Volbeat: tem para todos os gostos no ótimo novo álbum

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 11:08

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Por Carlos H. Silva

Os dinarmaqueses do Volbeat soltaram seu novo disco, Outlaw Gentlemen & Shady Ladies, no início de abril e o sucesso que com que está sendo recebido é completamente justo com o que ouvimos no álbum.



Sua mistura de rock, rockabilly, hard rock, heavy metal e groove formam uma sonoridade única e de audição extremamente agradável. Sabe aquele disco que você coloca pra tocar quando quer se divertir e não precisa pular nenhuma faixa?

A banda é formada por Michael Poulsen (vocal, guitarra e principal compositor), Rob Caggiano (guitarrista e produtor), Anders Kjolholm (baixo) e Jon Larsen (bateria), e OG&SL é o quinto full lenght de sua discografia.

Com essa mistura toda na sonoridade, tem faixas para todos os gostos. 

O lado heavy metal da banda, por exemplo, contou com uma participação mais do que especial: King Diamond canta na fantástica Room 24, canção que é quase um tributo a King, visto que a sonoridade faz jus aos clássicos que este gravou em toda sua carreira. Black Bart é outra empolgante, com seus riffs e guitarras dobradas. Dead But Rising é pesada e forte, com destaque para Jon Larsen segurando tudo lá atrás. Doc Holliday tem riffs e velocidade de thrash metal, além de um solo memorável.

Lola Montez representa a vertente pop-rock, tem bastante apelo comercial e se fosse aposta como single garantiria ao Volbeat um espaço nas rádios e programas de vídeos.

Mas os primeiros singles escolhidos para divulgação do álbum não ficam atrás.

Cape of Our Hero tem uma linha vocal bastante melódica e marcante, além de um bom refrão. E The Hangman’s Body Count já é mais técnica e pesada, com tempos quebrados, bons riffs e um vocal mais teatral.

Destaco também a trinca de abertura: a introdução acústica de Let’s Shake Some Dust, a melódica e pop Pearl Hart (que também tocaria na programação de qualquer “rádio rock” por aí) e The Nameless One.

The Sinner Is You tem um dos melhores refrãos do disco e um instrumental empolgante cheio de groove. Lonesome Rider conta com a participação da cantora inglesa Sarah Blackwood e faz uma linhagem mais country-rock-rockabilly

OG&SL tem sido um sucesso de crítica e público, debutou na nona posição na Billboard americana, vendendo 39.000 mil cópias na primeira semana e colocando pela primeira vez em 16 anos uma banda dinamarquesa entre os 10 mais vendidos, além de ter alcançado o primeiro lugar em países como Áustria, Canadá, Alemanha, Noruega, Suiça e no seu país natal.

Os caras estão com a bola toda.

Assista ao vídeo de The Hangman's Body Count aqui.

Nota: 9.0

01. Let’s Shake Some Dust
02. Pearl Heart
03. The Nameless One
04. Dead But Rising
05. Cape Of Our Hero
06. Room 24 (part. King Diamond)
07. The Hangman’s Body Count
08. My Body (Young The Giant Cover)
09. Lola Montez
10. Black Bart
11. The Lonesome Rider (part. Sarah Blackwood)
12. The Sinner Is You
13. Doc Holliday
14. Our Loved Ones

Geoff Tate desafia internautas que odiaram seu novo disco

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 09:10

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Como você leu aqui no TRMB, na opinião de um dos nossos redatores, o álbum novo do Queensrÿche não é tão bom, pelo contrário. E pelo jeito Geoff Tate já se incomodou com as críticas que o disco recebeu de toda mídia especializada ao redor do mundo.

O vocalista lançou um desafio (postado até em letras maiúsculas no site oficial):

"Vocês realmente odiaram o 'Frequencky Unknown'? Já escreveu mal dele on-line? Bom, nerds do metal, se vocês tiverem coragem de manter sua opinião, nós lançamos um desafio a vocês:

Parem de se esconder através do computador e nos mostre o quanto você odiou nos enviando um vídeo.

