primal Fear, Delivering The Black, tem previsão de lançamento para 24 de janeiro.

Confira o tracklist:

01. King For A Day
02. Rebel Faction
03. When Death Comes Knocking
04. Alive & On Fire
05. Delivering The Black
06. Road To Asylum
07. One Night In December
08. Never Pray For Justice
09. Born With A Broken Heart
10. Innocent Man
11. Inseminoid

Deluxe Edition Bonus Tracks
12. Man Without Shadow
13. When Death Comes Knocking (Single Edit)

Sepultura: banda lança disco em show com República

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:49

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O Sepultura fará um show no dia 24 de novembro na casa de shows Carioca Club em São Paulo, para o lançamento do álbum The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart. A banda República fará o show de abertura e também divulgará seu novo trabalho, Poin Of No Return. Os ingressos já estão à venda. 

Confira “Just Another Girl”, nova do Killers

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:44

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“Just Another Girl” é parte da coletânea “Direct Hits” que tem previsão de lançamento parra 11 de novembro.

Ouça a faixa aqui.



Lollapalooza 2014: Julian Casablancas tocará no festival

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:12

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Julian Casablancas, vocalista do Strokes, confirmou presenção na edição de 2014 do Festival Lollapalooza que acontecerá no Autódromo de Interlagos, São Paulo.

O músico fará um show solo se juntando a atrações já confirmadas como Arcade Fire, Soundgarden, Muse, Phoenix e Vespas Mandarinas. Em 2009 Casablancas lançou um álbum solo chamado Phrazes For The Young e está envolvido em seu próprio selo, Cult Records, por onde lançou o recente EP do guitarrista de sua banda, Albert Hammond Jr.

Banda boa de um disco só: Highway

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:40

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Por Rose Gomes


O que trago hoje a vocês é simplesmente uma das melhores bandas do Hard Rock que já tive a oportunidade de ouvir. O power trio americano Highway surgiu na década de 70 e era formado por  Dan Cammarata na batera, Eric Bannister no baixo e Steve Murphy nos vocais e guitarra. Infelizmente esta super banda  gravou apenas um álbum autointitulado em 1975 que traz um hardão cru setentista de primeira.

O grupo nasceu  na cidade de Makato, Minnesota e  gravou apenas 500 cópias desta que é uma verdadeira preciosidade da boa música, sendo lançada em CD apenas no ano de 2005, depois de  Murphy ficar sabendo que cópias piratas do original andavam circulando por aí. O bom disto é que a versão em CD acabou saindo com 4 faixas bônus, nos presenteando com mais 4 belezuras da banda.



Para os amantes do rock setentista (meu caso), é um verdadeiro prato cheio. O instrumental tem uma qualidade incrível com baixo forte e riffs pesados  e o álbum  em si tem uma melodia bastante agradável do início ao fim. Destaco as  faixas Too Many Changes, que já abre o disco de forma monstruosa mostrando em poucos acordes do que a banda é capaz, Pegasus, instrumental que deixa bem claro os dotes musicais exacerbados do baixista Eric Bannister e a fantástica Meadow que inicia com introdução divina e logo dá espaço a um instrumental muito bem elaborado sempre dando destaque ao baixo. Trabalho realmente incrível!








Atualmente Steve Murphy encabeça o The Murphy Brothers Band, banda que faz um Rock and Roll de excelente qualidade e que se apresenta pelos EUA dando canjas da espetacular Highway.

01. Too Many Changes
02. Look Away
03. Pegasus
04. Seems To Me
05. It Won't Last Long
06. Days Go By
07. Bright Side
08. Meadow
09. Slip Away
10. Tomorrow
11. Lady Luck
12. My Music



Rock nos anos 60: equipe lista discos essenciais

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 17:58

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Inicia hoje um grande debate, ou até mesmo se pode se dizer assim, um grande desafio entre os colaboradores deste blog. O intuito é escolher um tema no mundo da música e cada um elege seus cinco discos favoritos naquela vertente, podendo se repetir ou não. Tendo os escolhido, vão a votação e dentre os quinze apenas cinco serão escolhidos para compor a chamada TRMB List Team. Para começar logo, então, escolhemos o rock feito na década de 1960. Do quinto ao primeiro colocado você acompanhará agora e ao término poderá ver um resumo dos que ficaram de fora, ok? 

