Morre Lorne Black, ex-baixista do Great White

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 21:23

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Morreu na última sexta-feira, 27, de causas não divulgadas, o ex-baixista da banda Great White, Lorne Black.

Black tocou  nos três primeiros álbuns da banda. O antigo vocalista do Great White, Jack Russel, divulgou um comunicado sobre o seu antigo colega de banda. "É com grande tristeza que fomos informados do falecimento de Lorne Preto ontem (27 de setembro)! Nossos corações estão com sua família, amigos e fãs. Lorne era uma grande parte da primeira encarnação do Great White! Que ele descanse em paz ".


Tributo Metal a Michael Jackson será lançado em outubro

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 19:38

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Thriller - A Metal Tribute to Michael Jackson, que conta com músicos de bandas como Motörhead, Guns n' Roses e Testament chegará às lojas em outubro.


Veja o tracklist:

01. Thriller - Chuck Billy (Testament)
02. Man In The Mirror - Danny Worsnop (Asking Alexandria) & Billy Sheehan (Mr. Big)
03. The Way You Make Me Feel - Angelo Moore (Fishbone), Doug Aldrich (Whitesnake), & Rudy Sarzo (Queensryche)
04. Black Or White - Lajon Witherspoon (Sevendust), Bruce Kulick (ex-Kiss), & Tony Franklin (The Firm)
05. Beat It - Priya Panda (Diemonds) & Ron Bumblefoot Thal (Guns N' Roses)
06. Billy Jean - Corey Glover (Living Colour) & Phil Campbell (Motorhead)
07. Shake Your Body (Down To The Ground) - Elias Soriano (Non Point)
08. Rock With You - Doug Pinnick (Kings'X)
09. Dirty Diana - Chris Jericho (Fozzy)
10. Bad - Paul Di'Anno (ex-Iron maiden) & Craig Goldy (Dio)
11. They Don't Care About Us - Icaus Witch
12. Never Can Say Goodbye - Lonnie Jordan (War)
13. Smooth Criminal - Alien Ant Farm




U2: segundo jornalista, banda vem para a abertura da Copa

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 13:47

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De acordo com o jornalista Lauro Jardim, o U2 fará um show  na festa de abertura da Copa do Mundo de 2014, no Rio de Janeiro.

Ainda segundo o jornalista, São Paulo sediará o primeiro jogo da Copa, mas será no Rio de Janeiro o grande show de abertura do Mundial. O orçamento do evento está em 20 milhões de reais – 80% bancados por patrocinadores e o resto pela prefeitura da cidade.

Conheça o som do Mr. Fuck: ouça "Vulneráveis"

Posted by TRMB | Posted in , | Posted on 09:18

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A banda independente formada em Cuiabá-MT, Mr. Fuck, divulga a canção "Vulneráveis"! 

Ouça no link abaixo:








Geddy Lee: "quis matar Alex durante seu discurso no Rock Hall of Fame"

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 08:58

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Para quem não se recorda, este ano o Rush finalmente ganhou seu lugar no Rock and Roll Hall of Fame e no que para muita gente foi uma grande tiração de sarro para o evento que não costuma fazer indicações em acordo com merecimento (ao menos não no tempo certo), o guitarrista Alex Lifeson fez um discurso de vários minutos apenas falando "bla bla bla bla bla".

Geddy Lee, baixista e vocalista da banda, comentou sobre o assunto à revista Rolling Stone:

"ele não nos informou que faria aquilo. De fato, ele tinha outro discurso preparado. Neil e eu pensamos que ele havia perdido a cabeça lá em cima.

Você pode ver nas nossas caras atrás, nós dois estávamos tipo 'que porra ele está fazendo?', nós apenas continuamos ouvindo o 'bla bla bla'.

Ele é verdadeiramente um dos caras mais engraçados do mundo, mas eu quis matá-lo durante aqueles 3 minutos de discurso. Neil e eu estávamos quase dando um golpe em seu pescoço", completou o melhor amigo de infância do guitarrista.

Veja o discurso de Alex:




Lee também comentou que o sucesso do filme Beyond the Lighted Stage pode ter influenciado à direção do Hall of Fame para finalmente inclui-los:

"mostrou a vasta e diversa audiência que temos e o efeito de nossa música nos jovens músicos. Um dos critérios da organização é a influência, e isso pode ser visto no filme."

O Rush se prepara para dois lançamentos nas próximas semanas, em 30 de setembro a versão remixada do disco Vapor Trails será lançada e em novembro é a vez do dvd Clockwork Angels Live, um registro da atual turnê do trio.



Ouça "Soul Station", de Joanne Shaw Taylor

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 08:45

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Trata-se da versão ao vivo da canção que aparece no disco Almost, Always, Never. A faixa foi gravada este ano e fará parte do novo CD/DVD ao vivo chamado Songs For the Road.




