The Winery Dogs: impecável!

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 21:14

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Por Carlos H. Silva

Quando Mike Portnoy (ex-Dream Theater, Adrenaline Mob, Flying Colors, Transatlantic) anunciou que estava trabalhando em um Power trio com o baixista Billy Sheehan (ex-David Lee Roth, Mr. Big)  e John Sykes (ex-Blue Murder, Thin Lizzy), todo o mundo esperava que dali sairia algo realmente bom. Por problemas pessoais, Sykes abandonou o barco abrindo lugar para Ritchie Kotzen (ex-Poison, Mr. Big) assumir a guitarra e o vocal. O mundo não chegou a ouvir nem sequer um ensaio da formação com John Sykes, mas é difícil imaginar que supera o que ouvimos em The Winery Dogs, estréia autointitulada do Power-trio.



Em um hard rock extremamente técnico e com um feeling incrível (fãs de Dr. Sin vão amar isso aqui), o trio passeia por 13 faixas que nem de longe fazem o álbum ser longo ou cansativo (algo muito comum hoje em dia em discos com mais de 10 faixas).

O primeiro single, “Elevate”, abre o lançamento de forma espetacular e é uma das melhores canções gravadas aqui. Tem um clima zeppeliano nas estrofes e um refrão radiofônico. Outra que vai na mesma linha é “Desire”, com o marcante som do baixo de Sheehan sendo o alicerce da canção. A fantástica trinca de abertura fecha com “We Are One” onde destacam-se as famosas sincopadas de Mike Portnoy e mais um refrão que fica na cabeça – além de uns riffs e fraseados à lá Eddie Van Halen.

Os caras mostram que sabem também compor lindas baladas, a exemplo da belíssima “I’m no Angel” com seu emocionante e hendrixniano riff. Que faixa! “You Saved Me” também é bonita e tem tudo para ser um single de sucesso. “Regret”, com um órgão muito bem vindo, lembra um pouco as baladas da fase soul/funk do Deep Purple com Coverdale e Hughes.

Aliás, uma levada soul/funk também permeia por todo o álbum, tanto nas baladas quanto nas mais pesadas, característica do jeito maroto cheio de feeling de tocar que Kotzen imprimiu aos riffs, e obviamente à cozinha infernal que formam Sheehan e Portnoy - que, aliás, apesar de ser dito por aí que o baterista economiza no seu jeito de tocar e faz uma bateria mais simples aqui, não se engane: continua o mesmo Portnoy de sempre, só que tocando hard rock. Suas características mais famosas são usadas em abundância aqui, a diferença é que desta vez ele não está em uma banda de rock progressivo com longas canções e passagens instrumentais. 

Como vocalista, Kotzen soa bastante parecido com Chris Cornell (Soundgarden) em todas as faixas, exceto em “Criminal” onde o vocalista parece emular David Coverdale de uma forma que Jorn Lande ficaria com inveja.

Meu último destaque fica para a “Six Feet Deeper”, que tem uma participação incrível de Mike Portnoy. Aliás, falar dos músicos aqui é, como dizem, chover no molhado. Os três são conhecidamente talentosos e não precisam que ninguém lembre o leitor disso ao olhar os nomes, mas... que performance absurda de Portnoy, Sheehan & Kotzen em The Winery Dogs!

Sheehan, Portnoy & Kotzen



Facilmente um dos discos do ano. E mais: já nasce como um dos grandes power-trios do rock.


Nota: 9.5


01 Elevate
02 Desire
03 We Ae One
04 I'm No angel
05 The Other Side
06 You Saved Me
07 Not Hopeless
08 One More Time
09 Damaged
10 Six Feet deeper
11 Criminal
12 The Dying
13 Regret

Black Sabbath poderá gravar mais um disco em breve

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 16:25

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O Black Sabbath admitiu que ainda poderá gravar mais um disco, após o lançamento de "13" na próxima segunda-feira (10).
Durante uma entrevista para a Billboard, Geezer Butler teria se referido à "13" como o álbum final da banda, mas quando pressionado pelo repórter sobre possíveis trabalhos no futuro, ele respondeu:
"Bem, eu acho que você nunca deve dizer nunca. Poderia ser, mas vamos ver como este álbum vai se sair, ver o que acontece."
Logo após o comentário de Butler, Ozzy Osbourne complementou o colega de banda sem deixar o bom humor de lado:
"Vamos colocar desta forma; levou 35 anos para fazer este álbum … Então, se terá um outro, será um novo e não um sucessor do que estamos lançando agora. Eu não me importaria em fazer um novo disco do Sabbath com eles."