Lembramos que a lista é de acordo com o gosto pessoal de cada um da nossa equipe, podendo ser realizada de acordo com preferência pessoal ou importância musical de cada álbum, regra que vale para todas as listas deste blog.

Então, pau no gato!

----> Top 5 - Rock nos anos 60




#5 The Who - Who's Sell Out (1967)




The Who! Uma banda grandiosa desde os 60s, época onde meninos faziam apenas músicas românticas e tinham atitudes "rebeldes", eles faziam músicas rebeldes e tinham atitudes mais rebeldes ainda! Poderiam facilmente ocupar um lugar um pouco melhor caso falássemos dos anos 70, mas... oportunidade não faltará, entretanto ainda assim o álbum citado merece estar no top list desse imbróglio. Eles estavam num processo pós-yeah yeah yeah, e embora já tivessem tentado um trabalho conceitual em A quick one (1966), o que realmente veio a dar certo foi o desta lista. Simulando uma transmissão de rádio pirata Inglesa, até propagandas tinham e uma coisa que nem se precisa entrar no mérito é a qualidade indubitável do quarteto britânico formado por Roger, Pete, John e Keith. O hit I Can See for Miles é uma das mais pedidas nesse play. (João C. Martins)




#4 Frank Zappa - Hot Rats (1969)





Hot Rats é o segundo trabalho solo de Frank Zappa (sem os Mothers of Invention) este aqui aparece pelo meu amor ao rock progressivo e a música avant-garde em geral, com sua mistura entre a música clássica, o jazz e a experimental. Logo na abertura já temos um tema de uma beleza incrível, Peaches en Regalia, uma das canções mais festejadas do bigodudo, um jazz-fusion com uma qualidade inegável. Willie the Pimp é a única com vocais (feitos por Captain Beefheart) e conta com solos espetaculares de Zappa. Son of Mr. Green Genes é uma obra tão perfeita que não tenho palavras para descrevê-la e não será agora que conseguirei. Apenas apertem o play e curtam a viagem até a faixa acabar. É daquelas em que somos obrigados a gritar “gênio” quando acaba. Longos solos de instrumentos de sopro e de guitarra. Maravilhosa! As não menos geniais Little Umbrellas, The Gumbo Variations e It Must be a Camel completam o álbum que também foi produzido pelo próprio Frank Zappa, mostrando que é um trabalho 100% saído da sua mente póstuma, sagaz, bem humorada e revolucionária. Hot Rats é um grande destaque da década de 1960, quando já no finalzinho um gênio da história da música lançou um dos seus trabalhos mais marcantes. (Carlos H. Silva)


     


#3 The Beatles - White Album (1968)




O nono trabalho dos Beatles, lançado duplo, o “álbum branco” é assim chamado por sua capa inteira branca e seu nome verdadeiro é apenas The Beatles. A mistura do pop, com o rock (o rock e o roll) com o experimentalismo, a psicodelia e até flertes com o recém nascido rock progressivo fazem deste trabalho um clássico daquela década e da história da música. Das lindas melodias do início com Julia até o final épico em Good Night, podemos ouvir o rock n’ roll de Back in the U.S.S.R., o pop de Ob-La-Di, Ob-La-Da, a sutileza de While My Guitar Gently Weeps (com solo de Eric Clapton), a carta na manga de Paul Blackbird, aquela que é considerada o primeiro heavy metal da história, Helter Skelter, e a melodiosa Revolution 1. Escolher um disco dos Beatles é um trabalho árduo, mas White Album serve muito bem para representá-los nessa. (Carlos H. Silva)