Tracklist de Songs For the Road:

01. Soul Station
02. Tied & Bound
03. Beautifully Broken
04. Watch ‘Em Burn
05. Diamonds In The Dirt
06. Manic Depression
07. Jealously
08. Kiss The Ground Goodbye
09. Just Another Word
10. Band Introductions
11. Jump That Train
12. Going Home




Confira o clipe de "Paradise (What About Us?)" do Within Temptation com Tarja Turunen

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:05

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"Paradise (What About Us?)" é parte do EP de mesmo nome  do Within Temptation que está sendo lançado hoje.

Assista:




Def Leppard disponibiliza faixa para download

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:00

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“Good Morning Freedom” é parte do álbum Viva Hysteria! e você pode baixá-la aqui até o próximo dia 28.


Slayer: banda trabalha em novo material

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:57

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Segundo Scott Sokol, agenciador do Slayer, a banda está compondo novas músicas.  “O Slayer está definitivamente trabalhando em novas músicas. Mais sobre isso será revelado nas próximas semanas.”

Sokol também falou sobre o Slayer não ter interrompido a turnê quando Jeff Hanneman faleceu, em maio:

“Acho que se tivesse acontecido enquanto Jeff estava na banda teria sido diferente. Mas ele não estava mais em turnê com a banda há mais ou menos 3 anos e não seria bom para ninguém cancelar a turnê”.

Metallica estreia novo clipe de "Master of Puppets"

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:54

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O Metallica lançou um videoclipe exclusivo para um dos maiores sucessos da banda, "Master of Puppets".

O vídeo traz a mistura de apresentações ao vivo da banda gravados em Vancouver no ano passado, com algumas cenas do filme "Metallica Through The Never".

Confira:




Muito prazer, eu sou Fu Manchu!

Posted by João Carlos Martins | Posted in , | Posted on 00:13

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"Previously on the John's cave..."
(Livre adaptação do seriado Dexter.)

Muito boa quinta-feira, essa é a Caverna de John!
Como sabemos (ou não), gosto dessa coisa de conhecer bandas novas, de procurar, de interagir, de estar apto a outras aventuras, por isso não vamos falar de uma banda com essas características. Quando falo de Stoner, para mim, o importante é falar dos clássicos, porque não é um gênero muito difundido, então é bom começar do começo e, obviamente a de hoje não é diferente. Grande influencia a todos os que curtem o estilo, com certeza influenciada por todas aquelas que já foram citadas como referências - Black Sabbath, Blue Öyster Cult (guardem esse nome), Corrorosion of Conformity e outras. Literalmente King of the road, na estrada desde 1987, Fu-Manchu é a porrada de da semana. 




Naturais de San Clemente, Califórnia o quarteto é formado atualmente por Scott Hill (Guitarra/Vocal), Bob Balch (Guitarra), Brad Davis (Baixo) e Scott Reeder (Bateria), contudo o álbum de hoje tem nos tambores a colaboração especialíssima de Brant Bjork! Isso aí, o mesmo Brant do Kyuss. Então para que acabe logo essa agonia de querer saber de qual deles falaremos, (Godzilla's) Eatin Dust é o tema.



Já citado anteriormente, Fu Manchu é uma das mais influentes em toda a história do Stoner. Qualquer um que diga que curte o gênero, sem sombra nenhuma de dúvida, menciona os caras, isso porque fazem absolutamente o som que é exigido pelo público fanático. Muitas outras bandas da mesma época se deixam confundir como uma mera vertente do Hardcore, outras como Grunge, mas quando se fala de Fu Manchu a parada é diferente, mesmo que nunca tenha ouvido falar de Stoner, há de se dizer  que é algo... Hmmmmm... peculiar. Para quem já está acostumado e conhece outras tão boas quanto poderá dizer, "Ah tio John, é bem similar a Kyuss, Dozer, até mesmo Red Fang!" e com certeza eu direi, Bem lembrado, porém essas são as que entraram, junto de muitas outras, ao Hall dos Clássicos, embora não sejam iguais, fazem esse intersom, se assim posso chamar, outrossim que interagem um com o outro, com a ressalva de que há muita coletividade nesse mundo e várias bandas contam com participações de várias outras.

Scott Hill, a lenda do Fu Manchu.
(Godzilla's) Eatin Dust foi lançado inicialmente em 1997, na verdade um extended play conhecido pelo nome de Godzilla apenas, uma das faixas do disco diga-se de passagem, e oficialmente lançado como Eatin Dust em 1999, para mim um dos fundamentais para conhece-los.
Uma saliência incontestável deles é o peso dado no baixo meio distorcido que acompanhado por riffs extremamente pesados de guitarra, cujo o qual em dadas horas desentoa com alguns agudos e solos esporádicos, sem contar é claro a bateria sempre agressiva. O jeito de cantar de Scott Hill lembra Pepper Keenan do C.O.C., mas com suas características próprias evidentemente. Para iniciar o áudio, Eatin Dust.