Comece nos enviando seu real nome. Geoff Tate filmará a si mesmo escolhendo o melhor vídeo.

O vencedor receberá uma viagem com tudo pago para Seattle, para assistir a banda na sua cidade natal em 29 de junho, com direito a um lugar vip, o meet & greet garantido após o show e $250 para gastar em merchandising da banda - ou se você preferir, queimar."


Uma das regras do "concurso" é ser residente dos Estados Unidos da América.




Heavy Nation chega a edição #100 com participação de Max Cavalera e tracklist especial

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 08:48

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Júlio Feriato, Maurício Dehò e Fernanda Lira apresentaram esta semana a edição de número 100 do Heavy Nation, o programa especializado em heavy metal da rádio UOL.

O entrevistado foi Max Cavalera que falou sobre toda sua carreira, reunião com Sepultura, as desavenças com o Sarcófago e muito mais.

E o tracklist da edição foi especial: dez das canções mais emblemáticas e significativas do metal nacional e teve Stress, Korzus, Viper, Sepultura, Krisiun, entre outras.

Você pode ouvir o programa - e também as edições anteriores - clicando aqui.

Página oficial no Facebook: clique aqui.






Assista ao vídeo da garota que emocionou Slash

Posted by TRMB | Posted in , | Posted on 22:24

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Vocês se lembram da "The Mini Band", um incrível sexteto de crianças que apareceram com vídeos tocando covers de Metallica e Guns 'n' Roses há alguns anos atrás?

Relembre:




Pois bem, a guitarrista solo da banda, Zoe Thomson, postou um vídeo seu executando Sweet Child o'Mine no Youtube e deixou o guitarrista Slash, autor dos riffs e solos, emocionado em seu twitter. Assista:





Queensrÿche: versão de Geoff Tate não empolga nem um pouco com "Frequency Unknown"

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 20:23

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Por Carlos H. Silva

Desde a separação de Geoff Tate de seus ex-companheiros de Queensrÿche, nós acompanhamos via imprensa as trocas de acusações e disputas pelo nome, até que chegamos ao estágio atual: tanto Geoff quanto o restante da banda, do outro lado, estão usando o nome Queensrÿche.

A partir de então os fãs estão na expectativa para ouvir quem vai se sair melhor; há algumas semanas, ambas as “versões” da banda soltaram singles e, de longe, a versão com os antigos membros se saiu melhor.

E agora, após ouvir Frequency Unknown (2013, via Deadline), já dá para quase ter certeza que o Queensrÿche comandado por Michael Wilton, Eddie Jackson e Soctt Rockenfield terá vantagem nesta rivalidade.



Frequency Unknown é chato, cansativo e dá sono antes de terminar a terceira canção. Nem o vocal de Geoff Tate, que sempre foi um diferencial, consegue prender o ouvinte aqui.

Os fãs do Queensryche costumavam criticar bastante os discos da banda lançados após Empire (1990), mas qualquer um deles é bastante superior a este lançamento da versão Geoff Tate.

As canções parecem emboladas em um monte de riffs, bases e vocalizações que foram juntas pela produção apenas pela pressa de colocar um disco no mercado. 

Nada parece ter sido produzido e lapidado por uma produção completa, cargo que ficou nas mãos de Jason Slater.

Particularmente, não consigo destacar nenhuma faixa sequer sem forçar uma boa vontade. Todas são igualmente ruins. Forçando uma boa vontade, diria que Life Without You dá pra ouvir até o final mais de uma vez.

Mas a grande pisada de bola dos caras foi ter regravado quatro clássicos, I Don’t Believe In Love, Empire, Jet City Woman e Silent Lucidity, em versões que soam como o resto do álbum: feitas às coxas e mal produzidas.

As participações especiais de nomes como K.K. Downing, Brad Gillis, Chris Poland ou Paul Bostaph, bem como ter montado um "dream team" como banda de apoio, com músicos como Rudy Sarzo e Simon Wright, também não conseguiram salvar este mediano lançamento.