#2 Grand Funk Railroad - On Time (1969) 





O disco debut  desta incrível banda americana é simplesmente uma verdadeira obra-prima e já prepara o ouvinte para o que viria a ser a década seguinte.  Traz a formação clássica  de power-trio, com Mark Farner nos vocais, Don Brewer na batera e Mel Schacher no baixo e mostra com clareza o talento dos músicos. O álbum já abre com a pancada Are You Read e aos poucos vai ganhando uma intensidade ainda maior, sempre acompanhado de belos riffs (caso da bluezística Time Machine) e viradas estratégicas em conjunto com um baixo adoravelmente melodioso (como  na potente T.N.U.C com belo solo de batera). Vale lembrar que esta preciosidade que fecha não só essa lista como os anos 60 ainda traz a incrível Heartbreaker. (Rose Gomes)




#1 Cream – Disraeli Gears (1967)




É simplesmente impossível falar-se da década de 60 sem mencionar o trabalho monumental feito por Eric Clapton, Ginger Baker e Jack Bruce, músicos deste  power-trio de extrema qualidade.  O segundo álbum do Cream é talvez um do melhores desta divina década tão rica musicalmente, pois era o momento em que os grandes músicos afloravam e usavam seus experimentos para criar. E Disraeli Gears é a prova disso. O disco que é uma obra colossal, traz faixas absurdamente estonteantes como Strange Brew e S.W.L.A.B.R , isso sem contar Sunshine of Your Love, um dos maiores clássicos do Rock and Roll.
O que esses caras fizeram não é passível de explanação. Sozinhos preenchiam um estúdio de tal forma a parecer que havia uma orquestra tocando. 
E o vocal de Jake que irrefutavelmente arrepiava qualquer um quando cantava Tales of Brave Ulisses, entre muitas outras, mas a atenção especial fica pra essa.  (Rose Gomes e João C. Martins)




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Esta foi a lista oficial do rock nos anos 60 escolhida pela equipe do TRMB
E você, o que achou? Sabemos que muitas bandas clássicas com álbuns clássicos ficaram de fora, mas listas são sempre listas... e polêmicas. Deixe seu comentário! 
Daqui por diante acompanhe o que cada integrante do blog elegeu como seus cinco melhores.

Veja abaixo os álbuns que foram votados mas não entraram no TOP 5.




The Yardbirds - Having a Rape Up With The Yardbirds (1965)
O segundo trabalho dos ingleses que foi lançado nos EUA e conta com a participação tanto de Jeff Beck, Eric Clapton e Jimmy Page, a tríade sagrada de guitarristas que passaram pela banda. O lado A é de Beck com clássicos como Heart Full of Soul e The Train Kept A-Rollin, enquanto Clapton o B com Respectable e Smokestack Lightning. Page aparece na versão bônus com a faixa Stroll On. Exceto Still I’m Sad, nenhuma outra canção do disco foi escrita pelos membros da banda. Uma perfeita demonstração do clima iêiêiê com o blues e a psicodelia. 
(Carlos H. Silva)

Led Zeppelin - Led Zeppelin (1969)
O debut da banda - que levou apenas incríveis 36 horas para ser finalizado em estúdio - abre os trabalhos com uma das minhas canções preferidas, Good Times Bad Times e traz toda aquela musicalidade tipicamente Zeppeliana, que aliada à bons toques de Blues influenciou (e ainda influencia) grandes nomes do rock. As viradas engenhosas de John Bonham e os belos riffs de Page contrastam divinamente com o baixo bem trabalhado de John Paul Jones e a interpretação majestosa de Robert Plant. 
(Rose Gomes)