Uma coisa meio Black Sabbath em N.I.B., meio dançante e muito legal.
Prosseguindo com o álbum, na sequencia temos a violenta Shift Kicker. O início é uma espécie de microfonia, muito similar ao que já conhecíamos por Iron Monkey. Como na maioria de suas canções, nada de muito extenso em termos de letras, nem muito idealizador. O que tem que ser apreciado mesmo é o barulho, o jeito como é feito, a raiva com que é entoado.




A que se apresenta em seguida é a menos pomposa Orbiter. Pode ser que você não ache o mesmo, porém eu encontro nela muitas faces da faixa A Bit of Finger do debut Sabbathiano. Vale muito a pena conferir.
 


Me lembra muito a música do Sabbath, quando Ozzy cita "I was born without you baby, but my feelings were a little bit too strong..."

O riff de Mongoose


Colocada essa com direito até a um subtítulo, porque se você ouve uma faixa no mínimo umas vinte vezes por dia alguma coisa de boa ela tem e é o caso de Mongoose. O significado do nome é pertinente a um bicho esquisito que viveu ali ao sul da Eurásia... mas Oh! Nossa! A magia de 1984 está no álbum de Fu Manchu! Meu Deus! Uma crítica ao totalitarismo! Não sei, mas se quiser pode encarar assim e gostar um pouco mais dos caras. Embora, o mais importante é o riff, o riff de Mongoose. É uma coisa extremamente simples, feita com a fórmula do rock: Um riff + Um Refrão + Uma Ponte + Um Solo. Contudo extremamente linda, uma Monalisa. Repete-se o riff constantemente durante o hit, porém não nos cança nem um segundo se quer. Listen! 




Depois de tanta hipótese, Mongoose sai de cena e da lugar a explosão de Pigeon Toe, que é difícil encontrar palavras para explicar. Confira.



Para embalar esse CD que é irreprensível mais duas antecedem o grande final que são Module Overload e Living Legend. 

                                             Module Overload



                                                Living Legend

Para finalizar, Godzilla! Que tem uma mensagem extremamente política, falando da destruição que o Godzilla irá causar, do medo das pessoas ao vê-lo, contudo tudo isso não passa de culpa da humanidade pois só é a história se mostrando novamente, a natureza que se manifesta por causa da extravagância do homem, GO! GO! GODZILLA!







O que precede o vídeo foi uma adaptação da letra da música.

Observações:
⦁    A banda iniciou suas atividades em 1987 como Fu Manchu, porém já existia desde 1985 conhecida por Virulence, no qual contava com uma formação diferente. Da época o único remanescente é Scott Hill
⦁    Como dito no tópico anterior, Scott Hill é o senhor Fu Manchu, está desde seu início e com certeza permanecerá até o fim.
⦁    O nome Fu Manchu deriva de um personagem fictício chamado Doutor Fu Manchu criado por Sax Rohmer. É descrito como um Chinês de longos bigodes, perito em artes marciais, mestre do crime e também pertencente a família real chinesa e imortal!
⦁    Nosso querido Josh Homme participou como percurcionista no álbum abordado hoje.
⦁    A última faixa Godzilla, é um cover da banda Blue Öyster Cult. Por isso ela é tão distinta das demais. Clique aqui e ouça a versão original.


Espero que tenha se divertido, até a próxima!

Arcade Fire: confira o tracklist de Reflektor

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:31

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Reflektor tem previsão de lançamento para 29 de outubro.

Confira o tracklist:

"Vol. I"
"Reflektor"
"We Exist"
"Flashbulb Eyes"
"Here Comes The Night Time"
"Normal Person"
"You Already Know"
"Joan of Arc"
"Vol. II"
"Here Comes The Night Time II"
"Awful Sound (Oh, Eurydice)"
"It's Never Over (Oh Orpheus)"
"Porno"
"Afterlife"
"Supersymmetry"


Epica: assista ao trailer de “Retrospect”, novo DVD da banda

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:26

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DVD  "Retrospect" - gravado em março deste ano -  é uma comemoração aos 10 anos da banda e contou com a partipação especial de Floor Jansen, além de uma orquestra.

O registro traz  a apresentação da banda filmada  com 10 câmeras de alta definição, cenas dos bastidores e entrevistas exclusivas.