E, veja bem, a crítica aqui não é pelo estilo que Geoff impôs ao seu Queensrÿche, que é uma continuação do que vinha fazendo com a ex-banda, um som mais moderno, mais rock básico e hard rock, e sim ao fato de tudo parecer mal feito, mal escrito, mal produzido, mal gravado e não ter nada empolgante.

Geoff Tate saiu perdendo antes mesmo “da outra versão” lançar seu disco.

Ah! Parece que ao menos um pouco de semancol Geoff tem: dias atrás ele anunciou que enviaria cópias gratuitas do novo álbum para fãs que não gostaram da mixagem, justamente porque ele foi lançado com mais pressa e menos cuidado.

Precisa não só de uma nova mixagem, Geoff.

Nota: 2.0


01. Cold
02. Dare
03. Give It to You
04. Slave
05. In the Hands of God
06. Running Backwards
07. Life Without You
08. Everything
09. Fall
10. The Weight of the World
11. I Don't Believe in Love 
12. Empire 
13. Jet City Woman
14. Silent Lucidity

Filme em 3D do Metallica estreia em setembro

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 16:29

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O filme em 3D do Metallica, “Metallica Through the Never” estará nas salas que exibem filmes neste tipo de formato a partir do dia 27 de setembro na América do Norte. Nas demais, a estreia fica para  o dia 4 de outubro.

Para o Brasil, por enquanto, não há detalhes de lançamento.


Fonte: Estadão

Mutantes: novo álbum será lançado na próxima semana

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 12:34

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O grupo Mutantes vai lançar seu décimo CD "Fool Metal Jack". O álbum é uma homenagem ao filme de Stanley Kubrick "Full Metal Jacket", de 1987. O lançamento será dia 30 de abril, nos Estados Unidos via a gravadora Krian Music. 
Serão 12 faixas inéditas, sendo que apenas uma, "Eu Descobri", foi gravada em português.

Confira o tracklist:

01. The dream is gone
02. Fool metal Jack
03. Piccadilly Willie
04. Ganjaman
05. Look out
06. Eu descobri
07. Time and space
08. To make it beautiful
09. Once upon a flight
10. Into limbo
11. Bangladesh
12. Valse LSD 


Fonte: Terra

Ghost: banda lança box com consolo e dilatador anal

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 12:31

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A banda lançou um novo box set, repleto de peculiaridades. Dentre os vários ‘itens colecionáveis’ estão acessórios eróticos aprovados pela banda.
 
Os suecos cujo novo  álbum “Infestissumam” acaba de ser lançado, estão seguindo uma linha de marketing parecida com a da banda Rammstein, e o conteúdo da caixa [que é moldada como uma Bíblia] traz aparatos sexuais, tais como um masturbador e um dilatador anal.



O box completo sai por 385 reais, sem contar frete e tarifas aduanas, e pode ser comprado aqui.

E aí, vai encarar?

Fonte: Playadelnacho

Veja o novo clipe do Soilwork

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:43

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Assista “Spectrum Of Eternity”, do novo  álbum do Soilwork, 'The Living Infinite', lançado no início deste mês.




Fonte: Brave Words

Wolfmother: vocalista anuncia fim da banda

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 08:53

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Andrew Stockdale, vocalista do Wolfmother, anunciou o final da banda australiana. Stockdale explicou que, nos últimos três anos, atuou ao vivo como Wolfmother, ainda que da banda original já só restasse ele próprio. 


"Não me sentia bem. O Chris Ross, que tocava baixo e teclado na primeira formação da banda, é que inventou esse nome. O nome era meu, do Chris e do [baterista] Myles Heskett. Devido ao sucesso que tivemos, sofremos pressões para continuarmos a usar o nome Wolfmother. Mas era esquisito", confessou à Billboard. 

O cantor vai agora apostar na carreira a solo, lançando em junho um disco de blues-rock intitulado Keep Moving, que foi gravado na costa leste da Austrália, e financiado pelo próprio. "Prefiro fazer as coisas assim e ter toda a liberdade para experimentar e fazer aquilo que quero. Espero que as pessoas gostem". 