The Kinks - Kinks (1964)
Os Kinks não eram os seres mais criativos em termos de nomes para os discos, em compensação suas canções eram bem empolgantes e muito bem trabalhadas, incontestavelmente eram diferentes dos demais. You Really Got Me é mais famosa deles, e é uma das mais legais também. 
(João C. Martins)

Pink Floyd - The Piper at the Gates of Dawn (1967)
O primeiro trabalho deles ainda com Syd Barrett e sem David Gilmour. Apesar da extrema psicodelia,  a banda já demonstrava os primeiros passos do estilo que adotaria por completo nos trabalhos seguintes.  Interstellar Overdrive e Astronomy Domine são os grandes clássicos aqui presentes. 
(Carlos H. Silva)

Jimi Hendrix Expirience - Are You Experienced (1967)
Mais um incrível power-trio mostra as caras por aqui e  agora trata-se do insuperável Jimi Hendrix Experience. O disco tem faixas psicodélicas e instrumental bem afiado, tanto da parte de Hendrix como de Noel Redding  com seu baixo sutilmente marcado  e  Mitch Mitchell levando uma batida precisa. Não só o riff único de Purple Haze  - talvez um dos mais conhecidos da história – como as fabulosas faixas Manic Depression Are You Experienced? Inclusive aconselho a audição deste álbum seguido ao do Cream, já postado acima. 
(Rose Gomes)


Deep Purple - The Early Years (1968)
Na minha lista um lugar é dado ao Deep Purple, pelo simples fato desse álbum ter sido o primeiro deles com o qual tive contato, e quando digo contato me refiro a uma única música, que ainda ressoa forte em termos de influência pra mim. A faixa que me embriagou foi Listen, Learn, Read on. (João C. Martins)

Bob Dylan - Highway 61 Revisted (1965)
O sexto disco de estúdio de Bob Dylan e o incluí aqui porque, até então, Dylan priorizava a música acústica e neste trabalho o americano convocou músicos de rock, com exceção da épica Desolation Row, com seus quase 12 minutos acústicos. O álbum abre com o hit Like a Rolling Stone. Uma mistura perfeita do folk, blues e rock n’ roll. (Carlos H. Silva)

The Doors – The Doors (1967)
The Doors. Taí a banda responsável por me apresentar ao som sessentista do qual sou ouvinte assídua. Aqui não listarei o meu disco preferido dos caras (The Soft Parade de 1969), mas sim o que considero  como sendo o mais importante da banda, o homônimo de 1967. Clássicos indispensáveis como Break on Through (To the Other Side), que traz batida inicial inspirada em nossa Bossa Nova e a faixa que tornou a banda conhecida mundialmente, Light My Fire. Este álbum seria apenas o primeiro de uma breve, porém bem sucedida carreira da banda. 
(Rose Gomes)

The Beatles - Revolver (1966)
Não sou nada fã de Beatles e considero pouquíssimos discos realmente influentes, esse é um deles. O primeira faixa Tax man já é bem bacana, tem uns solos de guitarra bem efêmeros, porém bem gostosos de escutar. Se tivesse que dar nota ela seria 10 sem medo de represálias. Como nos comentários já feitos, foco na mais Rock 'n' Roll do Long Play que é Tomorrow Never Knows. 
(João C. Martins)

The Rolling Stones - Let It Bleed (1969)
Lançado em dezembro de 1969, ou seja, quase já nos anos 70 (embora, sim, eu saiba que a década começa a contar a partir do primeiro ano, no caso 1971, mas...), foi o último disco dos Stones a contar com o guitarrista Brian Jones e o primeiro a contar com seu substituto Mick Taylor acompanhando Jagger, Richards, Bill Wyman e Charlie Watts. Da melancolia de Love in Vain ao rock de Live With Me, Let it Bleed é um dos pontos altos da discografia dos Stones até hoje e ainda fazem parte dele hinos como Gimme Shelter, Midnight Rambler e a maravilhosa You Can't Always Get What You Want. (Carlos H. Silva)

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