A banda desembarca no Brasil em outubro para shows nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. 

Nine Inch Nails: Adrian Belew sai da banda

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 11:45

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O comunicado sobre a saída de Adrian Belew do Nine Inch Nails chegou quase vinte e quatro horas após a divulgação dos detalhes de “Hesitation Mark”, próximo álbum da banda.

 "Antes que isso vá muito longe, deixe eu dizer algo: respeito profundamente Trent e a música que ele faz. Não é culpa de ninguém. Nós dois concordamos que não estava dando certo. Lamento se desapontei alguém, isso realmente machuca. Mas o NIN vai fazer um show incrível e eu estou de volta onde pertenço: criando FLUX."

Belew é o segundo integrante a sair do Nine Inch Nails em poucos meses –  o baixista Eric Avery pediu "demissão" há pouco tempo atrás.


Fonte: Club NME

Vídeo fora de catálogo do The Cure cai no Youtube. Confira!

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:48

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"The Cure In Orange” foi um show da banda no Théâtre antique d’Orange, na França, lançado em 1987 no formato VHS. A apresentação aconteceu entre os dias 9 e 10 de agosto de 1986 e as fitas, há muito tempo, saíram de catálogo.
Na época, o The Cure divulgava a compilação de singles “Standing on a Beach”, ainda com sua formação clássica – Robert SmithPorl ThompsonSimon GallupLol Tolhurst e Boris Williams.
Em 2009, Robert Smith anunciou planos para relançar o vídeo em DVD, mas a ideia acabou não indo para frente. Recentemente, o vídeo foi disponibilizado na íntegra pelo youtube e você pode conferir abaixo:


Fonte: NME

Dream Theater mostra bastidores da gravação de novo álbum

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 22:41

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O Dream Theater já finalizou a gravação do seu novo álbum que já tem nome. E será simplesmente Dream Theater, segundo o MetalSucks! A banda nunca havia lançado um álbum autointitulado e talvez queira representar simbolicamente o que esse novo disco representa: o primeiro composto e gravado com a atual formação, já que o anterior, A Dramatic Turn of Events (2011), já havia sido composto quando o novo baterista Mike Mangini chegou. O lançamento está previsto para 24 de setembro, via Roadrunner.

Richard Chycki foi o engenheiro de som e também cuidou da mixagem.

O primeiro de uma série de vídeos com bastidores da gravação foi divulgado hoje pela gravadora da banda. E até John Myung fala! Assista:





David Lee Roth em filme japonês. Assista!

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:45

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O vocalista do Van Halen, David Lee Roth postou em sua conta no Youtube  esta semana, um vídeo do filme japonês  no qual atua. No curta, o cantor  interpreta um assassino.


Roth chega a ter uma fala em japonês, possivelmente dublada: “Em nome da lua, eu devo corrigir os erros e extinguir todos os males”. O vocalista atualmente reside no Japão.
Assista abaixo o vídeo:


Fonte: Wikimetal

Slayer: primeiro show com grandes mudanças

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:32

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Nessa semana o Slayer voltou aos palcos. Foi a primeira vez que a banda tocou desde o falecimento do guitarrista Jeff Hanneman, e o primeiro show desde que o antigo baterista do grupo, Paul Bostaph, voltou ao line-up para substituir Dave Lombardo, agora de forma oficial.

Confira o setlist do show e o vídeo, abaixo:


  1. World Painted Blood
  2. Hallowed Point
  3. War Ensemble
  4. Hate Worldwide
  5. At Dawn They Sleep
  6. Stain of Mind
  7. Disciple
  8. Bloodline
  9. Mandatory Suicide
  10. Chemical Warfare
  11. Seasons in the Abyss
  12. Dead Skin Mask
  13. Raining Blood
    Bis
  14. South of Heaven
  15. Angel of Death



Fonte: TMDQA

Ouça "Came Back Haunted”, nova do Nine Inch Nails

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:18

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"Came Back Haunted” faz parte do novo álbum da banda, o primeiro em cinco anos e será lançado no dia 03 de setembro, no meio de uma enorme turnê de quatro meses.