O primeiro single a solo de Andrew Stockdale sai no final deste mês e chama-se "Long Way To Go". O último show do Wolfmother acontece dia 28 de abril, em Sydney, com o Aerosmith. 



Fonte: Blitz

Black Mountain, um Stoner não muito ortodoxo

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 22:48

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Por João C. Martins

Alô moçada! Hoje é quinta-feira e dia de... STONER! Na minha, na sua, na nossa Caverna do John.

Notadamente, o gênero musical que abordamos nesta coluna tem sempre bandas agressivas, malvadas, sujas, que é meio um resumo de Stoner, porém como toda regra tem sua exceção, hoje a pauta fica por conta de Black Mountain. Quando digo exceção não é que não seguem o estilo, nem que sejam ruins, muito pelo contrário, trata-se de uma excelente banda, os adjetivos dados no inicio fazem referência a ilustre presença de uma garota, de muito talento chamada Amber Webber que toma conta dos vocais da banda em algumas canções.

Essencialmente, os caras, e a garota, são liderados por Stephen McBean que é um ótimo guitarrista além de ter uma voz bem única.




Eles já contam com três álbuns, um deles sendo o homônimo da banda - que diga-se de passagem um grande clichê - lançado em 2005 que trás a muito boa faixa "Druganaut" que os propagou ao mundo.



Em 2007 mudaram um pouco sua vertente quando lançaram o excepcional "In The Future", onde já era possível identificar uma pegada meio psicodélica, sem deixar a veia stoner de lado, é claro. Nesse ouvimos as ótimas composições como "Stormy High", "Evil Ways" e a que acompanharemos aqui, que é arrebatadora, foi a primeira que ouvi deles e que me conquistou pelo riff demasiadamente atordoante e repetitivo, falo de "Wucan".



O último trabalho que pudemos acompanhar foi em 2010, meu favorito "Wilderness Heart", que mescla bem o stoner com o psicodélico. Exemplos disso são: "Old fangs", "Let spirits ride", a lindíssima "Rollercoaster" e também a que explodiu nas paradas de TV, rádio, Internet que foi "The hair song"



"Old fangs" retrata bem o Stoner dentro deles, é a faixa #2 do disco.



E "Rollercoaster" é uma declaração de amor tremenda, que pra mim detona quando diz "...I
wish I loved you when the going got rough..."



Os canadenses estiveram no Brasil em 2008, porém sem nenhuma pompa e acredito que se vierem hoje não terão fãs no aeroporto, nem fogos na porta de hotel, nem tumulto em avenidas, contudo gostaria muito de vê-los, espero queimar minha língua.

Tchau tchau...



Deep Purple: Steve Morse e Don Airey se destacam em "Now What?!"

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 22:33

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Por Carlos H. Silva

Quase 8 anos após Rapture of the Deep, e depois de muita especulação sobre lançar ou não um novo disco, o Deep Purple solta o seu Now What?! (2013, via earMusic, produzido por Bob Ezrin).



Apesar de tanto tempo sem um lançamento completo de inéditas, a banda se manteve ativa fazendo inúmeras turnês e também deu tempo de seus músicos participarem de outros projetos.

Esta fase do Deep Purple com o guitarrista Steve Morse (na banda desde 1994) foi sempre marcada pelo virtuosismo, por muitas vezes o som da banda beirava o fusion (na esfera hard rock do termo, claro), diferente do antigo Deep Purple, que era mais feeling e mais blues.

Em Now What?! isso não muda muito, mas temos grandes momentos de inspiração e sentimento, como na bela introdução da primeira faixa, A Simple Song, que é de longe a melhor canção do disco todo.

Depois da intro, entra Ian Gillan cantando lentamente sobre a base e só por este momento já vale a audição. E em seguida a banda entra quebrando tudo, com aqueles solos tradicionais de hammond e um refrão muito bom. De novo: a melhor canção do álbum, de longe.