Confira o tracklist:

01. Introspect
02. Monopoly On Truth
03. Sensorium
04. Unleashed
05. Martyr Of The Free Word
06. Chasing The Dragon
07. Presto
08. Never Enough
09. Stabat Mater Dolorosa
10. Twin Flames
11. Serenade Of Self-Destruction
12. Orchestral Medley
13. The Divine Conspiracy ~Anniversary Edition~
14. Delirium
15. Blank Infinity
16. The Obsessive Devotion
17. Retrospect
18. Battle Of The Heroes & Imperial March
19. Quietus
20. The Phantom Agony
21. Cry For The Moon
22. Sancta Terra
23. Design Your Universe
24. Storm The Sorrow
25. Consign To Oblivion
26. Outrospect




Assista ao vídeo de "Nocturnal Human Side", primeiro da banda Noturnall

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:21

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"Nocturnal Human Side" é parte do primeiro álbum da banda e ainda sem nome, tem previsão de lançamento para janeiro.


O clipe foi gravado em Nova York e conta com a participação do produtor da banda, Russell Allen (Symphony X/Adrenaline Mob).
O Noturnall é formado por integrantes do Shaman, Thiago Bianchi, Leo Mancini, Jr. Carelli, Fernando Quesada e o baterista Aquiles Priester.
Confira:


Close To The Edge do Yes ganha reedição

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:13

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O álbum Close To The Edge do Yes ganhará uma versão expandida. O lançamento está previsto para 21 de outubro via Panegyric Recordings.
 O clássico ganhou uma nova mixagem feita por Steven Wilson (Porcupine Tree) e  acompanha um DVD/Blu-ray com o disco original em áudio de alta resolução.
 A arte de capa ganhou retoques  pelas mãos de Roger Dean, que não alterou seu conceito, e no encarte foram incluídas fotos raras e textos de Sid Smith.


Confira o clipe de “The Enemy Inside” do Dream Theater

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:08

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“The Enemy Inside” é parte do álbum Dream Theater.

Confira:




Ouça “Crying Shame”, nova do Motörhead

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:04

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“Crying Shame” é parte do álbum Aftershock que tem lançamento previsto para outubro.
Você confere a música aqui.



King Crimson: Robert Fripp anuncia o retorno da banda

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:00

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O King Crimson, banda fundada em 1968, vai retornar às atividades. Foi o que anunciou o guitarrista Robert Fripp recentemente em seu diário online. "É uma formação diferente da que existia antes: são sete músicos, quatro ingleses e três norte-americanos e teremos três bateristas."

Por enquanto o único  nome confirmado é  de Bill Rieflin (Ministry, REM), que participou do álbum solo de Fripp, The Repercussions Of Angelic Behaviour, de 1999.

A banda começará a trabalhar no ano que vem.


Assista ao clipe de “Devil’s Locomotive”, da nova banda Maxx Explosion

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:51

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O Maxx Explosion é um projeto que conta com o guitarrista Jimi Bell, o baterista BJ Zampa
e o baixista e vocalista Chris McCarvil, integrantes do House Of Lords. 

A música “Devil’s Locomotive” é parte do álbum de estreia da banda, Forever e foi produzido por Don Dokken.

Confira:



Rock in Rio: resumo dos dias 20, 21 e 22

Posted by TRMB | Posted in , | Posted on 22:41

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Carlos H. Silva

Nos dias 20, 21 e 22 de setembro tive a oportunidade de assistir, in loco, o festival Rock in Rio, no Rio de Janeiro e publico aqui hoje um breve relato do que vi no palco principal, o Palco Mundo, onde as principais atrações das três noites se apresentaram.



E antes de me concentrar nos shows, devo escrever um pouco sobre a produção do evento. Dentro da "Cidade do Rock" tudo era bem dividido, como os brinquedos do parque de diversão, os locais onde comprava-se comida, os stands das patrocinadoras do evento e até mesmo o Palco Mundo em relação ao Palco Sunset; o único porém deixo para os banheiros. Relatos davam conta que a fila era interminável (sim, eu, heroicamente, consegui passar as 3 noites sem precisar usar o banheiro), e a demora de alguns causava transtorno de outros, que brigavam entre si, abriam as portas com outras pessoas dentro dos banheiros químicos e algumas pessoas mais radicais chegaram a fazer suas necessidades no espaço que havia entre uma cabine do banheiro e outra.

Vamos aos shows...

--->>> Sexta-feira, 20 de setembro



Fez o básico

No dia 20 o primeiro show que consegui acompanhar foi o Matchbox 20, que fez uma apresentação regular que se por um lado não arrancou gritos de histeria do público, por outro lado não comprometeu a banda. Com uma boa competência para fazer show (ótima característica para bandas que não tem grandes discos em estúdio), a banda desfilou seus maiores hits, 3 A.M., Push e Unwell e ainda mandou um ótimo cover dos Stones para Jumpin’ Jack Flash. Alguns desinformados pediam por Smooth (canção que o vocalista Rob Thomas gravou com Carlos Santana), mas o Matchbox fez a lição de casa e saiu do palco com uma boa impressão.