Confira!







Fonte: The Verge

Dio: lançamento de ao vivo gravado em 1986

Posted by TRMB | Posted in , | Posted on 23:25

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Por Carlos H. Silva

Finding the Sacred Heart – Live in Philly 1986 é mais um lançamento póstumo de Ronnie James Dio. Ao vivo e gravado na Philadelphia em 1986, como o próprio nome diz, traz o vocalista e sua banda solo na turnê do álbum Sacred Heart, lançado em 1985, terceiro álbum do vocalista sob o nome Dio.



Em um dos melhores momentos de sua carreira, Dio podia montar um setlist consistente apresentando o melhor de seus três discos até então, e ainda juntar com clássicos de suas passagens por Rainbow e Black Sabbath.

Com o line up formado por Craig Goldy (guitarra), Vinny Appice (bateria), Jimmy Bain (baixo) e Claude Schnell (teclado), a banda mostra entrosamento completo e performances matadoras como em Like the Beat of a Heart, a AORizada Hungry for Heaven e no medley de The Last in Line com Children of the Sea.

Heaven and Hell é sempre um show à parte com seu clima apocalíptico. Do Rainbow temos Man on the Silver Mountain em dobradinha com Long Live Rock n’ Roll. Os maiores clássicos solos de Dio estão aqui: Don’t Talk to Strangers, We Rock e a insuperável Rainbow in the Dark.


Altamente indicado para os fãs do cantor, especialmente porque simultaneamente ao disco duplo, também é lançado o show em DVD/Blu-Ray.


Nota: 8.0

1) Draco Ignis
2) King Of Rock And Roll
3) Like The Beat Of A Heart
4) Don’t Talk To Strangers
5) Hungry For Heaven
6) Medley: The Last In Line / Children Of The Sea / Holy Diver / The Last In Line (reprise)
7) Drum Solo
8) Heaven And Hell
9) Keyboard Solo
10) Guitar Solo
11) Sacred Heart
12) Medley: Rock ‘n’ Roll Children / Long Live Rock ‘n’ Roll / Man On The Silver Mountain / Rock ‘n’ Roll Children (reprise)
13) Time To Burn
14) Stand Up And Shout
15) Rainbow In The Dark
16) We Rock

Black Sabbath: "13" tem inspiração de sobra

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 23:05

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Por Carlos H. Silva

Antes de qualquer coisa, temos que situar que 13 não é apenas o novo álbum do Black Sabbath. É o primeiro disco do Black Sabbath com Ozzy Osbourne desde 1978. E temos que situar também que a banda foi a inventora do heavy metal. Tudo que escutamos hoje na música pesada, qualquer coisa, derivou do Black Sabbath. E por isso não causa surpresa alguma a sonoridade que o agora trio – o baterista original, Bill Ward, não participou por questões contratuais e financeiras  – apresenta neste lançamento. É o velho Black Sabbath.

Nas entrevistas logo após o término das gravações, Ozzy chegou a dizer que 13 era o que a banda deveria ter lançado após Sabbath Bloody Sabbath (1973), e faz todo o sentido do mundo quando o escutamos de cabo a rabo.



De cara já temos a abertura com End of the Beginning, que evoca à primeira canção do primeiro álbum, a própria Black Sabbath, com seu riff lento e sua batida assustadora. E é por aqui que começo a falar dos músicos: o baterista Brad Wilk (Rage Against the Machine) fez um trabalho digno dos mais altos elogios em todas as canções, fazendo o ouvinte imaginar o tempo todo que quem está ali é o próprio Bill Ward, tamanho o feeling da banda que o músico teve ao tocar em estúdio com o trio. Mesmo não sendo um quase jazzista como Bill Ward, Wilk o encorporou com precisão e talento.

Tony Iommi, o maior riffmaker da história, brilha o disco todo com seus pesados riffs e característicos solos. Na faixa de abertura já citada, o guitarrista dá uma aula com um solo cheio de feeling. God is Dead?, que foi a primeira canção a ser escutada na íntegra antes do lançamento, segue a linha da anterior com um clima lento e tenso e culmina com um riff destruidor que levanta o tempo da música para depois terminar no ótimo refrão.