A partir daí volta aquele tradicional Deep Purple era-Steve Morse: riffs “quadradões” e Don Airey honrando o legado do teclado na banda. Os dois músicos são os grandes destaques individuais. Steve passeou com riffs e solos impecáveis, e Don atacou não só de Hammond, mas deu um show como tecladista e pianista de modo geral.

Se os CDs ainda fossem como os LPs, em que havia um lado A e um lado B, conseguiríamos separar Now What?! da seguinte maneira: no lado A (faixas 1-5) ficaram os hard rocks típicos do Deep Purple, como Weirdstan, Out of Hand e Hell to Pay. No lado B (faixas 6-11) teríamos as mais experimentais como a progressiva Above and Beyond, a jazzística Blood From a Stone, com Steve Morse mostrando muito feeling nos solos e licks, a sensacional Uncommon Man, que tem um teclado carregado de AOR e um riff heróico, e Apres Vous. Uma das faixas divulgadas antes do lançamento foi All the Time in the World, uma balada que tem como ponto positivo justamente o feeling de Steve Morse nos fraseados e no belo solo.

E este Lado B agrada mais, justamente pela experimentação e diferentes sonoridades em algumas faixas.

Vincent Price, a mais pesada, encerra a versão regular do álbum e tem o melhor solo de guitarra de todas as faixas, com uma pegada totalmente blueseira.

Ian Gillan, Ian Paice, Roger Glover, Don Airey e Steve Morse, com a ajuda do produtor Bob Ezrin, de maneira geral acertaram a mão e produziram seu melhor lançamento desde Bananas (2003). Mas depois da faixa de abertura, nada mais superou.



Nota: 7.5

01. A Simple Song
02. Weirdistan
03. Out Of Hand
04. Hell To Pay
05. Body Line
06. Above And Beyond
07. Blood From A Stone
08. Uncommon Man
09. Après Vous
10. All The Time In The World
11. Vincent Price

Deep Purple: banda toca nova música em programa de TV

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 14:51

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A banda esteve na noite de ontem no programa alemão TV Total, onde tocou a música Hell to Pay” do novo trabalho "Now What?!" que será lançado amanhã, 26 de abril.

Assista ao vídeo aqui


Fonte: Collector´s Room 

Iron Maiden: cerveja bate recorde de vendas

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 11:10

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Antes mesmo de seu lançamento em 9 de maio, "Trooper", a cerveja da banda Iron Maiden, já é recorde de vendas. A cervejaria Robinsons já planeja aumentar sua produção para atender aos pedidos dentro do prazo estimado.

250 mil litros da bebida já foram vendidos na Inglaterra e Reino Unido. David Bremner, diretor da cervejaria contou ao The Sun que em 175 anos de tradição na fabricação de cervejas, nunca foram fabricados tantos lotes. 

"Nós não precisamos investir nenhum centavo em publicidade e estamos fazendo história na fabricação de cerveja."

O vocalista da banda, Bruce Dickinson, descreve a cerveja como "uma ótima bebida para tomar em uma tarde de verão."

Por aqui a previsão é de que a cerveja chegue em agosto, nas versões garrafa e pressão.


Joe Bonamassa abre concurso para fãs

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:42

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Através do Youtube, o músico abriu um concurso internacional para seus fãs.

Os fãs de Bonamassa deverão disponibilizar vídeos próprios com conteúdo referente ao guitarrista. Os mais visualizados ganharão brindes, ingressos de shows e ainda poderão conhecê-lo pessoalmente. O vencedor será divulgado em julho.

Veja abaixo como participar:
 


Fonte: Guitarload

Sepultura: novo álbum terá covers

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:12

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Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, revelou recentemente em entrevista que o próximo álbum da banda incluirá dois covers.

“Vamos gravar duas músicas extras como bônus. Uma é do Death, “Zombie Ritual”, e outra é do Chico Science”, explicou Kisser que ainda adiantou que cantará juntamente com o vocalista da banda, Derrick Green, no cover da segunda música.