O melhor da noite

Eu não sou fã de Nickelback e nunca gostei de seus discos, mas eu respeito muito uma banda que sabe fazer um show como esses caras fizeram no Rock in Rio. O vocalista Chad Kroeger parece ter passado vários anos na Escola James Hetfield de Frontmans. O cara praticamente emula James em algumas coisas, até mesmo a voz é parecida (quando está falando e não cantando) e a postura no palco e o fato de manter sempre o público entretido, fazendo brincadeiras e mantendo a galera em suas mãos fazem lembrar do vocalista do Metallica. Chad brincou até com as pessoas que praticavam a tirolesa que fica em frente ao palco, dizendo que no show do Bon Jovi ele desceria durante Livin’ on a Prayer. Um frontman de respeito. O set list foi recheado de clássicos e praticamente todas as canções foram ovacionadas, com especial as mais famosas como How You Remind Me e Photograph. A banda certamente fez o show da noite, pois foi mais animada e teve maior interação com o público do que o Matchbox 20 e em relação ao Bon Jovi, bem...


Um problema chamado set list...

O Bon Jovi foi a atração principal da noite e estava desfalcado; o guitarrista Richie Sambora está afastado desde abril e o baterista Tico Torres foi substituído por Richie Scanella nos shows do Brasil devido a uma cirurgia de apendicite. Jon Bon Jovi disse durante a apresentação que a banda cancelou os outros shows da turnê mas que este no Rio não poderia ser cancelado de jeito algum pois era especial demais. Que bom se isso fosse demonstrado ao público.
O começo foi empolgante, apesar da abertura com a chata That’s What the Water Made Me, na sequência vieram You Give Love a Bad Name, Raise Your Hands e Runaway que deixaram o público em completo estado de euforia. E aqui começou o problema. Daqui em diante só foram tocadas as chatas canções de seus mais recentes discos com exceções feitas à chatérrima Keep the Faith (de 1992) e da enjoativa It’s My Life (de 2000). Durante essa “perna” do show, que durou exatamente onze canções e pouco mais de uma hora, boa parte do público abandonou o concerto e outra boa parte permaneceu sentada. 

Os comentários que se ouviam eram na base do “só ele que gosta dessas músicas”, “como ele pode estragar um show assim?”, “se ele tocasse ao menos uma clássica a cada duas dessas novas...”, “quando ele pega o violão só vem porcaria”. E é preciso explicar uma coisa aqui. As pessoas não pedem os clássicos só porque elas são clássicas, mas porque elas são muito melhores do que essas canções novas. Essas faixas recentes que foram tocadas são cansativas, chatas e às vezes até irritantes, caso da ridícula (You Want To) Make a Memory ou de Whole Lot of Leavin’. Outro momento patético foi em Who Says You Can’t Go Home onde Jon fez ceninha ao beijar uma fã e a mesma ficava a todo custo tentando se filmar com o vocalista e mostrava não saber um trecho da letra da tal canção (o que não é condenável). Patético.

A coisa melhorou no final com I’ll Sleep When I’m Dead e o encerramente com Bad Medicine. A banda voltou ao palco para Wanted Dead or Alive, Have a Nice Day, Livin’ on a Prayer e Always. Muito pouco para quem teve que aguentar mais de uma hora de canções chatas um pouco antes.


Um rápido estudo confirma que se naquele meio do show duas ou três canções fossem trocadas por Born to be My Baby, Bed of Roses e In These Arms a impressão geral poderia ser outra – ou o show poderia ter sido menos cansativo e sonolento por mais de uma hora.



--->>> Sábado, 21 de setembro

Sempre competente

No sábado, 21, a primeira banda do palco principal foi o Skank que tem história e canções o suficiente para dar conta do recado de abrir os trabalhos em um show de uma hora de duração. Clássico atrás de clássico, de É Uma Partida de Futebol até Vamos Fugir, os mineiros não deixaram o público descansar, público este que cantou cada linha de cada letra. Show empolgante para pular do início ao fim. Samuel Rosa é um baita guitarrista e um frontman excelente, e ainda deu a deixa para ser aplaudido ao brincar que “fumar maconha não pode mas fazer mensalão de novo pode!” durante É Proibido Fumar! Ótima apresentação.


Sonolento

Após Phillip Phillips, que não assisti por escolha própria, veio John Mayer, que eu aguardava com certo entusiasmo por dois motivos: não conheço a fundo seu trabalho e nada melhor do que ver ao vivo para conhecer um músico. Tudo me pareceu muito sonolento e entediante. O cara é um ótimo guitarrista, mas para o meu gosto não convenceu. Nem Gravity, que foi a melhor canção apresentada, pareceu muito legal. Algumas pessoas afirmam que um festival para quase 100 mil pessoas e a céu aberto não é o local ideal para um show do John Mayer, mas eu já penso que palco é palco e banda boa soa bem em qualquer lugar. Talvez eu não esteja pronto para ele ainda. Ou não.