Uma das características do produtor Rick Rubin é resgatar o passado das bandas que produz. E ele sempre disse que sua intenção com o Black Sabbath era ter aquela sonoridade e feeling setentista novamente. Ele nem precisaria de muito esforço, os próprios músicos saberiam como fazer isso. Bastou a Rubin moldar isso. E Loner é prova disso. Com um riff direto que parece ser irmão mais novo (40 anos mais novo) de N.I.B., a canção leva o ouvinte de volta ao debut, coisa que a primeira faixa já havia feito com maestria. Zeigeist é mais uma que lembra o passado, sendo esta uma irmã próxima de Planet Caravan. O clima soturno e a percussão dão o clima da canção que tem um bonito refrão.

Muito pode ser dito sobre Ozzy Osbourne. Que está velho e acabado, lesado, que não sabe usar um controle remoto, que anda estranho, que Dio é melhor (a turma da rixinha é complicada, o que vai ter de gente comparando 13 com The Devil You Know não será brincadeira), etc, etc, etc. Mas após todos esses anos, todos esses abusos, todas as recaídas e ter um desempenho como teve aqui, é digno de elogios. É óbvio que não tem mais o alcance que tinha nos anos 70 – quando também não era um cantor em excelência mas, como em toda sua carreira, compensava com carisma e paixão -, porém Ozzy apresenta uma voz consistente e em Age of Reason é onde mais brilha. E a canção ajuda. Com seus sete minutos de duração, cheia de mudanças de andamento e nuances, poderia facilmente fazer parte de Master of Reality (1972). Um dos momentos mais sublimes está no solo de Iommi para esta faixa. Tomara que seja incluída nos shows, pois será uma pintura ouvir isso ao vivo.

O final do disco não deve nada ao começo e ao miolo; Live Forever é uma típica faixa do Black Sabbath: pesada, alterna momentos lentos com riffs rápidos e um refrão marcante. Damaged Soul é o que eu chamo de “blues do inferno”, justamente por vir do Black Sabbath. Com seu astral de “Jam no estúdio”, Iommi brilha nos solos e riffs blueseiros, enquanto Ozzy tem outra brilhante interpretação – e ainda nos brinda com uma rápida aparição de sua gaita. Dear Father é um ótimo encerramento e ainda traz um simbolismo que de certa forma é emocionante: os caras do Black Sabbath já estão na faixa dos 65 anos. A produção de um novo lançamento hoje em dia dura de 2 a 3 anos. A turnê mundial, mais 1 ano e meio, no mínimo. Muito provavelmente 13 será sim o último disco de inéditas que é lançado sob o nome de Black Sabbath. E após o encerramento da última canção, vem o som de sinos e trovões. Sinos e trovões que também abriam a primeira faixa do primeiro álbum da banda, lá em fevereiro de 1970. Simbólico.

Deixei para o final escrever sobre um dos maiores destaques – não digo o maior, porque são várias coisas grandiosas aqui – que é o baixista Gezzer Butler. Poucas vezes ouvi um som de baixo soar tão bem em um álbum todo; Gezzer espanca seu instrumento com classe, que “ronca” em todas as faixas, em alguns momentos lembrando o trabalho já feito pelo próprio em Master of Reality. Gezzer é um mestre do instrumento e seu trabalho aqui é simplesmente fantástico, quase sem palavras.



13 não trouxe nada de novo ao som do Black Sabbath. E nem precisava. E muito menos era isso que os fãs queriam. Todos queriam ouvir o velho Black Sabbath e ver se esses caras ainda sabiam fazer aquilo. E claro que eles sabem, afinal foram eles que inventaram. O gênero deste disco? Não é apenas “heavy metal” e sim “Black Sabbath, o criador disso tudo”.

Nota: 9.0

   1.   End of the Beginning
   2.   God is Dead?
   3.   Loner 
   4.   Zeitgeist
   5.   Age of Reason
   6.   Live Forever
   7.   Damaged Soul
   8.   Dear Father

Morre o músico Joey Covington

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 19:05

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Morreu ontem aos 67 anos o baterista Joey Covington. O músico tocou nas bandas Jefferson Airplane e Hot Tuna.