Fonte: Wikimetal

Iced Earth anuncia título do novo álbum

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:48

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"Plagues Of Babylon" será o nome do novo trabalho dos norte-americanos do Iced Earth, com lançamento previsto para outubro. 

"Espero que esse álbum seja algo muito especial", declarou recentemente o guitarrista da banda, Jon Schaffer.

Confira o nome de algumas faixas do novo disco que será lançado via Century Media Records:

* Plagues of Babylon
* Democide
* Among The Living Dead
* The Resistance
* If I Could See You
* Peacemaker
* Cthulhu
* Parasite



Rush lançará duas coletâneas digitais em maio

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:33

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 De acordo com o site Rush Is A Band, a banda lançará duas compilações exclusivamente em formato digital.
 'The Complete Mercury Years' trará toda a fase inicial da banda, até 'A Show Of Hands', e 'The Studio Albums 1989-2007' incluirá os trabalhos posteriores. 




O lançamento está previsto para o dia 14 de maio, via iTunes.


Não gostou de 'Frequency Unknown'? Geoff Tate te manda outra versão!

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:12

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O Queensryche de Geoff Tate está oferecendo uma substituição gratuita do seu álbum 'Frequency Unknown' para os fãs que o compraram e não gostaram da mixagem.

Tate disse recentemente: "Nós estávamos um pouco apressados no final da mixagem do disco, por isso estamos remixando algumas músicas antes do lançamento do álbum."

A Deadline Music/Cleopatra Records pede aos fãs insatisfeitos com o novo trabalho da banda, que enviem um email para Queensryche@cleorecs.com com um scan do álbum original para receber gratuitamente uma cópia da versão remixada.

'Frequency Unknown' traz dez faixas inéditas, além das regravações de quatro clássicos do Queensryche: Silent Lucidity, Empire, Jet City Woman e  I Don’t Believe In Love.


Tony Martin: novo álbum em maio

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 08:43

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Em seu perfil oficial do facebook, Tony Martin contou aos fãs que se prepara para uma viagem à Itália, onde terminará as gravações de seu próximo álbum,"GIUNTINI 4" , que será lançado em 06 de maio.

O músico completou falando que uma das faixas de seu próximo trabalho será uma continuação de "Headless Cross", álbum em que participou como vocalista do Black Sabbath.
 
"É um álbum de se ouvir .... Você vai encontrar faixas desafiadoras e terá que ouvi-las para obter o máximo delas ... algumas grandes canções... "Shadow of the Stone" é a história do que aconteceu depois de Headless Cross. Eu estou esperando que nós possamos fazer um vídeo que reflita essa música, mas também há possibilidade de filmarmos "Born in the underworld" .... Dependerá do tempo ... vamos ver."



Aerosmith: 7 não-hits que merecem ser ouvidos

Posted by TRMB | Posted in | Posted on 21:39

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Por Carlos H. Silva

A Nossa seção The Radio is Broken é uma lista com 7 faixas não tão conhecidas de grandes bandas e que acabam sendo esquecidas pelos próprios fãs e muitas vezes pela própria banda.

Como noticiado esta semana, o Aerosmith está com tudo quase certo para voltar ao Brasil em outubro... então, para comemorar, nossa banda da semana na seção são os reis de Boston!





#1 – Let the Music do the Talking

O album Done With Mirrors (1985) marca o retorno à banda dos guitarristas Joe Perry e Brad Whitford, que estavam fora do Aero desde 1979 e 1981, respectivamente.
Apesar de Joe Perry e Joey Kramer (baterista) já terem publicamente dito que não gostam do álbum porque ele não foi de fato finalizado, há uma grande canção “esquecida” pelo grupo e trata-se de Let the Music do The Talking, que na verdade é uma regravação de uma faixa do projeto solo de Joe Perry enquanto ficou fora da banda.
É um rock ‘n’ roll festeiro, com muito slide e peso.