Um espetáculo imperdível!

Para fechar a noite veio Bruce Springsteen e sua E Street Band. Com quase 3 horas de show e mais de 20 canções, “espetáculo” é a melhor definição para o que este senhor de 64 anos fez naquela noite. Com uma energia vista em poucos frontmans, Bruce comandou e interagiu com a platéia de forma incrível (alguns tiveram a sorte de ir até o palco, outros foram carregados pelo músico) enquanto desfilava seus clássicos como Born in the U.S.A., Dancing in the Dark, Glory Days, Born to Run e até mesmo no início do show quando executou de maneira incrível e em português o cover de Sociedade Alternativa, de Raul Seixas. O público mostrou conhecer bem o trabalho do “chefe” ao não deixar nenhuma canção sem resposta. Foi uma apresentação tão brilhante que faltam palavras e explicações. O melhor mesmo é assistir. E inteiro!



--->>> Domingo, 22 de setembro

De cara o clima do evento era outro no domingo, 22. Dedicado ao heavy metal, vi um público completamente diferente. Se nos outros dias havia muita gente "avulsa", que estava ali para curtir uma grande festa e etc, neste dia toda alma ali presente estava unicamente para acompanhar uma ou algumas das duas bandas do coração. A paixão que o fã de heavy metal tem pelo estilo é algo que não se encontra em nenhum outro lugar, nem mesmo dentro do rock e em fã de banda alguma. Até a fila de entrada para o evento tomou outras proporções; se nos dias anteriores a entrada foi fácil e tranquila, desta vez formou-se fila e os guardas continham a entrada da galera de tempos em tempos para não sobrecarregar na hora da revista. E os ambulantes fora da Cidade do Rock já me davam a dica: "todos os dias tinham que ser como hoje, o dia de shows nem começou direito e eu já vendi tudo. Vocês são foda mesmo, o maior público de todos os dias". E o mar de preto entrava na Cidade do Rock...

Decepcionante

Quem abriu o Palco Mundo no segundo dia dedicado ao som pesado foram os brasileiros do Kiara Rocks que foi uma verdadeira decepção e não era difícil encontrar gente que não estava “nem aí” para os caras no palco – muitos ouviam falar da banda pela primeira vez. Com um repertório cheio de covers e canções próprias com letras infantis e um sotaque risível, o que se salvou foi a “emoção” de ver PauL Di’anno no palco como um dos convidados por ser ex-vocalista do Iron Maiden, banda que seria a atração principal da noite mais tarde. Mas a coisa mais constrangedora do show foi ver o vocalista conversar em inglês com o público em alguns momentos. Totalmente dispensável, muita gente que tocou no Palco Sunset naquele mesmo dia merecia estar ali, como Andre Matos e Viper, ou até mesmo o Helloween.



Brutalizante

Depois de assistir ao show do Zépultura, a mistura de Sepultura com Zé Ramalho que rolou no Palco Sunset, uma mistura incrível das canções de Zé em um ritmo mais metal e que foi muito aplaudido por todos os presentes, foi a vez do Slayer brutalizar o palco principal. Sem frescuras e sem muita conversa, Tom Araya (baixo e voz), Paul Bostaph (bateria), Kerry King e Gary Holt (guitarras) mandaram clássico atrás de clássico sem esquecer fase nenhuma; da recente World Painted Blood até os primórdios com Die By the Sword, a banda fez a alegria dos presentes principalmente no quarteto de finalização com a sequência Seasons in the Abyss, South of Heaven, Rainning Blood e Angel of Death. Não foi difícil achar headbangers das antigas com lágrimas nos olhos. Principalmente porque durante as três últimas canções foram exibidas homenagens ao falecido guitarrista e fundador Jeff Hanneman. Um show honesto e brutal.


Surpreendente

Ao ser anunciado como uma das bandas do palco principal em dia de Iron Maiden e Slayer – principalmente ENTRE Iron Maiden e Slayer – muita gente já cagava pela internet que a banda seria espinafrada, humilhada e sairia de lá com garrafas plásticas atiradas. O Avenged Sevenfold não só fez um showzaço, digno de banda grande, como foi aos poucos durante o seu espetáculo conquistando muitos fãs que estavam sentados descansando pós-Slayer e pré-Maiden e que se levantaram após as primeiras canções devido à ótima impressão que a banda causou ao vivo - principalmente pela técnica apurada dos músicos e do peso das guitarras. Não se ouviu vaias e nem objetos arremessados, e sim uma participação cada vez maior do público. Com um setlist curto (cerca de 12 faixas) e eficiente, os caras passaram por quase todos os discos da carreira com ênfase no mais recente Hail to the King e no anterior e aclamado Nightmare. Aliás, foi durante a faixa-título deste último que aconteceu o ápice do show e na faixa-título do primeiro citado os fãs mostraram que estão em dia com os lançamentos da banda. Um grande show que subiu o conceito da banda com muitos dos presentes, inclusive deste que vos escreve. E MUITO mais pesado ao vivo do que soa pela tv.