Covington sofreu um acidente de carro em Palm Springs, Califórnia.


Lagarto pré-histórico ganha nome em homenagem a Jim Morrison

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 11:39

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Uma equipe de paleontólogos americanos identificou o fóssil de um lagarto gigante que habitou o sudeste da Ásia há cerca de 40 milhões de anos e batizou-o em homenagem ao cantor Jim Morrison, vocalista da banda The Doors, morto em 1971.
Chamado de Barbaturex morrisoni, o lagarto - que está extinto - chegava a ter 1,8 metro de comprimento e pesava cerca de 30 kg, de acordo com os pesquisadores. O estudo com a descrição da espécie foi publicado nesta semana na revista científica "Proceedings of the Royal Society B".
Os primeiros fósseis do animal gigante foram encontrados na década de 1970 em Mianmar, mas não haviam sido estudados apropriadamente até há alguns anos, quando a equipe do pesquisador John Head, da Universidade de Nebraska-Lincoln, começou a analisá-los.
"Eu estava ouvindo muito The Doors durante a época da pesquisa. Algumas das imagens musicais que a banda criou incluíam répteis e lugares antigos, e Jim Morrison se intitulava o 'Rei Lagarto', então tudo meio que confluiu para isso", completou o cientista, referindo-se ao "batismo" da espécie.
Fonte: G1

Liam Gallagher interessado em reunir o Oasis para os 20 anos do "Definitely Maybe"

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 11:25

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Liam Gallagher, vocalista do Beady Eye declarou recentemente à NME que pretende reunir o Oasis no ano que vem, para comemorar os 20 anos do álbum "Definitely Maybe".




Apesar de ser o frontman do Beady Eye e admitir que não está em condições de falar com o irmão Noel, Liam disse que há "negócios inacabados" com Oasis e que pensa em voltar com a banda sem nenhum tipo de recompensa financeira. "Há negócios inacabados, há pessoas que perguntam se vamos voltar com o Oasis, eu faria isso de graça, mas se alguém soltar uma merda de grana, farei também. Eu não acredito que não faremos um novo álbum. Duvido que nunca voltaremos. "

Falando sobre o aniversário do álbum debut da banda,"Definitely Maybe", Liam diz que há a possibilidade do Oasis voltar."Seria bom comemorar essa coisa maldita que está chegando (o 20 º aniversário) eu faria isso. Mas ainda sim voltaria ao Beady Eye e Noel voltaria a seu projeto.", completa.



Fonte: NME

Scorpions: novidades vindo por aí

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:29

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Klaus Meine, vocalista do Scorpions postou uma nota de agradecimento aos fãs pelas mensagens de parabéns recebidas no último dia 25 - seu aniversário - e acrescentou novidades em relação a um novo álbum da banda. 

“Muito obrigado por todos seus emails, mensagens, presentes e vídeos de feliz aniversário que chegaram até mim de todo o mundo. Isso de fato tocou meu coração de modo muito forte. Eu gostaria de dizer ‘Obrigado’ a cada um de vocês por seu amor e apoio ao longo de tantos anos. Estamos em estúdio nesse momento, mas não vai demorar até que caiamos na estrada de novo, eu mal posso esperar para ver todos vocês em algum lugar por aí. Rock on.”

Havia sido revelado que a banda estava trabalhando com músicas inacabadas do início dos anos oitenta, material dos ábuns Blackout Love At First Sting.

Os músicos têm  trabalhado com o produtor Mikael "Nord" Andersson e o álbum deve sair ainda este ano. 


Fonte:Rock N´Heavy

Ouça “Heroic Dose”, novo projeto de Jason Newsted

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:05

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O ex-baixista do Metallica, Jason Newsted, anunciou ontem detalhes do novo álbum da sua banda, “Newsted”. O grupo divulgou o nome do álbum, “Heavy Metal Music” e a data de lançamento que será em 6 de agosto.