#2 – Jailbait

Como escrito na opção anterior, o Aerosmith ficou sem seus dois guitarristas durante um período e nessa época lançaram o álbum Rock in a Hard Place (1982) com os guitarristas Jimmy Crespo e Rick Dufay. Apesar de esquecido pela banda e pelos fãs, por motivos óbvios, é um álbum bastante sólido e bom do início ao fim. Tem até outras canções que poderiam estar aqui, mas por ser a abertura e carro-chefe do disco, Jailbait representa bem.



#3 – Nine Lives

O disco Nine Lives (1997) foi um sucesso comercial devido a hits como Pink, Falling in Love, Full Circle, Tase of India e Hole in My Soul, talvez por isso a faixa-título do álbum tenha ficado um pouco esquecida, mas quando analisamos o que a banda lançou daquele disco em diante, notamos que essa foi uma das últimas “pauladas” do Aerosmith.



#4 – S.O.S. (Too Bad)

Lançada em Get Your Wings (1974), traz um vocal mais agressivo de Steven Tyler com aquela voz mais encorpada. Rápida e direta ao ponto, S.O.S. tem menos de 3 minutos e possui um riff clássico do hard rock setentista e mesmo sendo uma faixa curta, tem espaço para altos e baixos no seu andamento.



#5 – I Wanna Know Why

Escolhi I Wanna Know Why para esta lista porque acho que ela possui algo que mostra a evolução do rock ‘n’ roll para o hard rock. Bandas como Aerosmith são essenciais para este formato, pois pegavam aquele som de rock ‘n’ roll e blues produzido por Rolling Stones ou Yardbirds e tinham aquele algo mais que fazia soar como hard rock (claro que o Led Zeppelin foi pioneiro nisso com seu hard ‘n’ blues), e esta canção do álbum Draw the Line (1977) é nessa linha.



#6 – Make It

A primeira faixa do lado A do primeiro álbum do Aerosmith, autointitulado e lançado em 1973, é um rock básico muito eficiente e foi uma ótima escolha como canção de abertura, pois mostra bem o que o ouvinte escutaria no restante do álbum e no decorrer da banda nos anos 70: riffs simples e diretos, pegada suja de rock ‘n’ roll e um vocalista que fazia a diferença na interpretação e nas melodias.



#7 – Street Jesus

Escolhi esta faixa do mais recente álbum do Aerosmith, Music From Another Dimension! (2012), porque nos shows que fez do fim do ano até aqui, a banda não deu muita bola para o álbum no set list e, embora de uma maneira geral eu não tenha gostado do disco, ele possui algumas pérolas escondidas e Street Jesus é uma delas, com um ritmo empolgante e duelos interessantes de solo de guitarra, além de uma interpretação de Steven que lembra de tudo um pouco do que a banda já fez: rock ‘n’ roll, hard rock, blues, boogie, parecendo vir direto do túnel do tempo de Toys in the Attic (1975).






Epitaph de Judas Priest será exibido no Brasil

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 13:25

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Serão anunciadas nos próximos dias as salas em que Epitah, show do Judas Priest realizado ano passado em Londres, será exibido.

Brasil, Argentina e Chile serão os países da América do Sul a exibir o show.

A estreia será em 16 de maio.


Fonte: Van do Halen

Crashdïet: Morre o manager da banda, Michael Sundén

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 12:56

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Morreu na última sexta-feira, Michael Sundén, manager da banda Crashdïet. Sundén sofreu uma queda no porão do Rock City em Nottingham, Inglaterra. Ele tinha 45 anos e preparava a turnê do grupo pelo Reino Unido.

Essa não é a primeira grande perda da banda. Em 2006 o vocalista Dave Lepard cometeu suicídio.


Beady Eye: banda vem mesmo ao Brasil?

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 11:33

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Nesta manhã foi tuitado na suposta página da banda de Liam Gallagher o seguinte recado:

"Beady Eye - Live in Brazil - 8.6.2013"

Segundo informações o perfil acima é FAKE e a informação não procede.