Depois de tanto debate do porquê Slayer tocaria antes do Avenged o que ficou claro é que as duas bandas fizeram grandes shows e deram conta do recado, salvando a noite que havia começado mal.


Não poderia ser diferente

Para finalizar a noite e o festival, vieram os ingleses do Iron Maiden. Com uma turnê temática toda voltada à turnê de 1988/89 do álbum Seventh Son of a Seventh Son, a banda chegou ao Brasil pela décima vez e quando os primeiros acordes de Doctor Doctor, do UFO, começaram a soar os fãs já sabiam que a banda estava preparada (a banda utiliza esta canção há anos como introdução do show) e a correria para o palco foi grande. Sem atraso e com a perícia que lhe é peculiar, Bruce e Cia entraram com Moonchild, Can I Play With Madness e The Prisoner. Pronto, o público estava conquistado. Em alguns momentos a bateria soava muito mais alta do que o restante dos instrumentos – principalmente as guitarras – mas o problema foi corrigido no início do show e clássicos como The Trooper e 2 Minutes to Midnight (com riff executado de forma mais lenta e melódica por Adrian Smith) levantaram a galera como sempre. Como era de se esperar, Fear of the Dark fez todo mundo cantar junto e a épica Seventh Son Of a Seventh Son foi de arrepiar. O gran finale ficou por conta de Aces High, The Evil That Men Do e Running Free, e assim o Iron Maiden fecha com chave de ouro o Rock in Rio. Um detalhe interessante e hilário foi o vocalista Bruce Dickinson tirando uma onda com as cervejas brasileiras para promover a cerveja da própria banda. Um momento épico daqueles que só o baixinho provocador Dickinson é capaz.

Paul McCartney divulga detalhes do novo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:20

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"New" tem lançamento previsto para 15 de outubro.

Confira o tracklist:

01. Save Us
02. Alligator
03. On My Way to Work
04. Queenie Eye
05. Early Days
06. New
07. Appreciate
08. Everybody Out There
09. Hosanna
10. I Can Bet
11. Looking At Her
12. Road


Steel Panther: novo álbum a caminho

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:18

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Previsto para o início de 2014, “All You Can Eat”  foi gravado em Sherman Oaks, Califórnia, e traz a produção de Jay Ruston, que já trabalhou com Stone Sour e Meat Loaf. 

“Quando você ouvir nosso álbum e comparar com qualquer banda de qualquer era, acho que ele se eleva”, elogiou o baterista Stix Zadinia.

O vídeo de "Party Like It’s The End Of The World", primeiro singles do álbum , deve ser revelado ainda este ano.

Queen: vocalista do Fun. se junta à banda em show

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:14

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Nate Ruess, vocalista da banda indie fun., se apresentou com Adam Lambert e o Queen na última sexta-feira (20) para tocar “Fat Bottomed Girls” e “Somebody To Love” no iHeartRadio Music Festival.
“Ele traz seu próprio estilo e tem um alcance impressionante, um tom bonito que combina muito bem com nossas músicas”, elogiou Taylor à revista Rolling StoneBrian May acrescentou: “Ele possui todos os elementos – tem a paixão, o humor. Ele tem poder, é incrível.”
Confira a apresentação:


In Flames: confira o vídeo de "Sounds Of A Playground Fading"

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:07

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Sounds Of A Playground Fading é parte do álbum de mesmo nome e foi dirigido por Patric Ullaeus, que já trabalhou com Children Of Bodom, Dimmu Borgir, Arch Enemy.

Confira:



Ouça "Good Enough", música rara do Van Halen

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:17

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“(Nearly) Good Enough” foi gravada para a trilha sonora do filme “Vida Selvagem” em 1983 e divulgada recentemente. 

Confira:





Os Rolling Stones do Nordeste: conheça o Ave Sangria

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:12

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Por Rose Gomes




Rock Psicodélico Nordestino. Talvez você nunca tenha ouvido esta expressão, muito menos este som e eu te digo: é algo muito bom!  E a banda pernambucana Ave Sangria é um dos grandes expoentes desta cena.
Formada no início dos anos 70, a banda contava com Marco Polo (vocais), Ivson Wanderley (guitarra solo e violão), Paulo Raphael (guitarra base, sintetizador, violão, vocal), Almir de Oliveira (baixo), Israel Semente (bateria) e Agrício Noya (percussão).  Os músicos misturavam sons do folclore local com o rock e a psicodelia da época. Inicialmente o grupo se chamou “Tamarineira Village”, mas tempos depois acabou adotando o nome “Ave Sangria” que segundo conta a lenda foi sugestão de uma cigana que os caras encontraram no interior da Paraíba. “Ela gostou de nossa música e fez um poema improvisado, referindo-se a nós como aves sangrias. Achamos legal. O sangria, pelo lado forte, sanguíneo, violento do Nordeste. O ave, pelo lado poético, símbolo da liberdade do nosso trabalho”, explicou certa vez o ex-vocal da banda Marco Polo.
Em pouco tempo a banda ficou conhecida como os “Stones do Nordeste”, devido às performances  excêntricas de palco que além de tudo incluíam o uso de batom – que anos mais tarde um de seus integrantes confessou ser mertiolate, “que a gente usava para chocar” – e até mesmo uns beijinhos na boca dos colegas de banda. 
A loucura parecia mesmo fazer parte do cotidiano dos músicos e certa vez um deles enviou um baseado em papel Colomy para o beatle Paul McCartney que meses depois lhe enviou uma foto autografada em agradecimento pelo mimo enviado.

Em questão de pouco tempo a banda recebeu um convite da gravadora Continental (pioneira no país a apostar no rock brasileiro), para gravar o que seria seu primeiro e único álbum.  Donos de uma irreverência exacerbada, os caras chegaram ao estúdio em pleno Rio de Janeiro munidos cada um de peixeira na mão. O disco de 1974 foi produzido em meio a pouca experiência do ex-ídolo da Jovem Guarda Marcio Antonucci, que perdido em meio àquela mistura alucinada de ritmos e timbres, simplesmente deixou rolar.  Apesar do resultado não ter agradado aos músicos o álbum teve boa aceitação no sudeste e principalmente no nordeste.
Em dezembro do mesmo ano, o Ave Sangria fez uma mítica apresentação com o show Perfumes & Baratchos. Aquele seria o último show em quase 38 anos, já que  a banda voltou em maio do ano passado para uma única apresentação  de seu álbum na íntegra, como parte do projeto Álbum, em que artistas tocam seus discos inteiros.
Ave Sangria, o álbum
O álbum de estúdio da banda, filho único do Ave Sangria, traz uma deliciosa mistura do rock psicodélico e experimental  próprios da década de 70, passeando graciosamente por elementos da música nordestina rural. Um show de musicalidade e variedade instrumental.
No conteúdo das canções, letras poéticas, libertárias e até mesmo irreverentes fazendo deste álbum uma obra cultuada por diversos apreciadores da boa música.

As raízes da música nordestina se fazem presentes em todas as faixas, deixando de maneira generosa que a precisão da guitarra e a força da batera cheguem aos poucos e contrastem harmoniosamente entre os elementos da música rural. Prova disso são as faixas Momento na Praça e a fantástica Por Quê? Mas, sem dúvida a canção que mais causou polêmica foi a “romântica” Seu Waldir. Nela, o vocalista faz uma clara declaração de amor a um cara que virou uma verdadeira “lenda” para muitos. Enquanto alguns acreditavam que se tratava de um senhor que morava em Olinda, outros pensavam que Seu Waldir poderia ser um jornalista, mas na verdade a canção foi encomendada pela atriz Marília Pera como trilha para a peça “A Vida Escrachada de Baby Stomponato”, de Bráulio Pedroso, que no final acabou não aproveitando a música.
“… Eu trago dentro do peito
Um coração apaixonado
Batendo pelo senhor
O senhor tem que dar um jeito
Se não eu vou cometer um suicídio
Nos dentes de um ofídio vou morrer…”

Fato é que com esta canção o grupo foi acusado de fazer apologia ao homossexualismo e o Departamento de Censura da Polícia Federal recolheu o disco das lojas  e tempos depois a  banda relançou o trabalho sem a faixa. Vale lembrar que isso aconteceu em uma época em que a androginia despontava no cenário musical com grandes nomes como Bowie e Alice Cooper, além da presença brazuca de Ney Matogrosso e seu Secos & Molhados.
Deste épico álbum ainda vale destacar as faixas Lá Fora, (com letra adoravelmente melancólica), Hei!Man – que traz a forte presença do instrumental nordestino mesclado a elementos psicodélicos e com letra cativante, Corpo em Chamas com instrumental que remete bastante a Raul Seixas e a incrível Geórgia, a Carniceira com um solo de guitarra bastante interessante e uma boa pegada no baixo. Uma das faixas mais fascinantes do álbum que ainda traz a experimental e progressiva Sob o Sol de Satã, mostrando  o alto  nível profissional dos caras.
É realmente uma pena que uma banda de futuro tão promissor com esta tenha tido uma vida tão breve. Fica a dica pra quem não conhece e gosta de se surpreender com sons inusitados e marcantes.



Postado originalmente no blog Cadê Meu Whiskey.

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