Confira o tracklist:
01. Heroic Dose
02. Soldierhead
03. …As The Crow Flies
04. Ampossible
05. Long Time Dead
06. Above All
07. King Of The Underdogs
08. Nocturnus
09. Twisted Tail Of The Comet
10. Kindevillusion
11. Futureality




Fonte: Wikimetal

Serj Tankian: "Não tenho tempo para o System of a Down"

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:57

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Em entrevista ao site Artist Direct, o vocalista do System Of A Down, Serj Tankian disse que não tem tempo para fazer um novo álbum da banda tão cedo. "Não posso escrever um álbum forçado. Não é uma escolha”. O vocalista elogiou seus colegas de banda, mas disse que o projeto de um álbum leva três anos, e acrescentou que não pode receber ordens: “Não é como fazer uma pizza”.



Serj Tankian lançou um CD solo em 2012 e atualmente também trabalha em dois projetos paralelos, de jazz progressivo e sinfonias. Além disso, o vocalista recentemente apresentou um projeto de artes plásticas.

Fonte: Wikimetal

Mike Portnoy deixa o Adrenaline Mob

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 19:41

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Em comunicado na página da banda Adrenaline Mob no Facebook, o baterista Mike Portnoy (The Winery Dogs, Transatlantic, Flying Colors e ex-Dream Theater e agora ex-Adrenaline Mob) anunciou sua saída do conjunto que criou junto com o vocalista Russell Allen (Symphony X). Leia:


"É com tristeza que anuncio que os próximos 4 shows na américa latina serão os meus últimos com o Adrenaline Mob.

Infelizmente, minha agenda conflitante não permite que eu me dedique ao Adrenaline Mob em tempo integral.

Como não posso estar em dois lugares ao mesmo tempo, não vou fazê-los perder seu tempo e esperar a minha agenda ter espaço.

Estou muito orgulhoso da música que fizemos nos últimos dois anos e desejo aos caras toda a sorte do mundo."



Scott Weiland processa Stone Temple Pilots

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 15:30

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Scott Weiland, ex-vocalista do Stone Temple Pilots, respondeu ao processo dos integrantes do Stone Temple Pilots, que o expulsaram da banda, com uma ação que tem como objetivo arrancar dos ex-parceiros de banda cerca de US$ 7 milhões por danos. 
Acusado pelos músicos de ter sabotado a turnê de aniversário de 20 anos do grupo por conta dos atrasos em apresentações e usado o nome da banda para se autopromover, Weiland alega que o trio formado pelos irmãos Robert e Dean DeLeo ao lado de Eric Kretz armou um plano para tirá-lo da banda.
O cantor também julga que os ex-companheiros não têm respaldo legal para removê-lo do grupo e solicitou o bloqueio do nome na justiça norte-americana. "Como você expulsa um homem que começou, nomeou, cantou todas as músicas, escreveu as letras e foi o principal rosto durante anos de uma banda?", questiona Weiland.
Fonte: UOL Música

U2: banda está terminando o próximo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:03

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O U2 esteve recentemente em Nova Iorque para finalizar seu novo álbum , por enquanto ainda sem nome. A banda irlandesa trabalhou com o produtor Danger Mouse  e o sucessor de No Line on the Horizon , de 2009, está neste momento sendo mixado nos estúdios Electric Lady.

Segundo a Rolling Stone, o novo álbum de Bono e companhia deverá chegar às lojas no outono e poderá contar com uma participação de Chris Martin, vocalista do Coldplay, que foi visto em estúdio com a banda. Antes de resolverem trabalhar com Danger Mouse, chegaram a trabalhar com RedOne, produtor conhecido pelo seu trabalho com Lady GaGa.

No final da tarde da última sexta-feira, a banda também gravou uma versão acústica de "Sunday Bloody Sunday", um dos temas mais emblemáticos da sua carreira, para um projeto de arte intitulado Inside Out. Em declarações recentes, o baixista Adam Clayton disse: "queremos muito ter um álbum nas lojas até o final do ano, setembro, outubro, novembro, por aí. Estamos  trabalhando com o Danger Mouse, que é um cara esperto. Está trabalhando bastante entusiasmado".


O músico acrescentou ainda que a banda tem material suficiente para fazer três ou quatro álbuns diferentes. "Para fazer o melhor álbum que conseguirmos, temos de nos afastar daqueles que seriam mais fáceis de fazer. Estamos mesmo é tentando entrar num território onde não nos sentimos confortáveis. Se é que isso faz sentido". 