Veja The Rock'N'Roll Manifesto, narrado por Phil Anselmo

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 11:22

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O diretor Thomas Schlagkamp lançou o seguinte vídeo, intitulado "The Rock'N'Roll Manifesto", com participação de Phil Anselmo (DOWN/ex-PANTERA) .

"Queremos sensibilizar para um fato que deve ser auto-evidente, mas não é: Para muitas pessoas, a música não tem mais valor. Mas a música não é apenas um arquivo mp3 inútil em seu computador é algo que é.. . muito valioso, algo que foi criado - com sangue, suor e lágrimas ".


Veja o vídeo:

 




Fonte: Brave Words

Liam Gallagher: "Estou farto desses idiotas dizendo que eu não posso cantar"

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 11:06

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Em recente entrevista ao The Sun, Liam Gallagher desabafou que  está cansado de ouvir as pessoas dizendo que ele não consegue cantar.

"Estou farto desses idiotas dizendo que eu não posso cantar, entende? Então eu pensei: f***-se isso. Vamos lá na simplicidade. Isto é como minha voz soa, por isso espero que as pessoas gostem e saiam da p**** das minhas costas", disse.

O novo disco do Beady Eye, "BE", será lançado em junho, e traz na capa uma mulher seminua deitada . A imagem é do fotógrafo Harry Peccionotti, conhecido pelos famosos calendários Pirelli entre 1968 e 1969. 
 

Fonte: NME

Ouça 'Dig', novo álbum do Heaven & Earth na íntegra

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 10:56

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Dig foi produzido por Dave Jenkins e apresenta convidados especiais como  Howard Leese (Heart, Paul Rodgers), Richie Sambora (Bon Jovi) e  David Paich (Toto). "Este álbum é, de longe, a melhor coisa que já fiz na minha vida!", comemora Stuart Smith, guitarrista e fundador da banda.

Registre-se e ouça o álbum na íntegra, aqui até o dia 29 de abril.


Fonte: Melodic Rock

"Queen On Fire: Live at the Bowl" será relançado em DVD duplo

Posted by Rose Gomes | Posted in | Posted on 09:41

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A Eagle Rock Entertainment vai lançar no dia 21 de maio a reedição do clássico show "Queen On Fire: Live at the Bowl".

O show, realizado em Nova York em junho de 1982 vai ganhar uma edição dupla em DVD que totaliza mais de três horas de exibição.

Enquanto o primeiro disco traz alguns sucessos da banda como "Somebody To Love", "Bohemian Rhapsody", "We Are The Champions", além de  duas versões de "We Will Rock You", o segundo apresenta um rico material bônus, incluindo entrevistas, uma galeria de fotos e apresentações.

Confira o tracklist dos DVD´s:

Disco 1

 1.)    Flash

2.)   The Hero

3.)   We Will Rock You (Fast)

4.)   Action This Day

5.)   Play The Game

6.)   Staying Power

7.)   Somebody To Love

8.)  Now I’m Here

9.)   Dragon Attack

10.) Now I’m Here (Reprise)

11.) Love Of My Life

12.) Save Me

13.) Back Chat

14.) Get Down Make Love

15.) Guitar Solo

16.) Under Pressure

17.) Fat Bottomed Girls

18.) Crazy Little Thing Called Love

19.) Bohemian Rhapsody

20.) Tie Your Mother Down

21.) Another One Bites The Dust

22.) Sheer Heart Attack

23.) We Will Rock You

24.) We Are The Champions


Disco 2 
  
Tour Highlights - Seibu Stadium, Tokyo, Japan - November 3, 1982

Flash / The Hero

Now I’m Here

Impromptu

Put Out The Fire

Dragon Attack

Now I’m Here (Reprise)

Crazy Little Thing Called Love

Teo Torriatte (note: only ever performed in Japan)

Stadthalle, Vienna, Austria - May 12, 1982

Another One Bites The Dust

We Will Rock You

We Are The Champions

God Save The Queen

Photo Gallery

 

Fonte: Queen - Site Oficial

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