O produtor Daniel Lanois, que já trabalhou com o U2, assumiu numa entrevista recente que já ouviu algumas das novas canções da banda e que o novo material é enorme e muito poderoso. "Algumas coisas são muito aventureiras. Há coisas que fazem lembrar Achtung Baby ", completou ainda Lanois.



Fonte: Blitz

Agenda - Junho

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 14:53

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André Matos

07/06 - Ponta Grossa - PR
08/06 -  Curitiba - PR

Made In Brazil

07/06 - Lapa - PR
08/06 - Campo Largo - PR
22/06 - Altinópolis - SP

Marcelo Nova

07/06 - S.B. do Campo - SP

Matanza e Velhas Virgens

07/06 - São Paulo - SP

Matanza & B. Negão

09/06 - Porto Alegre - RS

Matanza

22/06 - Santos - SP

Raimundos

08/06 - Fortaleza- CE

Blitzkrieg e Avenger

13/06 - Sorocaba - SP
14/06 - Santos - SP
15/06 - Belo Horizonte - MG
16/06 - São Paulo - SP


Chris Cornell

13/06 - "Best of Blues Festival" - São Paulo - SP
15/06 - Rio de Janeiro - RJ
17/06 - Porto Alegre - RS


Circle II Circle

15/06 - Recife - PE
16/06 - Belo Horizonte - MG
18/06 - Cataguases - MG
19/06 - Rio de Janeiro - RJ
21/06 - Campinas - SP
22/06 - São Paulo - SP
23/06 - São Paulo - SP


Halestorm & Adrenaline Mob

16/06 - São Paulo - SP



Cannibal Corpse

20/06 - Rio de Janeiro - RJ
21/06 - Porto Alegre - RS
22/06 - Curitiba - PR
23/06 - São Paulo - SP


Legion Of The Damned


20/06 - Recife - PE
21/06 - Curitiba - PR
22/06 - São Paulo - SP


CJ Ramone

26/06 - Florianópolis - SC
27/06 - Curitiba - PR
28/06 - Goiânia - GO
29/06 - Palmas - TO
30/06 - Taquatinga - DF


Girlscholl

28/06 - Belo Horizonte - MG
29/06 - São Paulo - SP


Avantasia

29/06 - São Paulo - SP



Iron Maiden em SP: Show transferido para o Anhembi

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 13:18

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De acordo com o jornalista José Norberto Flesch, o show da banda Iron Maiden, até então programado para acontecer no dia 20 de setembro no Jockey Club foi transferido para o Anhembi. O motivo da mudança, segundo os organizadores, é que há restrição quanto à altura do som no Jockey.

Mais informações em breve.

Fonte:@jnflesch

Courtney Love coloca anúncio em site para encontrar nova baixista e só recebe uma resposta

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 12:43

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Courtney Love revelou recentemente ter colocado um anúncio na internet procurando por uma baixista. E só recebeu uma resposta.
A fundadora do Hole explicou que seu anúncio dizia: “Banda parecida com Hole procura baixista no estilo de Melissa Auf der Maur. Segundo Love, não existem muitas mulheres tocando baixo hoje em dia.
A vocalista pretende lançar um novo disco sob seu próprio nome, diferente do que fez com “Nobody’s Daughter” em 2010. “Meu nome simboliza muitas coisas. Além disso, tenho que ficar em salas com advogados, sendo chamada de ‘marca’ tantas vezes que pensei ‘então deem logo meu nome para isso!’. Eu não me importo”, ela afirma.
O novo disco traz a participação de Micko Larkin na guitarra, Scott Lipps na bateria e Shawn Dailey no baixo. Por enquanto, ela está considerando o nome “Died Blonde” para esse novo trabalho. Duas das músicas que possivelmente estarão nele são “Wedding Day” e “California”. Elas estão finalizadas e a cantora também está considerando a ideia de as lançar em um single.

Fonte: Club NME

Coldplay: baterista participa da série Game of Thrones. Veja!

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 11:29

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Will Champion, baterista da banda  Coldplay, participou do mais recente episódio da série de televisão Game of Thrones, que foi exibido ontem nos Estados Unidos. O músico aparece por breves segundos enquanto toca numa festa. Assista abaixo:




Gary Lightbody, vocalista do Snow Patrol e fã assumido da série também participou da atual temporada. 




Fonte: Blitz


Gold Against the Soul e os 20 anos de um belo disco injustiçado

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:55

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Por Rose Gomes

Hoje vou falar de um álbum que gosto demais, de uma das bandas que estão no meu top 3, e que neste mês completa 20 anos de existência, o Gold Against the Soul, da banda galesa  Manic Street Preachers. O clã de fãs mais xiitas, (quem me conhece sabe que tenho verdadeiro horror a esses seres) “julgam” como não sendo verdadeiros fãs àqueles que gostam deste álbum, por se tratar de um trabalho menos fraco, ou seja lá qual o fator que sai da cabeça doentia de um “fã” destes. Fato é que Gold Against the Soul é meu disco preferido da banda e continuará sendo, não importa o que meia dúzia de Zés Manés, lá, do outro lado do mundo pensem.

Com letras bem menos políticas do que seu antecessor - Generation Terrorists, de 1992 – mas mantendo um certo tom socialista e provocador, este disco reflete uma espécie de desespero e melancolia, que podemos perceber na maioria de suas letras, (muitas compostas por Richey James, o carismático, performático e problemático guitarrista da banda), bem como na forte e intensa interpretação do vocalista e guitarrista James Dean Bradfield. O trabalho recebeu críticas mistas da mídia especializada. Enquanto muitos viam o disco como "falho, mas intrigante", outros viam como “cheio de harmonia por toda parte". Até mesmo a própria banda andou descrevendo o álbum como seu menos preferido e James disse certa vez que gostaria de ignorá- lo, mas que não podia.


Bom, críticas à parte continuo mantendo Gold Against the Soul na minha prateleira de melhores álbuns dos anos 90 e álbuns preferidos.


O disco já inicia muito bem com a empolgante Sleepflower que traz riffs precisos e letra inquieta. A faixa traz belo solo de guitarra  com a participação muito bem excecutada do baixo.

From Despair to Where, a segunda canção do álbum, traz uma das melhores interpretações vocais de Bradfield, guitarra chorosa e letra melancólica. “Não há nada de bom em minha cabeça, o mundo adulto levou tudo embora.”


A terceira faixa possui uma das mais belas melodias e letras da banda. La Tristesse Durera, (literalmente "a tristeza durará") teriam sido as últimas palavras do artista Vincent van Gogh, e apesar disso, não fala sobre o pintor e sim, sobre um veterano de guerra. Tem um belo solo de guitarra e mais uma vez interpretação intensa de Bradfield que grita ao quatro cantos que a tristeza vai continuar.

Gold Against the Soul ainda traz as faixas Yourself, com destaque para o baixo marcado do carismático Nicky Wire e a muito bem executada bateria de Sean Moore, a chorosa e intrigante Life Becoming a Landislide (“Minha ideia de amor vem de um vislumbre de infância pornográfica, embora não haja um amor verdadeiro, apenas um ciúme afinado”) e a “noventista” Drug Drug Druggy, com riffs distorcidos e bateria quebrada.

Roses in the Hospital, é a segunda faixa de grande destaque do álbum. A música apresenta pegada bastante harmoniosa entre guitarra, baixo e bateria e mais uma vez o vocal gritante e potente de Bradfield mostra as caras. “A independência é um jogo, sempre sempre atrasada, credibilidade, estou bocejando...” 



Ainda completam o excelente disco Nostalgic Pushead, Symphony of Tourette (com bela guitarra e batera) e a homônima Gold Against the Soul.


Difícil entender como um álbum com músicas tão intensas é visto pela maioria como um dos mais fracos da banda. Se um dia James & Cia aterrissarem em terras brasileiras e resolverem nos brindar com ao menos duas faixas deste disco, certamente perceberão que se trata de um trabalho brilhante, muito bem visto por fãs da verdadeira música, aquela que é feita com a emoção digna de talento, coisa que nem todos os “envolvidos” no mundo musical tem.

1. "Sleepflower"    
2. "From Despair to Where"           
3. "La Tristesse Durera (Scream to a Sigh)"            
4. "Yourself"          
5. "Life Becoming a Landslide"       
6. "Drug Drug Druggy"      
7. "Roses in the Hospital"
8. "Nostalgic Pushead"      
9. "Symphony of Tourette"             
10."Gold Against the Soul"         
    

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